Litíase renal

Após mais uma infecção urinária, desta vez branda, o urologista que me acompanha há alguns anos achou prudente repetir a ultrassonografia das vias urinárias, pois o último já tinha um tempinho (fiz quando tive uma crise fortíssima de cálculo renal)…

Com o pedido em mãos aguardei vaga com o médico que ele sugeriu que eu fizesse o exame, mas como a clínica ainda não tem convênio com a Unimed Juiz de Fora fiz o exame com a Dr. Humberto, na Clínica Hollanda (médico com quem já faço todos os meus ultrassons e com quem já estou acostumada)…

Exame marcado, fiz o preparo indicado pela clínica (tomar 2 copos de água 2 horas antes do exame e manter a bexiga cheia até a realização do exame) e com o resultado em mãos não poderia deixar de pesquisa informações na internet e compartilhar aqui no blog…

Claro que eu já sabia da existência das “pedras” nos rins… a informação que foi atualizada foi referente as medidas… agora irei retornar ao urologista e saber quais passos daqui pra frente…

Litíase renal

Sintomas, tratamentos e causas

O que é cálculo renal?

cálculo renal ou pedra nos rins forma-se através da cristalização e nucleação de algumas substâncias da urina como o cálcio e o ácido úrico. A litíase renal ou urolitíase pode afetar apenas um rim (litíase renal à esquerda ou litíase renal à direita) ou então afetar os dois rins (litíase renal bilateral ou nefrolitíase bilateral).

Esta patologia é uma das doenças mais frequentes do trato urinário, sendo mais comum nos homens e em idades entre os 30 e os 50 anos. Nos países desenvolvidos a litíase urinária pode estar presente em 20% da população.

Apesar dos cálculos renais (“pedras” no rim) serem os mais frequentes, também podemos encontrar cálculos no uréter, na bexiga ou mesmo na uretra.

Sintomas

Os sinais e sintomas mais comuns do cálculo renal são:

  • desconforto ou dor lombar (“dor ao fundo das costas”) unilateral: frequente;
  • presença de sangue na urina (também conhecido por hematúria), visível a olho nu (hematúria macroscópica) ou apenas identificado em exame à urina (hematúria microscópica): frequente;
  • saída de “areia litiásica” durante a micção: pouco comum;
  • infeções urinárias recorrentes (ou de repetição): variável consoante o tipo de cálculo.

Nos casos de litíase milimétrica ou microlitíase, os sintomas iniciais são muitas das vezes imperceptíveis, e o diagnóstico em exames realizados durante o estudo de outras patologias.

cólica renal é um quadro clínico específico que surge quando um dos cálculos que se encontrava no rim provoca obstrução do trajeto da urina, provocando dilatação do sistema excretor renal. Esta dilatação e os mecanismos que o organismo utiliza para vencer essa obstrução provocam uma dor característica, localizada na região lombar (nas costas, na zona das últimas costelas), de grande intensidade, oscilante (vai e vem) e que não alivia com o repouso nem é provocada pelo movimento. Algumas mulheres referem ser uma dor tão ou mais intensa que a dor do parto.

Em alguns casos podem também surgir náuseas, vômitos e sangue na urina. À medida que a pedra vai descendo do rim para a bexiga (ao longo do uréter) a dor tem tendência a “vir para a frente” e começar a ser referida mais ao fundo do abdômen (hipogastro e fossa ilíaca) ou mesmo a irradiar para a região genital. Os primeiros episódios de cólica renal normalmente necessitam de avaliação e tratamento no serviço de urgência.

Causas

As causas para a formação do cálculo renal podem ser divididas em vários grupos, a saber:

  • Excesso de solutos (substâncias que precipitam na urina) como o cálcio, oxalato, fosfato, ácido úrico, cistina, etc.;
  • Diminuição da ingestão de água e subsequente diminuição da quantidade de urina produzida (diurese);
  • Escassez das substâncias da urina que previnem a formação da litíase como seja o magnésio e o citrato;

As alterações anatómicas ou funcionais que condicionem estase urinária (acúmulo de urina em alguma das partes do trato urinário), a dieta, a quantidade de líquidos ingeridos, algumas doenças metabólicas e a existência de história familiar de litíase podem predispor um individuo ao desenvolvimento de cálculos urinários;

Em alguns casos é possível descobrir os fatores predisponentes, como sejam as alterações metabólicas ou anatômicas, permitindo assim uma terapia específica para estas.

Diagnóstico

diagnóstico de cálculo renal é efetuado pelo médico urologista com base na história clínica e recorrendo a exames, nomeadamente a ecografia renal e raios-x. Nalguns casos pode haver necessidade de recurso à tomografia computorizada (TC ou TAC) para melhor caracterização do tamanho dos cálculos renais e sua localização ou para o planeamento da intervenção cirúrgica.

