BEDA |Outros Jeitos de Usar a Boca

Ganhei esse livro de presente de aniversário e apesar de não ter o hábito de ler poesia me deparei com uma leitura fascinante e devorei o livro “Outros Jeitos de Usar a Boca” em poucas horas…

Aí para o BEDA pesquisei informações sobre o livro na internet e o que achei mais interessante postarei abaixo.

E você, leu o livro, o que achou?

Comenta aí!

7 razões para ler Outros Jeitos de Usar a Boca

Nada contra Tomás Antônio Gonzaga, mas o Arcadismo era febre entre os jovens nascidos há mais de 200 anos. Apesar de o amor seguir sendo um dos grandes temas dos poetas (até mesmo os de Instagram) a forma de versar sobre o sentimento ganhou crueza, novas interpretações e mais apego à realidade que à idealização. Prova disso, é o livro Outros Jeitos de Usar a Boca, da indiana de 24 anos Rupi Kaur, lançado recentemente no Brasil pela editora Planeta.

A obra fala de amor, sim. Mas dá a mesma atenção ao trauma, à perda, ao abuso e à descoberta da forma de amor mais importante: o próprio. Outros Jeitos de Usar a Boca ultrapassou um milhão de cópias vendidas em um ano e ficou mais de 40 semanas na lista de mais vendidos do jornal The New York Times. Antes de ler lê-lo, achei curioso que um livro de poesia, gênero que raramente lidera ranking de vendas, tenha ido tão longe. Mas depois da leitura, os porquês do sucesso de Rupi Kaur ficaram bem claros.

Aqui vão alguns deles:

1) Linguagem direta

A primeira coisa que vêem à mente quando falamos de poesia é rebuscamento, palavras difíceis, estrutura inacessível. É claro que essa é uma visão bastante errônea e defasada, mas o fato é que poesia não é o gênero literário mais democrático, muito menos o mais vendido. Mesmo entre pessoas que gostam muito de ler, a poesia encontra certa relutância em ser aceita. E é aí que Rupi acerta: seu trabalho vai na contramão do que é menosprezado(injustamente) na poesia.

Os versos de Outros Jeitos de Usar a Boca são tiros certeiros. A linguagem é direta, honesta e sem formalismos. Alguns não ultrapassam cinco linhas, outros ocupam duas páginas. Apesar da forma simples, a complexidade dos temas de Rupi não é afetada. E nem preciso dizer: não existe uma só página de monotonia.

https://www.instagram.com/p/BCwYfDmnA4Z/embed/captioned/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A0%2C%22os%22%3A30614.000000059605%7D

nossas costas
contam histórias
que a lombada
de nenhum livro 
pode carregar

-mulheres de cor

2) Temática brutal

Já disse que o trabalho de Rupi é um tiro certeiro? Pois bem, na forma E no conteúdo.

O livro é dividido entre quatro partes que formam um belo arco narrativo sobre a condição de ser mulher hoje e a complexidade de se relacionar: a dor, o amor, a ruptura e a cura. As duas últimas partes são um pouco mais extensas que as primeiras, mas não menos fortes.

pai. você sempre liga sem ter nada especial a dizer. você pergunta o que estou fazendo ou onde estou e se o silêncio entre nós se estende por uma vida dou um jeito de encontrar perguntas que façam a conversa continuar. o que eu queria mesmo dizer é. eu sei que o mundo te despedaçou. foi com tudo pra cima de você. não te culpo por não saber ser delicado comigo. às vezes fico acordada pensando em todos os machucados que você tem e nunca vai dizer. eu venho do mesmo sangue dolorido. do mesmo osso tão sedento por atenção que desabo em mim mesma. eu sou sua filha. eu sei que conversa-fiada é o único jeito que você conhece de dizer que me ama. porque é o único jeito que eu conheço.

3)  Universalidade

Boas histórias são aquelas que partem do individual, do particular para contar algo universal.

A vida de Rupi, por exemplo, é muito particular: ela nasceu em Punjab, na Índia, emigrou para o Canadá ainda criança, cresceu em uma comunidade de imigrantes no subúrbio de Toronto e é adepta de uma religião cercada de muito preconceito, o sikhismo. Suas vivências são bastante específicas, rodeadas de tabus e regras sobre ser mulher.

“Para as mulheres do sul da Ásia, você precisa ser quieta e não pode ter muitas opiniões”, disse em entrevista ao jornal The Guardian. Mesmo assim, os poemas criados por ela transcendem essas particularidades, conseguem conversar e tocar pessoas dos mais diversos contextos. Não é necessário ter passado pelas mesmas experiências que ela narra para sentir frustração de ter um pai alcoólatra, a raiva de ser silenciada ou a dor de viver um abuso.

https://www.instagram.com/p/7T-7wsnA_o/embed/captioned/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A1%2C%22os%22%3A35500.99999993108%7D

o terapeuta coloca
a boneca na sua frente
ela é do tamanho das meninas
que seus tios gostam de apalpar

mostre onde ele colocou as mãos

você mostra o lugar
entre as pernas aquele
que ele arrancou com os dedos
igual a uma confissão

como você está se sentindo

você desfaz o nó
da garganta
com os dentes
e diz bem
um pouco dormente

– sessões nos dias de semana

4) A autora é uma poeta pop

Na mesma entrevista ao The Guardian, Rupi disse que não existia um mercado para poesias sobre trauma, abuso, perda, amor e cura sob a perspectiva de uma imigrante, mulher e Punjabi-Sikh. De fato, pode até ser que não existisse. Mas Rupi criou esse mercado.  Compartilhava suas poesias nas redes sociais e passou a ver que muita gente se sensibilizava com o seu trabalho. Quando falo muita gente, não é hipérbole alguma: Rupi tem 1,2 milhão de seguidores no Instagram, 124 mil no Twitter e 321 mil no Facebook.

Vendo o sucesso online de seus poemas, a jovem lançou o livro de maneira independente na Amazon em 2014. A compilação de seus poemas deu tão certo que em outubro do ano seguinte a editora Andrews McNeel Publishing publicou uma segunda edição de Outros Jeitos de Usar a Boca. Na mesma época de 2016, a antologia já estava na lista de mais vendidos do The New York Times.

