Desafio dos 200 Filmes | Um filme da Pixar

Um filme da Pixar

Ratatouille é um filme estado-unidense do gênero animação, sendo o oitavo longa-metragem do gênero produzido pela Pixar e lançado em 2007. Conta a história de Rémy, um rato vivendo em Paris que sonha em se tornar um chef de cozinha. O filme foi dirigido por Brad Bird, que assumiu depois de Jan Pinkava em 2005, foi lançado nos EUA em 29 de Junho de 2007 e foi lançado no Brasil em 6 de Julho do mesmo ano.

O elenco que interpreta as personagens da animação é composto por: Patton Oswalt como o protagonista, o rato Rémy. Brad Garrett, dá voz ao chef Auguste Gusteau. O pai de Rémy, Jango, é interpretado por Brian Dennehy. Outras vozes conhecidas são de Janeane Garofalo, Ian Holm, o consagrado ator Peter O’Toole, além de Lou Romano e Peter Sohn, que participaram de Os Incríveis (trabalho anterior de Bird).

O filme foi bem recebido pelo público e pela crítica. Na estreia, teve uma arrecadação considerada baixa em relação a outros filmes da Pixar, mas no final foi um sucesso de bilheteira, arrecadando mais de 600 milhões de dólares, o longa recebeu diversos prêmios, inclusive o Óscar de animação em 2008.

Enredo

Rémy (Patton Oswalt) vive em uma colônia de ratos no sótão de uma casa na zona rural da França, juntamente com seu irmão Émile (Peter Sohn) e seu pai Django (Brian Dennehy). Ao contrário de seus semelhantes, Rémy é um gourmet cujo habilidoso olfato é útil para distinguir comidas de veneno de rato. Mas Rémy tem sonhos mais ambiciosos, entrando secretamente na cozinha para ler os livros de cozinha de seu herói, o chef parisiense Auguste Gusteau (Brad Garrett), que aparece para Rémy em visões ao longo do filme, mantendo seu ditado de que “qualquer um pode cozinhar”. Rémy descobre que Gusteau morreu após receber uma dura crítica de um crítico culinário, Anton Ego.

Os ratos deixam o local após a moradora, uma velha senhora, descobrir a colônia. Rémy, separado dos outros, acaba chegando em Paris através dos esgotos, seguindo a visão de Gusteau até o restaurante fundado pelo chef, agora mantido pelo chef Skinner (Ian Holm), um linha dura na cozinha. Enquanto Rémy observa de uma claraboiá, Alfredo Linguini (Lou Romano), um jovem com nenhum talento culinário, chega e é contratado para serviços de faxina no restaurante, por desejo de sua recém-falecida mãe, a ex-namorada de Guesteau. O garoto é na realidade o filho de Gusteau, algo desconhecido de todos, exceto da mãe, que deixou uma carta a Skinner explicando a situação. Linguini acaba derramando uma panela de sopa e tenta ocultar seu acidente ao adicionar ingredientes aleatórios na panela. Horrorizado por isto, Rémy acaba caindo na cozinha e ainda que precise desesperadamente escapar dali, não consegue evitar tentar consertar a sopa arruinada. Rémy é flagrado por Linguini, que por sua vez é flagrado por Skinner no momento que capturava o rato, mas não antes de algumas porções da sopa terem sido servidas. Para surpresa de todos, a sopa é um sucesso. Contudo, todos pensam agora que foi Linguini que a cozinhou. A única mulher cozinheira do estabelecimento, Colette (Janeane Garofalo), convence Skinner a não despedir Linguini contanto que ele consiga recriar a sopa. E assim se inicia uma aliança, difícil no começo, na qual Rémy tenta secretamente ensinar Linguini a cozinhar. Os dois aperfeiçoam um truque de marioneta através do qual Rémy consegue controlar os movimentos de Linguini puxando-lhe os cabelos.

Skinner acaba por descobrir que Linguini é filho de Gusteau, coisa que mantém em segredo para evitar que Linguini herde o restaurante. Isto iria atrapalhar as suas ambições de explorar a imagem de Gusteau para lançar uma marca de comida congelada. Suspeitando de Linguini, Skinner embriaga-o com bons vinhos numa tentativa fracassada de descobrir o segredo do seu inesperado talento. Na manhã seguinte, de ressaca, Linguini quase confessa o seu segredo a Colette. Desesperadamente, tentando parar Linguini, Rémy puxa-lhe cabelo, fazendo com que ele caia em Colette e a beije, o que leva os dois a se apaixonarem.

Numa noite, Rémy e sua colônia são reunidos. Rémy discute com Émile e seu pai acerca da sua carreira secreta de chef e está determinado a provar ao seu pai que os humanos não são tão perigosos como ele pensa. Após desentendimentos, Rémy acaba relutantemente concordando em roubar para a família um bocado de comida do restaurante. Enquanto fazia isso, Rémy descobre o testamento de Gusteau, documento onde se revela que Linguini é filho de Gusteau e, portanto, o seu legítimo herdeiro. Após escapar a uma perseguição de Skinner, Rémi consegue entregar o testamento a Linguini. Linguini, agora dono do restaurante, despede Skinner e torna-se a nova sensação no mundo culinário, atraindo o renovado interesse de Anton Ego (Peter O’Toole), que havia acabado com a reputação do restaurante. Linguini e Rémy tem um desentendimento, e Linguini decide que não precisa mais de Rémy, esnobada que leva Rémy a saquear a cozinha com toda a colônia de ratos. Linguini expulsa Rémy, sentindo-se traído.

As coisas se complicam certa uma noite quando Ego decide revisitar o restaurante e pedir ao chefe para lhe dar o melhor que tem. Rémy volta ao restaurante nessa noite para ver como estava o restaurante sem ele (uma desordem completa), mas é apanhado por Skinner que tinha descoberto o seu segredo e do Linguini. Preso numa jaula, Rémi é posto no porta malas do automóvel de Skinner. Confessa então à visão de Gusteau que está farto de fingir ser um rato para o seu pai e de fingir ser um humano para Linguini, mas Gusteau diz-lhe que ele nunca precisou fingir e desaparece pela última vez. De repente a família de Rémy resgata-o, mas Rémy inspirado pelas palavras de Gusteau decide voltar ao restaurante onde é visto pelos outros cozinheiros e quase é morto. Porém, Linguini aparece e o protege, e vendo que ele era incapaz de cozinhar sem a ajuda do rato e como eles ainda não tinham servido um único prato, admite a situação para a equipe, o que faz com que todos deixem o local, desencorajados. Colette retorna após pensar a respeito do ditado de Gusteau. Django, inspirado pela coragem do filho, retorna com a colônia de ratos para cozinhar sob a liderança de Rémy, enquanto Linguini descobre seu verdadeiro talento, que é servir as mesas, como garçom. Colette ajuda Rémy a preparar um ratatouille, uma tradicional mas mundana refeição francesa, feita com legumes. O ratatouille fica tão bom que Ego acaba por recordar memórias de sua infância após a primeira bocada. Ego pede para conhecer o chef, mas Colette diz a ele que ele deve esperar até depois de os outros clientes terem saído. Ao fim do serviço, Rémy e os demais ratos são revelados. Agora um homem modificado, Ego escreve uma elogiosa crítica, declarando que o chef no restaurante de Gusteau é o melhor chef de toda a França.

No epílogo, o restaurante é definitivamente fechado por um inspetor da vigilância sanitária, que encontra os ratos após ter sido avisado por Skinner. Ego perde sua credibilidade e posição após o público descobrir que ele elogiou um restaurante infestado de ratos. Contudo, Linguini, Colette, Rémy e Ego, agora como investidor e cliente regular, abrem um bistrô de sucesso, chamado “La Ratatouille,” que inclui uma cozinha e salão de refeições tanto para ratos como para humanos.

Elenco

  • Patton Oswalt como Remy
  • Lou Romano como Alfredo Linguini
  • Peter Sohn como Emile
  • Janeane Garofalo como Colette Tatou
  • Brian Dennehy como Django
  • Ian Holm como Skinner
  • Brad Garrett como Auguste Gusteau
  • Peter O’Toole como Anton Ego
  • Will Arnett como Horst
  • Julius Callahan como Lalo
  • James Remar como Larousse
  • John Ratzenberger como Mustafa
  • Teddy Newton como Advogado Talon Labarthe
  • Tony Fucile como Pompidou
  • Julius Callahan como François
  • Brad Bird como Ambrosio
  • Jake Steinfield como Ratão
  • Stéphane Roux como Narrador

Produção

Cenário

O projeto de Ratatouille iniciou-se com o diretor Jan Pinkava, que já havia ganhado um Oscar pelo curta metragem Geri’s Game (1997). Ele começou a criar o conceito do filme em 2001, quando também iniciou a direção de algumas cenas da animação. Pinkava deu origem ao desenvolvimento do modelo original da trama, o cenário e aos personagens do núcleo principal. Porém, o rumo que a história começou a tomar fez com que a Pixar desaprovasse o roteiro do diretor, acabando por substituí-lo por Brad Bird em 2005. Essa mudança de diretores se deve à complexidade da história imaginada por Pinkava, com muitos personagens principais e subtramas. Quanto a Bird, ele já havia dirigido outro filme do mesmo estúdio, The Incredibles (2004), e quando começou a trabalhar em Ratatouille, ele afirmou que a estranheza do conceito e do conflito do filme fez com que ele ficasse bastante atraído à animação, em uma entrevista ele disse: “esta é uma história sobre um rato que tem sentidos extraordinários de cheiro que se vê arrastado para cozinhar e não tem qualquer ideia de como se tornar um chef de cozinha. De repente, literalmente, Remy cai na cozinha de um restaurante através da claraboiá. Uma das coisas maravilhosas sobre essa premissa é que os ratos são a morte de um restaurante e um restaurante é a morte dos ratos”. Quando Bird começou a dirigir o filme, ele fez uma mudança no ênfase da história. Ele matou o Gusteau, deu papéis maiores para os personagens Skinner e Colette, e alterou a aparência dos ratos, de modo no qual eles aparentassem ser menos antropomórficos.

Ratatouille tenta apresentar uma visão romântica e exuberante de Paris, dando-lhe uma identidade distinta dos filmes anteriores da Pixar. Depois do término da edição do script do filme, o diretor Brad Bird, o produtor Brad Lewis, e alguns membros envolvidos na produção da animação, passaram uma semana em Paris com o objetivo de compreender corretamente o ambiente da cidade. Eles visitaram os principais monumentos, fizeram um passeio de moto e comeram nos cinco melhores restaurantes parisienses, com a intenção de dar mais realidade à animação. Quando voltaram aos Estados Unidos, a equipe utilizou 4500 fotografias de Paris como referência para o filme, e continuaram a desenvolver a trama por mais dois anos. De acordo com Bird, este foi o tempo que levou para os técnicos experimentarem coisas que não poderiam ser feitas de outra maneira.

Decoração e comida

Um dos principais desafios enfrentados pelos cineastas foi a criação da decoração, especialmente aqueles relacionados a comida, já que se tratava de uma animação gerada por computador. Segundo o diretor, o objetivo era fazer com que os alimentos aparentassem ser deliciosos. Para isso, a equipe consultou vários chefs gastronômicos, tanto dos Estados Unidos quanto da França. Os animadores também frequentaram aulas em escolas de culinária na Baía de São Francisco durante seis anos, tudo para que pudessem entender o funcionamento de uma cozinha comercial. A equipe também contou com a colaboração do gerente do Departamento de Layout do filme, Michael Warch, que já tinha uma certa experiência com culinária antes de ir trabalhar para a Pixar, o que permitiu que ele ajudasse outros técnicos, designers e decoradores com a parte alimentícia do longa. O chef de cozinha Thomas Keller é outro profissional da culinária que ajudou a desenvolver a animação dos alimentos. Ele permitiu que o produtor Brad Lewis fizesse um estágio de dois dias em seu restaurante, o The French Laundry, que é voltado à culinária francesa. Keller também ensinou aos criadores da produção algumas características da culinária francesa, como por exemplo, o funcionamento interno de uma cozinha parisiense, e também atuou como consultor-chefe na parte da preparação dos alimentos, isso durante o treinamento dos profissionais da animação em seu estabelecimento.

Para a criação da animação do prato que dá nome ao filme, Keller observou que o ratatouille era geralmente servido como um prato de acompanhamento, e ele percebeu que para a trama isto soaria algo como “desmancha-prazeres”, já que o objetivo era dar destaque ao prato que dá título à animação. Então, ele se concentrou na criação de uma versão fantasiosa do ratatouille, no qual ele nomeou de “confit byaldi”, que foi posteriormente utilizado na cena do filme em que os ratos começam a cozinhar. Para a sua criação, Keller cortou cada vegetal em papel fino, e depois as empilhou como uma espécie de pequena escultura.

Para dar um maior realismo às frutas e aos vegetais do filme, foi utilizada uma tecnologia de animação chamada de espalhamento de subsuperfície, que já havia sido utilizada em uma outra produção da Pixar, The Incredibles (2004) para a pele das personagens. Esta técnica de animação foi acompanhada de novos programas que deram aos alimentos movimentos e uma textura orgânica.[16] No filme, sempre que o personagem Remy experimentava um alimento, aparecia uma música especial, que era acompanhada de imagens abstratas que eram exibidas no fundo de uma tela, tudo para representar as sensações do personagem enquanto ele apreciava a comida. Essas metáforas visuais foram criadas pelo animador Michel Gagné que se inspirou nos trabalhos dos animadores artísticos Oskar Fischinger e Norman McLaren. A equipe de animação também utilizou comida estragada. Para fazer uma pilha de adubo, por exemplo, o Departamento de Artes fotografou quinze alimentos diferentes, como maçãs, uvas, bananas, cogumelos, laranja, brócolis e alface, todos no processo de decomposição.

Os profissionais também se certificaram em não fazer uma comida real demais, pois isso poderia distrair ou se destacar no filme, o que não era a intenção deles. Segundo em uma notícia publicada no site da Pixar, os desenvolvedores se concentraram em três coisas ao fazer a animação dos alimentos: suavidade, reflexão e saturação. A suavidade foi uma indicação de quanta luz o alimento deveria receber, a saturação foi uma ideia de quais cores seriam mais recomendáveis, já que cores ricas ressaltariam um alimento de qualidade, e por fim, a reflexão, que seria uma relação com a umidade, que segundo eles, é uma característica que os alimentos mais comestíveis e considerados atraentes contém.

Personagens

De acordo com o designer da Pixar, Jason Deame, grande parte dos personagens do filme foram criados quando Jan Pinkava ainda estava no cargo da direção do projeto. Ao deixar a trama, Pinkava falou sobre sua inspiração para a criação do personagem Remy: “As pessoas sempre querem saber de onde vêm as ideias. A verdade é que, um dia, eu estava na cozinha com a minha esposa, e, de repente, eu tive uma ideia: ‘e se um rato quisesse se tornar em um chef [de cozinha]?’ Quando comecei a dizer isso para as pessoas, todos começaram a rir. É realmente uma ideia bem maluca”. Ele também citou como exemplo o personagem Anton Ego, no qual diz que fora projetado para se assemelhar com um abutre.

Os profissionais da animação consultaram um especialista em roedores chamado Debbie Ducommun (também conhecido como “Rat Lady”) para obter mais informações sobre os hábitos dos ratos e as suas características. A equipe do filme também criou um viveiro no corredor do estúdio por mais de um ano, onde continham ratos de estimação que foram utilizados para que os animadores pudessem estudar o movimento de seus pêlos, narizes, orelhas, patas e cauda quando corriam. Quanto aos personagens humanos de Ratatouille, eles foram projetados e animados sem os dedos, devido a necessidade que os profissionais tiveram em economizar tempo.

Quanto a escolha de vozes, Brad Bird escolheu o humorista Patton Oswalt para dublar o personagem Remy, depois de ouvir uma de suas comédias. Todos os atores selecionados para o processo de voz dos personagens tiveram que dublar com um sotaque francês autêntico. No entanto, John Ratzenberger, que faz o personagem Mustafa — o garçom do restaurante de Gusteau — utilizou um sotaque italiano.