Complicações do cálculo renal

Existem várias complicações associadas ao cálculo renal sendo que as mais frequentes são:

  • Cólica renal – quando ocorre obstrução do trajeto de saída da urina;
  • Lesão renal – quando um rim fica obstruído durante muito tempo este começa a perder a sua função progressivamente. Nalguns casos, não tratados atempadamente, pode ocorrer mesmo a perda completa da função desse rim;
  • Infeções urinárias recorrentes – alguns cálculos funcionam como nidus (“abrigo”) às bactérias, sendo assim uma fonte de infeções urinárias de repetição. A presença de uma infeção urinária associada a um rim que está obstruído constituiu uma urgência hospitalar e deverá ser avaliado por um Urologista;
  • Hematúria – presença de sangue na urina;
  • Cálculo coraliforme e infeção crônica do rim (pielonefrite xantogranulomatosa) – por vezes os cálculos renais podem ter grandes dimensões e envolver quase todo o sistema excretor do rim. Em alguns casos pode desenvolver-se uma infeção crônica e destruição progressiva do parênquima do rim, levando em último grau à perda da função do rim (insuficiência renal).

Cálculo renal tem cura?

O cálculo renal tem cura na maioria dos casos e pode ser prevenida a sua recorrência em grande parte deles. A cura pode ser tão simples como a expulsão espontânea do cálculo ou a dissolução medicamentosa (mais frequente em casos de microlitiase renal) até tratamentos mais complexos como a fragmentação extracorpórea, fragmentação intracorpórea por acesso através da uretra (fragmentação por laser, ultrassons, mecanismos pneumáticos, etc.), cirurgia percutânea, aberta ou laparoscópica.

Tratamento

tratamento dos cálculos no rim está indicado caso existam sintomas associados aos cálculos, presença de cálculos de infeçãolitíase volumosa (10-15mm), aumento progressivo do tamanho do cálculo, acesso limitado a cuidados de saúde de urgência ou consoante a escolha do doente.

Em alguns casos específicos pode ser feita medicação (ou remédios) oral para tentar dissolver o cálculo (mais frequente em cálculos de ácido úrico). Os medicamentos, por um lado, promovem um aumento do pH da urina, aumentando assim a solubilidade do ácido úrico na urina. Por outro lado, promovem a excreção de citrato, substância que dificulta a agregação dos cristais de cálcio. Infelizmente nem todos os cálculos da urina resolvem com a medicação oral, sendo necessário, por vezes, outro tipo de atitude terapêutica mais invasiva.

litotrícia é uma técnica que consiste na fragmentação das pedras (“partir as pedras em pedaços mais pequenos”). Desta forma, são criados fragmentos mais pequenos, sendo possível expelir a pedra nos rins através da urina.

litotrícia extra-corpórea tem recomendação nos cálculos renais de dimensões pequenas/médias (<2 cm) sendo uma técnica que consiste em fazer a fragmentação das pedras através de ondas de choque criadas externamente e que atravessam o corpo até chegarem ao cálculo.

Outra técnica comum é a litotrícia intra-corpórea por ureterorenoscopia: esta técnica requer a utilização de um instrumento cirúrgico (uretero-renoscópio) que é introduzido pela uretra e progredido até ao rim. Esta técnica permite a visualização de cálculos alojados no uréter e no rim através de uma câmara, possibilitando a sua fragmentação sobre visão através de laser ou outro tipo de litotritores.

Nos cálculos renais de maiores dimensões (como por exemplo no cálculo coraliforme) ou nos casos em que não se consiga tratar com litotrícia extra-corpórea ou ureterorenoscopia, existe a possibilidade de tratamento por nefrolitotomia percutânea. Esta técnica consiste em estabelecer um acesso direto ao rim através da pele (acesso percutâneo) e fragmentar os cálculos sob visão endoscópica e remover os fragmentos no mesmo tempo cirúrgico. Apesar de elevadas taxas de sucesso, esta técnica apresenta maiores riscos cirúrgicos do que as restantes abordagens descritas.

O doente não deve em caso algum automedicar-se sob pena de poder agravar o seu quadro clínico.

Cirurgia

cirurgia (ou operação) aberta ou laparoscópica é muito pouco utilizada atualmente.

A cirurgia está reservada aos casos em que as restantes alternativas terapêuticas não tiveram sucesso ou estão contra-indicadas ou nos casos em que seja necessário realizar alguma outra cirurgia, como para corrigir anomalias do trato urinário como o síndrome de Junçao uretero-pielica, estenoses ureterais extensas, malformações renais, etc.

Como prevenir o cálculo renal?