Em 2015, Rupi se envolveu em uma polêmica online e ficou ainda mais famosa. Ela postou uma foto deitada, de pijamas e em sua calça havia uma pequena mancha de sangue. A imagem fazia parte de um conjunto de imagens para discutir tabus sobre menstruação, mas o Instagram tirou a publicação do ar.  Como é de se esperar, a poeta não deixou a hipocrisia passar e respondeu à censura. O Instagram desistiu da decisão e manteve a foto de Rupi.

https://www.instagram.com/p/0ovWwJHA6f/embed/captioned/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A2%2C%22os%22%3A35510.00000000931%7D

“Obrigada Instagram por fornecer a resposta exata que meu trabalho foi criado para criticar. Vocês deletaram a minha foto duas vezes, afirmando que ia contra as diretrizes da comunidade. Eu não vou pedir desculpas por não alimentar o ego e orgulho de uma sociedade misógina que terá o meu corpo em uma roupa íntima, mas não está de acordo com um pequeno vazamento quando as suas páginas estão cheias de incontáveis fotos/contas onde mulheres (muitas menores de idade) são objetificadas, pornificadas e tratadas como menos que humanas.”

5) Ilustrações minimalistas

Rupi não é artista só da palavra. Além de escrever, ela faz performances, atua, fotografa e ilustra. Se as poesias não são motivos suficientes para ler sua antologia, os desenhos são. Todas as ilustrações minimalistas de Outros Jeitos de Usar a Boca foram feitas por Rupi.

Ela conta que herdou o apreço por desenho da mãe, que tem a atividade como hobby até hoje. Quando a família de Rupi chegou ao Canadá, ela não conseguia falar em inglês com outras crianças, isso a fez passar muito tempo sozinha e, consequentemente, a desenhar.

“Como pertencia a uma família de imigrantes, eu não tinha permissão para fazer esportes ou participar de acampamento, então o único que eu podia fazer era artes. Sempre pintei e li, como se a minha vida dependesse disso”, disse em entrevista ao site espanhol Woman.

https://www.instagram.com/p/BDUfe8nnAyV/embed/captioned/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A3%2C%22os%22%3A89003.99999995716%7D

a solidão é um sinal de que você está precisando desesperadamente de si mesma

6) O título

Na versão original, a antologia chama-se Milk and honey. E há inúmeras menções às duas palavras ao longo do livro.

https://www.instagram.com/p/vXMeiTHA1J/embed/captioned/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A4%2C%22os%22%3A89028.99999986403%7D

como é tão fácil pra você
ser gentil com as pessoas ele perguntou

leite e mel pingaram 
dos meus lábios quando respondi

porque as pessoas não foram
gentis comigo

https://www.instagram.com/p/76t_n9HA5s/embed/captioned/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A5%2C%22os%22%3A89175.00000004657%7D

Mas em português o livro ganhou um novo nome que, a meu ver, é muito mais provocante e rende milhares de outras interpretações.

https://www.instagram.com/p/BTMsOvSg-Zk/embed/captioned/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A6%2C%22os%22%3A93976.00000002421%7D

https://www.instagram.com/p/BPtfstHA4J5/embed/captioned/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A7%2C%22os%22%3A94074.99999995343%7D

7) Feminismo

Se a intenção de Rupi era fazer com que as mulheres que lessem esse livro se sentissem acolhidas, ela conseguiu. A antologia tem vários poemas sobre sororidade, empoderamento e empatia, e o último capítulo é uma obra à parte nesse quesito. “A cura” é um abraço, soa como se uma pessoa próxima muito querida tivesse escrito uma carta e nos enviado.

https://www.instagram.com/p/lQdkeqHA_v/embed/captioned/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A8%2C%22os%22%3A94332.99999986775%7D

quero pedir desculpas a todas as mulheres
que descrevi como bonitas
antes de dizer inteligentes ou corajosas
fico triste por ter falado como se
algo tão simples como aquilo que nasceu com você
fosse seu maior orgulho quando seu
espírito já despedaçou montanhas
de agora em diante vou dizer coisas como
você é forte ou você é incrível
não porque eu não te acha bonita
mas porque você é muito mais do que isso

Sabe aquele momento em que uma amiga está passando por uma fase difícil, de desamor, baixa estima ou quando não consegue sair de um relacionamento abusivo e nada do que você diz parece fazer efeito? Tente mandar algumas poesias da Rupi ou Outros Jeitos de Usar a Boca inteiro. São tiros certeiros.

https://www.instagram.com/p/9PonkmnA2y/embed/captioned/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A9%2C%22os%22%3A98972.99999999814%7D

Quer mais motivos para conhecer o trabalho de Rupi? Assista à palestra dela na plataforma TED.

https://www.instagram.com/p/BOVwfKMAk5P/embed/?cr=1&v=9&wp=500&rd=super.abril.com.br#%7B%22ci%22%3A10%2C%22os%22%3A99037.99999994226%7D

*A imagem ilustrativa deste post criei no Canva.
*As informações e imagens acima retirei do site https://super.abril.com.br/blog/literal/7-razoes-para-ler-outras-formas-de-usar-a-boca/ através de pesquisa na internet.
*Este é um post do BEDA! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Vitória: A Vida de Uma Rainha (guia de episódios)

Primeira temporada (2016)

A primeira temporada retrata os primeiros anos do reinado da Rainha Vitória, de sua ascensão ao trono na idade de dezoito anos, a sua intensa amizade e paixão com Lorde Melbourne, seu namoro e casamento com o Príncipe Alberto e finalmente para o nascimento de sua primeira filha, Vitória.

Guia de episódios

1- “Doll 123″/”Boneca 123”

Victoria ascende ao trono após a morte de seu tio, o rei William. Ela afirma sua independência ao defender sua mãe e Sir John Conroy, que a criaram sob o rígido Sistema Kensington. Victoria cria um escândalo envolvendo a dama de companhia da mãe, Lady Flora Hastings, espalhando o boato de que Lady Flora está grávida do filho de Sir John. Lady Flora é forçada a se submeter a um exame médico, o que a revela não só ser virgem, mas sofre de um tumor grande e fatal no abdômen. O público está indignado quando descobrem a humilhação que Lady Flora sofreu nas mãos de Vitória. Vitória se desespera sobre o que ela fez e sente seu reinado está manchado, mas é incentivada pelo primeiro-ministro, Lorde Melbourne, se levanta e enfrentar o povo.