Trilha sonora

Ratatouille
Trilha sonora de Michael Giacchino
Lançamento 26 de junho de 2007
Gênero(s) Música clássica
Duração 62:23
Gravadora(s) Walt Disney Records
Brad Bird convidou Michael Giacchino para fazer a trilha sonora de Ratatouille. Giacchino já tinha feito a trilha sonora de Os Incríveis – outro filme da Pixar, que também havia sido dirigido por Brad Bird. A trilha sonora possui vinte e quatro faixas, sendo que destas, todas são instrumentais, exceto a canção “Le Festin” que é cantada pela cantora francesa Camille.
N.º Título Duração
1. “Le Festin” (Cantada por Camille) 2:50
2. “Welcome to Gusteau’s” 0:38
3. “This Is Me” 1:41
4. “Granny Get Your Gun” 2:01
5. “100 Rat Dash” 1:47
6. “Wall Rat” 2:41
7. “Cast of Cooks” 1:41
8. “A Real Gourmet Kitchen” 4:18
9. “Souped Up” 0:50
10. “Is It Soup Yet?” 1:16
11. “A New Deal” 1:56
12. “Remy Drives a Linguini” 2:26
13. “Colette Shows Him le Ropes” 2:56
14. “Special Order” 1:58
15. “Kiss & Vinegar” 1:54
16. “Losing Control” 2:04
17. “Heist to See You” 1:45
18. “The Paper Chase” 1:44
19. “Remy’s Revenge” 3:24
20. “Abandoning Ship” 2:55
21. “Dinner Rush” 5:00
22. “Anyone Can Cook” 3:13
23. “End Creditouilles” 9:16
24. “Ratatouille Main Theme” 2:09
Duração total:
62:23

Recepção

Crítica

Ratatouille recebeu comentários bastante positivos dos críticos especializados em cinema. O agregador de resenhas Rotten Tomatoes, que faz uma média da aprovação de um filme baseando-se nas críticas recolhidas, deu a animação uma classificação de 96% com base em 219 comentários. O consenso do site diz o seguinte: “Pixar consegue novamente com Ratatouille, um filme incrivelmente animado com um ritmo rápido, personagens memoráveis, e um bom humor geral”. A trama também venceu o prêmio “Tomate de Ouro”, criado pelo Rotten Tomatoes para as produções que receberam ao longo do ano as melhores críticas da imprensa especializada no site. No Metacritic, Ratatouille também obteve uma recomendação de 96%, com base em 37 avaliações recolhidas. A nota é considerada pelo site “aclamação universal”, e até junho de 2009 a animação era o sétimo filme melhor avaliado de todo o Metacritic.

O crítico de cinema A. O. Scott do jornal The New York Times disse que Ratatouille é “um pedaço quase impecável da arte popular, bem como um dos retratos mais persuasivos de um artista que está sempre empenhado em um filme”, disse referindo-se ao personagem Remy. Ele continuou sua crítica ao filme dizendo: “À primeira vista, Ratatouille pode parecer não muito inovador, uma vez que roedores peludos não são uma novidade em desenhos animados. Mas as inovações não deixam de estar lá, no grão fino de cada imagem: no olhar emaranhado de pele de rato molhado, na boa utilização dos arranhões brilhantes nas pátinas de panelas de cobre, na umidade presente sobre a superfície dos vegetais cortados e no avental dos cozinheiros manchado de molho”. Ele terminou sua revisão do filme com um simples “obrigado” para os criadores da animação. Outro crítico chamado Paul Arendt, escrevendo para a BBC, também deu um bom comentário sobre a trama. Em sua revisão ele disse que a animação era um retorno glorioso da Pixar, após sua produção lançada no ano anterior, Carros, ser considerado decepcionante. Ele continuou dizendo: “Ratatouille é uma carta de amor à comida e ao cozimento. Bird vem com tudo para infectar o público com o amor de Remy pela cozinha, utilizando recursos visuais alucinantes para ilustrar por exemplo, o aroma de um pedaço de queijo”; “A animação é excelente, o trabalho vocal é impecável, o script é espirituoso, o conflito central entre os laços familiares e a busca da excelência é sutilmente manipulada. Basicamente, esta é uma obra prima”.

A reação do filme na França, país onde se passa a animação, também foi extremamente positiva. Thomas Sotinel, crítico do jornal francês Le Monde, saudou a trama como “um dos maiores filmes gastronômicos da história do cinema”, além de notar uma comédia burlesca na animação. Em uma parte de sua crítica, ele se dirige aos espectadores franceses: “Ratatouille reflete nossa capital [Paris] com uma afeto sincero da imagem francesa, alimentado pela cultura e a fantasia, que esteve presente em algumas produções de Hollywood há meio século”. No Brasil, assim como em outros países, a animação também foi bem recebida pelos veículos de mídia locais. Viviane França do site brasileiro Cine Pop, deu ao filme quatro estrelas de cinco, dizendo que Ratatouille trazia os “ingredientes” necessários para fazer da animação uma boa sessão pipoca. Já Marcelo Forlani do site Omelete, notou que Ratatouille é uma produção bastante diferente das outras feitas pela Pixar, segundo o crítico: “Brad Bird leva a Pixar para fora do seu mundo de monstros de sonhos, brinquedos que falam, carros irresponsáveis e peixes que se perdem”.

Comercial

Em sua semana de lançamento na América do Norte, Ratatouille foi exibido em 3940 salas de cinema, faturando mais de 47 milhões de dólares em sua estreia, tornando-se no filme de maior bilheteria daquela semana. Entretanto, o arrecadamento de 47 milhões de dólares foi considerado baixo para uma produção da Pixar, já que os filmes anteriores do estúdio, The Incredibles (2004) e Carros (2006) conseguiram faturar durante o mesmo período 70,5 milhões e 60,1 milhões, respectivamente. Até 2007, Ratatouille foi o segundo filme da Pixar com o pior resultado em uma semana de estreia, atrás apenas de A Bug’s Life (1998) — Vida de Inseto, no Brasil — que faturou 33,3 milhões de dólares durante o mesmo período. Um dos motivos para o desempenho considerado ruim durante os primeiros sete dias foi a concorrência, pois na mesma semana em que a animação foi lançada, muitas outras produções consideradas de peso também estavam sendo comercializadas, entre eles Live Free or Die Hard e Transformers.

No total, Ratatouille obteve um lucro de 206 milhões de dólares na América do Norte, tornando-se no quarto pior resultado da Pixar na região, atrás de A Bug’s Life que faturou 162 milhões, e Carros 2 (2011) e Toy Story (1995), ambos com um lucro de 191 milhões. Entretanto, Ratatouille conseguiu posicionar-se na 11ª posição na lista dos filmes de maiores bilheterias do ano de 2007 nos Estados Unidos e Canadá.

Em outras regiões

Embora a recepção comercial não tenha sido muito alta na América do Norte, no restante do mundo, a animação conseguiu uma recepção bastante favorável. Na França, por exemplo, quebrou o recorde de maior estreia para um filme de animação. Em seus primeiros dias de exibição no país, Ratatouille contou com uma média de 2706 espectadores por tela, além de faturar US$ 16 milhões através dos mais de 1.951.074 ingressos vendidos. Ficou no topo das bilheterias francesas durante seis semanas, arrecadando no total mais de 65 milhões de dólares. Ratatouille tornou-se no filme mais lucrativo do ano de 2007 na França, ficando na frente de produções como Homem-Aranha 3Harry Potter and the Order of the Phoenix e Pirates of the Caribbean: At World’s End. A animação também obteve resultados bastante favoráveis na Alemanha e no Reino Unido, onde conseguiu um lucro de 50 milhões e 48 milhões de dólares, respectivamente. Quanto aos países lusófonos, Ratatouille obteve um arrecadamento superior a US$ 9 milhões no Brasil, liderando as bilheterias brasileiras durante uma semana. Em Portugal, teve um lucro de US$ 4 milhões, levando por três semanas consecutivas o título de filme mais rentável nos cinemas do país.

Ratatouille obteve um lucro de 623 722 818 dólares mundialmente, tornando-se no quinto filme de maior bilheteria da Pixar, atrás apenas de Toy Story 3Finding NemoUp e The Incredibles.

Prêmios e indicações

Recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo o de Melhor Trilha Sonora, Edição de Som, Mixagem de Som e Roteiro Original, porém venceu apenas a de Melhor Filme de Animação. Ratatouille também foi indicado a treze Annie Awards, onde recebeu duas nomeações na categoria Melhores Efeitos Animados, no qual acabou por perder para Surf’s Up, e três indicações na seção Melhor Atuação de Voz em Animação, onde os dubladores do filme, Janeane Garofalo, Patton Oswalt e Ian Holm foram indicados. Porém, apenas Ian Holm que fez a voz do personagem Skinner venceu. A animação também ganhou o prêmio de Melhor Filme de Animação em várias premiações, incluindo o Chicago Film Critics, o National Board of Review, o Annie Awards, o Broadcast Film Critics, a British Academy Film Awards (BAFTA), e o Globo de Ouro.

Trailer

*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*As informações sobre o filme “Ratatouille” retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Ratatouille_(filme) através de pesquisa na internet.
*A lista de prêmios e indicações recebidos por Ratatouille retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pr%C3%AAmios_e_indica%C3%A7%C3%B5es_recebidos_por_Ratatouille através de pesquisa na internet
*O trailer do filme “Ratatouille” retirei do site https://youtu.be/c3sBBRxDAqk através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 200 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Desafio dos 200 Filmes | Um filme sobre roubo a banco

Um filme sobre roubo a banco

O Plano Perfeito (Inside Man) é um filme americano de 2006, estrelando Denzel Washington, Clive Owen, Willem Dafoe e Jodie Foster, e dirigido por Spike Lee. O roteiro do filme foi escrito por Russell Gewirtz e produzido por Brian Grazer. O lançamento do filme na América do Norte e em parte da Europa foi feito no dia 23 de março de 2006.

O filme foi filmado em Nova Iorque e dispõe de um amplo e diversificado elenco. Um thriller de ação, o filme trata de questões do bem e do mal em inesperadas fontes, corrupção, anti-heróis, multiculturalismo nos Estados Unidos da América (em Nova Iorque em particular) pós 11 de setembro de 2001, e deixa várias interpretações do certo e errado em aberto.

Elenco

  • Estúdio: Audiocorp (RJ)
  • Mídia: DVD/Televisão/TV Paga
Personagem Ator / Atriz Dublador
Dalton Russell Clive Owen Júlio Chaves
Detetive Keith Frazier Denzel Washington Márcio Simões
Madeleine White Jodie Foster Miriam Ficher
Arthur Case Christopher Plummer Jomeri Pozzoli
Capitão John Darius Willem Dafoe Dário de Castro
Chaim Bernie Rachelle Isaac Bardavid
Detetive Bill Mitchell Chiwetel Ejiofor Duda Ribeiro
Stevie Kim Director Priscila Amorim
Vikram Walia Waris Ahluwalia Alexandre Moreno
Kevin Al Palagonia Marcelo Garcia
Ilina Miritia Florina Petcu Mabel Cezar
Steve Damerjian Carlos Andres Gómez Paulo Vignolo
Paul Lemon Andersen Nizo Neto
Capitão Coughlin Peter Gerety José Santa Cruz
Sylvia Cassandra Freeman Carla Pompílio
Berk Ashlie Atkinson Christiane Louise
Herman Gerry Vichi Isaac Bardavid
Steve-O James Ransone Reinaldo Buzzoni
Miriam Marcia Jean Kurtz Maria Helena Pader
Peter Hammond Peter Frechette Samir Murad
Prefeito Peter Kybart José Santanna

Recepção da crítica

Inside Man teve recepção geralmente favorável por parte da crítica especializada. Em base de 39 avaliações profissionais, alcançou uma pontuação de 76% no Metacritic. Por votos dos usuários do site, atinge uma nota de 7.4, calculada de 219 votos e usada para avaliar a recepção do público.

Trailer

*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*As informações sobre o filme “O Plano Perfeito” retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Inside_Man através de pesquisa na internet.
*O trailer legendado do filme “O Plano Perfeito” retirei do site https://youtu.be/8L2gh6S91P0 através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 200 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Este iPhone foi desligado inesperadamente porque a bateria não foi capaz de fornecer o pico de energia necessário

Já venho observando uma diminuição no tempo de carga da bateria do meu iPhone (6 Space Gray 128gb) que comprei em 2019 e recentemente após ele desligar sozinho apareceu a mensagem que dá título a esse post…

Nas primeiras vezes não dei atenção a mensagem mas como de uns dias pra cá o iPhone não está “segurando” a carga da bateria e tenho passado com ele ou conectado ao carregador portátil (power bank) ou a tomada…

E, hj em dia é quase impossível viver sem celular, com ele faço praticamente tudo: me conecto nas redes sociais, fico atualizada das notícias em tempo real, utilizo vários aplicativos (carona, foto/vídeo, jogos, saúde e social) falo com meus familiares, amigos, amores, enfim ele me oferece milhares de possibilidades que só fazem facilitar o meu dia a dia.

Agora a pior situação é quando precisamos utilizar meu celular e a bateria descarrega, e isso ocorre justamente nos momentos em que mais necessito, e nessas horas acontece de tudo, e eu não encontro nem uma tomada para recarregar o Frederico, e é nessas situações que bate aquele desespero!

Por isso, pesquisei a respeito no Dr. Google ao detectar a necessidade de trocar a bateria com problema por uma nova logo entrei em contato com a loja onde adquirir meu iPhone e hj tive um tempinho livre e fiz a troca da bateria por uma nova em folha e agora a “saúde da bateria” está novamente em 100%…

As informações que achei sobre o tema postarei abaixo…

Bateria e desempenho do iPhone

Saiba mais sobre o desempenho do iPhone e sua relação com a bateria.

O iPhone foi desenvolvido para proporcionar uma experiência simples e fácil. Isso só é possível por meio de uma combinação de tecnologias avançadas e engenharia sofisticada. Uma área tecnológica importante é a bateria e o desempenho. As baterias são uma tecnologia complexa, e muitas variáveis contribuem para o desempenho delas e do iPhone. Todas as baterias recarregáveis são consumíveis, têm vida útil limitada. Por isso, a capacidade e o desempenho delas diminuem e elas precisam ser substituídas. O envelhecimento da bateria pode contribuir para mudanças no desempenho do iPhone. Reunimos estas informações para os usuários interessados em saber mais sobre esse assunto.

Sobre as baterias de íon de lítio

As baterias do iPhone usam tecnologia de íon de lítio. Comparadas com as baterias com tecnologia mais antigas, as baterias de íon de lítio carregam mais rápido, duram mais e têm maior densidade de carga, o que aumenta a duração da bateria em uma estrutura menor. Atualmente, as baterias de íon de lítio recarregáveis oferecem a melhor tecnologia para o seu dispositivo.

Como maximizar o desempenho da bateria

A “duração da bateria” é o tempo de funcionamento do dispositivo antes que ele precise ser recarregado. A “vida útil da bateria” é o tempo que a bateria dura até precisar ser substituída. Tudo o que você faz com o dispositivo afeta a duração e a vida útil da bateria. Não importa como você usa o dispositivo, sempre é possível melhorar. A vida útil da bateria está relacionada à “idade química”, que é muito mais do que apenas a passagem do tempo. Ela inclui diferentes fatores, como o número de ciclos de carga e os cuidados tomados. Siga estas dicas para maximizar o desempenho e aumentar a vida útil da bateria. Por exemplo, mantenha o iPhone com metade da carga quando ele for armazenado por um longo período. Além disso, evite carregar ou deixar o iPhone em ambientes quentes, incluindo exposição solar direta, por longos períodos.

Quando as baterias envelhecerem quimicamente

Todas as baterias recarregáveis são componentes consumíveis que se tornam menos eficientes à medida que envelhecem quimicamente.