Outras medidas gerais para prevenção da litíase consistem em:

  • Evitar o excesso de sal na comida;
  • Evitar o excesso de consumo de proteínas animais (nomeadamente carnes jovens como leitão, cabrito, frango ou pato);
  • Combater o excesso de peso, praticar exercício físico;
  • Evitar o consumo de suplementos de cálcio ou vitamina C (caso não sejam necessários para tratamento de outras doenças);
  • Preferir consumo de vegetais, alimentos ricos em fibra e fruta;
  • Consoante o tipo de cálculo urinário deve-se evitar consumir em excesso alimentos ricos em oxalatos (espinafre, chá preto, chocolates e frutos secos) ou ricos em ácido úrico (carnes jovens, marisco, vísceras, etc…).

Em alguns casos podem ser identificadas alterações metabólicas específicas que promovem a formação dos cálculos. Nesta situação o seu médico poderá orientar a sua dieta e a sua terapêutica de um modo mais específico para tentar prevenir a formação litiásica.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site https://saude.umcomo.com.br/artigo/litiase-renal-tratamento-e-sintomas-28227.html através de pesquisa na internet.
*As imagens e informações acima retirei do site https://www.saudebemestar.pt/pt/clinica/urologia/pedra-nos-rins/ através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 100 Filmes | Algum filme que você considere pesado

Continuando…

Algum filme que você considere pesado

Caligula (1979) o longa conta uma clássica história da Roma Antiga, considerado o maior pornô-épico da história do cinema. O tirano Calígula usa e abusa no filme, da pior maneira possível. Cruel, doentio, bizarro e como se não bastasse, tem quase três horas de duração.

Polêmica: assassinato em massa, estupro, mutilação, gore.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O trailer do filme “Caligula” retirei do site https://youtu.be/GBGXU2cO8Tw através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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A raiz emocional de cada dor física

Noite de sexta… angustia, confusão mental, emoções a flor da pele, fora a dor física persistente…

É aí que a amiga Elaine Martins me indica esse texto para leitura…

E pah!!!

Lê aí e tire suas próprias conclusões (se quiser compartilhe-as nos comentários)…

Veja onde as dores emocionais causam dores no seu corpo

Quadro criado por psicóloga indica a raiz emocional de cada dor física.

Um autor americano disse uma vez: “O corpo é apenas um recipiente para a alma”. E essas palavras não poderiam ser mais verdadeiras. As dores emocionais resultam em sensações físicas negativas, afetando partes distintas do corpo. Nosso ser físico reflete tudo que se passa no interior da alma, na vida emocional, e das nossas experiências e sensações, sejam elas boas ou ruins.

Dores emocionais afetam corpo físico, causando desconfortos e dores

Não há como negar que as dores emocionais são sentidas fisicamente no nosso corpo em forma de desconforto, dores, tensão etc. Nosso corpo reflete as dores do nosso coração e de tudo que se passa na nossa mente. Nós carregamos o estresse da nossa vida, literalmente, nas costas, como um peso enorme que pressiona nosso corpo.

A cientista Dra. Babbel dedicou a sua vida profissional a investigar a relação das dores emocionais e o reflexo destas no nosso corpo. Ela concluiu em seus estudos que as dores da alma afetam diversas partes do nosso corpo. Tudo estaria ligado, corpo e alma.

A psicóloga elaborou um quadro que aponta onde cada dor emocional se reflete no corpo físico.

Veja quais partes do corpo físico são afetadas pelas dores emocionais

Dor de cabeça: basicamente é afetada pelo estresse, sobrecarga de trabalho e atividades, pressão e falta de tempo para o lazer e relaxamento.

Dor no pescoço: falta de flexibilidade, intolerância e teimosia.

Dor e sensação de peso nos ombros: muita negatividade, olhar negativo para as experiências vividas, pressão para tomar decisões.

Dor nas costas: carência afetiva, não se sentir amado, segurar sentimentos e não expressar emoções.

Dor na região lombar: problemas financeiros, instabilidade relacionada a dinheiro ou emprego, dificuldades econômicas.

Rigidez nos cotovelos: dificuldade em aceitar mudanças e novos desafios, resistência ao novo, dificuldade em se adaptar a e diferentes ambientes.

Dor nas mãos: falta de contato humano, resistência a se entregar às emoções e aos relacionamentos.

Desconforto nos quadris: falta de perspectiva, de objetivos e desesperança no futuro.

Dor nos joelhos: falta de humildade, ego exagerado, orgulho altivo e inflexível.

Dor na panturrilha: culpa, autocrítica exagerada, ressentimento contra si mesmo e às escolhas do passado.

Pés doloridos: falta de alegria, de reconhecimento das suas qualidades, ausência de desejo de ser feliz.

Cóccix dolorido: pode estar relacionado a alguma decisão que deva ser tomada, mas está sendo postergada.

Estômago dolorido: pode estar relacionado a aluma situação que não foi processada corretamente, e está sendo constantemente remoída por você.

Braços com dor: pode ser relacionado a algo que está, no sentido figurado, se mostrando pesado demais para ser carregado ou conduzido por você. Será que alguém não pode te ajudar?

