Desafio 52 Semanas |Semana 34: Livros que eu acho que todo mundo deveria ler

Desafio 52 Semanas  da vez é livros…

Sou leitora assumida…

Por incentivo da minha mãe leio desde pequena…

Já tive assinatura de gibis da Turma da Mônica (e a que eu mais gostava era a revistinha do Chico Bento)… revistas para o público adolescente tipo Capricho e Querida… revistas de bem estar tipo Bons Fluidos e Terapias Alternativas – Feng Shui… revistas de decoração tipo Casa Claudia, Casa e Jardim, Decore, Ideias & Soluções e ViverBem Decoração… revista com a temática espírita tipo Revista Cristã de Espiritismo, Espiritismo & Ciência e Universo Espírita… mas eu lia também Seleções que meu pai assinava… e até mais recentemente assinávamos a revista Veja… na época da faculdade de geografia assinava National Gographic… na época da faculdade de Serviço Social assinei a revista Serviço Social & Sociedade… 

Quem me conhece sabe que tenho uma mini biblioteca atras da porta do meu quarto com livros de variados assuntos além de box de seriados tipo Caverna do Dragão, Downton Abbey Grey’s Anatomy

Por isso, o  desafio dessa semana muito me agrada e será muito bom poder indicar livros que eu acho que todo mundo deva ler…

Desafio 52 semanas

Livros que todo mundo deveria ler

A Casa Sonolenta. Este livro é classificado como literatura infantil, mas sou apaixonada por ele… “Era uma vez uma casa sonolenta onde todos viviam dormindo…”

A Cidade do Sol. A Cidade do Sol é um romance lindo sobre amizade e amor, é triste, faz chorar, mas ao mesmo tempo é surpreendente e te faz refletir sobre a vida. Do mesmo autor do best seller O Caçador de Pipas.

As Crônicas de Nárnia. Gosto muito, e acho que só ver os filmes não basta… tem muita história que eles não contam!

Cinquenta Tons de Cinza. E sua trilogia…

Violetas na Janela. Este foi o primeiro livro espírita que li na vida e sempre que me pedem indicação de livros sobre o tema indico esse… a história é narrada pelo espírito “Patrícia” e psicografado pela médium Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho… apesar de algumas passagens do livro, descritas por Patrícia não serem aceitas por uma parte dos intelectuais espíritas, que argumentam falta de provas teóricas e doutrinárias. A passagem que mais causou polêmica é o capítulo em que o espírito afirma que foi ao banheiro em seu alojamento na colônia São Sebastião. Uma parte dos espíritas não concorda com tal afirmação, pois segundo eles, não existe histórico de tal acontecimento por parte dos milhares de espíritos que contribuíram com Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, na produção dos livros O Livro dos Espíritos, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Livro dos Médiuns entre outros que servem de pilar de sustentação para a abordagem teórica dos praticantes da Doutrina Espírita.

É isso pessoal… agora me contem: que livros vocês tem vontade de espalhar pelo mundo? Ou tem algum livro que você acha que todos deveriam ler, mas não está aqui?

Comenta aí!

Este é um post do Desafio 52 semanas! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.

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Retrospectiva Olímpica Rio 2016

Ah… esse post não poderia faltar!

Adorei a postagem da Camila Coutinho no site Garotas Estupidas e não pude deixar de postar algumas  emoções e memes da olimpíadas que já deixou saudade…

Retrospectiva Olimpíada 2016: emoção, memes e tudo que já deixou saudade!

1. Impossível esquecer Gisele Bundchen na cerimônia de abertura…

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2. E quando Vanderlei Cordeiro de Lima acendeu a tocha olímpica soubemos que as emoções seriam fortes…

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3. Quem conseguiu segurar o choro quando a Rafaela Silva conquistou o primeiro ouro do Brasil nessa edição?

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4.…ou quando veio a conquista da prata de Diego Hypolito e o bronze de Arthur Nory na ginástica artística, o ouro no salto com vara do Thiago Braz, Isaquias Queiroz com duas pratas e um bronze (primeiro brasileiro a conquistar três medalhas em uma única Olimpíada!) na canoagem de velocidade, ou o tão suado ouro do Brasil no futebol masculino, o pódio mais alto para um time tão incrível quanto o vôlei masculino… e mais todas as conquistas dos atletas que garantiram 19 medalhas para o Brasil!