À medida que as baterias de íon de lítio envelhecem quimicamente, a capacidade de manter a carga diminui, resultando em períodos mais curtos entre as cargas do dispositivo. Isso pode ser chamado de capacidade máxima da bateria, que é uma medida da capacidade da bateria em relação a quando ela era nova. Além disso, a capacidade da bateria de fornecer desempenho máximo instantâneo, ou “pico de energia”, pode diminuir. Para que o telefone funcione devidamente, os componentes eletrônicos devem ser capazes de obter energia da bateria instantaneamente. Um atributo que afeta esse fornecimento instantâneo de energia é a impedância da bateria. Uma bateria com alta impedância pode não ser capaz de fornecer energia suficiente para o sistema que precisa dela. A impedância da bateria pode aumentar se a bateria tiver maior idade química. A impedância da bateria aumenta temporariamente em um estado de pouca carga e em ambientes de temperatura fria. Com uma maior idade química, o aumento da impedância será mais significativo. Essas são características químicas da bateria, que são comuns a todas as baterias de íon de lítio da indústria.

Quando a energia é obtida de uma bateria com um nível alto de impedância, a voltagem da bateria passa para um grau maior. Os componentes eletrônicos exigem uma voltagem mínima para o funcionamento adequado. Isso inclui o armazenamento interno do dispositivo, o circuito de alimentação e a própria bateria. O sistema de gerenciamento de energia determina a capacidade da bateria de fornecer essa alimentação e gerencia as cargas para manter o funcionamento. Quando o funcionamento não pode mais ser mantido com a capacidade total do sistema de gerenciamento de energia, o sistema faz um desligamento para preservar esses componentes eletrônicos. Embora esse desligamento seja intencional da perspectiva do dispositivo, ele pode ser inesperado para o usuário.

Como evitar desligamentos inesperados

Com um estado de bateria com pouca carga, maior idade química ou temperaturas mais frias, é mais provável que os usuários enfrentem desligamentos inesperados. Em casos extremos, os desligamentos podem ocorrer com mais frequência, tornando o dispositivo não confiável ou inutilizável. No caso do iPhone 6, iPhone 6 Plus, iPhone 6s, iPhone 6s Plus, iPhone SE, iPhone 7 e iPhone 7 Plus, o iOS gerencia os picos de desempenho de forma dinâmica para evitar desligamentos inesperados. Dessa forma, o iPhone pode continuar sendo usado. Esse recurso de gerenciamento de desempenho é específico do iPhone e não se aplica a outros produtos Apple. O iPhone 8, iPhone 8 Plus e iPhone X incluem esse recurso a partir do iOS 12.1. O iPhone XS, iPhone XS Max e iPhone XR incluem esse recurso a partir do iOS 13.1. Os efeitos do gerenciamento de desempenho nesses modelos mais novos podem ser menos evidentes devido ao design de software e hardware mais avançado.

Esse gerenciamento de desempenho analisa uma combinação de temperatura do dispositivo, estado de carga da bateria e impedância da bateria. Se essas variáveis exigirem, o iOS gerenciará dinamicamente o desempenho máximo de alguns componentes do sistema, como CPU e GPU, para evitar desligamentos inesperados. Dessa maneira, as cargas de trabalho do dispositivo serão automaticamente equilibradas, permitindo uma melhor distribuição de tarefas do sistema, em vez de picos rápidos e maiores de desempenho de uma só vez. Em alguns casos, o usuário não notará diferenças no desempenho diário do dispositivo. O nível de mudança percebida dependerá de quanto gerenciamento de desempenho será necessário para um determinado dispositivo.

Em casos que exigem formas mais extremas desse gerenciamento de desempenho, o usuário poderá observar efeitos como:

  • Tempos maiores de inicialização de apps
  • Menores taxas de quadros durante a rolagem
  • Escurecimento da luz de fundo (que pode ser desativado na Central de Controle)
  • Redução do volume do alto-falante em até -3 dB
  • Reduções graduais da taxa de quadros em alguns apps
  • Em casos mais extremos, o flash da câmera não poderá ser visualizado na interface do usuário da câmera
  • Os apps atualizados em segundo plano podem exigir o recarregamento após a inicialização

Muitas áreas principais não são afetadas por esse recurso de gerenciamento de desempenho, entre elas:

  • Desempenho da taxa de transferência de rede e qualidade da chamada de celular
  • Qualidade de fotos e vídeos capturados
  • Desempenho de GPS
  • Precisão da localização
  • Sensores como giroscópio, acelerômetro, barômetro
  • Apple Pay

Para um estado de bateria com pouca carga e temperaturas mais frias, as mudanças no gerenciamento de desempenho são temporárias. Se a bateria do dispositivo já estiver quimicamente envelhecida, as mudanças no gerenciamento de desempenho poderão ser mais duradouras. Isso acontece porque as baterias recarregáveis são consumíveis, têm vida útil limitada e podem, em algum momento, precisar ser substituídas. Se você for afetado por isso e quiser melhorar o desempenho do dispositivo, a substituição da bateria poderá ajudar.

Para o iOS 11.3 e posterior

O iOS 11.3 e posterior aprimoram esse recurso de gerenciamento de desempenho avaliando periodicamente o nível do gerenciamento de desempenho necessário para evitar desligamentos inesperados. Se a integridade da bateria conseguir atender aos requisitos de pico de energia observados, o gerenciamento de desempenho necessário será menor. Se ocorrer um desligamento inesperado novamente, o gerenciamento de desempenho aumentará. Essa avaliação é contínua, permitindo um gerenciamento de desempenho mais adaptativo.

O iPhone 8 e posteriores têm um design de hardware e software mais avançado, que fornece uma estimativa mais precisa das necessidades de energia e da capacidade de alimentação da bateria para aumentar o desempenho geral do sistema. Isso permite um sistema de gerenciamento de desempenho diferenciado, que possibilita que o iOS tenha uma previsão mais precisa e evite um desligamento inesperado. Por isso, os impactos do gerenciamento de desempenho podem ser menos perceptíveis no iPhone 8 e posteriores. Com o tempo, as baterias recarregáveis de todos os modelos de iPhone apresentarão redução da capacidade e do desempenho máximo e, posteriormente, precisarão ser substituídas.

Integridade da bateria

No iPhone 6 e posteriores, o iOS 11.3 e posteriores oferecem recursos novos que exibem a integridade da bateria e informam se é necessário substituí-la. Esses recursos estão disponíveis em Ajustes > Bateria > Saúde da Bateria.

Além disso, os usuários podem ver se o recurso de gerenciamento de desempenho, que gerencia dinamicamente o desempenho máximo para evitar desligamentos inesperados, está ativado e podem escolher desativá-lo. Esse recurso é ativado somente após a primeira ocorrência de um desligamento inesperado em dispositivos com bateria com capacidade reduzida de fornecer alimentação máxima instantânea. Ele se aplica ao iPhone 6, iPhone 6 Plus, iPhone 6s, iPhone 6s Plus, iPhone SE, iPhone 7 e iPhone 7 Plus. O iPhone 8, iPhone 8 Plus e iPhone X incluem esse recurso a partir do iOS 12.1. O iPhone XS, iPhone XS Max e iPhone XR incluem esse recurso a partir do iOS 13.1. Os efeitos do gerenciamento de desempenho nesses modelos mais novos podem ser menos evidentes devido ao design de software e hardware mais avançado.

(Nota: nos dispositivos atualizados a partir do iOS 11.2.6 ou anterior, o gerenciamento de desempenho estará inicialmente desativado; ele será reativado se, posteriormente, o dispositivo sofrer um desligamento inesperado.)

Todos os modelos de iPhone incluem o gerenciamento de desempenho básico para garantir que a bateria e o sistema em geral funcionem como esperado e os componentes internos sejam protegidos. Isso inclui comportamento em temperaturas altas ou baixas, bem como gerenciamento da voltagem interna. Esse tipo de gerenciamento de desempenho é necessário para a segurança e o funcionamento esperado, e não pode ser desativado.

Capacidade máxima da bateria

A tela “Saúde da Bateria” inclui informações sobre a capacidade máxima da bateria, bem como sobre a capacidade de desempenho máximo.

A capacidade máxima da bateria avalia a capacidade da bateria do dispositivo em relação a quando ela era nova. À medida que envelhece quimicamente, a bateria apresenta uma redução da capacidade, que pode resultar em menos horas de uso entre as cargas. Dependendo do tempo entre a fabricação e a ativação do iPhone, a capacidade da bateria pode apresentar um valor um pouco inferior a 100%.

Uma bateria normal é desenvolvida para reter até 80% de sua capacidade original em 500 ciclos de carga completa ao funcionar sob condições normais. A garantia de um ano inclui a cobertura de serviço de uma bateria com defeito. Se ela estiver fora da garantia, a Apple oferecerá o serviço da bateria mediante o pagamento de uma taxa.

À medida que a integridade da bateria diminui, sua capacidade de fornecer desempenho máximo também diminui. A tela “Saúde da Bateria” inclui uma seção “Capacidade de Desempenho Máximo”, onde as seguintes mensagens podem aparecer.

O desempenho está normal

Quando a bateria suportar o desempenho máximo e não tiver os recursos de gerenciamento de desempenho aplicados, você verá esta mensagem:

A bateria está fornecendo o desempenho máximo no momento.

 

Gerenciamento de desempenho aplicado

Quando os recursos de gerenciamento de desempenho forem aplicados, você verá esta mensagem:

Este iPhone foi desligado inesperadamente porque a bateria não foi capaz de fornecer o pico de energia necessário. O gerenciamento de desempenho foi aplicado para ajudar a impedir que isto aconteça novamente. Desativar…

Se você desativar o gerenciamento de desempenho, não poderá ativá-lo novamente. Ele será ativado de novo automaticamente se ocorrer um desligamento inesperado. A opção de desativar também estará disponível.

Integridade da bateria desconhecida

Se o iOS não conseguir determinar a integridade da bateria do dispositivo, você verá esta mensagem:

Não foi possível determinar a saúde da bateria deste iPhone. Um Fornecedor de Serviços Autorizado da Apple pode realizar a manutenção da bateria. Mais sobre opções de manutenção…

Isso pode ser devido à instalação incorreta da bateria ou ao uso de uma bateria desconhecida.

Gerenciamento de desempenho desativado

Se você desativar o recurso de gerenciamento de desempenho aplicado, verá esta mensagem:

Este iPhone foi desligado inesperadamente porque a bateria não foi capaz de fornecer o pico de energia necessário. Você desativou manualmente as proteções de gerenciamento de desempenho.

Se o dispositivo sofrer outro desligamento inesperado, os recursos de gerenciamento de desempenho serão aplicados novamente. A opção de desativar também estará disponível.

Integridade da bateria degradada

Se a integridade da bateria estiver significativamente degradada, a mensagem abaixo também será exibida:

A saúde da bateria está significativamente degradada. Um Fornecedor de Serviços Autorizado da Apple pode substituir a bateria para restaurar o desempenho máximo e a capacidade. Mais sobre opções de manutenção…

Essa mensagem não indica um problema de segurança. A bateria ainda poderá ser usada. No entanto, você poderá observar mais problemas envolvendo a bateria e o desempenho. A substituição da bateria melhorará sua experiência.

Mensagem Importante Sobre a Bateria

A mensagem abaixo indica que a bateria do iPhone não pode ser verificada. Esta mensagem se aplica ao iPhone XS, iPhone XS Max, iPhone XR ou posterior.

Não é possível verificar se este iPhone tem uma bateria genuína da Apple. As informações sobre a saúde desta bateria não estão disponíveis. Saiba mais…

Informações sobre a integridade da bateria relatadas não estão disponíveis. Para verificar sua bateria, entre em contato com um Centro de Serviço Autorizado Apple (AASP).

Como obter mais ajuda

Se o desempenho do dispositivo for afetado por uma bateria quimicamente envelhecida e você quiser ajuda com a substituição da bateria, entre em contato com o Suporte da Apple para verificar as opções de serviço.

Descubra se a bateria do seu iPhone está com problemas? E se é hora de substituí-la

Por Lucas Silva 

Quer saber quando substituir a bateria do iPhone?

Quer saber quando substituir a bateria do iPhone

Quer saber quando substituir a bateria do iPhone

Todas as baterias recarregáveis ​​perdem sua eficácia ao longo do tempo e, infelizmente, a bateria do iPhone não é uma exceção.

À medida que a bateria envelhece, pode começar a exigir um carregamento mais frequente, manter a carga menos bem ou até começar a desligar o telefone inesperadamente.

Quando a bateria do iPhone ultrapassar o limite de 500 pontos, é sugerido que ela seja substituída.

Pontos = recargas.

Infelizmente, o iOS não indica quantas vezes sua bateria atual foi carregada, mas há outras maneiras de verificar a saúde da sua bateria.

O grande vilão das baterias do iPhone

No início de 2018, a Apple lançou uma atualização de software para iOS com novos recursos que “dão aos usuários mais visibilidade sobre a integridade da bateria de seu iPhone, para que possam ver por si mesmos se sua condição está afetando o desempenho”.

Após o lançamento do iOS 11.3, ficou mais fácil ver o desempenho da bateria e se ela precisa ser substituída. Esse recurso também foi aprimorado no iOS 12.

Quer saber por que a Apple achou necessário revelar as informações dessa bateria?

No início de 2018, a Apple foi criticada quando se descobriu que a empresa estava desacelerando os iPhones mais antigos, na tentativa de parar os desligamentos causados ​​por falhas nas baterias.
Em reação à crise de relações públicas, a Apple reduziu o preço da substituição de uma bateria mais antiga do iPhone e ofereceu-se para facilitar a interrupção desse comportamento de limitação em uma atualização futura para o iOS.

Como verificar se a bateria do seu iPhone pode precisar de substituição – IOS 11.3+:

  1. Vá para Configurações> Bateria
  2. Toque na saúde da bateria
  3. Você verá qual é a ‘capacidade máxima’ da sua bateria – essa é uma medida da capacidade da sua bateria em relação a quando a bateria era nova.

Quanto mais antigo for o seu iPhone, menor será esse número.
A Apple adverte que “menor capacidade pode resultar em menos horas de uso entre as cargas”.

Se a bateria do seu iPhone estiver funcionando bem, você verá uma mensagem dizendo que “Sua bateria está suportando atualmente o desempenho de pico normal”.

estágios da vida útil da bateria do celular

Estágios da vida útil da bateria do celular

No entanto, se o seu iPhone tiver sofrido um desligamento inesperado porque a bateria não conseguiu fornecer o pico de energia, o Gerenciamento de Desempenho pode ter sido acionado – e se esse for o caso, você verá a mensagem: “Este iPhone sofreu um desligamento inesperado porque o a bateria não conseguiu fornecer a potência de pico necessária.”

O gerenciamento de desempenho foi acionado para ajudar a impedir que isso aconteça novamente.

Ao lado da declaração acima, você verá Desativar…

Se você tocar na opção, poderá impedir que o desempenho do seu iPhone seja acionado, embora possa ocorrer um desligamento inesperado na próxima vez em que a bateria estiver sob pressão.

Você pode ver um aviso adicional de que “A integridade da sua bateria está significativamente degradada. Um Fornecedor de Serviços Autorizado da Apple pode substituir a bateria para restaurar o desempenho e a capacidade total.

É possível que sua bateria possa ter uma capacidade baixa, mas que o Gerenciamento de Desempenho não foi acionado.

Isso pode indicar simplesmente que você não esteve em uma situação em que um desligamento inesperado poderia ter ocorrido.

No entanto, se você jogasse um jogo graficamente intensivo, enquanto a bateria estivesse abaixo de 20%, a configuração poderia ser acionada.

Se você receber uma mensagem dizendo que a integridade da bateria está prejudicada, continue usando o telefone, mas poderá haver redução da capacidade de carga e alguns pequenos problemas de estabilidade, enquanto a bateria estiver com pouca carga.

Tendo sua bateria vista por um técnico de serviço oficial é a melhor maneira de prosseguir, o que pode resultar em obter uma nova bateria ou ter seu atual corrigido se houver algum problema.