Articulações doloridas: tente ser mais flexível em relação à forma como você leva as coisas na vida; essa rigidez articular pode estar relacionado à uma certa mania de sempre se manter da mesma forma, levando as coisas no mesmo ritmo. Mudar um pouco, sempre de forma responsável, pode fazer muito bem para você!

Dentes doloridos: pode ser excesso de pensamentos negativos e falta de esperança de que as coisas vão se resolver.

Tornozelos doloridos: não pegue tão pesado consigo mesmo! Todos erram e acabam precisando de ajuda. Está tudo bem!

Dores que o deixam sempre cansado: que tal fazer algo novo? Nem que seja um novo caminho para casa, ou um prato novo na cozinha? Quebrar a rotina pode te fazer bem!

Gengivas com dor: decisões difíceis devem ser tomadas e, quando essa tarefa não cabe a nós, é preciso respeitar quem as tomou.

Dores múltiplas: a negatividade só nos afasta da solução de algum problema em nossa vida. Nem sempre é fácil, mas é preciso se manter positivo.

Se aprender a ler o seu corpo como um mapa, encontrando a raiz emocional dos problemas físicos, você aprenderá a proteger o seu estado de espírito e limitar os malefícios causados na parte física pelas dores emocionais.

As dicas deste artigo não substituem a consulta ao médico. Lembre-se que cada organismo é único e pode reagir de forma diferente ao mencionado. E para obter os resultados mencionados também é preciso aliar a uma vida e alimentação saudável e equilibrada.

Gostou? Compartilhe essa dica!

*As imagens e informações acima retirei do site http://www.dicasonline.tv/dor-emocional/ através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 100 Filmes | Um filme em que o título seja um nome próprio

Continuando…

Um filme em que o título seja um nome próprio

Olga é um filme brasileiro realizado em 2004 pelo diretor Jayme Monjardim, inspirado na biografia escrita por Fernando Morais sobre a alemã, judia e comunista Olga Benário Prestes. No filme, estrelam Camila Morgado como a protagonista, Caco Ciocler também, como Luís Carlos Prestes e Fernanda Montenegro como Dona Leocádia Prestes, mãe de Luís Carlos Prestes.

Olga foi um grande sucesso de bilheteria; 385 mil pessoas o assistiram apenas no fim de semana de estreia no Brasil. A obra também recebeu três prêmios no Grande Prêmio Brasileiro de Cinema de 2005, mas teve recepção negativa da imprensa alemã.

Olga Benário (Camila Morgado) é uma militante comunista desde jovem, que é perseguida pela polícia e foge para Moscou. Em Moscou, Olga faz treinamento militar. Lá ela é encarregada de acompanhar Luís Carlos Prestes (Caco Ciocler) ao Brasil para liderar a Intentona Comunista de 1935, se apaixonando por ele na viagem. Com o fracasso da revolução, Olga é presa com Prestes. Grávida de 7 meses, é deportada pelo governo Vargas para a Alemanha nazista e tem sua filha Anita Leocádia na prisão feminina do Campo de Concentração de Barnimstraße. Afastada da filha, Olga é então enviada para o Campo de Concentração de Ravensbrück, onde é morta na Câmara de Gás.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O trailer oficial do filme “Olga” retirei do site https://youtu.be/Z14S3cRJF5Q através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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As Casas Mais Extraordinárias do Mundo – 1ª temporada (guia de episódios)

Primeira temporada (2017)

O premiado arquiteto Piers Taylor e a atriz apaixonada por arquitetura Caroline Quentin rodam o mundo à procura de casas nada convencionais em lugares inusitados.

Guia de episódios

1. Montanha

Assista a Montanha. Episódio 1 da temporada 1.

Na busca de inacreditáveis casas de montanha, Piers e Caroline percorrem a Califórnia, o Arizona, a Nova Zelândia e os Alpes Suíços.

2. Floresta

Assista a Floresta. Episódio 2 da temporada 1.

Florestas são o novo destino de Caroline e Piers. Construções sem igual aguardam a dupla nos arredores de Madri, nas montanhas de Nova York e na Nova Zelândia.

3. Litoral

Assista a Litoral. Episódio 3 da temporada 1.

É hora de explorar o litoral. De barco, Piers e Caroline visitam uma ilha na Noruega. Próximos destinos: Espanha, Nova Zelândia e Canadá.

4. Subterrâneo

Assista a Subterrâneo. Episódio 4 da temporada 1.