5. Em alguns casos nem precisou da vitória pra se emocionar muito: o que foram os jogos da seleção feminina de futebol, gente?! Prova pra cardíaco!!

6. Também ficamos de olho e até torcendo pelo “país” Michael Phelps! kkk A conquista de seu 21º ouro mostrou um lado mais emotivo do nadador, que fez questão de comemorar com a mulher e o filho, baby Boomer!

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De volta às piscinas aos 31 anos, ele conquistou 6 medalhas por aqui – 5 de ouro e 1 de prata, totalizando 28 medalhas olímpicas em sua carreira, que infelizmente se encerrou no Rio!

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Realmente, como diria Galvão Bueno: só-um-gênio pra fazer isso! kkk

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Essa narração vai ganhar/vai perder é de 2008, mas ressurgiu durante as Olimpíadas e vai fazer a gente dar risada até 2029! kkkk

O que abre a categoria “memes” e nos lembra que o melhor do Brasil é o brasileiro!

7. Onde mais um narrador esportivo cantaria o Ragatanga da Gabi?! kkkk

Rômulo Mendonça, da ESPN, ficou famoso pelo bom-humor nas transmissões!

8. E nossa torcida sempre simpática, seja com o juiz

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9. …com o boxeador chamado Mina, que recebeu um coro da canção dos Mamonas Assassinas… kkkk

10. ou com a dupla egípcia do vôlei de praia! A galera foi à loucura quando o DJ soltou um É o Tchan no Egito pra fazer com que elas se sentissem em casa!

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11. O mascote Vinícius também fez sua parte na animação com umas acrobacias mucho locas! hahaha O vídeo começa com Thriller e termina com cambalhotas em Turn Down For What:

12. Sem esquecer desse brasileiro aqui: Guga, o labrador humano! O ex-tenista e comentarista de praticamente todos os esportes da Globo ganhou o apelido por ser sempre muito simpático e sorridente nas transmissões!

13. Falando em simpatia, essa noiva arrasou! Estava com as amigas em sua despedida de solteira quando “invadiu” um link ao vivo da BBC… e teve até coro: BI-BI-CI! BI-BI-CI! kkkk

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14. Agora, Miss Simpatia mesmo foi a Simone Biles: fofa com os brasileiros, surtando com o Zac Efron, que veio ao Rio para surpreendê-la e sempre com esse sorriso lindo no rosto!

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A americana se consagrou como fenômeno na ginástica artística, com direito a 4 medalhas de ouro e uma de bronze!

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“Não sou o próximo Bolt ou Phelps, sou a primeira Simone”a palavra LACRE foi redefinida aqui!

15. Essa Olimpíada ficou marcada também pela grande lorota de Ryan Lochte e seus amigos

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Shame on you

…mas nem vamos dar mais ibope pra isso!

Bom mesmo é relembrar  algumas das imagens mais marcantes dos Jogos!

16. Usain Bolt, MITO!

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O cara corre 100 m em menos de 10 segundos e ainda manda um sorrisão desses? kkk Claro que o clique, feito pelo fotógrafo Cameron Spencer, já rendeu bons memes também!

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Mas acima de tudo Bolt rendeu ainda mais admiração: nessa sua Olimpíada de despedida o jamaicano conquistou três medalhas – feito que vimos também em cada uma das três últimas Olimpíadas! Fora isso, ele é essa simpatia em pessoa, é só pensar nele pra já lembrar do sorrisão e do carisma que faz dele praticamente um brasileiro!

17. Ainda falando de atletismo, essa foi a Olimpíada do “peixinho”! kkk

Primeiro com o brasileiro João Vitor Oliveira nas classificatórias dos 110 m com barreiras…

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…depois com a Shaunae Miller, das Bahamas. Apesar de não muito comum, o artifício é permitido pelo regulamento!

18. Outro registro marcante infelizmente transmite dor (e que dor):

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Logo no primeiro dia das competições da ginástica artística o ginasta francês Samir Ait Said quebrou a perna ao cair de mal jeito durante a execução de seu salto, como registrado por essa imagem impressionante! Ele está bem e agradeceu o carinho dos brasileiros.