2- “Ladies in Waiting”/”Damas de Companhia”

O primeiro-ministro liberal Lord Melbourne anuncia que ele deve renunciar, dizendo que ele não tem o mandato exigido no parlamento. Vitória pergunta ao Duque de Wellington para formar um novo governo, mas ele se recusa, dizendo que ele é muito velho para ser primeiro ministro novamente. Ele indica o líder conservador, Sir Robert Peel, que ela faz com relutância. No entanto, Peel concorda apenas com a condição de que ela demita algumas das Damas de Bedchamber, porque quatro são casadas com ministros liberais e substituir pelas esposas de conservadores. A rainha se recusa, considerando que as damas são suas amigas íntimas e não peões políticos. Isso leva à crise de Bedchamber. Melbourne insiste que ele não pode prejudicar a constituição britânica ao governar apenas pelo capricho do monarca, mas ele finalmente cede e permanece como primeiro-ministro. Enquanto isso, a mãe de Vitória, Sir John e seu tio, o duque de Cumberland, planejavam instalar uma regência para limitar o poder de Vitória, fazendo as pessoas acreditarem que herdara a loucura de seu avô, o rei George III.

3-“Brocket Hall”/”Brocket Hall”

Sir John e a mãe de Victoria querem que ela se case, acreditando que ela é muito independente e precisa de um homem para controlá-la. O tio de Victoria, o rei Leopold da Bélgica chega para pressioná-la a se casar com seu sobrinho e primo da rainha, o príncipe Alberto de Saxe-Coburgo e Gotha. Victoria não tem interesse em Alberto. Leopold tenta conquistar Lord Melbourne para apoiar o regime; Melbourne acredita que não há pressa para empurrá-la para um casamento se for com a pessoa errada. Victoria, acreditando que ela está apaixonada por Melbourne, o persegue, mas ele a rejeita. Cansado de Sir John, Victoria oferece-lhe um título de baronete e uma pensão para ele sair da corte, devastando sua mãe. Após a revolta de Newport, Victoria tem pena sobre os líderes e comuta suas sentenças de morte para o exílio na Austrália.

4- “The Clockwork Prince”/”O Príncipe Mecânico”

Alberto chega para uma visita em que tanto ele como Victoria estão distantes uns dos outros no começo, ressentido que eles estão sendo pressionados a ficar juntos. Alguns na corte sentem Alberto, como filho mais novo e príncipe de um ducado menor, está abaixo dela. Enquanto passam o tempo juntos, uma atração cresce lentamente. Alberto, no entanto, desafia Victoria sobre a influência de Lorde Melbourne abordando a realidade, tais como a pobreza das massas. Após um argumento, Alberto se prepara para sair, acreditando que ele perdeu seu favor, enquanto a própria Victoria concordou em se casar com Alberto, mas hesita em propor, pois não tem certeza se ele vai aceitar. Depois de confiar suas preocupações a Leopold e receber algum incentivo, Victoria propõe e Albert aceita ansiosamente.

5- “An Ordinary Woman”/”Uma Mulher Comum”

Quando Victoria anuncia seu noivado, o parlamento conservador reage com a hostilidade da ideia de um príncipe alemão, especialmente aquele que receberia um título britânico e um amplo subsídio anual. Além disso, o duque de Wellington diz que não podem ter certeza de que Alberto não é católico, o que impedirá Victoria de se casar com ele sem abdicar de sua coroa. Embora incapaz de dar-lhe um título real, como Duque ou Rei, Victoria faz de Alberto um Cavaleiro da Jarreteira e lhe dá um pequeno subsídio. Alberto está ofendido, sentindo que ele não terá posição ou independência, enquanto Victoria se preocupa de usar o subsídio para manter uma amante, como fez seu tio Leopoldo. Eles se tranquilizam e, em 10 de fevereiro de 1840, eles se casam.

6- “The Queen’s Husband”/”O Marido da Rainha”

Victoria e Alberto estão felizes casados. No entanto, Victoria teme que ela morra no parto, como sua prima, a princesa Charlotte, cuja morte levou a Victoria a herdar a coroa. A empregada da senhora dá-lhe conselhos (inúteis) para evitar a gravidez. Victoria dá um favor com seu tio, o duque de Sussex, que é incapaz de apresentar sua esposa no tribunal, porque seu casamento morganático violou a Lei de Matrimônios Reais de 1772. Embora sua esposa fosse filha de um conde, ela não era de nascimento real. Victoria usa seu critério para torná-la a Duquesa de Inverness e recebe-a no tribunal. Um grupo abolicionista pede a Victoria que abra sua reunião de Londres, realizada em junho de 1840. Ela diz que apoiará publicamente a causa, mas não consegue abri-la por causa de sua posição. Príncipe Alberto, em vez disso, se oferece para dar um discurso contra a escravidão, um assunto que ele sente fortemente. Seu discurso é considerado um grande sucesso para ele.

7- “The Engine of Change”/”O Motor da Mudança”

Victoria, grávida de seu primeiro filho, tem medo desesperado de morrer no parto. Sua mãe insiste que ela se abstenha de assuntos de estado e descanse em tempo integral. Os ministros pedem a Victoria para escolher um regente no caso de morrer no parto, mas o bebê sobrevive. Ela insiste em Alberto como regente, o que encoraja os conservadores. No entanto, Sir Robert Peel acredita que Alberto pode ser influenciado e o apoia como regente. Alberto se interessa pela construção da ferrovia para melhorar a Grã-Bretanha, um projeto que Victoria o desencoraja de prosseguir. Sir Robert leva Alberto para montar em sua locomotiva, o que a enfurece. Alberto, no entanto, insiste que ele tem alguma influência em seu novo país, enquanto ela se preocupa de que fazer isso poderia minar sua própria autoridade como rainha. No entanto, Victoria bravamente se aventura a dar uma volta na locomotiva, o que ela considera emocionante.

8- “Young England”/”Jovem Inglaterra”

Victoria grávida insiste em ir para passeios de transporte diários para cumprimentar seus assuntos. O tio de Victoria, o Duque de Cumberland, agora o Rei de Hanover, retorna à Inglaterra e diz com raiva que o povo britânico não aceitará um alemão como regente em caso de morte no parto. Ele ameaça com insinuações. Em 10 de junho de 1840, Edward Oxford tenta assassinar Victoria durante um passeio de carruagem, mas falha. Cumberland, que é o primeiro a entrar no trono se Victoria morrer, é culpado, mas nega qualquer envolvimento. Oxford acaba por ser inepto de qualquer maneira, pois suas armas não estavam carregadas na época. Ele é declarado não culpado por insanidade e enviado a um asilo lunático. Em 21 de novembro de 1840, Vitória dá à luz uma menina saudável, também conhecida como Vitória, sem complicações.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site http://www.cyncardoso.com.br/wp-content/uploads/2017/12/blog-cyncardoso-cultura-pop-cinema-series-vitoria-a-vida-de-uma-rainha-gnt-jenna-coleman através de pesquisa na internet.
*As informações sobre os episódios da 1ª temporada de “Vitória: A Vida de Uma Rainha” retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Victoria_(s%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o)#1.%C2%AA_temporada_(2016) através de pesquisa na internet.
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BEDA | Batata Rápida

Receita mais que rápida para não desfalcar as publicações do BEDA…

Batata rápida

Lave as batatas, corte em tiras finas, mantendo-as unidas na parte inferior (não aprofunde os cortes).