Aqui estão alguns indicadores de que o seu iPhone pode exigir uma nova bateria:

  • luz de fundo do dimmer do que o normal;
  • menor volume do alto-falante;
  • tela de gagueira ao rolar;
  • redução de taxa de quadros em alguns aplicativos de jogos;
  • e tempos de lançamento de aplicativos mais longos.

Se você estiver coberto pela AppleCare, poderá substituí-la sem custo adicional, presumindo que ela possua atualmente 80% ou menos de sua carga original.

Se você tiver um iPhone 6, iPhone 6 Plus, iPhone 6s, iPhone 6s Plus, iPhone SE, iPhone 7 ou iPhone 7 Plus, você se qualifica para o programa de substituição de bateria da Apple, por meio do qual a empresa trocará sua bateria por o valor da tabela 2018.

No entanto, os tempos de espera são longos, por isso sugerimos que você espere até mais tarde em 2018 antes de trocar a bateria – mas não perca o prazo.

Como maximizar a vida útil da bateria em um iPhone

Se você quiser ter certeza de que sua bateria dura o maior tempo possível até que você tenha a chance de substituí-la, tente as seguintes sugestões:

  • Desativar os Serviços de Localização.
  • Desativar a atualização do aplicativo em segundo plano.
  • Certifique-se de que o Brilho Automático esteja ativado.
  • Use o modo avião quando você não precisa estar conectado à internet.

A Apple observa que o número de vezes que uma bateria foi carregada “não é o único fator nesse processo de envelhecimento químico” – “uso do dispositivo” e “deixar ou carregar uma bateria em um ambiente quente” pode fazer com que a bateria envelheça mais rapidamente.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*As informações “Bateria e desempenho do iPhone” retirei do site https://support.apple.com/pt-br/HT208387 através de pesquisa na internet.
*As informações “Descubra se a bateria do seu iPhone está com problemas? E se é hora de substituí-la” retirei do site https://hotprodutos.com/bateria-iphone-com-problemas/ através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 200 Filmes | Um filme de terror

Um filme de terror

Vida (Life) é um filme americano de ficção científica dirigido por Daniel Espinosa, escrito por Rhett Reese e Paul Wernick e estrelado por Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson e Ryan Reynolds. O filme acompanha uma equipe de seis membros da Estação Espacial Internacional que encontram o que inicialmente parece ser a primeira evidência da vida em Marte; no entanto, a tripulação descobre que tal achado pode não ser o que parece.

O filme teve sua estréia mundial no South by Southwest no dia 18 de março de 2017 e foi divulgado nos Estados Unidos em 24 de março de 2017, pela Columbia Pictures. No geral, o filme recebeu avaliações positivas das críticas e arrecadou o total de US$ 93 milhões mundialmente.

Enredo

Os seis membros tripulantes da Estação Espacial Internacional (EEI) capturam uma sonda que retorna de Marte com uma amostra de solo que pode conter evidências de vida extraterrestre. O exobiologista Hugh Derry revive uma célula dormente da amostra, e rapidamente cresce em um organismo multi-celular que as crianças de uma escola americana selecionada o batizam de “Calvin”. Após um acidente atmosférico no laboratório, Calvin fica dormente de novo. Hugh revive Calvin com choques eléctricos de baixa tensão, porém Calvin imediatamente se torna hostil e ataca Hugh, esmagando sua mão. Enquanto Hugh está inconsciente do ataque de Calvin, Calvin usa a ferramenta de choque elétrico de Hugh para escapar do seu confinamento. Agora, livre na sala de laboratório, Calvin devora um rato de laboratório e cresce de tamanho. O engenheiro Rory Adams aproveita a oportunidade para adentrar na sala e resgatar Hugh. No entanto, Calvin agarra-se na perna de Rory e o médico David Jordan tranca Rory na sala para manter Calvin contido. Depois que Rory, sem sucesso, ataca Calvin com um lança-chamas, Calvin entra em sua boca, matando-o por dentro. Saindo da boca de Rory ainda maior, Calvin escapa através de um respiradouro. Hugh teoriza que a falta de ar respirável em Marte é o que manteve o organismo inativo.

Quando a comunicação com a Terra é perdida, a comandante da missão Katerina Golovkina realiza uma caminhada espacial para consertar a antena. Calvin a ataca fora da EEI, rompendo o sistema de refrigeração do seu traje espacial no processo, fazendo com que o líquido preencha seu capacete. Ela se recusa a abrir a escotilha de acesso para buscar ajuda, mantendo Calvin fora da estação, mas fazendo com que ela se afogue dentro do seu traje espacial.

Calvin tenta entrar na estação através dos propulsores. A tripulação tenta usar os propulsores para lançar Calvin no espaço profundo, mas suas tentativas falham e a estação perde muito combustível. Devido ao excesso de propulsão, a EEI acaba entrando em uma órbita de colisão, o que acabará por causar a queima da estação na atmosfera terrestre. O piloto Sho Murakami informa à tripulação que eles precisam usar o combustível restante para voltar a uma órbita segura, mas a tentativa permitiria que Calvin voltasse para a estação. A equipe planeja forçar Calvin a retornar para seu estado inativo, selando-se em um módulo e ventilando a atmosfera do resto da estação.

Depois que Hugh morre por uma parada cardíaca, a equipe percebe que Calvin se juntou à perna de Hugh e estava se alimentando dele. Tendo crescido na forma de uma criatura tentacular maior, Calvin ataca o restante da tripulação. Sho se tranca dentro de um invólucro de sono quando Calvin tenta chegar até ele. David e a oficial de quarentena Miranda North usam o cadáver de Hugh como isca para atrair Calvin para longe de Sho e, por fim, prendê-lo em um módulo para privá-lo de oxigênio.

Tendo recebido uma chamada de emergência antes dos danos aos sistemas de comunicações da EEI, a Terra envia uma cápsula Soyuz como um plano de segurança para empurrar a estação para o espaço profundo. A cápsula acopla na estação e começa a empurrá-la para o espaço profundo. Acreditando que este é um resgate, Sho deixa seu invólucro e corre para embarcar na nave que chegou, tentando forçar a abertura da cápsula. Uma vez que ele abre a escotilha, Calvin o ataca juntamente com a equipe da Soyuz. A tripulação tenta salvar Sho, mas o encontro provoca uma quebra de encaixe resultando na separação e queda da cápsula da EEI. David e Miranda, os únicos sobreviventes, percebem que o incidente novamente os fez entrar em uma órbita de colisão. Consciente de que Calvin poderia sobreviver à reentrada, David lembra de dois módulos de fuga, planejando atrair Calvin somente para um e pilotá-lo para o espaço profundo, permitindo que Miranda escape para a Terra no outro módulo.

David atrai Calvin até o seu módulo espacial e lança-se no espaço enquanto Miranda lança o dela. Um dos módulos atinge os detritos da EEI e sai de seu curso. Então, Calvin se agarra em David e ataca-o enquanto luta para enviar seu módulo para o espaço profundo. O módulo espacial realiza uma reentrada controlada na atmosfera terrestre, e aterrissa no oceano (provavelmente em algum lugar do Pacífico Sul) próximo a um barco com dois pescadores. À medida que se aproximam do módulo e observam seu interior, revela-se que é David, que agora está completamente preso ao alienígena que se transformou em uma substância negra semelhante à uma teia. Enquanto isso, o sistema de navegação de Miranda falha e seu módulo é enviado para o espaço profundo. David, ainda vivo, tenta advertir os pescadores para não tentarem resgatá-los, embora continuem a tentar libertá-lo. Logo após os pescadores conseguirem abrir a porta do módulo, a câmera muda abruptamente para uma visão aérea com outros dois barcos de pesca indo em direção à cena.

Elenco

  • Jake Gyllenhaal como Dr. David Jordan, Americano, médico sênior
  • Rebecca Ferguson como Dra. Miranda North, Britânica, oficial de quarentena
  • Ryan Reynolds como Rory Adams, Americano, engenheiro de sistemas
  • Hiroyuki Sanada como Sho Murakami, Japonês, piloto da Estação Espacial Internacional
  • Ariyon Bakare como Dr. Hugh Derry, Britânico, biólogo
  • Olga Dihovichnaya como Katerina Golovkina, Russa, comandante da equipe da Estação Espacial Internacional
  • Alexander Nguyen como pescador 1
  • Hiu Woong-Sin como pescador 2

Produção

Em 18 de novembro de 2015, o Deadline informou que Daniel Espinosa iria dirigir um filme no espaço intitulado Life, a partir de um roteiro escrito por Paul Wernick e Rhett Reese, com o financiamento e produção da Skydance Media, e com David Ellison, Dana Goldberg, Bonnie Curtis e Julie Lynn. A Paramount Pictures estava negociando para conseguir os direitos de distribuição do filme, embora tal negociação não tivesse sido confirmado. No dia 28 de janeiro de 2016, Rebecca Ferguson entrou para entrar no filme, e posteriormente, Ryan Reynolds também se juntou em 16 de fevereiro de 2016. Em 10 de março de 2016, Jake Gyllenhaal foi escalado para o filme. Em 15 de março de 2016, a Sony Pictures assinou para lidar com os direitos de distribuição mundial e co-financiar o filme, juntamente com a Skydance. Em 23 de junho de 2016, Hiroyuki Sanada foi escalado para interpretar o papel de um dos membros da equipe da Estação Espacial Internacional, e, em 19 de julho de 2016, o The Hollywood Reporter informou que Olga Dihovichnaya e Ariyon Bakare também entraram para o elenco filme, interpretando outros membros da equipe.

As filmagens do longa começaram em 19 de julho de 2016, no Shepperton Studios de Londres.

Lançamento

Life foi lançado em 24 de março de 2017, pela Columbia Pictures, depois da transferência de sua data de lançamento anunciada anteriormente para o dia 26 de maio de 2017, no intuito de evitar competição com Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales e Alien: Covenant os quais haviam antecipado suas datas de lançamento de 4 de agosto de 2016 para 19 de maio de 2017. Life fez sua estreia mundial no South by Southwest no dia 18 de março de 2017.

Recepção

Bilheteria

A partir do dia 1 de junho de 2017, Life arrecadou US$ 30.2 milhões nos Estados Unidos e US$ 68.7 milhões no Canadá. Nos demais territórios o filme lucrou um total bruto de US$ 98.9 milhões, contra um orçamento de produção de US$ 58 milhões.

Na América do Norte, Life estreou ao lado de Power RangersCHiPs e Wilson, sendo estipulado para arrecadar de US$12–17 milhões em 3.146 salas de cinema até o fim de semana de estreia. Após a semana de abertura o filme arrecadou US$ 12.6 milhões, terminando em 4º lugar nas bilheterias, atrás de Beauty and the BeastPower Rangers e Kong: Ilha da Caveira. No segundo fim de semana, o filme arrecadou US$ 5.5 milhões, despencando para o 8º lugar.

Crítica

No site agregador de opiniões, Rotten Tomatoes, o filme tem uma taxa de aprovação de 68% baseada em 197 críticas, com uma classificação média de 5,8/10. O consenso crítico do site diz: “Life é emocionante, bem atuado e habilmente filmado o bastante para superar a incapacidade generalizada de adicionar novas rugas ao gênero de preso no espaço”. No Metacritic, o filme tem uma pontuação de 54 de 100, com base em 44 críticas, indicando “análises mistas ou médias”. Os telespectadores pesquisados pelo CinemaScore deram ao filme uma nota média de “C +” em uma escala A + para F.

Alguns especialistas em políticas espaciais se expressaram positivamente a respeito do aviso do filme sobre contato extraterrestre.

Trailer

*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*As informações sobre o filme “Vida” retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Life_(filme_de_2017) através de pesquisa na internet.
*O trailer legendado do filme “Vida” retirei do site https://youtu.be/UpblEy1oWsM através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 200 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Fratura do acrômio (?!)

Quem me acompanha nas redes sociais sabe que no mês de janeiro estava passando férias em BH qd fomos surpreendidas pela notícia de que a pior chuva do ano, prevista pelos meteorologistas para a sexta-feira, 24 de janeiro, principalmente considerando os estragos já causados pela chuva do domingo (19), quando várias pessoas ficaram desalojadas e houve muitas enchentes e alagamentos na região metropolitana então não tivemos como voltar a JF antes desse acontecimento e passamos o dia do temporal em BH, acompanhando todos os acontecimentos pela internet/tv…

No final da tarde, no bairro onde temos casa a chuva deu uma trégua e nesse momento aproveitei para ir a padaria que fica na rua principal do bairro e foi nesse trajeto que escorreguei no passeio molhado e cai, batendo a alça da sombrinha no meu ombro direito o que causou bastante dor (mas não incapacitante)…

O local não ficou roxo mas a dor foi aumentando e observei tbm um inchaço (edema) na região superior do ombro…

Como as chuvas diminuíram no fim de semana, conseguimos retornar para JF no domingo e por insistência da minha mãe fui ao plantão de ortopedia do HAS no domingo msm… lá fui atendida pela ortopedista que solicitou um raio-x do ombro direito que a seu ver apontava uma “fratura do acrômio”… mas por via das dúvidas ela tbm solicitou uma TC da articulação unilateral (que ainda não busquei o laudo, mas a médica teve acesso as imagens no msm dia)…

Tendo por base a imagem do raio-x a médica achou prudente que eu ficasse imobilizada (tipoia) e tbm me medicou para dor (Dolamin flex por 7 dias e Foxis 12 em 12h por 5 dias)… 

Segui a risca a indicação médica e já me sinto bem melhor, e já observo o retorno dos movimentos do braço direito… qt a fisioterapia, ainda não fui ao meu ortopedista para saber se meu caso terá indicação…

Agora no final de janeiro irei fazer a densitometria óssea solicitada pelo reumato e em fevereiro irei a consulta com ele para ver como anda a osteopenia/osteoporose e aí sim o questionarei sobre essa “fratura” ter ou não relação com esse quadro e se será necessário fazer nova aplicação com aclasta… 

Abaixo compartilho com vocês a postagem que fiz nas redes sociais e tbm as informações que achei na internet sobre o tema.

Fratura rara (após cair naquela chuva de sexta-feira em BH) a gente vê por aqui… | Estou medicada para dor e imobilizada… 

Acrômio

Acrômio ou acrómio é a apófise (projecção de um osso) da extremidade externa da espinha da escápula, onde se prende o músculo deltóide. Articula-se, com a clavícula. Faz parte da face dorsal da escápula.

O que é o acrômio e qual sua relação com a dor no ombro?

acrômio é uma proeminência óssea da escápula, localizada na parte superior do ombro. No acrômio se prende o músculo deltóide. Abaixo do acrômio estão os tendões do manguito rotador.

Representação esquemática do acrômio

Representação esquemática do acrômio

O que é acrômio plano, curvo ou ganchoso?

O estudo da morfologia do acrômio ganhou importância após trabalho de Neer associando formato dessa estrutura a síndrome do impacto. Posteriormente Bigliani propôs um sistema de classificação para o acrômio após estudo com 140 ombros de cadáveres humanos.

A classificação do formato do acrômio considera que eles podem ser planos (tipo I), Curvos (II) ou Ganchosos (III).

Tipos de acrômio segundo a classificação de Bigliani

Tipos de acrômio segundo a classificação de Bigliani

Quanto mais curvo for o acrômio, maior é a probabilidade de diminuição do espaço subacromial, com consequente desenvolvimento da síndrome do impacto e da lesão do manguito rotador.

Alguns estudos associam o aparecimento de tendinite ou roturas do manguito rotador com o formato do acrômio, pessoas com acrômios curvos ou ganchosos teriam maior probabilidade de desenvolver problemas no manguito rotador… em outras palavras, dor no ombro.

Abaixo um vídeo que mostra inicialmente um acrômio tipo 1 e finaliza com tipo 3.

 
 

Acrômio com inclinação lateral?

Além do formato do acrômio, alguns artigos científicos também descrevem que indivíduos com acrômio com maior inclinação lateral têm maior possibilidade de desenvolverem lesões do manguito rotador.