19. Pra fechar, uma das imagens mais icônicas desses jogos:

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Logo no começo das competições o clique de Lucy Nicholson durante a partida entre Egito e Alemanha já disse muito sobre que são os Jogos: diferenças convivendo em paz, ainda que com uma disputa em jogo; abrir os horizontes, pensar, se emocionar… enfim, tudo isso torna a Olimpíada um evento tão único, ainda mais quando realizada aqui no Brasil!❤

ps.: lembrando que ainda vem mais emoção esportiva por aí: entre 7 e 18 de setembro será a vez dos Jogos Paralímpicos e vamos torcer muuuito também!

*As informações e imagens acima retirei do site http://www.garotasestupidas.com/retrospectiva-olimpiada-2016-emocao-memes-e-tudo-que-ja-deixou-saudade/ através de pesquisa na internet.
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Cerimônia de encerramento das Olimpíadas Rio 2016

Foi emocionante assistir a cerimônia de encerramento da Olimpíada Rio 2016…

Na cerimônia de encerramento teve bloco de carnaval e nudez comedida, além de um espetáculo tecnológico japonês…

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Carnaval e arte popular marcam a cerimônia de encerramento dos Jogos Rio 2016

POR RIO 2016

Espetáculo de mais de duas horas relembrou pontos turísticos do Rio, teve muita música e passou a bola para Tóquio 2020

Das pinturas rupestres das cavernas do Piauí ao artesanato contemporâneo de várias partes do Brasil, a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016 fez um passeio pela arte brasileira em suas múltiplas formas, num espetáculo de mais de duas horas no lotado estádio do Maracanã.

Carmen Miranda, Santos Dumont e Tarsila do Amaral foram alguns dos homenageados da noite. “Voltamos ao passado para relembrar como o talento humano deixou marcas até nas paredes das cavernas. De volta ao presente, reverenciamos artistas que fizeram a história da cultura nacional criando obras inesquecíveis”, disse a artista Rosa Magalhães, criadora da cerimônia e carnavalesca premiada no Rio de Janeiro.

Houve ainda uma apresentação tecnológica de Tóquio 2020, marcando a transição para os próximos Jogos, e terminou num grande carnaval, com direito a carro alegórico e marchinhas.

Bandeira do Japão marca transição do Rio 2016 para Tóquio 2020 (Foto: Getty Images/David Ramos)

Bonecos de barro e estrelas da música

Paisagens famosas do Rio, como o Pão de Açúcar, o Corcovado e os Arcos da Lapa, foram formadas em grandes coreografias de massa, cujos dançarinos voltaram ao final do show para homenagear os jardins de Roberto Burle Marx (1909-1994), com figurinos inspirados em espécies da flora brasileira.

Outras coreografias com projeções de alta tecnologia lembraram as mulheres rendeiras e os artesanatos de bonecos de barro, esta última ao som do forró de “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga.

Três gerações de intérpretes da Vila Isabel, Martinho da Vila, três filhas e uma neta, reverenciaram grandes mestres, como Pixinguinha, Braguinha e Noel Rosa.

Lenine também se apresentou, numa homenagem aos voluntários dos Jogos Rio 2016, e Arnaldo Antunes declamou um poema falando sobre a saudade.

Lenine canta em homenagem aos voluntários dos Jogos (Foto: Getty Images/Rio 2016)

Adeus, chama Olímpica

A chama Olímpica foi apagada por uma chuva que caiu enquanto a cantora e atriz Mariene de Castro entoava “Chovendo na Roseira”, executada na sua versão original, gravada pelo próprio Tom Jobim no disco “Stone Flower” (1970).

Um grande carnaval no Maracanã encerrou os trabalhos ao som de marchinhas e sambas enredos históricos, com a modelo Izabel Goulart e Renato “Gari” Sorriso liderando um cortejo de 50 baianas e 200 passistas. A atriz Leandra Leal foi a porta bandeira do Cordão da Bola Preta, um dos maiores blocos de rua do país.

Carnaval toma conta do Maracanã na cerimônia (Foto: Getty Images/Alexander Hassenstein)

Último ouro

A festa marcou, ainda, a entrega das últimas três medalha dos Jogos, aos atletas da maratona. O queniano Eliud Kipchoge ganhou o ouro, o etíope Feyisa Lilesa ficou com a prata e o americano Galen Rupp levou o bronze.