Piers e Caroline visitam uma luxuosa casa subterrânea na Grécia. Nas paradas seguintes, os Alpes Suíços, a Nova Zelândia e Amsterdã.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site https://casacor.abril.com.br/arquitetura/as-casas-mais-extraordinarias-do-mundo-a-nova-serie-da-netflix/ através de pesquisa na internet.
*As informações sobre os episódios da 1ª temporada de “As Casas Mais Extraordinárias do Mundo” retirei do site https://www.netflix.com/br/title/80213025 através de pesquisa na internet.
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Rotação de prótese mamária

Um dia desses vi um publicação no grupo do Facebook “PLÁSTICAS PÓS BARIÁTRICA TEMOS DIREITO SIM” sobre rotação de prótese mamária e não pude deixar de comentar lá que minha prótese direita girou devido à líquido acumulado na mama no pós operatório (seroma) e que fiz a reversão cirúrgica e não observei mais diferença apesar de ainda restar líquido…

Agora a grande discussão lá no grupo é se isso acontece com frequência, se é normal…

Então passei a pesquisar a respeito na internet e as informações que achei mais pertinente sobre o assunto postei abaixo!

Rotação de prótese mamária

Rotação de trás para frente de implante anatômico após 31 meses da mamoplastia de aumento: relato de caso

Relato de Caso – Ano 2014 – Volume 29 – Número 2

http://www.dx.doi.org/10.5935/2177-1235.2014RBCP0033

RESUMO

INTRODUÇÃO: A mamoplastia de aumento está entre os procedimentos mais realizados por cirurgiões plásticos. A rotação de trás para frente de implante após mamoplastia de aumento é uma complicação rara, que acontece entre 0 e 5% dos casos.

RELATO DE CASO: Os autores relatam um caso de uma paciente que apresentou rotação de trás para frente de implante anatômico após 31 meses da mamoplastia de aumento.

Palavras-chave: Implante Mamário; Rotação; Mamoplastia.

ABSTRACT

INTRODUCTION: Augmentation mammoplasty is one of the most commonly performed surgical procedures by plastic surgeons. Back-to-front flipping of an implant after augmentation mammoplasty is a rare complication, occurring in 0-5% of cases.

CASE REPORT: The authors report a patient who presented with back-to-front flipping of an anatomical implant 31 months after augmentation mammoplasty.

Keywords: Breast implant; Flipping; Mammoplasty.


INTRODUÇÃO

A mamoplastia de aumento foi o procedimento cirúrgico mais realizado por cirurgiões plásticos brasileiros entre setembro de 2007 e agosto de 20081. A Sociedade Americana de Cirurgia Plástica relata um aumento de 476% nos procedimentos de mamoplastia de aumento entre 1992 e 20002.

A prótese (implante mamário de silicone) pode rodar em três eixos: girar como uma panqueca – x, dobrar como uma porta – y e rodar como uma roda – z (esse tipo de rotação não é percebido na prótese redonda), podendo atingir uma prevalência de até 14%3.

A rotação de trás para frente (como uma panqueca) é mais rara, sendo relatada entre 0 e 5%4-15 dos casos. O diagnóstico é feito clinicamente, com exame físico da paciente e observação de alteração da forma da mama; não sendo necessários exames diagnósticos16.

RELATO DE CASO

L.M., 29 anos, brasileira, empregada na área de recursos humanos, procedente de Londres, foi submetida a mamoplastia de aumento com implante retroglandular, via axilar, em 29/05/07. Foram utilizados implantes anatômicos de silicone de 260ml com 11,9cm de largura; 12,5cm de altura e 4,8cm de projeção; marca Perthese, perfil alto com microtextura (REF AX260).

A paciente foi submetida a procedimento cirúrgico sem intercorrências, em regime de hospital dia. Foi utilizado um molde para a confecção da loja do implante.

A paciente casou-se, teve um filho e amamentou por 9 meses.

Após 31 meses de um pós-operatório sem intercorrências, a paciente entrou em contato com nosso serviço, relatando alteração da forma do implante, em 04/12/10.

Foi possível a colocação do implante na posição adequada por manipulação externa. A paciente foi orientada sobre a maior porcentagem de uma eventual segunda rotação e optou por não realizar outro procedimento cirúrgico.


Figura 1. Frontal; Pré-Operatório.
Figura 2. Frontal; Pós-Operatório de 31 meses (após amamentação).
Figura 3. Pós-Operatório de 31 meses com alteração da forma de mama D, em que se nota assimetria de altura de mamilos e retificação de face anterior
Figura 4. Detalhe de mama D, com paciente inclinada para frente; nota-se aspecto “achatado”.


Figura 5. Perfil com retificação de face anterior de mama D.


Figura 6. Esquema de rotação de trás para frente de implante anatômico em perfil.


Figura 7. Cápsula envolvendo o implante com mais de uma camada.


Figura 8. Exemplo de prótese com duas cápsulas; uma cápsula envolvendo o implante e tornando a microtextura lisa.