Faça uma pasta de manteiga e os temperos e especiarias de sua preferência (alho, ervas finas, sal, azeite, queijo parmesão ralado, etc).

Besunte a batata com a manteiga temperada e leve ao forno 240° por aproximadamente 30 minutos.

*A imagem ilustrativa deste post criei no Canva.
*A receita e a imagem ilustrativa retirei do Facebook.
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BEDA | TAG da Verdade

Hora de responder a mais uma tag para o BEDA…

Tag da Verdade

1 – Você sai na rua de cara limpa? Você se maquia todos os dias?

Saio de casa de cara limpa diariamente. E com certeza não me maquio todos os dias, até esqueço desse detalhe, quando lembro passo manteiga de cacau ou brilho nos lábios e nada mais.

2 – Você faz academia? Já faltou a academia por preguiça?

Não frequento academia há bastante tempo, atualmente a atividade física que mais atende as minhas necessidades é o pilates. E, com certeza, já faltei a academia e também ao pilates, por preguiça.

3 – Quantos minutos por dia você gasta para se arrumar (banho + cabelo + make + roupa + sapato)? Seu namorado reclama?

Sou relativamente rápida ao me arrumar para sair e procuro já deixar tudo organizado para esse momento e assim evito falatório do meu namorado ou de quem convive comigo.

4 – Você passa hidratante corporal e protetor solar facial religiosamente todos os dias?

Ixi… nem me lembro de usar hidratante corporal ou protetor solar (só uso mesmo quando vou a praia/piscina). Um erro, eu sei!

5 – O que você faz quando está num evento e o sapato machuca o seu pé?

Tiro o sapato, sem nem pestanejar. Sou muito prática nesse sentido.

6 – Já aconteceu da sua roupa manchar, rasgar ou sujar durante um evento? O que você fez?

Olha, já aconteceu sim e passei aperto, mas tudo se resolveu com um kit costura que tinha no banheiro do evento. Quanto a mancha ou sujeira, não me importo muito, nada que não possa ser resolvido depois em casa com os produtos adequados.

7 – Já dormiu maquiada alguma vez na sua vida?

Oh… sempre que uso maquiagem a noite e chego alterada da balada durmo sem tirar a maquiagem… confesso meu erro.

8 – Qual a cor de batom que você nunca teria coragem de usar?

Essas cores muito extravagantes que vira e mexe são lançadas, sou bem básica e normalmente uso batom no tom da minha boca, brilho labial ou manteiga de cacau.

9 – Já sabotou sua dieta e se arrependeu?

Sabotar a dieta isso acontece com frequência, já me arrepender, isso não acontece muito pois, tenho plena consciência dos meus atos alimentares.

10 – Já fez alguma maquiagem que deu errado ou ficou esquisita e só percebeu nas fotos?

Nossa… precisei fazer uma varredura na minha mente, mas graças aos bons profissionais que sempre contrato para me maquiar nunca passei por esse aperto. Procuro sempre me cercar de bons maquiadores para não correr o risco de ficar esquisita nas fotos/vídeos.

*A imagem ilustrativa deste post criei no Canva.
*A tag “Da Verdade” retirei do blog http://www.contatudocacau.com/2015/04/vem-blogueira-21-tags-para-responder.html através de pesquisa na internet.
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Cirurgia Plástica Reparadora – Quando as próteses mamárias devem ser trocadas?

Desde todos esses últimos eventos com minhas próteses mamárias (seroma pós cirúrgico; rotação; ruptura; substituição) surge aquela dúvida: quando elas devem ser trocadas?

Conversei bastante com a Dra. Larissa, a cirurgiã responsável pelas minhas cirurgias plásticas reparadoras desde 2014 e o posicionamento dela não difere muito do que pesquisei sobre o tema na internet e postarei abaixo…

Mas lógico que todas essas informações não descartam a orientação médica especializada!

Quando as próteses mamárias devem ser trocadas?

As cirurgias de revisão de prótese mamária podem ser realizadas quando há o desejo de mudança de tamanho ou insatisfação com o resultado, mas são realmente indicadas quando há o rompimento da prótese ou outras complicações, como contratura capsular, ptose mamária, mau posicionamento e rotação do implante

As próteses mamárias têm prazo de validade e precisam ser trocadas caso apresentem rompimento. Segundo alerta Alexandre Piassi Passos, cirurgião plástico do Hospital Sírio-Libanês e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, elas têm garantia de fábrica de dez anos, mas não se sabe ao certo qual sua durabilidade total. “Muitas vezes, o implante continua íntegro depois de uma década”, explica o especialista. Ele lembra, porém, que a própria interação entre o organismo e a prótese pode causar um desgaste natural desta.

Por isso, na opinião do especialista, a paciente precisa estar bem-informada quando decidir colocar uma prótese mamária, já que é necessário realizar exames periódicos para averiguação do estado das próteses e, caso seja necessário, trocá-las caso haja um rompimento. “As próteses mamárias não são eternas. Para monitorar a integridade dos implantes, há um protocolo que recomenda que as pacientes realizem ressonâncias magnéticas com 3, 5, 7 e 10 anos após o implante. A ressonância detecta 95% dos casos de ruptura nas próteses”, esclarece.

A chamada revisão – ou troca de implante – pode acontecer por diversos motivos. “Não é necessariamente uma complicação; pode ser apenas porque a paciente não gostou do resultado, ou porque quer mudar o volume da mama”, informa o médico. Mas, se a finalidade da revisão for sanar algum problema, ela não deve ser feita preventivamente. “Deve-se esperar e só realizá-la se algum problema acontecer”, tranquiliza o cirurgião.

De acordo com ele, os implantes mais modernos, de 5ª geração, já não oferecem tantos riscos à saúde como antes, pois são feitos de gel medicinal sem a toxicidade dos silicones de uso industrial, além de outros avanços tecnológicos. “A ruptura do implante é habitualmente pouco danosa à saúde da paciente, porque hoje ele não é tão líquido quanto antes, o que minimiza o seu vazamento”, garante Passos.