Medalhistas da maratona são premiados no Maracanã (Foto: Getty Images/Pascal Le Segretain)

Tóquio 2020 leva Mario Bros. à cerimônia de encerramento

POR RIO 2016

Passagem da bandeira Olímpica para comitê japonês foi espetáculo tecnológico
Tóquio 2020 leva Mario Bros. à cerimônia de encerramento

Banderias do Japão e do Brasil marcam a transição dos Jogos Rio 2016 para Tóquio 2020 (Foto: Getty Images/Cameron Spencer)

O Comitê Organizador dos Jogos Tóquio 2020 trouxe 50 artistas e dançarinos japoneses para sua apresentação durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Rio 2016. Vinte deles entraram no estádio do Maracanã deslizando em hoverboards e em fantasias super futuristas, enquanto o hino do Japão tocava e a bandeira do país se formava no meio do campo.

Para expressar o agradecimento pelo apoio que recebeu após a tragédia de 2011, quando terremotos deixaram mais de 15 mil mortos no Japão, um grande “arigato” (obrigado em japonês) foi formado durante uma coreografia de crianças japonesas, exibida nos telões.

Os organizadores explicaram que o agradecimento foi também pela oportunidade de sediar os Jogos Olímpicos pela segunda vez e pelos maravilhosos Jogos Olímpicos Rio 2016. As palavras foram soletradas por estudantes de escolas de Tóquio e de três cidades atingidas pelos desastres (Iwate, Miyagi e Fukushima).

O ‘obrigado’ do Japão aos brasileiros (Foto: Getty Images/Bryn Lennon)

A grande surpresa da apresentação japonesa foi a chegada do primeiro-mistro do país, Shinzo Abe. Para não perder a hora, ele contou com uma ajudinha do personagem de videogames Mario Bros. Após uma projeção que passou por pontos turísticos de Tóquio, ele surgiu de um cano verde no meio do campo, usando o chapéu do astro do famoso jogo.

O símbolo de Tóquio 2020 foi apresentado e estampado no meio do palco. Ele foi inspirado no padrão tradicional de xadrez japonês chamado “ichimatsu” e tem como conceito a diversidade e a harmonia. Uma coreografia com 45 peças luminosas tomou conta do estádio, com dançarinos japoneses.

Primeiro-ministro do Japão surge no gramado com o chapéu do Mario (Foto: Getty Images/David Ramos)

Ao final, as peças formaram uma imagem urbana da capital japonesa, com o Monte Fuji, o prédio do governo municipal, a ponte do Arco Íris e outros marcos. Uma grande escultura saiu do cano verde representando o Skytree, uma das torres mais emblemáticas de Tóquio.

*As informações e imagens acima retirei do site https://www.rio2016.com/noticias/carnaval-e-arte-brasileira-reinam-na-cerimonia-de-encerramento-dos-jogos-rio-2016 através de pesquisa na internet.
*As informações e imagens acima retirei do site https://www.rio2016.com/noticias/toqui-2020-leva-mario-bros-para-cerimonia-de-encerramento através de pesquisa na internet.
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Remanescente de Atenas, Serginho “sai da UTI” para ganhar seu segundo ouro aos 40

Indescritível assistir esse jogo… essa vitória dos “meninos” do vôlei…

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Único jogador presente na campanha de 12 anos trás, líbero revelou confiança no time

POR DENISE MIRÁS

Doze anos se passaram desde o ouro de Atenas 2004, o primeiro da seleção brasileira masculina de voleibol com o técnico Bernardinho no comando. Neste domingo (21), o tradicional peixinho na quadra se repetiu, após nova vitória diante da Itália, desta vez diante de um Maracanãzinho lotado de torcedores que apoiaram os donos da casa incessantemente. Entre as duas conquistas, o ponto em comum, além de Bernardinho, vestia a camisa dez do Brasil e atendia pelo nome de Serginho.

O líbero, eleito melhor jogador do mundo em 2009, viveu um ciclo Olímpico complicado após a prata em Londres 2012. Primeiro, considerou seu ciclo na seleção encerrado. Depois, uma cirurgia nas costas colocou em dúvida o futuro de sua carreira. Aos 40 anos, aceitou o desafio de voltar a jogar na seleção pelo sonho de conquistar mais um ouro, desta vez jogando em casa.