DISCUSSÃO

Apesar da mamoplastia de aumento ter sido o procedimento cirúrgico mais realizado por cirurgiões plásticos brasileiros entre setembro de 2007 e agosto de 20081, em nosso serviço, a mamoplastia de aumento primária com implante representou apenas 5,53% do total de cirurgias (n=300). Esse viés explica-se pelo conceito cirúrgico adquirido em nosso serviço na década de 70, quando a necessidade de reabordagem cirúrgica pela má qualidade do implante atingiu 20%. A partir daí a mamoplastia de aumento com implante mamário passou a ser considerada uma cirurgia que, potencialmente, teria de ser reabordada.

O maior avanço dos produtores de implante nos últimos 40 anos foi dar ao implante de silicone a propriedade de não extravasar, mesmo se a capa da prótese for perfurada. Isso porque, no período em que os implantes mais antigos foram utilizados, observou-se que sua capa não era totalmente impermeável, levando à formação de uma cápsula calcificada. Ainda hoje, apesar de ser afirmado por fabricantes que a capa protética tem 5 ou mais camadas, nossa experiência observacional, no período de Janeiro de 1970 a dezembro de 2010, mostra que de fato ela não é totalmente impermeável, pois ao realizar um teste, pinçando e torcendo sua membrana (como um beliscão), nota-se a formação de uma microbolha de ar, que desaparece quando a prótese é deixada em repouso; além disso, toda prótese utilizada muda seu conteúdo de cor após retirada e em contato com o ar.

A tentativa do uso de fixadores mostrou-se ineficiente pelas próteses que possuíam esse mecanismo. Tornar a superfície rugosa com poros, a chamada textura, também não funcionou bem, pois o organismo recobra a textura, tornando-a lisa; o que se observa nesses casos é que não há uma única cápsula envolvendo o implante, mas duas ou ainda uma cápsula com várias camadas. Entre essas cápsulas, pode ocorrer acúmulo de líquido (camada líquida laminar), e isso pode facilitar a rotação3,4.

Os resultados da prevalência de rotação de trás para frente de implante após mamoplastia de aumento, no período de janeiro de 1970 a dezembro de 2010, foram de 0,33% por paciente e 0,16% por implante em nosso serviço; índices consistentes com dados já relatados na literatura3-17.

Vários fatores como infecção, hematoma, contratura capsular, dissecção, inexperiência do cirurgião, atividade física e manipulação externa do implante podem influenciar na rotação da prótese3,16,17. E como a rotação no eixo z não é notada nas próteses redondas, a prevalência de rotação pode ser maior que a relatada.

Nosso caso teve o implante reposicionado apenas por manipulação externa. Segundo Schots et al., em 25% dos casos, os implantes voltaram à posição normal sem necessidade de manipulação; em 17% dos casos, tornou-se necessária a manipulação externa e, em 12% das pacientes, foi necessário um novo procedimento cirúrgico17. Apesar de orientada sobre uma chance maior de uma segunda rotação, a paciente optou pela não realização de um novo procedimento cirúrgico. Outro fato interessante é o de que não se observa relatos de rotação de implantes de perfil baixo ou moderado, de qualquer textura, apesar desses implantes terem dimensões semelhantes aos de perfil alto e superalto16.

CONCLUSÃO

Apesar dos avanços realizados pelos produtores de prótese mamária, acreditamos que o implante é um produto em transformação e, por isso, as pesquisas irão continuar.

A prevalência de rotação de trás para frente de implante após mamoplastia de aumento em nosso serviço é consistente com dados relatados na literatura.

Apesar de diversos potenciais fatores influenciarem na mobilidade do implante, uma causa óbvia para o problema não foi encontrada. Portanto, mais estudos devem ser realizados.

Nem todos os casos de rotação de implante precisam ser reabordados cirurgicamente. Deve-se entrar em um acordo com a paciente.