O cirurgião explica que a ruptura, se ocorrer, conta ainda com uma “barreira extra”, produzida pelo próprio organismo, que naturalmente cria uma cápsula fibrótica para isolar o implante do organismo. Essa cápsula ajuda a “conter” o silicone, caso haja rompimento da prótese. Chame-se de ruptura intracapsular e ocorre em 90% dos casos, explicando, muitas vezes, a não mudança estética das mamas, mesmo com implantes rotos.

Intercorrências – Passos afirma que uma das intercorrências mais comuns nos implantes mamários é a chamada contratura capsular, que ocorre quando essa cápsula natural que o organismo cria ao redor do implante torna-se muito espessa. “É como se o organismo quisesse empurrar o implante para fora, em um processo de inflamação crônica natural”, explica. Nesses casos, a mama enrijece e é necessário substituir a prótese.

Entre os sinais que servem de alerta às mulheres que colocaram próteses estão mudanças estéticas na mama, endurecimento da região e dor. Nesses casos, o ideal é procurar o médico para descobrir se há algum problema.

A revisão também pode ser provocada por ptose mamária (aspecto de mama caída), mau posicionamento e rotação do implante – que pode ocorrer involuntariamente – infecções, seroma (acúmulo de líquido) e rippling (quando são visíveis ondulações no implante). Eventualmente, exames de mamografia também podem contribuir para o rompimento do implante, mas não devem ser negligenciados.

“Mas se houver uma boa indicação cirúrgica, a escolha de um implante de qualidade, o acompanhamento profissional especializado e se a paciente for bem-informada sobre as implicações do procedimento, as chances de sucesso são muito grandes”, conclui o especialista.

Sobre Alexandre Piassi Passos
Alexandre Piassi Passos é cirurgião-plástico do Hospital Sírio-Libanês, formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. É Mestre e Doutor em Cirurgia Plástica, pela USP-SP. Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS), Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC). É o atual Presidente da ACPUSP (Associação dos Cirurgiões Plásticos da USP) e Assistente Doutor da Disciplina de Cirurgia Plástica da USP.
*A imagem ilustrativa deste pot retirei do site https://www.fotosantesedepois.com/quando-trocar-a-protese-de-silicone/ através de pesquisa na internet.
*As informações sobre “Quando as próteses mamárias devem ser trocadas?” retirei do site https://www.maxpress.com.br/Conteudo/1,625034,Quando_as_proteses_mamarias_devem_ser_trocadas_,625034,9.htm através de pesquisa na internet.
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Sete anos depois…

E lá se foram 7 anos…

Sim, 7 anos passaram rapidinho!

Mas quando coloco tudo no papel, são tantas coisas e aí dá para entender porque o tempo passou voando.

E sempre que paro para pensar em tudo que fiz até hoje, tudo o que conquistei – a autoestima elevada, os contornos corporais ajustados, o guarda roupa renovado, os quilos eliminados, o quanto minha qualidade de vida nesses 7 anos mudaram, fico mais do que feliz por isso.

Feliz, mas não satisfeita, pois ainda há muita coisa a se fazer por aí.

Pensando bem, 7 anos foram poucos perto de todas as amigas de grampo que conquistei, todo apoio familiar, todo aprendizado que foi conquistado ao longo desse tempo, todas as aventuras que vivi,  todas as comemorações, todos os profissionais de saúde envolvidos, todos os quilos eliminados, todos os post’s escritos, todos os momentos, toda superação. Tudo.

Podiam ter sido 7 anos mais simples, mas não sou assim. Foram 7 anos com a minha cara, com as minhas dificuldades. 7 anos de batalhas também. 7 anos que vezes foram fáceis e muitas vezes não foram. 7 anos que aprendi a cuidar mais de mim, descobri uma “nova” eu, com novas manias e novos medos.

7 anos de mudança, 7 anos!

E que assim seja até o tempo que tiver de ser...

E mais nada…

P.S.1.: Os relatos do meu primeirosegundoterceiro, quartoquinto e sexto ano pós redução de estômago vocês podem ler nos link’s acima…

P.S.2: Meu antes/depois em fotos…

P.S.3: Minha evolução de perda de peso…

EVOLUÇÃO DE PERDA DE PESO

Peso inicial (Kg): 110
Peso atual (Kg): 71
Altura (m): 1.59
Data da cirurgia: 09/08/2011

Excesso Inicial (Kg): 46,80
IMC Inicial (Kg/m2): 43,51
Excesso Atual (Kg): 7,80
IMC Atual (Kg/m2): 28,08
Excesso de peso eliminado (Kg – %): 39 – 83,33

Cronograma de evolução prevista
1º mês (15-20%): 102,98 – 100,64
2º mês (25-30%): 98,30 – 95,96
3º mês (30-40%): 95,96 – 91,28
6º mês (45-55%): 88,94 – 84,26
9º mês (55-65%): 84,26 – 79,58
12º-18º mês (65-85%): 79,58 – 70,22

Software Cálculo da Evolução da Perda de Peso
Grupo Redução de Estômago – Facebook.
Desenvolvimento de Marcio Leal
Colaboração André Schleich
Referências técnicas Dra. Jacqueline Rizzolli (C.O.M. – PUCRS)
*As fotos ilustrativas deste post foram feitas por Janaína Ferreira.
*A montagem com minhas fotos de antes/depois retirei do meu arquivo pessoal.
*A “Evolução da Perda de Peso” retirei do software https://mrleal.github.io/bariatrica através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 100 filmes | Um filme que o segundo tenha sido melhor que o primeiro

Continuando…

Um filme que o segundo tenha sido melhor que o primeiro

MIB – Homens de Preto 2 (Men in Black II) é um filme estadunidense, do ano de 2002, dos gêneros ação e ficção científica, dirigido por Barry Sonnenfeld. É a continuação do filme Men in Black. O filme contém uma participação de alguns minutos do Rei do Pop, Michael Jackson.