“Desde o primeiro dia de treinos em Saquarema disse que essa equipe não ia morrer pagã. Nós merecíamos muito ganhar esse ouro. Antes do jogo contra a França, quando podíamos ser eliminados na primeira fase, reuni os jogadores e disse a eles que estava me sentindo numa UTI, mas que ia lutar pela minha vida e que precisava da ajuda deles. Era minha última chance de ser bicampeão Olímpico, eles entenderam o recado e foram fundamentais na nossa reação. Foi a vitória de um grupo que merecia”, revelou o líbero.

Ao lado capitão Bruno, o líbero foi um dos líderes da equipe comandada por Bernardinho dentro e fora de quadra. O levantador, grande amigo de Serginho, enalteceu a importância de sua presença no grupo.

“O Serginho é mais do que um amigo e um irmão para nós. Ele é um exemplo porque dá a alma nos treinos nos jogos. Ele falou que estava se sentindo na UTI e, depois da final, nos lembramos dessa história e choramos muito na quadra”, comentou o levantador brasileiro.

Bruno e Serginho choram abraçados após a conquista do ouro Olímpico no Rio 2016 (Foto: Getty Images/Tom Pennington)

Um dos mais jovens do grupo, o ponteiro Lucarelli reforçou as palavras do capitão e revelou seu orgulho por ter ao lado um dos maiores jogadores da história.

“O que me chama mais a atenção nele é a simplicidade. Um cara que já tem quatro medalhas Olímpicas, e ter a humildade dele, não é para qualquer um”, elogia o ponteiro.

Com quatro medalhas Olímpicas, três títulos mundiais e inúmeras conquistas individuais no currículo, Serginho já sabe qual o seu próximo desafio. Pena que ele está bem longe das quadras.

“Agora só quero dormir na minha cama, ir ao aniversário dos meus filhos, andar a cavalo e tomar a minha tubaína sem me preocupar…missão cumprida”, despediu-se o líbero.

 

Seginho em Atenas 2004, que seria eleito o melhor jogador do mundo em 2009 (Foto: Getty Images/Adam Pretty)

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site https://smsprio2016-a.akamaihd.net/_news/c/6/c68UupQo.jpg através de pesquisa na internet.
*As informações e imagens acima retirei do site https://www.rio2016.com/noticias/remanescente-de-atenas-serginho-sai-da-uti-para-ganhar-seu-segundo-ouro-aos-40 através de pesquisa na internet.
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Não falta mais nada: futebol brasileiro conquista o ouro…

Para tudo!!!

Seleção masculina de futebol brasileiro conquista o ouro nas olimpíadas Rio 2016…

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Torcida enfim comemora uma grande conquista em casa, no palco perfeito, diante do adversário ideal, sob a batuta de Neymar

POR VALÉRIA ZUKERAN

Faltava um título ao futebol brasileiro. Faltava ao torcedor comemorar um grande título dentro de casa. Agora não falta mais nada. O Maracanã assistiu neste sábado (20) a uma conquista histórica. O primeiro ouro Olímpico do Brasil nos gramados de futebol aconteceu no palco perfeito, diante do adversário ideal, com o máximo de sofrimento que se poderia imaginar. Uma conquista emblemática e libertadora para a torcida, que deu o recado a quem quiser ouvir: “O campeão voltou”.

Neymar vai às lágrimas após o pênalti que selou a conquista (Foto: Rio 2016/Laurence Griffiths)

Neymar, símbolo máximo da equipe, deixou uma marca indelével na decisão. Foi dele o gol do empate por 1 a 1 no tempo normal. Foi dele a cobrança que definiu a vitória nos pênaltis e permitiu a explosão de uma torcida que lotou e pintou as arquibancadas de amarelo, a ponto de não caber um alfinete.

De quebra, a medalha confirma a melhor campanha da história do Brasil em Jogos Olímpicos. São 6 ouros, um a mais que em Atenas 2004. Com a medalha já garantida do voleibol, ouro ou prata no domingo, serão 19 pódios no total, superando os 17 de Londres 2012.