Eu tenho acrômio curvo ou ganchoso, isto é a causa da minha dor no ombro?

Como foi dito anteriormente, alguns estudos indicam que pessoas com acrômios curvos ou ganchosos (tipos II e III de Bigliani) têm maior chance de terem uma rotura do manguito rotador.

Entretanto, as lesões do manguito rotador não tem uma única causa. Elas são multifatoriais, idade, história familiar, hábitos de vida como esportes, atividades repetitivas com os membros superiores, tabagismo e doenças como diabetes e doenças reumatológicas também estão associados a tendinites e roturas do manguito rotador.

Portanto, boa parte das pessoas tem acrômios curvos ou ganchosos e isto não é a causa da dor.

Tenho tendinopatia do manguito rotador e acrômio curvo, preciso operar?

O tratamento da tendinopatia do manguito rotador é inicialmente não cirúrgico, podemos utilizar gelo, anti-inflamatórios e tratamento fisioterápico.

Esta modalidade de tratamento deve ser realizada por 6 a 9 meses e na maioria dos pacientes é eficaz.

O tratamento cirúrgico raramente é utilizado. Caso o paciente não apresente melhora com o tratamento clínico pode ser indicada uma artroscopia para remoção da bursa inflamada e dos esporões do acrômio.

O que é os acromiale?

Os acromiale é um defeito da fusão dos centros de ossificação do acrômio. Quando nascemos, o acrômio é formado por cartilagem e possui 4 centros de ossificação.

Durante o crescimento, estes centros de ossificação substituem a cartilagem por osso e quando ocorre um defeito na união entre estes centros de ossificação, temos um os acromiale.

Cerca de 10% da população tem um os acromiale e 60% são bilaterais. Eles são assintomáticos na maioria das pessoas.

Entretanto, pessoas com os acromiale tem maior chance de ter uma rotura do manguito rotador.

Os acromiale

Os acromiale

Artropatia degenerativa acromioclavicular

artrose ou artropatia degenerativa acromioclavicular é uma das causas mais comuns de dor no ombro e acomete preferencialmente indivíduos dos 30 aos 50 anos de idade normalmente associada com atividades esportivas ou profissionais que exigem elevação dos membros superiores acima do nível da cabeça como esportes de arremesso, natação e musculação.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*As informações sobre o acrômio retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Acr%C3%B4mio através de pesquisa na internet.
*As imagens ilustrativas e o artigo “O que é o acrômio e qual sua relação com a dor no ombro?” retirei do site https://ortopediaeombro.com.br/o-que-e-o-acromio-qual-sua-relacao-com-dor-no-ombro/#top através de pesquisa na internet.
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Meme “LinkedIn, Facebook, Instagram e Tinder” | #dollypartonchallenge

A “modinha” do mês de janeiro no Instagram, o Desafio da Dolly Parton, ou #dollypartonchallenge não poderia ficar de fora das minhas redes sociais (Facebook/Instagram/Twitter) e nem aqui do blog…

Então eu aderi ao desafio e postei as fotos abaixo…

Ah… peguei vocês! Nem LinkedIn eu tenho! 😹😹😹 Mentira, tenho sim! O que eu não tenho é TINDER! 🤭 “Conquiste uma mulher que possa fazer tudo”. #challenge #desafiodollyparton #dollyparton #dollypartonchallenge #freetoedit #facebook #instagram #linkedin #picsart #tinder

Mas afinal, no que consiste o desafio?

A mania começou quando a cantora americana Dolly Parton, de 74 anos, lançou um desafio nas redes sociais. Ela postou a montagem com quatros fotos, uma para cada rede social (LinkedIn, Facebook, Instagram e Tinder) com a brincadeira: “Conquiste uma mulher que possa fazer tudo isso”. Outros famosos entraram na brincadeira, que viralizou na web.

Aí, ainda encontrei o tutorial abaixo (que usei para fazer meu meme) que caiu como uma luva para esse post…

LinkedIn, Facebook, Instagram e Tinder: montagem de fotos faz sucesso

Por Rodrigo Fernandes, para o TechTudo

O meme “LinkedIn, Facebook, Instagram e Tinder” é a nova moda entre os usuários das redes sociais. A brincadeira consiste em fazer uma montagem de fotos no Instagram com diferentes imagens da pessoa, cada uma apresentando roupas e cenários adequados para cada rede social citada. No LinkedIn, por exemplo, o indivíduo deve aparecer com roupas formais em ambientes de trabalho, enquanto no Tinder a imagem deve ser mais provocante e sensual. Ao final desta matéria, o TechTudo ensina como fazer o meme no seu celular.

A brincadeira teve origem em uma publicação no Instagram da cantora e atriz norte-americana Dolly Parton, de 74 anos, na última terça-feira (21). Na imagem, a artista aparece usando um blazer cinza na foto relacionada ao LinkedIn, um suéter de Natal no Facebook e peças jeans e um violão no Instagram. Já na foto de como seria seu perfil no Tinder, ela usa uma fantasia de “Coelhinha da Playboy”. Parton publicou a imagem com a legenda “Conquiste uma mulher que possa fazer tudo”. Até o momento, o post recebeu mais de 600 mil curtidas no Instagram e 200 mil likes no Twitter.

Meme que reúne fotos de LinkedIn, Facebook, Instagram e Tinder surgiu com post da cantora Dolly Parton — Foto: Rodrigo Fernandes/TechTudo
Meme que reúne fotos de LinkedIn, Facebook, Instagram e Tinder surgiu com post da cantora Dolly Parton — Foto: Rodrigo Fernandes/TechTudo
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Get you a woman who can do it all 😉

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Diversos famosos também entraram na brincadeira e fizeram seus próprios memes, como os atores Will Smith, Mark Rufallo, Viola Davis e Terry Chris, os apresentadores Ellen Degeneres e Jimmy Fallon, a banda Backstreet Boys e a modelo Naomi Campbell. No Brasil, os apresentadores Luciana Gimenez, Rodrigo Faro e o ator Lázaro Ramos também fizeram suas versões do desafio.

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Get a guy who will play them all ✨

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Outros usuários aproveitaram a brincadeira para fazer as montagens com seus animais de estimação, personagens de desenhos animados ou de filmes famosos, além de versões inusitadas, usando obras de arte e esculturas clássicas para recriar o meme, como a montagem feita pelo Museu de Orsay, em Paris.

Como fazer a montagem de fotos

É possível fazer a montagem de fotos no Instagram usando um aplicativo de edição de fotos e montagens, como o PicsArt, disponível grátis para Android e iPhone (iOS). Confira, a seguir, como fazer o meme no seu celular.

Passo 1. Abra o PicsArt e toque no botão de “+”. Na seção de “Colagens”, escolha a opção “Grades”;

PicsArt permite criar montagens com modelos prontos — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes
PicsArt permite criar montagens com modelos prontos — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 2. Selecione na sua galeria as quatro fotos que usará na montagem. No carrossel de layouts da parte superior, toque no modelo que divide a tela em quatro quadrados iguais;

Selecione as quatro fotos na sua galeria — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes
Selecione as quatro fotos na sua galeria — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 3. Na tela de edição, toque em “Texto” e digite o nome da rede social;

Adicione textos para identificar as redes sociais no meme — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes
Adicione textos para identificar as redes sociais no meme — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 4. Posicione o texto sobre a foto correspondente e toque em “Risca” para adicionar um contorno preto e dar destaque à palavra. Finalize em “Aplicar”;

Deixe os textos mais visíveis com contornos em contraste — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes
Deixe os textos mais visíveis com contornos em contraste — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

Passo 5. Repita o processo para adicionar o nome de todas as redes sociais e toque em “Próximo”, no canto superior direito. Então, escolha a opção “Fotos” para baixar a imagem imediatamente para a sua galeria. Então, é só compartilhar a montagem nas redes sociais.

Baixe o meme para a sua galeria ou compartilhe nas redes sociais — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes
Baixe o meme para a sua galeria ou compartilhe nas redes sociais — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes
*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*O texto “LinkedIn, Facebook, Instagram e Tinder: montagem de fotos faz sucesso” retirei do site https://www.techtudo.com.br/noticias/2020/01/linkedin-facebook-instagram-e-tinder-montagem-de-fotos-faz-sucesso.ghtml através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 200 Filmes | Um filme sobre a guerra do Vietnã

Um filme sobre a guerra do Vietnã

Forrest Gump: O Contador de Histórias (Forrest Gump) é um filme norte-americano de 1994, dirigido por Robert Zemeckis com Tom Hanks no papel-título e baseado no romance homônimo de 1986 escrito por Winston Groom. O filme também traz no elenco Robin Wright e Gary Sinise. A história atravessa várias décadas na vida do personagem central, Forrest Gump, um homem simples do Alabama que viaja ao redor do mundo, encontra figuras históricas, influencia a cultura popular e é testemunha de alguns dos eventos históricos mais notórios da segunda metade do século XX.

O filme difere substancialmente do romance de Winston Groom, no qual foi baseado. As filmagens aconteceram em 1993, principalmente nos estados da Geórgia, Carolina do Norte e Carolina do Sul. O filme fez grande uso de imagens geradas por computador para incorporar o protagonista em filmagens antigas e no desenvolvimento de outras cenas. A trilha sonora do filme é composta de muitas faixas, e seu lançamento comercial vendeu 4,42 milhões de cópias.

Lançado nos Estados Unidos em 6 de julho de 1994, Forrest Gump foi bem recebido pelos críticos e tornou-se o maior sucesso comercial do cinema estadunidense naquele ano, arrecadando mais de 677 milhões de dólares ao redor do mundo. Desde o lançamento do filme, várias interpretações têm sido feitas acerca do simbolismo político do protagonista. Em 1996, um restaurante temático baseado no filme foi aberto, e desde então expandiu-se com várias filiais ao redor do mundo. A cena de Forrest correndo através dos Estados Unidos é geralmente referenciada por indivíduos reais que tentam o desafio. Forrest Gump foi indicado a treze Oscars, o filme ganhou em seis categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor (Robert Zemeckis) e Melhor Ator (Tom Hanks).

Sinopse

O filme começa com uma pena caindo aos pés de Forrest Gump, sentado numa parada de ônibus em Savannah, na Geórgia. Forrest pega a pena e coloca-a dentro de um livro, e então começa a contar a história de sua vida a uma mulher sentada próxima a ele. Os ouvintes na parada de ônibus variam.

Forrest mostra ter muito de sua vida ensinado por sua mãe. Forrest frequentemente repete suas frases favoritas, incluindo “A vida é como uma caixa de bombons, você nunca sabe o que vai encontrar” e “Idiota é quem faz idiotice”. Outras pessoas que têm papéis importantes na vida de Forrest são Jenny Curran, uma amiga de infância que é sexualmente abusada por seu pai; Benjamin Buford “Bubba” Blue, um jovem negro pescador de camarões que serve junto com Forrest na Guerra do Vietnã e sabe “tudo que se pode saber sobre camarões”; e o Tenente Dan Taylor, que é o comandante da unidade onde Forrest e Bubba servem; Alguns anos após o encerramento da guerra, Forrest propõe o casamento a Jenny. Ela recusa. Mais tarde aquela noite eles fariam sexo. Na manhã seguinte ela iria embora. Para compensar o vazio em seu coração, Forrest corre através dos Estados Unidos por três anos e meio. Ele é chamado de “um jardineiro de Greenbow, Alabama”, em noticiários sobre suas corridas.

Forrest está esperando o ônibus porque em 30 de março de 1981, ele recebeu uma carta de Jenny que, após vê-lo na televisão, convida-o para visitá-la. Forrest mostra a carta de Jenny a uma das ouvintes, uma paciente senhora idosa que mesmo após perder seu ônibus continuava a ouvi-lo; ela conta a ele que para chegar ao endereço da carta não é necessário pegar o ônibus, uma curta caminhada basta. Ele agradece a senhora e imediatamente começa a correr. Uma vez que ele encontra Jenny e seu jovem filho, Jenny conta a ele que o garoto é chamado Forrest, assim como o pai dele. Primeiramente ele pensa que ele é filho de um outro homem chamado Forrest, mas depois ela confirma que o filho é realmente dele. Ela também conta a Forrest que está infectada com um vírus. Juntos, os três se mudam para Greenbow, onde Jenny e Forrest finalmente se casam, mas o casamento dura pouco por causa da morte de Jenny “numa manhã de sábado” segundo Forrest. Sua lápide dá a data de 22 de março de 1982 (na verdade o dia 22 de março de 1982 foi uma segunda-feira, não um sábado). É comum atribuírem sua doença ao vírus da AIDS. Contudo, nos anos 80, o vírus da AIDS já era conhecido. Na cena, Jenny explica que os médicos não sabem com que tipo de vírus ela está infectada. É mais plausível assumir que Jenny sofra de Hepatite C, a qual só passou a ser conhecida em 1989.

O filme termina com Forrest levando seu filho a um ônibus escolar; com a aproximação do ônibus, o pai pega o livro que sua mãe lia para ele, e deixa cair uma pena, que havia aparecido no início do filme; então, sem perceber isso, Forrest devolve o livro à mochila do filho e pondera sobre dizer algo ao seu filho, mas decide de última hora não dizer (provavelmente diria algo sobre não dar importância se alguém zombasse dele na escola, mas deve ter lembrado que devido ao fato dele mesmo ter sido zombado na época de escola, acabou conhecendo Jenny). Então pai e filho dizem que se amam. A pena no livro de Forrest é levada pelo vento, e flutua ao céu, como no início do filme.

Elenco

Ator Papel
Tom Hanks Forrest Gump
Robin Wright Jenny Curran
Gary Sinise Tenente Dan Taylor
Mykelti Williamson Benjamin Buford “Bubba” Blue
Sally Field Mãe de Forrest
Michael Conner Humphreys Jovem Forrest Gump
Hanna R. Hall Jovem Jenny Curran
Haley Joel Osment Forrest Gump Jr.
Sam Anderson Diretor Hancock
Geoffrey Blake Wesley, organizador do SDS
David Brisbin Jornalista
Peter Dobson Elvis Presley
Siobhan Fallon Dorothy Harris, motorista do ônibus escolar
Osmar Olivo Sargento
Brett Rice Técnico de futebol americano colegial
Sonny Shroyer Técnico Paul “Bear” Bryant
Kurt Russell voz de Elvis Presley
Harold G. Herthum Médico

Efeitos visuais

Ken Ralston e sua equipe foram os responsáveis pelos efeitos visuais. Usando técnicas de computação gráfica foi possível que Tom Hanks encontrasse presidentes mortos e até apertar suas mãos.

Imagens de arquivo foram usadas e com a ajuda de técnicas como chroma key, Tom Hanks foi integrado a elas. Este esforço foi recompensado com um Oscar por melhores efeitos visuais.

A remoção das pernas de Gary Sinise após a amputação sofrida por seu personagem, foi alcançada cobrindo suas pernas com um tecido verde, que depois facilitou o trabalho da equipe de efeitos.

Dick Cavett interpretou a si mesmo nos anos 1970 aplicando maquiagem para aparentar jovialidade.

Música

A trilha sonora de Forrest Gump tem uma variedade de músicas dos anos 50, 60, 70 e do começo dos 80 executadas por artistas americanos. Vendeu 12 milhões de cópias, e se tornou um dos álbuns mais vendidos nos Estados Unidos. Além disso, um álbum apresentando somente a música original por Alan Silvestri também foi lançado.

Recepção

Nas palavras de Tom Hanks, “O filme é não-político e não faz julgamentos”. Ainda assim, em 1994, o programa Crossfire, da CNN debateu se o filme tinha uma posição de direita ou esquerda. O produtor Lloyd Kaufman notou que os sucessos de Gump resultaram a partir do que outros falaram, nunca mostrando nenhuma iniciativa própria, em contraste com a personagem revoltada de Jenny que é mostrada descendo em direção às drogas, prostituição e morte.