O filme de aventura bizarra e ação retornou em 2002 trazendo os mesmos personagens, Jay e Kay, na missão de combater uma invasão extraterrestre. A continuação é considerada mais divertida que a original e dá muito mais destaque para Will Smith.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O trailer “MIB – Homens de Preto 2” retirei do site https://youtu.be/YR-YzvWcTAk através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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BEDA | O Poder do Hábito: Por Que Fazemos o Que Fazemos na Vida e nos Negócios

Esse livro foi indicação da minha terapeuta (numa das nossas últimas sessões) e assim que comecei a leitura já me identifiquei e devorei as páginas do livro rapidamente, pois a leitura é muito fácil, bem didática… também pesquisei a respeito do livro na internet, li algumas resenhas e comecei a escrever este post mas ele acabou ficando nos rascunhos do blog (empoeirando como livro na estante da biblioteca) aí com esse desafio do BEDA resolvi postá-lo e assim tirar um pouco da poeira da categoria livro…

Você já leu o livro O poder do Hábito? Deixe um comentário!

10 lições do livro O Poder do Hábito de Charles Duhigg

Por 

O Poder do Hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios, de Charles Duhigg (Editora Objetiva), é um daqueles livros que faz cair várias crenças e descortinar uma nova perspectiva para as suas escolhas. Muito popular em todo o mundo, o livro explica, com base em diversas teorias, inclusive da neurociência, sobre como surgem os hábitos em nossas vidas, qual o poder que eles têm nas nossas decisões e como efetivar a mudança consciente de hábito.

O livro é bastante abrangente ainda quando se refere ao mundo dos negócios e ao comportamento do consumidor, quando as empresas manipulam os hábitos sem que nem percebamos – o autor até utiliza exemplo de grandes corporações para ilustrar as suas teorias. Repleto de grandes lições e ensinamentos, o livro possui ainda um guia de ideias, que ajuda o leitor a colocar estes aprendizados na prática, em seu cotidiano.

Separamos 10 lições que podem ser aprendidas com a leitura de O poder do hábito. Confira!

1) OS HÁBITOS FUNCIONAM EM UM LOOPING PREVISÍVEL

Tudo o que você faz repetidamente e em um padrão específico na sua vida se torna um hábito. Para o cérebro, é mais fácil compreender padrão já existentes do que criar comportamentos e mecanismos novos. Assim, os hábitos surgem porque o cérebro está o tempo todo procurando maneiras de poupar esforço. Afinal, seria um esforço muito grande criar novos hábitos todos os dias para tudo aquilo que você faz, além de ser inviável e conflitante. Desta forma, uma vez que você adquire um hábito, ele não desaparece (mas pode ser mudado.

A todo momento você faz escolhas. A rotina faz com que utilizamos estas escolhas e atitudes em outras situações, mesmo que não tenhamos consciência disso necessariamente. O loop do hábito está, conforme o autor, em uma “deixa” – um estímulo para o cérebro identificar escolhas similares anteriormente executadas e que podem ser válidas na nova situação – a “rotina” – é quando esta ação se torna frequente no seu cotidiano, e desta forma, não sentimos mais frustrados com escolhas desconhecidas – e “recompensa” – um estímulo que contribui para o cérebro memorizar determinada ação para um loop futuro. Veja que os hábitos têm uma função importante: de facilitar os mecanismos do cérebro.

2) A IMPORTÂNCIA DA ROTINA

Se você tem o hábito de acender as luzes antes de entrar em casa ou de lavar as mãos antes de comer, estes hábitos já estão na sua rotina, e necessariamente, no seu cérebro (para sempre). Imagine quantos hábitos possuímos e como a nossa rotina é repleta de comportamentos automáticos. Em muitos casos, temos hábitos muito antigos e resistentes, que só podem ser combatidos por novos hábitos, e também por novas rotinas. A chave de tudo está na rotina: assim que você adquire um novo hábito e o insere na rotina, ele se torna tão automático quanto aquele hábito antigo e muitas vezes nocivo.

Se você é sedentário e quer mudar seus hábitos de saúde, por exemplo, basta inserir na sua rotina algumas horas de exercícios semanais e um novo cardápio. No começo haverá estranhamento. Depois você sabe que duas vezes por semana tem que se exercitar e que todos os dias tem que consumir determinados tipos de alimentos. Depois nem pensa mais sobre o estranhamento e entra no automático.

3) AS PESSOAS PODEM MUDAR AS SUAS VIDAS

O livro traz algumas histórias de pessoas que trocaram os hábitos limitantes e nocivos (assim como também ajustaram as suas crenças) e mudaram drasticamente a sua vida para melhor. Deixaram para traz anos de frustração e desânimo, superando até mesmo a prostração, a depressão e outros condicionantes. E não pense que mudar a sua vida do avesso requer muito tempo: muitos levam meses ou semanas para mudar aquilo que não conseguiram em anos.

4) MUDANDO OS HÁBITOS VOCÊ MUDA DIFERENTES ÁREAS DE SUA VIDA

É muito surpreendente o quanto um pequeno hábito pode interligar diferentes áreas da vida: relacionamentos, trabalho, saúde, amizades, lazer, metas, sonhos, etc. O exemplo do livro fala da história de Lisa, que de obesa, fumante, consumidora recorrente de álcool, em um relacionamento desgastado, comum currículo ruim e com uma dívida pessoal enorme, se tornou uma corredora de maratona, esbelta, saudável, feliz com sua vida profissional, com mestrado e casa própria, e dedicada a viajar mais e conhecer lugares que nunca tinha ido. O hábito que ocasionou uma mudança drástica foi ter parado de fumar – isso a levou a novas escolhas e a novos hábitos. Tudo em um curto período de tempo.

5) OS NOVOS HÁBITOS MUDAM O SEU CÉREBRO

Os novos hábitos causam novas sinapses cerebrais e alteram todos os mecanismos do cérebro. Mudar os hábitos é algo muito saudável. Usando o modelo apresentado pelo autor – deixa, rotina e recompensa – há uma regra de ouro na mudança de hábito: utilize a mesma deixa, a mesma rotina e a mesma recompensa se quiser uma nova atitude seja um novo hábito.

6) FIQUE DE OLHO NOS CHAMADOS HÁBITOS ANGULARES

O autor chama a atenção para os hábitos angulares, que são “hábitos mestres”, capazes de desencadear uma série de reações no modo da pessoa organizar sua própria vida. Já falamos do exercício físico mais acima: inserindo atividades físicas na vida sedentária, a pessoa passa a comer melhor, aumenta a sua autoestima em relação ao seu próprio corpo, ela passa a fazer escolhas mais assertivas quanto ao seu estilo de vida, ficam mais confiantes para se relacionar melhor com as outras pessoas, tem mais disposição e aumenta a produtividade, etc.

Identificando e mudando estes tipos de hábitos, a transformação é ainda mais rápida. Duhigg diz que não está completamente claro porque isso ocorre, mas que um hábito mestre propaga mudanças significativas em todos os aspectos da vida.