Da alegria à tensão

Não que alguém esperasse facilidade. Foi um ouro com altas doses de sofrimento. O início nem deu essa ideia, com o belo gol de Neymar aos 26 minutos, numa cobrança de falta perfeita. O astro brasileiro comemorou com o raio de Usain Bolt, notório fã de futebol, que estava no Maracanã acompanhando a partida e torcendo pelo Brasil.

Neymar e a falta que abriria as portas para o ouro: Zico aprovaria (Foto: Rio 2016/Laurence Griffiths)

O gol inflamou a torcida, que garantiu um belo espetáculo no Maracanã aos gritos de ‘sai do chão, sai do chão quem é pentacampeão’. Só que do outro lado estava a Alemanha, que não se intimidou com o gol, com os gritos da torcida ou com a estrela de Neymar. Acertou a trave três vezes e não marcou. A reação viria no segundo tempo.

A defesa brasileira, até então impenetrável nos Jogos Olímpicos, sofreu o primeiro revés Olímpico aos 13 minutos da etapa final. Toljan cruzou rasteiro para Meyer, que chutou com eficiência para empatar a partida. A alegria da vantagem se transformou em tensão permanente da torcida.

O alívio

Com o passar do tempo, ficou claro que o sofrimento não acabaria tão cedo. Não na prorrogação, que viu o empate persistir. Seriam necessários os pênaltis. As cobranças se sucederam, com precisão dos dois lados. Weverton aos poucos foi mostrando que queria brilhar, com saltos precisos em duas cobranças dos alemães. Faltou pouco para defender.

A tortura persistiu até a cobrança derradeira da Alemanha, de Petersen, que o goleiro brasileiro pegou. A torcida explodiu de maneira ensurdecedora. Coube, então, a Neymar o chute que fez os gritos darem lugar às lágrimas no Maracanã. Lágrimas de alegria. Cobrança perfeita. Gol. E agora a galeria de troféus da seleção brasileira precisa abrir lugar para a medalha de ouro Olímpica. Demorou, mas chegou. Poderia ser melhor?

Weverton e Neymar foram os heróis do Brasil na conquista inédita (Foto: Rio 2016/Laurence Griffiths)

O bronze

No jogo válido pela medalha de bronze, no Mineirão, a Nigéria venceu Honduras por 3 a 2. Sadiq Umar marcou dois gols para a Nigéria e Aminu Umar complementou o placar para o time africano. Antony Lozano e Marcelo Pereira foram os goleadores do time hondurenho na partida.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site https://smsprio2016-a.akamaihd.net/_news/y/u/yuFv3rkM.jpg através de pesquisa na internet.
*As informações e imagens ilustrativas deste post retirei do site https://www.rio2016.com/noticias/nao-falta-mais-nada-o-brasil-conquista-o-ouro-olimpico através de pesquisa na internet.
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É ouro! Copacabana assiste à consagração de Alison e Bruno Schmidt no vôlei de praia…

Mais 1 medalha de ouro para o Brasil nas Olimpíadas Rio 2016…

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Dupla brasileira derrota os italianos Nicolai e Lupo sob chuva e empurrada pela torcida 

POR RIO 2016

Nos Jogos de Londres 2012, Alison terminou com a prata jogando ao lado de Emanuel. Quatro anos depois, desta vez ao lado de Bruno Schmidt, veio a consagração para este gigante do vôlei de praia. Em um jogo difícil e pegado, a dupla brasileira ignorou a chuva e, embalada pela torcida apaixonada que lotou a Arena em Copacabana, venceu os italianos Nicolai e Lupo por 2 sets a 0, parciais de 21/19 e 21/17, conquistando a sonhada medalha de ouro.

Ao final do jogo, Bruno deu a medida do tamanho de uma conquista Olímpica. “Eu estou cansado. Foram duas semanas sem dormir, estou exausto”, disse o campeão em entrevista à Rede Globo. “Quero dedicar esse título ao meu pai. Eu quase parei de jogar. Não fosse seu apoio, eu não estaria aqui. Obrigado, pai”, declarou o jogador, que disputou os Jogos Olímpicos pela primeira vez.

Alison sobe no bloqueio e para o ataque do italiano Lupo (Foto: Getty Images/Rob Carr)

Alison, por sua vez, chega à segunda medalha e iguala Ricardo, ouro em Atenas 2004 e prata em Pequim 2008. O rei da praia, porém, ainda é Emanuel, ex-parceiro de Alison, que levou ouro, prata e bronze entre 2004 e 2012. Para o Brasil, a medalha tem sabor especial, pois iguala a campanha de cinco ouros de Atenas, a melhor da história do país nos Jogos.