REFERÊNCIAS

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  2. American Society of Plastic Surgeons. The National Clearinghouse of Plastic Surgery Statistics. Arlingtom Heights, III.: American Society Of Plastic Surgeons, 2000.
  3. Baeke JL. Breast Deformity Caused by Anatomical or Teardrop Implant Rotation. Plast Reconstr Surg. 2002;109:2555.
  4. Panettiere P, Marchetti L, Accorsi D. Rotation os Anatomic Protheses: A possible cause of breast Deformity. Aesthetic PLast Surg. 2004;28:348-53.
  5. Tebbets JB. Warning about anatomical breast implants. Plast Reconstr Surg. 2001;107:1912-17.
  6. Hedén P, Boné B, Murphy DK, SLicton A, Walker PS. Style 410 cohesive silicone breast implants: Safety and effectiveness at 5 to 9 years after implantation. Plast Reconstr Surg. 2006;118:1281-87.
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  8. Brown MH, Shenker R, Silver SA. Cohesive silicone gel breast implants in aesthetic an reconstructive breast surgery. Plast Reconstr Surg. 2005;116:768-79; discussion 780-1.
  9. Heitmann C, Schreckenberger S, Olbrisch RR. A silicone implant filled with cohesive gel: advantages and disadvantages. Eur J Plat Surg. 1998;21:329-32.
  10. Niechajev I. Mammary augmentation by cohesive silicone gel implants with anatomical shape: Technical considerations. Aesthetic Plast Surg. 2001;25:397-403.
  11. Niechajev I, Jurell G, Lohjelm L.Prospective study comparing two brands of cohesive gel breast implants with anatomic shape: 5-year follow-up evaluation. Aesthetic Plast Surg. 2007;31;697-710.
  12. Bengston BP, Van Natta BW, Murphy DK, Slicton A, Maxwell GP. Style 410 highly cohesive silicone breast implant core study results at 3 years. Plast Reconstr Surg. 2007;120(1):40S-48S.
  13. Cunningham B. The Mentor Core Study on Silicone MemoryGel Breast Implants. Plast Reconstr Surg. 2007:120(1):19S-29S; discussion 30S-32S.
  14. Cunningham B.The Mentor Core Study on Contour Profile Gel Silicone MemoruGel Breast Implants. Plast Resconstr Surg. 2007;120(1):33S-39S.
  15. Spear SL, Murphy DK, Slicton A, Walker PS. Inamed Silicone Breast Implant U.S. Study Group. Inamed silicone breast implant core study results at 6 years. Plast Reconstr Surg. 2007;120(1):8S-16S; discussion 17S-18S.
  16. Khan UD. Back-toFront Flipping of Implants Following Augmentation Mammoplasty and the Role of Physical characteristics in a Round Cohesive Gel Silicone Breast Implant: Retrospective Analysis os 3458 Breast Implants by a Single Surgeon. Aesth Plast Surg. 2011;35:125-8.
  17. Schots JM, Fechner MR, Hoogbergen MM, Van Tits HW. Malrotation os the McGhan Style 510 Prothesis. Plast Reconstr Surg. 2010;126:261-5.

1 – Membro Especialista da SBCP – Cirurgião Plástico da CLINCER
2 – Membro Titular da SBCP – Diretor e Cirurgião Plástico da CLINCER
3 – Membro Especialista da SBCP- Cirurgião Plástico da CLINCER
4 – Mestre em Cirurgia Plástica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – ex-Cirurgião Plástico da CLINCER
5 – Ex-Assistente da Clínica de Cirurgia Plástica e Reconstrutora

Instituição: CLINCER (Clínica de Cirurgia Plástica e Reconstrutora S C Ltda).

Autor correspondente:
André Toshiaki Toda Nishimura
Alameda Lorena, 2015 – Cerqueira César
São Paulo, SP, Brasil – CEP: 01424-002
Tels: 3062-6122/9468-9235
E-mail: andre_nishi@me.com

Artigo submetido: 4/5/2011
Artigo aceito: 22/8/2011

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10153879678016719&set=gm.1004604699613983&type=3&theater&ifg=1 através de pesquisa na internet.
*O relato de caso “Rotação de trás para frente de implante anatômico após 31 meses da mamoplastia de aumento” retirei do site http://www.rbcp.org.br/details/1513/rotacao-de-tras-para-frente-de-implante-anatomico-apos-31-meses-da-mamoplastia-de-aumento–relato-de-caso através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 100 Filmes | Um filme gravado num lugar exótico

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Um filme gravado num lugar exótico

Náufrago (Cast Awayé um filme americano, da 20th Century Fox e DreamWorks lançado no ano de 2000. Narra a história de um empregado da FedEx que sofre um acidente aéreo e vai parar numa ilha desabitada no meio do Pacífico Sul.  Ele luta para permanecer vivo, sustentado apenas pela companhia de uma bola de voleibol e das memórias de sua namorada (Helen Hunt). O filme foi filmado em Monuriki, uma das Ilhas Mamanuca, em Fiji. A ilha se tornou uma atração turística depois do lançamento do filme.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O trailer oficial legendado do filme “Náufrago” retirei do site https://youtu.be/2TWYDogv4WQ através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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As Casas Mais Extraordinárias do Mundo

Sou viciada em programas de decoração e afins… assisto vários programas do gênero no Discovery Home & Health… então quando apareceu no meu feed do Netflix a sugestão para  assistir a The World’s Most Extraordinary Homes não pensei duas vezes e “maratonei” a primeira temporada do documentário/seriado em dois dias (e ainda indiquei aos amigos) e já estou ansiosa pela segunda temporada…

E é claro que não deixei de pesquisar sobre o mesmo na internet e as informações mais pertinentes e o guia de episódios postarei a seguir (e na próxima semana)…

As Casas mais Extraordinárias do Mundo: a nova série da Netflix

Produzida pela BBC, o seriado mostra as casas mais inventivas e inesperadas de vários países

Um arquiteto renomado e uma atriz experiente saem percorrendo as casas mais inventivas e inesperadas de vários países. Esse é o plot da série documental da BBC, “As Casas mais Extraordinárias do Mundo”, disponibilizada em março, pela Netflix, para o Brasil e os Estados Unidos.