7) O PODER DA FORÇA DE VONTADE

A pessoa está no centro da mudança que quer ver em sua vida. Se você quer uma vida diferente deve mudar seus hábitos e ter força de vontade para isso. Ninguém pode fazer isso por você a não ser você mesmo. Uma decisão positiva se torna um hábito automático, assim como uma decisão negativa. O autor diz que a força de vontade é um dos hábitos angulares mais poderosos, se não o mais poderoso.

A força de vontade é como se fosse um músculo – assim como você tem nos seus braços e pernas, que o impulsionam para a frente. A força de vontade deve ser exercitada assim como um músculo, para que a pessoa assuma a posição de criadora da sua própria realidade.

8) PONTOS DE INFLEXÃO

Trata-se de acontecimentos que surgem e fazem com que as pessoas deixem de executar os hábitos automáticos. A falta de disciplina, por exemplo, pode ser um exemplo de ponto de inflexão, pois por mais que uma pessoa quer mudar seus hábitos, a distração, a postergação, a procrastinação e outras atitudes colocam em xeque as suas intenções. Neste caso, a força de vontade deve ser mais presente que a inflexão na rotina, para assim criar hábitos mais positivos.

9) TODO HÁBITO PODE SER MUDADO

Por mais que a situação seja difícil, todo hábito pode ser mudado. Até mesmo quando os hábitos envolvem vícios – como é o caso de alcoólatras e outros dependentes químicos – ou quando é preciso levar uma vida diferente em decorrência de uma tragédia pessoal, sempre é possível alterar seus hábitos de modo positivo. E para mudar um hábito, basta que você decida mudá-lo. Consciência e autorresponsabilidade fazem toda a diferença!

10) A IMPORTÂNCIA DA FÉ E O PODER DO HÁBITO

Ter fé no processo, na possibilidade da mudança, é acreditar em si, em algo maior e até mesmo no próprio processo de mudança de hábito. A fé é um recurso que alavanca os hábitos e que traz transformações.

Imagens: Pinterest.

*A imagem ilustrativa deste post criei no Canva.
*As “10 lições do livro O Poder do Hábito de Charles Duhigg” retirei do site http://www.fragatha.com.br/site/10-licoes-do-livro-o-poder-do-habito-de-charles-duhigg/ através de pesquisa na internet.
*Este é um post do BEDA! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Vitória: A Vida de Uma Rainha (Victoria)

É notória minha atua preferência por assistir seriados baseados nas histórias da aristocracia ou monarquia britânica e quando vi anunciado o especial Realeza no GNT não pude deixar de assistir a primeira e a segunda temporada desse seriado que relata a história da monarca mais importante do Reino Unido, a rainha Victoria.

A série que mostra seu reinado a partir da chegada ao trono, aos 18 anos, e seu relacionamento com o primeiro-ministro Lord Melbourne (Rufus Sewell) e o casamento com o príncipe Albert (Tom Hughes).

Aproveitei também para pesquisar informações na internet e já preparar post com a guia de episódios que virão a seguir nas postagens aqui no blog.

Vitória: A Vida de Uma Rainha (Victoria)

Victoria é uma série de televisão britânica criada por Daisy Goodwin e protagonizada por Jenna Coleman. A série foi anunciada em setembro de 2015 quando Coleman decidiu deixar Doctor Who para assumir o papel da Rainha Vitória.

Victoria estreou em 28 de agosto de 2016 na ITV. A primeira temporada consiste em oito episódios e terminou em 9 de outubro de 2016. Em setembro de 2016, a ITV renovou Victoria para uma segunda temporada, seguida por um especial de Natal, ambos definidos para ir ao ar em 2017.

Premissa

A primeira temporada retrata os primeiros anos do reinado da Rainha Vitória, interpretada por Jenna Coleman, de sua ascensão ao trono na idade de dezoito anos, a sua intensa amizade e paixão com Lorde Melbourne, seu namoro e casamento com o Príncipe Alberto (interpretado por Tom Hughes) e finalmente para o nascimento de sua primeira filha, Vitória. A segunda temporada seguirá as lutas de Vitória na gestão de seu papel como rainha com o de seus deveres para com seu marido e filhos.

Música

A música tema é de Martin Phipps, cantada pelo grupo Mediæval Bæbes. Phipps também escreveu e fez a música incidental para os primeiros episódios. Para episódios posteriores, o papel do condutor foi executado por Ruth Barrett. A trilha sonora oficial da primeira temporada foi lançada em 12 de janeiro de 2017.

Filmagens

Na maioria das vezes, a série foi gravada em Yorkshire. Os interiores do Castle Howard dublaram o Palácio de Kensington, Harewood House dublou o Palácio de Buckingham, junto com Bramham Park e Wentworth Woodhouse, também sendo usados para ambas as residências reais. Carlton Towers foi usado como o Castelo de Windsor, enquanto Beverley Minster substitui a Abadia de Westminster. Outros locais incluem Wentworth Woodhouse, Castelo de Allerton, Newby Hall e o píer de Whitby. A Igreja Fenton Studios, um hangar de aviões convertido perto de Selby, foi usada para recriar alguns dos interiores do Palácio de Buckingham.

Atriz de Doctor Who sofre para conseguir o papel da rainha Vitória em série de TV

LUCIANO GUARALDO

Lançada em agosto de 2016, a série Vitória: A Vida de Uma Rainha conta a trajetória daquela que é considerada a monarca mais importante da história do Reino Unido, governado por ela durante quase 80 anos, de 1837 até a virada do século 20. Para assumir o papel, a atriz Jenna Coleman batalhou bastante: fez aulas de valsa, piano e montaria. Em compensação, teve acesso aos diários pessoais de Vitória, até mesmo às páginas proibidas ao grande público.

Acostumada às aventuras espaciais da ficção científica Doctor Who, na qual interpretou a destemida Clara Oswald, Jenna teve de voltar no tempo para entrar no clima do século 19. Roupas de época e cenários suntuosos viraram rotina para a atriz, que até foi considerada bonita demais para interpretar Vitória.

Mas os perrengues não acabaram na preparação para o papel: Jenna teve de usar lentes de contato azuis durante toda a gravação, já que seus olhos são naturalmente castanhos. E uma cena em particular precisou ser refeita 50 vezes – tudo por causa de um pássaro enxerido que insistia em atrapalhar.