O jogo

O primeiro set deu o tom do que foi o jogo. O início foi irregular, com a dupla brasileira cometendo alguns erros não forçados e saindo atrás no placar. Mas é impossível não buscar forças para superar qualquer adversidade quando se tem uma torcida enlouquecida e apaixonada como a brasileira. Italianos com a bola? Tome vaia e pressão. Ponto brasileiro? Alegria desenfreada e gritos de apoio. Foi assim que Bruno e Alison tomaram a dianteira até fechar o primeiro set pelo placar mínimo, 21 a 19, com um bloqueio monstruoso de Alison, ou o tal ‘monster block’ que o sistema de som anuncia e tanto levanta a torcida.

Bruno vibra na vitória sobre os italianos em Copacabana (Foto: Getty Images/Quinn Rooney)

O segundo set começou como o primeiro. Mais concentrados, os italianos ficaram o tempo todo à frente no placar. A mudança só aconteceu na reta final. Após bela cortada de Bruno, o Brasil fez 15 a 14 e seguiu em frente, ora com os bloqueios precisos de Alison, ora com largadinhas na medida de Bruno, até fechar por 21 a 17. Alucinada, a dupla foi comemorar com familiares na arquibancada, sem segurar o choro. Título incontestável e mais que merecido.

A campanha

O caminho não foi fácil. Para chegar ao ouro, Alison e Bruno Schmidt jogaram seis partidas. Na fase de grupos, duas vitórias e uma derrota. De lá para cá, duelos complicados, mas todos terminando com vitórias cheias de garra e superação – vale lembrar que Alison machucou o tornozelo. A final e a coroação não poderiam acontecer de outra maneira. Agora só resta comemorar. Eles merecem.

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*As informações e imagens acima retirei do site https://www.rio2016.com/noticias/e-ouro-copacabana-assiste-a-consagracao-de-alison-e-bruno-schmidt-no-volei-de-praia através de pesquisa na internet.
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Festa Brasileira na Água: OURO NA VELA

As velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze, da categoria 49er FX são medalha de ouro nas Olimpíadas Rio 2016 e não pude deixar de compartilhar essa notícia aqui no blog….

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Martine Grael e Kahena Kunze garantem ouro na vela

POR VALÉRIA ZUKERAN

Esporte honra a tradição e dá quarta medalha de ouro ao Brasil nos Jogos Rio 2016

Foi na última regata, mas a vela manteve a tradição que vem desde Atlanta 1996 e deu uma medalha ao Brasil nos Jogos Olímpicos. E de ouro. Campeãs mundiais em 2014, Martine Grael e Kahena Kunze venceram a regata da medalha da classe 49er Fx, que faz sua estreia Olímpica, e conquistaram o título da última competição do esporte nos Jogos Rio 2016 para festa geral da torcida na Marina da Glória.

“A gente só realizou (que ganhou medalha de ouro), quando a gente cruzou a linha (de chegada)”, disse Martine Grael. Segundo a velejadora, o fato de ter participado de grandes competições em condições como as da regata decisiva – sob forte pressão por resultados – ajudou a dupla a lidar com a responsabilidade. “Na água a gente nem pensava em medalha”. Kahena complementou. “Prometi a mim mesma que queria chegar na rampa destruída pensando: ‘Dei o meu melhor’. Independentemente de qualquer resultado, é isso que vale mais”.

Martine e Kahena comemoram a medalha de ouro inédita para a vela feminina do Brasil (Foto: Rio 2016/Miriam Jeske)

Martine ressaltou a importância do compartilhamento de informações, não só do pai e técnico, o lendário Torben Grael (duas medalhas de ouro, uma de prata e duas de bronze Olímpicas no currículo) como do restante da família composta por vários velejadores. “Na vela a experiência conta muito e ele (meu pai) tem muito para compartilhar. Ele não é de falar muito – a gente tem de ir buscando essas informações. Eu busquei muito com ele e também com outros atletas da vela e de outras modalidades. Muitos companheiros de equipe me ajudaram muito”.