 (Reprodução/CASACOR)

Os entusiastas da arquitetura podem se juntar à Piers Taylor – Studio Master da Architectural Association for the Design & Make Programme e fundador do Invisible Studio – e a atriz britânica, apaixonada por arquitetura, Caroline Quentin, para conhecer o interior, exterior e processos construtivos de casas erguidas por arquitetos em localidades inóspitas, à primeira vista. Os episódios estão divididos geograficamente em: montanha, floresta, litoral e subterrâneo.

 (Reprodução/CASACOR)

Com tom informal e belas fotografias, a dupla de apresentadores entra nas residências como amigos sendo recebidos para uma visita, uma oportunidade única de percorrer as nuances de cada estrutura. No Reino Unido, a série já está em sua segunda temporada.

 (Reprodução/CASACOR)
*As imagens ilustrativas e as informações sobre “As Casas mais Extraordinárias do Mundo: a nova série da Netflix” retirei do site https://casacor.abril.com.br/arquitetura/as-casas-mais-extraordinarias-do-mundo-a-nova-serie-da-netflix/ através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 100 Filmes | Um filme nacional

Continuando…

Um filme nacional

A Estrada 47 é um filme de drama de 2015 escrito e dirigido por Vicente Ferraz, baseado em fatos reais, sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Inicialmente chamado de A Montanha, teve seu nome alterado durante o processo de produção para o título atual.

O filme mostra o drama vivido por uma unidade anti-mina da Força Expedicionária Brasileira que, depois de um ataque de pânico, tentam manter o ânimo e desativar o campo minado que os separa de um vilarejo controlado por forças nazi-fascistas.

Enredo

Pano de Fundo

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Brasil se aliou à União Soviética, Estados Unidos, Reino Unido e França, entre outros países aliados. Na segunda metade de 1944, enviou em várias etapas à Campanha da Itália, um contingente militar formado essencialmente por uma divisão de infantaria, para lutar contra as forças da Alemanha nazista e Itália fascista. Quase todos os soldados vinham de origem rural, pobre, sem experiência militar, eles tiveram que aprender na prática a luta pela sobrevivência num ambiente de combate.

Cerne do roteiro

Depois de sofrer um ataque de pânico coletivo num ponto não especificado da Linha Gótica, os soldados Guimarães (Daniel de Oliveira), Piauí (Francisco Gaspar) e Laurindo (Thogun), mais o Tenente (Julio Andrade), ao tentarem se retirar do local acabam se perdendo dos outros. Quando depois se reúnem, tem de decidir entre voltar para sua companhia e correrem o risco de enfrentar a corte marcial por deserção, ou retornar para a posição na noite anterior e correr o risco de enfrentar um ataque surpresa do inimigo. Quando o jornalista Rui (Ivo Canelas), fala sobre um campo minado ativo, eles acham que esta é uma oportunidade para se redimir do erro que cometeram, mas ainda há muito o que acontecer, a guerra está longe de terminar.

Produção

Em uma entrevista, Vicente Ferraz disse que queria discutir a história do Brasil na Segunda Guerra Mundial, que ele disse foi “esquecida pelos brasileiros e que é completamente desconhecida no exterior.” Ele usou os diários, cartas e entrevistas como fonte de material.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O trailer oficial do filme “estrada 47” retirei do site https://youtu.be/O3m3bCVRWXI através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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As Cores de Abril

Uma musiquinha pra fechar abril com chave de ouro…

A sensibilidade de Vinicius de Moares e Toquinho… uma canção de amor à natureza. Simples, melodiosa e linda!

Tudo a ver com o mês que chega ao fim…

as cores de abril

As Cores de Abril

Vinicius de Moraes

As cores de abril
Os ares de anil
O mundo se abriu em flor
E pássaros mil
Nas flores de abril
Voando e fazendo amor

O canto gentil
De quem bem te viu
Num pranto desolador
Não chora, me ouviu
Que as cores de abril
Não querem saber de dor

Olha quanta beleza
Tudo é pura visão
E a natureza transforma a vida em canção

Sou eu, o poeta, quem diz
Vai e canta, meu irmão
Ser feliz é viver morto de paixão

*A imagem ilustrativa deste post retirie do site http://www.mundololita.com.br/arte-por-toda-parte-as-cores-de-abril/  através de pesquisa na internet.
*As letra da música “As Cores de Abril” retirei do site http://letras.mus.br/vinicius-de-moraes/86858/ através de pesquisa na internet.
*O vídeo da música retirei do site http://youtu.be/B4gMDcqRYGQ  através de pesquisa na internet.
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