O filme recebeu uma maioria críticas positivas na época de seu lançamento, com Roger Ebert dizendo, “O roteiro de Eric Roth tem a complexidade da ficção moderna… a performance de Hanks é um notável balanço entre comédia e tristeza, numa história rica em grandes risadas e tristes verdades… que filme mágico”. Porém, o filme recebeu críticas notáveis de diversos analistas, incluindo The New Yorker e Entertainment Weekly (que disse que o filme “reduz o tumulto das últimas décadas a um parque temático de realidade virtual: uma versão da Disney para os baby boomers”.). Em setembro de 2007, o filme possui uma taxa de aprovação de 72% dos críticos no Rotten Tomatoes.

Porém, o filme é comumente visto como um marco para o público, com a Entertainment Weekly escrevendo em 2004, “Quase uma década após lucrar ‘gazilhões’ e pegar vários Oscars, o ode a América do século XX ainda representa uma das mais claras linhas divisórias do cinema. Alguns o vêem como uma peça artificial de melodrama pop, enquanto o resto o aclama como uma doce caixa de chocolates”. O filme também ficou na posição 76 na lista de 2007 dos melhores filmes de todos os tempos do American Film Institute.

Principais prêmios e indicações

No total, o filme Forrest Gump recebeu 38 prêmios, além de mais 44 indicações, entre eles:

Oscar 1995 (EUA)

6 vitórias de 13 indicações
  • Melhor Filme (Wendy Finerman, Steve Tisch e Steve Starkey)
  • Melhor Diretor (Robert Zemeckis)
  • Melhor Ator (Tom Hanks)
  • Melhor Roteiro Adaptado (Eric Roth)
  • Melhor Edição (Arthur Schmidt)
  • Melhores Efeitos Visuais (Ken Ralston, George Murphy, Allen Hall e Stephen Rosenbaum)
Indicações
  • Melhor Ator Coadjuvante (Gary Sinise)
  • Melhor Trilha Sonora (Alan Silvestri)
  • Melhores Edição de Som (Gloria S. Borders e Randy Thom)
  • Melhor Mixagem de Som (Randy Thom, Tom Johnson, Dennis S. Sands e William B. Kaplan)
  • Melhor Direção de Arte (Rick Carter e Nancy Haigh)
  • Melhor Fotografia (Don Burgess)
  • Melhor Maquiagem (Daniel C. Striepeke e Hallie D’Amore)

Globo de Ouro 1995 (EUA)

  • Venceu nas categorias de Melhor Filme – Drama (Wendy Finerman), Melhor Diretor (Robert Zemeckis) e Melhor Ator – Drama (Tom Hanks).
  • Indicado nas categorias Melhor Trilha Sonora (Alan Silvestri), Melhor Ator Coadjuvante (Gary Sinise), Melhor Atriz Coadjuvante (Robin Wright) e Melhor Roteiro (Eric Roth).

BAFTA 1995 (Reino Unido)

  • Venceu na categoria de Melhores Efeitos Especiais (Ken Ralston, George Murphy, Stephen Rosenbaum, Doug Chiang e Allen Hall).
  • Indicado nas categorias de Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Atriz Coadjuvante (Sally Fields), Melhor Edição (Arthur Schmidt), Melhor Filme (Wendy Finerman, Steve Tisch, Steve Starkey e Robert Zemeckis), Melhor Roteiro Adaptado (Eric Roth) e Melhor Fotografia (Don Burgess).

Prêmio Saturno 1995 (Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, EUA)

  • Venceu na categoria de Melhor Filme de Fantasia e Melhor Ator Coadjuvante (Gary Sinise).
  • Indicado nas categorias de Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Diretor (Robert Zemeckis), Melhor Música (Alan Silvestri), Melhores Efeitos Especiais (Ken Ralston), Melhor Atriz Coadjuvante (Robin Wright Penn) e Melhor Roteiro (Eric Roth).

Academia Japonesa de Cinema 1996 (Japão)

  • Indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Screen Actors Guild Awards 1995 (EUA)

  • Venceu na categoria de Atuação Extraordinária de um Ator em Papel Principal (Tom Hanks).
  • Indicado nas categorias de Atuação Extraordinária de uma Atriz em Papel Coadjuvante (Sally Field e Robin Wright Penn) e atuação Extraordinária de um Ator em Papel Coadjuvante (Gary Sinise).

Prêmio Eddie 1995 (American Cinema Editors, EUA)

  • Venceu na categoria de Filme Melhor Editado.

Trailer

*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*As informações sobre o filme “Forrest Gump: O Contador de Histórias” retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Forrest_Gump através de pesquisa na internet.
*O trailer legendado do filme “Forrest Gump: O Contador de Histórias” retirei do site https://youtu.be/uPIEn0M8su0 através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 200 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Desafio dos 200 Filmes | Um filme da década de 90

Um filme da década de 90

Mudança de Hábito (Sister Act) é um filme de comédia musical estadunidense de 1992, dirigido por Emile Ardolino, escrito por Paul Rudnick (sob o pseudônimo de Joseph Howard) e estrelado por Whoopi Goldberg no papel de uma cantora de boate forçada a se juntar a um convento de freiras, após presenciar um crime e ser colocada num programa de proteção à testemunhas. O elenco também conta com Maggie Smith, Kathy Najimy, Wendy Makkena, Mary Wickes, Bill Nunn e Harvey Keitel nos papéis principais.

Sister Act foi uma das comédias mais bem-sucedidas, financeiramente, do início da década de 90. Também é por vezes considerado um dos melhores filmes do mesmo período de tempo e foi classificado na 83.ª posição na lista da Bravo dos cem filmes mais engraçados, além de ter arrecadado 231 milhões de dólares mundialmente. O filme gerou uma franquia, que consiste em uma seqüência de 1993 intitulada Sister Act 2: Back in the Habit, e uma adaptação musical, que estreou em 2006.

Sinopse

Deloris Van Cartier (Whoopi Goldberg) é uma cantora boêmia residente do casino Nevada Club em Reno, estado de Nevada. Uma noite, após a sua habitual apresentação musical no Salão Moonlight, ela testemunha acidentalmente o mafioso malandro e sedutor Vince LaRocca (Harvey Keitel), com quem mantinha um caso amoroso, assassinando seu empregado Ernie (Max Grodénchik) por queima de arquivo.

Temendo que Deloris relate o crime as autoridades, Vince manda seus atrapalhados capangas Willy (Richard Portnow) e Joey (Robert Miranda) irem atrás dela e a matarem. Deloris, no entanto, despista os homens e segue para o Departamento de Polícia de Reno, onde, ao revelar tudo aos policiais, descobre que Vince é um homem perigoso e que está envolvido com o tráfico e lavagem de dinheiro. O Tenente Eddie Souther (Bill Nunn), o chefe do departamento do FBI de Reno, então, se compromete a ajudar Deloris e protegê-la, até que Vince seja preso.

Para que a proteção seja eficaz, Souther coloca Deloris em um programa de proteção para testemunhas. Então, para que o seu paradeiro seja ainda mais desconhecido, Souther escolhe como esconderijo para ela, o calmo convento de freiras de Santa Catarina, situado na cidade de São Francisco, na Califórnia.

Após algumas resistências, tanto de Deloris, como da rígida Madre Superiora do convento (Maggie Smith), Deloris concorda em ficar e é aceita no convento, vestindo o hábito de freira e adotando um nome mais religioso (Irmã Mary Clarence), para poder passar despercebida entre as irmãs.

Para que o disfarce fique ainda melhor, a Madre sugere a Deloris/Irmã Mary Clarence que siga todas as regras do convento e, se comporte como as outras irmãs. É aí que Deloris acredita que isso é impossível, já que estava habituada a uma vida nada religiosa.

O plano vai resultando bem; mas uma noite, Deloris sai do convento e vai se divertir em um clube noturno de motoqueiros situado no outro lado da rua. Conseguindo levar atrás suas mais novas amigas: as irmãs Mary Patrick (Kathy Najimy) e Mary Robert (Wendy Makkena). Ao descobrir o que aconteceu, a Madre Superiora acredita que Deloris é uma ameaça para o convento e a ameaça de expulsão caso não se comporte. Porém, tudo se resolve e, para uma melhor familiarização de Deloris no lugar, a Madre a põe como maestro e ensaiadora do coro do convento.

Todavia, tudo se volta a complicar quando Deloris modifica também a maneira de cantar das irmãs do coro; pondo-as a cantar de uma maneira mais alegre e descontraída e menos religiosa. Mas, é agora que as pessoas estão começando a se interessar pelo convento que, por falta de meios financeiros, corria o risco de fechar. O Bispo O’Hara (Joseph Maher), padre e confessor do convento, fala a respeito disso com a Madre e tudo volta a se resolver.

No entanto, quando uma equipe de televisão resolve fazer uma matéria sobre o convento, por este estar a se recuperar de uma crise financeira, Deloris aparece e, casualmente Souther a vê e, avisa-a para que não volte a se exibir de forma tão explícita; assim estando mais exposta a Vince e, aos seus planos de vingança.

Entretanto, sabe-se que o Papa João Paulo II, fará uma visita aos Estados Unidos, e está interessado em visitar o já celebre Convento de Santa Catarina, em São Francisco. Porém, tudo se complica mesmo quando, uma fuga de informação ocorre na equipe de Souther e Vince é informado da localização de Deloris.

Exatamente na véspera da visita do Papa ao convento, Souther dirige-se ao local e avisa a Deloris do perigo que corre mas esta parece não estar muito interessada, pois já está até a gostar da vida religiosa.

É também neste mesmo dia que, ela é raptada por Willy e Joey a mando de Vince e é levada novamente para o casino Nevada Club, em Reno. Vince manda Joey e Willy matarem Deloris, mas eles não tem coragem de mata-lá por questões de religião (já que Deloris estava com sua roupa de freira, e poderia ter se tornado uma religiosa de verdade). É aí que a Madre Superiora e o Tentente Souther relatam toda a verdade às irmãs e, todas partem para Reno para tentar salvar Deloris.

Felizmente o plano dá certo e Vince e seus homens são presos por Souther. A atuação para o Papa decorre lindamente e Deloris então, descobre que a vida religiosa que aparentemente podia ser bastante chata, afinal é bem melhor do que a vida agitada que levava antes.

Elenco

  • Whoopi Goldberg como Deloris Van Cartier (Deloris Wilson)/Irmã Mary Clarence
  • Isis Carmen Jones como Deloris Wilson (criança)
  • Maggie Smith como Reverenda Madre
  • Harvey Keitel como Vince LaRocca
  • Kathy Najimy como Irmã Mary Patrick
  • Wendy Makkena como Irmã Mary Robert
  • Mary Wickes como Irmã Mary Lazarus
  • Bill Nunn como Tenente Eddie Souther
  • Joseph Maher como Bispo O’Hara
  • Robert Miranda como Joey
  • Richard Portnow como Willy
  • Jim Beaver como Detetive Clarckson
  • Rose Parenti como Irmã Alma
  • Max Grodénchik como Ernie
  • Jenifer Lewis como Michelle
  • Charlotte Crossley como Tina
  • A.J. Johnson como Lewanda
  • Lois de Banzie como Immaculata
  • Joseph G. Medalis como Henry Parker
  • Michael Durrell como Larry Merrick
  • Toni Kalem como Connie LaRocca
  • Eugene Greytak como Papa João Paulo II
  • Guy Boyd (não creditado) como Detetive Tate
Freiras do coral
  • Ellen Albertini Dow
  • Carmen Zapata
  • Pat Crawford Brown
  • Prudence Wright Holmes
  • Georgia Creighton
  • Susan Johnson
  • Ruth Kobart
  • Susan Browning
  • Darlene Koldenhoven
  • Sheri Izzard
  • Edith Diaz
  • Beth Fowler

Produção

O roteirista Paul Rudnick mostrou o roteiro de Sister Act para o produtor Scott Rudin em 1987, com Bette Midler em mente para o papel principal. O roteiro foi levado para a Disney. No entanto, Midler mais tarde, recusou o papel, temendo que seus fãs não quisessem vê-la interpretando uma freira. Eventualmente, Whoopi Goldberg fechou contrato para estrelar o filme. Com o início da produção, o roteiro foi reescrito por meia dúzia de roteiristas, entre eles Carrie Fisher, Robert Harling e Nancy Meyers. Com o filme não mais parecido com seu roteiro original, Rudnick pediu para ser creditado com um pseudônimo no filme, o de “Joseph Howard”.

A igreja para qual Deloris foi mandada é, na realidade, a Igreja Católica de São Paulo (St. Paul’s Catholic Church), localizada em Valley and Church Streets em Noe Valley, um bairro de classe média alta de São Francisco. As fachadas do lado oposto da rua foram arrumadas para dar a aparência de um bairro decadente.

Embora a ordem das freiras no filme seja sugerida como sendo carmelita pela Irmã Mary Patrick, seu hábito religioso é similar em aparência ao das Irmãs de São José da Terceira Ordem de São Francisco (exceto pela cruz). Membros da Ordem da vida real, no entanto, não usam mais o seu hábito tradicional.

Trilha sonora

A trilha sonora do filme foi lançada pela Hollywood Records em 9 de junho de 1992, em conjunto com o filme, e continha os números musicais interpretados pelos atores do próprio filme, músicas pré-gravadas que eram usadas como parte da música de fundo e músicas instrumentais compostas por Marc Shaiman para o filme. O álbum da trilha sonora estreou na 74ª posição e finalmente alcançou a posição #40 no Top 200 Albums Chart da Billboard, onde ficou por 54 semanas. O álbum recebeu uma certificação Gold da RIAA para o envio de 500.000 cópias em 13 de janeiro de 1993.

  1. The Lounge Medley (Love Is Like a Heat Wave/My Guy/I Will Follow Him) – Deloris & The Ronelles
  2. The Murder (instrumental)
  3. Getting Into the Habit (instrumental)
  4. Rescue Me – Fontella Bass
  5. Hail Holy Queen – Deloris & The Sisters
  6. Roll With Me Henry – Etta James
  7. Gravy For My Mashed Potatoes – Dee Dee Sharp
  8. My Guy (My God) – Deloris & The Sisters
  9. Just a Touch Of Love (Everyday) – C+C Music Factory
  10. Deloris Is Kidnapped (instrumental)
  11. Nuns to the Rescue (instrumental)
  12. Finale: I Will Follow Him (Chariot) – Deloris & The Sisters
  13. Shout – Deloris & The Sisters & The Ronelles
  14. If My Sister’s in Trouble – Lady Soul
  • A voz da personagem “Mary Robert”, durante as canções, foi realizada pela vocalista Andrea Robinson.

Musical

Sob direção de Peter Schneider e coregrafia de Marguerite Derricks, o musical Sister Act estreou no Pasadena Playhouse em Pasadena, Califórnia, em 24 de outubro de 2006, encerrando-se em 23 de dezembro de 2006. Ele quebrou recordes de bilheteria, arrecadando US$ 1.085.929, tornando-se o maior show de arrecadações de todos os tempos no local. A produção mudou-se para o Alliance Theatre em Atlanta, Geórgia, onde esteve de 17 de janeiro a 25 de fevereiro de 2007. O musical estreou no West End no London Palladium em 2 de junho de 2009, seguindo as prévias de 7 de maio. A produção foi dirigida por Peter Schneider, produzida por Whoopi Goldberg em parceria com a empresa holandesa Stage Entertainment e coreografada por Anthony Van Laast, com cenografia de Klara Zieglerova, figurino de Lez Brotherston e iluminação de Natasha Katz. Após uma pesquisa de um ano, a atriz de 24 anos, Patina Miller, foi escalada como Deloris, ao lado de Sheila Hancock como a Madre Superiora, Ian Lavender como Monsenhor Howard, Chris Jarman como Shank, Ako Mitchell como Eddie, Katie Rowley Jones como Irmã Mary Robert, Claire Greenway como Irmã Mary Patrick e Julia Sutton como Irmã Mary Lazarus. O musical recebeu quatro indicações ao prêmio Laurence Olivier, na categoria de Melhor Musical. Em 30 de outubro de 2010, o show teve sua apresentação final no London Palladium e foi transferido para a Broadway, estreando no Broadway Theatre em 20 de abril de 2011, com prévias começando em 24 de março de 2011. Jerry Zaks dirigiu a produção da Broadway, com Douglas Carter Beane reescrevendo o roteiro. Patina Miller, que originou o papel de Deloris na produção do West End, reprisou seu papel, fazendo sua estréia na Broadway. Ela foi substituída posteriormente por Raven-Symoné, que fez sua estréia na Broadway. O elenco original da Broadway apresentou Victoria Clark (Madre Superiora), Fred Applegate (Monsenhor), Sarah Bolt (Irmã Mary Patrick), Chester Gregory (Eddie), Kingsley Leggs (Curtis), Marla Mindelle (Irmã Mary Robert) e Audrie Neenan (Irmã Maria Lazarus). O musical recebeu cinco indicações ao prêmio Tony Award, na categoria de Melhor Musical. O musical se encerrou em agosto de 2012, depois de 561 apresentações.