Martine e Kahena dão sequência ao amor à vela transmitido por suas famílias (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

Torben era puro orgulho com a conquista da filha, que consolida um legado familiar de gerações de velejadores do lado materno e paterno. “A emoção de ver um filho ganhar uma medalha de ouro é maior do que qualquer conquista que já tive”, definiu. “Ela já é melhor do que eu pois eu não tinha uma medalha de ouro na idade dela”, complementou.

A prova

O barco das brasileiras era um dos três líderes da classe antes do início da regata da medalha, junto com o das espanholas Tamara Domínguez e Berta Moro e o das dinamarquesas Katja Salskov-Iversen e Jean Hansen.

Com uma estratégia perfeita, as brasileiras passaram em terceiro lugar nas três primeiras boias, assumiram a liderança na parte final da regatas, se defenderam dos ataques das neozelandesas Molly Meech e Alex Maloney e cruzaram a linha de chegada na frente, em 21min21s, apenas dois segundos à frente do barco da Oceania.

Kahena e Martine tiveram de tomar decisões importantes durante a regata (Foto: Rio 2016/Mirian Jeske)

Kahena explicou a estratégia de buscar um vento diferente das principais adversárias. “Foi difícil decidir, mas foi o pontapé inicial para a gente ganhar essa medalha. Se a gente tivesse montado a boia (seguido na direção) no mesmo lugar que as outras duas (adversárias) montaram seria muito mais difícil para a gente porque seríamos marcadas. Então, ao tomar esta decisão (ir no sentido oposto), com as dinamarquesas atrás de nós, estávamos com a prata garantida”.

Assim, as brasileiras terminaram a competição com 48 pontos perdidos. A prata foi para as neozelandesas, com 51, e o bronze para as dinamarquesas, com 54. Foi uma festa inesquecível que contou com a participação dos torcedores que assistiram às disputas das areias da praia do Flamengo.

Foi a 18ª medalha da vela brasileira na história dos Jogos Olímpicos e a sétima de ouro, consolidando o esporte como líder de conquistas no esporte nacional.

 Campeões na 49er e 470 e elogios às condições de competição

O último dia de regatas na Marina da Glória também definiu os campeões em outras três classes. Na 470 masculino, os croatas Igor Marenic e Sime Fantela foram os campeões, com 43 pontos perdidos. Ryan Will e Matthew Belcher, da Austrália, perderam 58 pontos, assim como os gregos Pavlos Kagialis e Panagiotis Mantis, mas ficaram com a prata por terem obtido uma colocação melhor na regata da medalha.

Medalhistas de ouro e prata saíram do Rio satisfeitos com as condições de competição que encontraram aqui. “Fizeram essa questão da poluição da Baía (de Guanabara) grande demais. Navegamos aqui por meses (antes dos Jogos) e não tivemos nenhum problema.”, disse Marenic. “É claro que não posso dizer que foi a água mais limpa na qual já naveguei, mas as condições estavam satisfatórias. Mas espero sinceramente que no futuro eles providenciem a limpeza”, complementou Will.

Na 49er, o ouro foi para os neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke, que terminaram com apenas 35 pontos perdidos, à frente dos australianos Iain Jensen e Nathan Outteridge (78) e dos alemães Thomas Ploessel e Erik Heil (85).

Na 470 feminina, o topo do pódio foi ocupado pelas britânicas Saskia Clark e Hannah Mills, que perderam apenas 44 pontos. Polly Powrie e Jo Aleh, da Nova Zelândia, ficaram com a prata com 54 pontos perdidos e as francesas Helene Defrance e Camille Lecointre ganharam o bronze com 62.

Na 470 feminina, o topo do pódio foi ocupado pelas britânicas Saskia Clark e Hannah Mills, que perderam apenas 44 pontos. Polly Powrie e Jo Aleh, da Nova Zelândia, ficaram com a prata com 54 pontos perdidos e as francesas Helene Defrance e Camille Lecointre ganharam o bronze com 62.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site https://smsprio2016-a.akamaihd.net/_news/U/1/U1pwF0nx.jpg através de pesquisa na internet.
*As informações e imagens acima retirei do site https://www.rio2016.com/noticias/martine-grael-e-kahena-kunze-garantem-ouro-na-vela através de pesquisa na internet.
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