Inicialmente prevista para ser uma minissérie de oito episódios, a produção fez tanto sucesso que ganhou uma segunda temporada e já foi renovada para uma terceira. Exibidos com exclusividade no GNT Play, os dois anos da série estão disponíveis no Now, sem custo adicional, para assinantes da Net e da Claro TV. São uma bela pedida para quem gostou de The Crown.

Confira cinco curiosidades sobre Vitória: A Vida de Uma Rainha:

Jenna precisou aprender conceitos básicos de piano para interpretar a rainha britânica Vitória

Esforço monárquico

Para interpretar a monarca, Jenna Coleman teve uma preparação digna de realeza. Em quatro semanas intensas de laboratório, aprendeu a cavalgar, a dançar valsa e a tocar sinfonias de Beethoven no piano. “É um desafio, mas é muito divertido! Ela é uma das personagens mais fascinantes da história do Reino Unido e eu estou adorando interpretá-la”, empolgou-se a atriz, em entrevista ao Daily Mail.

Jenna (em cena com Tom Hughes) usou lentes de contato azuis para ocultar olhos castanhos

Bonita demais?

Apesar de todo o esforço, alguns espectadores da série ainda detonaram a escolha de Jenna Coleman para interpretar Vitória. E não foi uma crítica ao talento dela. Segundo parte do público inglês, a atriz é bonita demais para viver a rainha, que ficou conhecida por ter uma aparência muito comum.

“Certamente, Jenna é bela demais para ser Vitória. Ela não era exatamente estonteante, era?”, alfinetou June Bernicoff, estrela do reality show Gogglebox. Além de se “enfear” um pouco, Jenna precisou usar lentes de contato azuis para representar fielmente a cor dos olhos da rainha.

Leitura de diários pessoais da rainha fizeram Jenna perceber que Vitória era muito solitária

Diários liberados

Tanta dedicação também rendeu algumas regalias para Jenna: ela teve acesso aos diários escritos pela própria rainha. Parte deles estão disponíveis ao público britânico pela internet, mas a atriz conseguiu ler até mesmo algumas das passagens “bloqueadas” ao grande público.

A leitura, disse ela ao jornal Daily Mirror, foi fundamental para entender Vitória. “Você sente melhor como era o ritmo cotidiano dela. São pequenas observações que ajudam a compor o cenário completo. Por exemplo, ela tomava café da manhã sozinha. O trono pode ser um lugar muito solitário”, analisou.

Jenna e Tom na cena em que Albert pede Vitória em casamento: um pássaro atrapalhou tudo

Pedido infernal

Em um dos momentos mais românticos da série, o príncipe Albert (Tom Hughes) pede Vitória em casamento. Para os atores, porém, a cena não teve nada de apaixonante. “A gravação foi um pesadelo. Um pássaro estava no teto e, toda vez que eu fazia o pedido, ele começava a piar, uns barulhos insuportáveis. Tivemos que tentar umas 50 tomadas até que desse certo”, contou Tom Hughes ao site Express.

Tom Hughes e Jenna Coleman sem os figurinos: romance da ficção migrou para a vida real

Entre tapas e beijos

Vitória e Albert tiveram uma relação tumultuada, representada na série em muitas brigas do casal real. Para fazer jus às cenas, Jenna e Tom criaram uma dinâmica especial: “Quanto mais rápido a gente gravava, melhor o resultado. Quase não tinha ensaio, a gente pegava o roteiro e fazia. Para ter o fogo, o calor do momento, você precisa de espontaneidade”, revelou a atriz ao Mirror.

A química dos dois atores deu tão certo que o romance da ficção migrou para a vida real: eles assumiram o romance e estão morando juntos desde setembro de 2016.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site http://www.cyncardoso.com.br/wp-content/uploads/2017/12/blog-cyncardoso-cultura-pop-cinema-series-vitoria-a-vida-de-uma-rainha-gnt-jenna-coleman através de pesquisa na internet.
*As informações sobre o seriado retirei do site https://pt.wikipedia.org/wiki/Victoria_(s%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o) através de pesquisa na internet.
*As informações e imagens “Atriz de Doctor Who sofre para conseguir o papel da rainha Vitória em série de TV” retirei do site https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/series/atriz-de-doctor-who-sofre-para-conseguir-o-papel-da-rainha-vitoria-em-serie-de-tv-18325 através de pesquisa na internet.
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BEDA | Bolo de Palha Italiana

E vamos ter receita no BEDA aproveitando para tirar o post dos rascunhos e torcendo para alguém fazer o bolo e me convidar para saboreá-lo…

Bolo de Palha Italiana

Bolo de palha italiana

Ingredientes

. 2 xícaras (chá) de açúcar
. 4 ovos (claras e gemas separadas)
. 3/4 de xícara (chá) de óleo
. 3/4 de xícara (chá) e 5 colheres (sopa) de achocolatado
. 3/4 de xícara (chá) de água morna
. 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
. 1 colher (sopa) de fermento em pó
. 100 ml de água
. 3 colheres (sopa) de açúcar
. 4 latas de leite condensado
. 2 pacotes de biscoito maizena, triturado
. 2 colheres (sopa) de margarina
. 200 g de chocolate granulado

Modo de preparo

1. Prepare a massa: bata 2 xícaras (chá) de açúcar com as gemas, depois adicione o óleo, 3/4 de xícara (chá) de achocolatado dissolvido na água morna e por último a farinha.

2. Bate bem a massa, retire da batedeira e junte as claras batidas em neve.

3. Misture delicadamente e acrescente o fermento em pó.

4. Leve para assar em forma untada e enfarinhada em forno, preaquecido, aos 180 ºC.

5. Prepare o recheio/palha italiana branca: em uma panela misture 2 latas de leite condensado e um pouco de manteiga para nao grudar . Misture tudo em fogo baixo até o ponto de brigadeiro, quando você consegue ver o fundo da panela. Desligue o fogo e acrescente metade do biscoito maizena.

6. Desenforme o bolo e divida ao meio. Faça furos no bolo com um garfo e coloque o recheio.

7. Prepare a calda/palha italiana preta: em uma panela misture 2 latas de leite condensado, 2 colheres de chocolate em pó e um pouco de manteiga para nao grudar . Misture tudo em fogo baixo até começar a ferver. Desligue o fogo e acrescente o restante do biscoito maizena.

8. Cubra o bolo e polvilhe com o chocolate granulado.

*A imagem ilustrativa deste post criei no Canva.
*A imagem e informações acima retirei do WordPress http://poloandme.com/2013/06/01/bolo-de-palha-italiana/ através de pesquisa na internet.
*Este é um post do BEDA! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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