No Brasil, Mudança de Hábito – O Musical também fez muito sucesso, estreando em 5 de março de 2015 no Teatro Renaut, em São Paulo. A personagem Deloris fora interpretada pela atriz e cantora Karin Hils, que declarou ser fã do filme. Karin chegou a se encontrar com Whoopi Goldberg em Nova York, num encontro organizado pelo programa Fantástico em 2015.

Principais prêmios e indicações

O filme recebeu duas indicações ao Globo de Ouro:

  • Melhor Filme – Musical ou Comédia
  • Melhor Atriz – Comédia ou Musical (Goldberg)

Reconhecimento do American Film Institute:

  • 100 Anos da AFI…100 Risos (indicado)

Recepção

Sister Act teve recepção geralmente favorável por parte da crítica especializada. Com base em 23 revisões alcançou uma classificação de 74% no Rotten Tomatoes.

Bilheteria

O filme foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 139.605.150 no mercado interno e US $ 92.000.000 em países estrangeiros, efetivamente arrecadando US$ 231.605.150 em todo o mundo, tornando-se o oitavo filme de maior bilheteria mundial em 1992. Ficou em segundo lugar por quatro semanas, atrás de Lethal Weapon 3Patriot Games e Batman Returns.

Controvérsias e ações judiciais 

Em 10 de junho de 1993, a atriz Donna Douglas e seu parceiro Curt Wilson, na Associated Artists Entertainment Inc, entraram com uma ação de US$ 200 milhões contra a Disney, Whoopi Goldberg, Bette Midler, suas produtoras e a Creative Artists Agency, alegando que o filme foi plagiado do livro A Nun in the Closet, de propriedade dos seus parceiros. Douglas e Wilson afirmaram que em 1985, eles desenvolveram um roteiro para o livro. O processo alegou que havia mais de 100 semelhanças e plágios entre o filme e o livro (roteiro de propriedade de Douglas e Wilson). A ação alegou ainda que o roteiro desenvolvido foi submetido a Disney, Goldberg e a Midler três vezes, durante 1987 e 1988.

Em 1994, Douglas e Wilson recusaram uma oferta de US $ 1 milhão na tentativa de ganhar o caso. O juiz julgou em favor da Disney e dos outros réus. Wilson afirmou na época: “Eles teriam que copiar nosso material textualmente para que pudéssemos prevalecer”.

Em novembro de 2011, uma freira chamada Rainha-mãe Dr. Delois Blakely abriu um processo contra a Walt Disney Company e a Sony Pictures, alegando que “The Harlem Street Nun”, uma autobiografia que ela escreveu em 1987, foi a base para o filme de 1992. Ela alegou que uma executiva do filme expressou interesse nos direitos do filme depois de escrever uma sinopse de três páginas. Ela estava os processando por “quebra de contrato, apropriação indébita de semelhança e enriquecimento sem causa”. Blakely desistiu do processo original em janeiro de 2012, para cumprir um processo mais robusto no final de agosto de 2012 com a Suprema Corte de Nova York, pedindo US$ 1 bilhão em danos a Disney. No início de fevereiro de 2013, o Supremo Tribunal de Nova York julgou o processo com prejuízo, não concedendo direitos à Blakely.

Sister Act 2: Back in the Habit é um filme norte-americano de 1993, do gênero comédia musical, dirigido por Bill Duke. Trata-se da continuação de Sister Act, lançado um ano antes, ambos estrelados por Whoopi Goldberg no papel de Deloris Van Cartier/Irmã Mary Clarence. Maggie Smith, Kathy Najimy, Wendy Makkena e Mary Wickes também reprisam seus papéis do filme anterior.

Resumo

Quando uma escola pública dirigida pelas freiras de São Francisco (Califórnia) é ameaçada de ser fechada devido ao péssimo comportamento de seus alunos, a Madre Superiora (Maggie Smith) decide convocar a cantora Deloris (Whoopi Goldberg) para dar aulas de música, formar um coro e tentar mudar a vida dos alunos. Ela, então, abandona seus shows em Las Vegas e se disfarça novamente de Irmã Mary Clarence para assumir a nova missão e ajudar as colegas. Batalhadora e pulso firme, Deloris monta um coral com os jovens mais rebeldes do lugar e desperta neles a vontade de lutar pelo colégio.

Elenco

  • Whoopi Goldberg – Deloris Van Cartier/Irmã Mary Clarence
  • Maggie Smith – Madre Reverenda
  • Kathy Najimy – Irmã Mary Patrick
  • Wendy Makenna – Irmã Mary Robert
  • Mary Wickes – Irmã Mary Lazarus
  • Barnard Hughes – Padre Maurice
  • James Coburn – Sr. Crisp
  • Michael Jeter – Padre Ignatius
  • Sheryl Lee Ralph – Florence Watson
  • Robert Pastorelli – Joey Bustamante
  • Thomas Gottschalk – Padre Wolfgang
  • Lauryn Hill – Rita Louise Watson
  • Brad Sullivan – Padre Thomas
  • Alanna Ubach – Maria
  • Ryan Toby – Ahmal
  • Ron Johnson – Richard “Sketch” Pinshum
  • Jennifer Love Hewitt – Margaret
  • Devin Kamin – Frankie
  • Christian Fitzharris – Tyler Chase
  • Monica Calhoun – Aluna
  • Deedee Magno Hall – Aluna
  • Carmen Zapata – Freira do coro
  • Ellen Albertini Dow – Freira do coro
  • Pat Crawford Brown – Freira do coro

Trilha sonora

  1. Greatest Medley Ever Told – Whoopi Goldberg & The Ronelles
  2. Never Should’ve Let You Go – Hi-Five
  3. Get Up Offa That Thing/Dancing in the Street – Whoopi Goldberg
  4. Oh Happy Day – St. Francis Choir feat. Ryan Toby
  5. Ball of Confusion (That’s What the World Is Today) – Whoopi Goldberg & the Sisters
  6. His Eye Is on the Sparrow – Tanya Blount & Lauryn Hill
  7. A Deeper Love – Aretha Franklin & Lisa Fischer
  8. Wandering Eyes – Nuttin’ Nyce
  9. Pay Attention – Valeria Andrews & Ryan Toby
  10. Ode to Joy – Chapman College Choir
  11. Joyful, Joyful – St. Francis Choir feat. Lauryn Hill
  12. Ain’t No Mountain High Enough – Whoopi Goldberg & Elenco

Recepção da crítica

Sister Act 2: Back in the Habit teve recepção desfavorável por parte da crítica especializada. No Rotten Tomatoes, possui tomatometer de 7% em base de 29 críticas. Tem 61% de aprovação por parte da audiência, usada para calcular a recepção do público a partir de votos dos usuários do site.

Trailer

*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*As informações sobre o filme “Mudança de Hábito” e “Mudança de Hábito 2 – Mais Confusões no Convento” retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Sister_Act e https://pt.wikipedia.org/wiki/Sister_Act_2:_Back_in_the_Habit através de pesquisa na internet.
*O trailer legendado do filme “Mudança de Hábito” e “Mudança de Hábito 2 – Mais Confusões no Convento” retirei do site https://youtu.be/5Uz1i09wPRc e https://youtu.be/-6ssrbeY6JQ através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 200 Filmes | Um filme que se passa em um navio

Um filme que se passa em um navio

Capitão Phillips (Captain Phillips) é um filme de drama e suspense biográfico estadunidense de 2013 dirigido por Paul Greengrass e estrelado por Tom Hanks. O filme é uma cinebiografia do marinheiro mercante capitão Richard Phillips, que foi levado como refém por piratas somalis durante o sequestro do Maersk Alabama em 2009.

O filme é dirigido por Greengrass, a partir de um roteiro escrito por Billy Ray baseado no livro, A Captain’s Duty: Somali Pirates, Navy SEALs, and Dangerous Days at Sea, por Richard Phillips com Stephan Talty. O filme é produzido por Scott Rudin, Dana Brunetti e Michael De Luca. Foi lançado em 11 de outubro de 2013 e teve a sua estreia em exibição no Festival de Cinema de Nova Iorque de 2013.

Sinopse

Richard Phillips (Tom Hanks) embarca no cargueiro MV Maersk Alabama no porto de Omã e inicia sua viagem através do Golfo de Áden para Mombaça, no Quênia. Ciente das recentes atividades de piratas na costa da Somália, ele toma medidas para aumentar a segurança do navio.

Enquanto isso, em uma aldeia na Somália, Abduwali Muse (Barkhad Abdi) é despertado quando os chefões da pirataria local aparecem na vila para cobrar mais dinheiro de cargas roubadas. Abduwali e alguns vizinhos embarcam em um navio pesqueiro tailandês roubado e rumam à rota de navios cargueiros. Com a ajuda de um radar, eles detectam o MV Maersk Alabama isolado dos outros navios, tornando-o um alvo fácil.

Durante um exercício de segurança, Phillips detecta duas lanchas se aproximando rapidamente do navio, com Abduwali e seus comparsas. Sabendo que seu telefone está sendo interceptado por eles, ele forja uma conversa com a Marinha dos Estados Unidos e convence um dos barcos de que um helicóptero de guerra está a caminho. O outro barco, liderado por Abduwali, prossegue na caçada, mas acaba desistindo quando o motor quebra.

No dia seguinte, Abduwali e três companheiros (Najee (Faysal Ahmed), Elmi (Mahat M. Ali) e Hufan (Issak Farah Samatar) retornam e tentam invadir no navio novamente. Phillips e sua equipe tentam de tudo para repeli-los, mas os piratas conseguem subir a bordo da embarcação. Phillips ordena que a maior parte de sua tripulação se esconda na casa das máquinas.

Uma vez no navio, os piratas exigem o dinheiro do cofre e as mercadorias dos contêineres. Phillips, feito refém pelos bandidos, tenta negociar com eles para ganhar tempo até que o resgate venha. Em certo momento, a tripulação escondida na casa das máquinas consegue dominar Abduwali, que havia entrado no local para procurar mais reféns. Negociando por radiofone com os demais piratas, a tripulação propõe uma troca de reféns e cede uma baleeira para que o bando fuja. Contudo, a quadrilha consegue sequestrar Phillips e o leva com a baleeira, esperando trocá-lo por um resgate.

Enquanto seguem para a costa africana, a tensão aumenta entre os piratas conforme eles vão ficando sem khat, perdem contato com o navio pesqueiro que servia de nave mãe para eles, percebem que são seguidos pelo MV Maersk Alabama e são interceptados pelo contratorpedeiro USS Bainbridge da marinha estadunidense. Enquanto mais navios e barcos da marinha chegam, Phillips tenta convencer Abduwali de que ele chegou ao fim da linha, mas ele afirma que foi longe demais para desistir. No USS Bainbridge, o capitão Frank Castellano (Yul Vazquez) é ordenado a impedir que a baleeira chegue ao continente custe o que custar.

Naquela noite, Phillips tenta escapar a nado, mas um pirata nada atrás dele e os atiradores de elite da marinha não conseguem identificar os homens ao mar e decidem não atirar. Os piratas disparam tiros de advertência e ele acaba retornando à embarcação, onde é espancado por sua tentativa de fuga. Mais tarde, a Marinha, com a ajuda de um tradutor (Omar Berdouni), convence Abduwali a embarcar no contratorpedeiro, onde os anciãos de sua tribo logo estarão para conversar com ele.

Enquanto isso, uma equipe de SEALs da marinha desce de paraquedas no local para resolver a situação. Enquanto três atiradores de elite dos SEALs se posicionam para eventualmente conseguir abater os três piratas restantes simultaneamente, Frank e os outros SEALs prosseguem nas tentativas de negociação. Eles convencem os piratas a se deixarem rebocar, e um navio da marinha passa a controlar a trajetória da baleeira.

Phillis tenta escrever uma carta à sua família escondido, mas é flagrado por Najee, que resolve amarrá-lo, amordaçá-lo e ameaçá-lo com uma arma. Ele e seus dois companheiros restantes acabam entrando nas linhas de tiro dos atiradores da SEAL, e são todos mortos ao mesmo tempo. A bordo do USS Bainbridge, Abduwali é dominado e mantido sob custódia, acusado de pirataria. Phillips é resgatado e tratado na enfermaria do navio, em estado de choque.

De acordo com os créditos, Richard Philips retornou a Vermont e reencontrou a família no dia 17 de abril de 2009. Abduwali Muse foi condenado a pirataria e cumpre pena de 38 anos na Complexo Penitenciário Federal de Terre Haute, na Indiana. O Capitão Philips retornou ao mar após sua recuperação.

Elenco

  • Tom Hanks como Capitão Richard Phillips
  • Barkhad Abdi como Abduwali Muse
  • Catherine Keener como Andrea Phillips
  • Barkhad Abdirahman como Bilal
  • Faysal Ahmed como Najee
  • Mahat M. Ali como Elmi
  • Michael Chernus como Shane Murphy
  • David Warshofsky como Mike Perry
  • Corey Johnson como Ken Quinn
  • Chris Mulkey como John Cronan
  • Yul Vazquez como Capitão Frank Castellano
  • Max Martini como Comandante da Navy SEALs
  • Omar Berdouni como Nemo
  • Mohamed Ali como Asad
  • Issak Farah Samatar como Hufan

Produção

Desenvolvimento

Logo após a publicação do livro de memórias de Richard Phillips A Captain’s Duty em 2010, a Sony Pictures comprara os direitos do filme. Em março de 2011, o ator Tom Hanks uniu-se ao projeto depois de ler um rascunho do roteiro escrito por Billy Ray. Durante o mês de junho, o diretor Paul Greengrass foi oferecido o comando da adaptação para o cinema, em seguida, sem título. A pesquisa em todo o mundo depois foi em curso para encontrar coadjuvantes da Somália do filme. A partir desta pesquisa, Barkhad Abdi, Barkhad Abdirahman, Faysal Ahmed, e Mahat M. Ali foram escolhidos entre mais de 700 participantes em uma chamada de elenco em 2011, no Cedar-Riverside, Minneapolis. De acordo com o diretor de pesquisa do elenco, Debbie DeLisi, os quatro atores foram escolhidos porque eram “os escolhidos, esse grupo ungido que fora preso”.

Produtores visitaram o National Navy UDT-SEAL Museum para ver o barco salva-vidas de cinco toneladas, feito em fibra de vidro e atualmente marcado de balas, a bordo do qual os piratas mantiveram capitão Phillips como refém, para que pudessem recriar precisamente o barco e interiores no filme. Os produtores também puderam ver um exemplo do veículo aéreo não tripulado Boeing Insitu ScanEagle, usado para monitorar a crise, bem como o fuzil de precisão Mark 11 Mod 0 (SR-25) (usado pelos SEALs da Marinha dos EUA), ambos em exibição no museu.

Filmagem

A filmagem principal de Capitão Phillips começou em 26 de março de 2012. As filmagens ocorreram na costa de Malta, no Mar Mediterrâneo. Nove semanas foram passadas a bordo do Alexander Maersk, um navio porta-contêineres, idêntico ao do Maersk Alabama, que foi fretado em termos comerciais.

Trilha sonora

A trilha sonora para Capitão Phillips foi composta por Henry Jackman. A trilha sonora do filme foi lançada em meios física em 15 de outubro de 2013 por Varèse Sarabande. Outras músicas que aparecem no filme são:

  • “Up In Here” por KOVAS
  • “Hilm B Hilm” por Musa Hanhan
  • “Wonderful Tonight” por Eric Clapton
  • “The End” por John Powell

Recepção

Crítica

Capitão Phillips teve sua estreia mundial, abrindo o Festival de Cinema de Nova Iorque de 2013 em 28 de setembro de 2013, onde recebeu uma enxurrada de comentários fantásticos de críticos de cinema. Ele foi elogiado por sua direção, roteiro, valores de produção, fotografia e, mais significativamente, pelas performances de Tom Hanks e Barkhad Abdi. Muitos críticos têm considerado o filme como um verdadeiro retorno atingido por Hanks, nomeando-o como o seu melhor desempenho desde Náufrago (2000).

O site Rotten Tomatoes relata que 90% dos críticos deram ao filme uma crítica positiva com base em 49 comentários, com uma pontuação média de 8.6/10. O consenso do site registra o seguinte: “Inteligente, com atuações poderosas e incrivelmente intenso, Capitão Phillips oferece aos cinéfilos um filme biográfico de Hollywood bem feito – e Tom Hanks oferece uma vitrine para mais uma brilhante performance”. Metacritic, que atribui uma pontuação média ponderada de 100 a opiniões de críticos convencionais, que dá ao filme uma pontuação de 77 com base em 22 comentários.

Bilheteria

Em 17 de novembro de 2013, Capitão Phillips arrecadou 97 617 000 milhões de dólares nos Estados Unidos e 66 400 000 milhões de dólares em outros países, para um total mundial de 164 017 000.

Controvérsias

Em um artigo do New York Post, alguns dos membros da tripulação acusaram o filme de ser impreciso nos fatos e a representação de Phillips. O artigo afirma também que havia dois assaltos durante um período de 18 horas, em oposição ao que é mostrado no filme.

Em uma entrevista à CNN, Mike Perry, o Chefe de Máquinas do Maersk Alabama, afirmou que o filme não contou a verdadeira história.

Phillips também confirmou que o filme é um retrato ficcional de sua experiência e não factual. Quando perguntado se o filme faz um bom trabalho de retratar o seu plano de sobrevivência, Phillips disse: “O filme retratou algumas das coisas que passaram, eu não chamaria isso de um plano. Após os piratas embarcarem era mais ad hoc e fazendo o melhor que posso. Foi uma situação ruim e eu estava apenas tentando fazer o que eu podia, portanto, algumas das coisas que o filme não trouxe foi [sic] o telefone via satélite tentando chamar seus manipuladores, e o VHF e radar mantinha de usar isso para seu benefício, e senso comum e fazer o que eu poderia fazer para tentar manter e recuperar o controle que eu perdi quando os piratas embarcaram.”

Em resposta aos relatórios críticos sobre o filme a serem imprecisas, diretor Paul Greengrass (em uma sessão “pergunte-me qualquer coisa” no Reddit) abordou os relatórios com a seguinte declaração: “Estou feliz que você perguntou isso! Também vi essas histórias, baseadas em um `tripulante anônimo`. Estes são os fatos. Logo depois do incidente do Maersk Alabama ter sido resolvido com sucesso e o Capitão Phillips ter voltado para casa em segurança, alguns tripulantes processaram a Corporação Maersk alegando que eles foram colocados em uma trajetória perigosa e que o Capitão Phillips ignorou avisos de se manter afastado da costa da Somália (…) Conversamos como todos os tripulantes, com todos os militares responsáveis que desempenharam um papel central nesses eventos e pesquisamos o passado de quatro dos piratas. Estou 100% satisfeito com a imagem que fizemos desses eventos, incluindo o papel desempenhado pelo Capitão Phillips.”

Trailer

*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*As informações sobre o filme “Capitão Phillips” retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_Phillips através de pesquisa na internet.
*O trailer legendado do filme “Capitão Phillips” retirei do site https://youtu.be/noLJBSIM-lY através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 200 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Desafio dos 200 Filmes | O melhor filme do ano passado

O melhor filme do ano passado

Coringa (Joker) é um filme de suspense psicológico estadunidense de 2019, dirigido por Todd Phillips, que co-escreveu o roteiro com Scott Silver. Baseado no personagem de mesmo nome da DC Comics, o filme é estrelado por Joaquin Phoenix como o Coringa. Joker é ambientado em 1981 e segue Arthur Fleck, um comediante de stand-up fracassado que é levado à loucura e se envolve em uma vida de crime e caos em Gotham City. Robert De Niro, Zazie Beetz, Frances Conroy, Brett Cullen, Marc Maron, Bill Camp, Shea Whigham, Glenn Fleshler, Douglas Hodge e Brian Tyree Henry, entre outros, aparecem em papéis coadjuvantes. Produzido pela Village Roadshow Pictures, DC Films, Sikelia Productions, Joint Effort Productions e Green Hat Films e distribuído pela Warner Bros. Pictures, faz parte da DC Black, uma série de filmes baseados nos personagens da DC separados do Universo Estendido DC. Não há relação com as outras versões do personagem vistas anteriormente no cinema.

O desenvolvimento de um filme independente do Coringa começou em 2016 e foi confirmado em agosto de 2017, depois que a Warner Bros. e a DC Films decidiram enfatizar a natureza compartilhada do Universo Estendido DC. Phillips e Silver escreveram o roteiro em 2017 inspirados nas obras de Martin Scorsese e no romance gráfico Batman: The Killing Joke (1988). Scorsese foi ligado à produção no início da produção do filme, mas deixou de lado devido a outras obrigações. Phoenix passou a se envolver com o projeto em fevereiro de 2018, sendo escalado para o papel em julho, enquanto a maior parte do elenco assinou seus contratos em agosto. As filmagens ocorreram entre setembro e dezembro de 2018 em Nova Iorque, Jersey City e Newark. Joker foi o primeiro filme situado no universo Batman a receber uma classificação indicativa para maiores de 18 anos pela Motion Picture Association of America devido ao seu conteúdo violento.

Joker estreou no 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza em 31 de agosto de 2019, quando recebeu o prêmio máximo do evento, o Leão de Ouro. Foi lançado no Brasil e em Portugal em 3 de outubro de 2019 e nos Estados Unidos em 4 de outubro. A recepção do filme foi polarizada; enquanto a performance de Phoenix foi aclamada, o tom sombrio, a forma como distúrbios psicológicos foram retratados e o uso da violência receberam opiniões mais divididas. O filme também gerou preocupação pela possibilidade de inspirar violência no mundo real; por exemplo, o cinema onde ocorreu o massacre em Aurora em 2012 durante a exibição de The Dark Knight Rises se recusou a exibir o filme.

Enredo

Em 1981, Arthur Fleck é um homem que sofre de um problema neurológico que faz com que ele ria em momentos inapropriados e, por isso, visita regularmente um serviço de assistência social para adquirir remédios. Ele trabalha como um palhaço prestando serviços para terceiros, enquanto mora com sua mãe, Penny, em Gotham City. Arthur se relaciona com poucas pessoas até conhecer Sophie, uma mãe solteira que vive no mesmo prédio que ele, a quem ele convida para conhecer seu outro trabalho como comediante de stand-up.

Depois que um grupo de crianças o atacam em um beco, um colega de trabalho de Arthur, Randall, lhe empresta uma arma para sua proteção. Porém, durante uma apresentação em um hospital para entreter crianças, a arma cai do seu bolso. Arthur é demitido por isso e Randall mente dizendo que Arthur comprou a arma sozinho. Voltando para casa de metrô, ele é agredido por três executivos da Wayne Enterprises após estes pensarem que ele estava debochando da tentativa de assédio deles a uma mulher. Ele atira nos dois primeiros em auto-defesa e persegue e executa o terceiro. Os assassinatos geram uma série de protestos contra os ricos de Gotham em que os manifestantes se fantasiam de palhaços tal como o assassino não identificado.

Posteriormente, Arthur descobre que o programa de assistência social teve seu orçamento cortado e ele ficará sem seus remédios. Nessa noite, Sophie vai ao seu show de stand-up, que vai mal porque ele não consegue parar de rir, o que dificulta sua apresentação. Seu fracasso repercute e as cenas de seus risos são exibidas num famoso programa de auditório de um de seus ídolos, Murray Franklin. Mais tarde, Arthur lê uma carta de sua mãe para o bilionário e candidato a prefeito Thomas Wayne, para quem ela trabalhou por 30 anos; na carta, ela alega que Arthur é filho de Thomas. Depois de se exaltar com sua mãe, Arthur vai até a mansão Wayne atrás de satisfações. Mas ele só encontra o filho de Thomas, Bruce, e é barrado por Alfred Pennyworth, a quem Arthur agride através do portão antes de fugir. Quando ele chega em casa descobre que sua mãe sofreu um acidente vascular cerebral e foi internada depois que dois detetives interrogaram-na quanto à possibilidade do envolvimento de Arthur com as mortes no metrô.

Após entrar disfarçado num evento de gala, Arthur confronta Thomas, que diz que Penny tem problemas mentais e não é sua mãe biológica. Descrente, Arthur vai ao Asilo Arkham e rouba a ficha da sua mãe. Ele lê que ele foi adotado após ser abandonado quando era bebê e que Penny tinha um namorado abusivo que a agredia e Arthur. Atordoado, Arthur vai ao hospital, mata sua mãe e volta para seu prédio, entrando no apartamento de Sophie sem avisar. Assustada, Sophie pede para ele sair e é revelado que os encontros anteriores entre os dois foram produtos da mente de Arthur.

Isolado em seu apartamento, Arthur ignora as ligações da polícia quando, inesperadamente, recebe a proposta de aparecer no programa de Murray por conta da popularidade dos vídeos do seu show. Logo após se maquiar e se vestir para o programa, ele é visitado por seus antigos colegas de trabalho Gary e Randall. Arthur mata Randall, mas poupa Gary, pois este o tratava bem no passado. No caminho para o estúdio, ele é perseguido pelos dois detetives que interrogaram sua mãe, entram em um trem cheio de manifestantes fantasiados de palhaços. Um dos policiais acidentalmente dispara em um dos manifestante que morre e os dois policiais são espancados pela multidão, permitindo assim que Arthur escape.

Antes do programa entrar no ar, Arthur pede a Murray que o apresente como “Coringa”, uma referência ao deboche do próprio apresentador quando o vídeo de Arthur foi apresentado. Bem recebido no início, Arthur passa a contar piadas mórbidas, assume o assassinato dos homens no trem e expressa sua raiva sobre o deboche de Murray e sobre como a sociedade trata pessoas como ele. Arthur então mata Murray e é preso, mas incita uma onda de protestos violentos por Gotham. Nesse caos, um dos fantasiados de palhaço mata Thomas e sua esposa Martha, poupando apenas o traumatizado Bruce. Outro grupo, usando uma ambulância, colide com o carro da polícia e liberta Arthur, que é aclamado pela multidão.

Tempos depois, Arthur está num manicômio e ri sozinho, alegando a sua psiquiatra que ela não entenderia a piada. Arthur então foge pelos corredores, deixando um rastro de pegadas ensaguentadas.

Elenco

  • Joaquin Phoenix como Arthur Fleck/Joker
  • Robert De Niro como Murray Franklin
  • Zazie Beetz como Sophie Dumond
  • Frances Conroy como Penny Fleck, mãe de Arthur
  • Brett Cullen como Thomas Wayne
  • Dante Pereira-Olson como Bruce Wayne
  • Douglas Hodge como Alfred Pennyworth
  • Glenn Fleshler como um comediante
  • Marc Maron como um agente
  • Bryan Callen

Adicionalmente, Bill Camp, Josh Pais e Shea Whigham estão escalados em personagens ainda não revelados.

Produção

Já havia rumores de uma produção do Scorsese sobre o Coringa no ano de 2017, porém esse projeto tinha poucas informações, e era para fazer parte do mesmo universo de história do Esquadrão Suicida, iria ser interpretado por Jared Leto. Um mês depois ao grande público receber a notícia a Warner Bros. afirma que o então filme seria independente da linha de tempo dos filmes do Universo Estendido da DC. Em junho do ano de 2018, a revista Variety, chegaram a especular sobre um filme na qual o Martin Scorsese estaria envolvido na produção e Todd Phillips no roteiro, porém, também mencionou que Jared Leto ganharia com eles um filme solo. Pouco seu foi revelado sobre o filme, porém a DC Confirmou que o Coringa de Jared Leto, não será substituído pelo personagem de Phoenix, e que o filme dele não terá relação com a nova leva de filmes que fazem parte do do DCU. O filme também está com uma estimativa de 55 milhões de dólares em orçamento, e irá focar em uma história de Origem do personagem, sendo gravado em setembro, em Nova York. Meio à isso também, via ao site americano, ThatHashtagShow, também foi divulgado a descrição de oito personagens do elenco e a ambientação do filme, que será em Gotham City, nos anos 80.

Recepção

Mark Hughes, da Forbes, descreveu o filme como “Uma conquista impressionante, determinada a deslumbrar os fãs do personagem e do gênero, bem como os espectadores que procuram um filme espetacular para o público adulto. (…) Uma das obras-primas de filmes de super-heróis e um dos maiores feitos de 2019”. Peter Travers, da Rolling Stone, apreciou muito o desempenho de Joaquin Phoenix, descrevendo-o como um “soco no estômago” e concluiu que “se você considerar entretenimento ou provocação, o Coringa é simplesmente maravilhoso”. Ao escrever para o site IGN, Jim Vejvoda deu ao Joker uma pontuação perfeita, alegando que o filme “funcionaria tão bem como um estudo de personalidade sem precisar dos adereços da DC Comics. O fato do filme ainda pertencer ao universo do Batman é a cereja do bolo”. Ele ainda descreveu o desempenho de Phoenix como o Coringa como cativante e “digno de Oscar”. Da mesma forma, Xan Brooks, do The Guardian – que também deu uma pontuação perfeita ao filme – classificou o filme como “gloriosamente ousado e explosivo” e apreciou como Phillips usou elementos dos filmes de Scorsese para criar uma história original.

No sítio agregador RottenTomatoes, Coringa tem 69% de aprovação em 396 críticas, que chegaram ao consenso de que o filme “dá ao seu infame personagem central uma história de origem assustadoramente plausível que serve como uma vitrine brilhante para sua estrela – e uma evolução sombria para o cinema inspirado em quadrinhos”.

O crítico de cinema Márcio Sallem do Cinema com Crítica conferiu 4/5 estrelas à produção que denominou como “Uma piada de mau gosto, reflexo da sociedade egoísta habituada a erguer grades que separam os ‘sortudos’ dos ‘azarados’ e a debochar do sofrimento alheio, e ainda uma piada mortal, pois infelizmente os risos frenéticos ecoaram na cabeça de quem perdeu contato com a realidade após tanto escutá-los”.

Já o Filmmelier apontou as semelhanças com o contexto histórico de Taxi Driver. “Nesse contexto, temos um estudo de personagem quase puro, em uma atuação impecável de Joaquin Phoenix”. O serviço de recomendação de filmes concluí: “Por tudo isso, a história é dura, impactante, chocante, formando uma quase perfeita combinação de cinema de arte com blockbuster baseado em HQ”.

Classificação no Brasil e em Portugal

No Brasil e em Portugal, o filme estreou nos cinemas no mesmo dia (3 de outubro de 2019), mas teve diferenças quanto à classificação. No Brasil, o filme foi classificado para maiores de 16 anos e tem a sua apresentação com dublagem brasileira. Já em Portugal, a classificação foi para maiores de 14 anos e é apresentado na versão original com legendas.

Trailer

*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*As informações sobre o filme “Coringa” retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Joker_(filme_de_2019) através de pesquisa na internet.
*O trailer legendado do filme “Coringa” retirei do site https://youtu.be/Y4hZ_NpoZFw através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 200 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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