Desafio dos 100 Filmes | O último filme que você assistiu

Dando continuidade ao Desafio dos 100 Filmes…

O último filme que assisti

Fifty Shades Freed (Cinquenta Tons de Liberdade) é um filme erótico americano futuro, da franquia Fifty Shades of Grey, baseado no best-seller e livro homônimo da autora britânica E. L. James, com a direção de James Foley, protagonizado por Dakota Johnson e Jamie Dornan, com data de lançamento marcada para 9 de fevereiro de 2018.

As filmagens de Fifty Shades Freed e de seu antecessor, Fifty Shades Darker, ocorreram simultaneamente com início em 9 de fevereiro de 2016, em Paris e Vancouver.

Após os eventos de Fifty Shades Darker, Christian e Ana agora são casados. No entanto, a vida de Ana é ameaçada quando seu ex-chefe, Jack Hyde, jura vingança por ser demitido da SIP. Elena também retorna para assombrar Christian e torna a vida do casal muito mais problemática.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O trailer legendado do filme “Cinquenta Tons de Liberdade” retirei do site https://youtu.be/6a-GNvS9KN8  através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Pulsoterapia Intravenosa com Aclastia – Relato de Experiência

Após o diagnóstico de osteoporose observado na densitometria óssea retornei ao reumatologista…

Após analisar todo meu histórico clínico (já sou paciente deste médico há 11 anos e com meu histórico familiar de osteoporose mais a gastroplastia e a deficiência de vitamina D) Dr. Rafael achou prudente já me indicar a pulsoterapia com aclasta (5mg sol. inj. 100 ml)…

Já sai do consultório com o pedido médico e fui a Unimed JF liberar a guia que precisou passar pela auditoria pois o valor da medicação precisava ser cotado… após alguns dias retornei a sede do plano para pegar a guia autorizada…

Após essa burocracia resolvida entrei em contato com a Clínica Reumatocenter para agendar o procedimento…

Por indicação do Dr. Rafael na semana da aplicação usei uma suplementação de cálcio (2 vezes ao dia por 5 dias) e continuo com a suplementação (1 vez ao dia) além da mudança na vitamina D que agora estou usando a medicação de 50.000UI (Addera D3) por 8 semanas até retornar a hemoto e refazer os exames de sangue e aí sim definir se poderei retornar a a dosagem menor…

Então no início de janeiro passei pela pulsoterapia e pela fala do médico e pesquisas que fiz na internet a resposta a medicação é bem alta e tenho fé de que terei bons resultado (até pq minha mãe já fez essa aplicação três anos consecutivos e no último exame o quadro regrediu para osteopenia)…

Antes da aplicação passei por uma consulta com a médica de plantão que aferiu meus sinais vitais para avaliar se eu estava apta a receber a medicação e me forneceu o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) das medicações para tratamento da osteoporose, no meu caso o ácido zolendrônico (aclasta), com o objetivo de esclarecer sobre os benefícios, riscos e cuidados que eu devia ter ao me submeter ao tratamento.

Após a aplicação tive calafrios e febre além de dores musculares… usei a medicação indicada pelo médico nesse caso e em uns dois dias tudo se resolveu…

Continuarei fazendo acompanhamento médico anualmente e tbm a densitometria óssea  para acompanhar a evolução do quadro…

Abaixo as informações que localizei na internet.

Pulsoterapia com Aclastia

A pulsoterapia é um procedimento comum no tratamento de inúmeras doenças auto-imune, tais como Lupus, artrite reumatóide, espondilite anquilosante, esclerose múltipla, doença de devic, neurite ótica .. enfim.. uma infinidade de doenças podem ser tratadas com pulsoterapia. A pulsoterapia é uma conduta médica, geralmente em momentos de “crises” ou “surtos” da doença. É uma imunossupressão forte que tem como principal objetivo neutralizar os efeitos da doença, buscando a estabilização da crise.

Composição de Aclasta

Cada frasco com 100 mL de solução de Aclasta contém 5 mg de ácido zoledrônico (anidro), equivalente a 5,330 mg de ácido zoledrônico monoidratado.

1. Para que este medicamento é indicado?

Para que serve Aclasta

Aclasta® é utilizado para:

  • tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa para reduzir a incidência de fraturas do quadril, vertebrais e não-vertebrais e para aumentar a densidade mineral óssea;
  • prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa;
  • tratamento para aumentar a densidade óssea em homens com osteoporose;
  • tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides;
  • prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa;
  • tratamento da doença de Paget do osso.

2. Como este medicamento funciona?

Ação esperada de Aclasta

A substância ativa do Aclasta® é o ácido zoledrônico. Aclasta® pertence a uma classe de medicamentos denominada bisfosfonatos.

Para o tratamento da osteoporose, no tratamento e prevenção da osteoporose induzida por glicocorticoides e na prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa. Aclasta® age por um ano e você precisará da próxima dose após um ano.

Na doença de Paget, Aclasta® pode agir por mais de um ano e seu médico lhe informará se você precisa ser tratado novamente.

Para prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa, Aclasta® é administrado uma vez, como aplicação única. Após um ano, seu médico decidirá se você precisa de outra dose, com base na sua resposta ao tratamento.

Osteoporose e prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa, na prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa, no tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides e no tratamento de homens com osteoporose:

Osteoporose é uma doença em que há o enfraquecimento e o afinamento dos ossos. Ossos frágeis podem quebrar mais facilmente. Durante a vida seu organismo mantém seus ossos fortes e saudáveis pela reposição do osso velho por osso novo. Entretanto, na osteoporose, o organismo remove o osso mais rapidamente do que aquele que é formado. Isto causa perda da massa óssea e fraqueza nos ossos. Os ossos fracos são mais propensos a quebrar. A osteoporose é comum em mulheres após menopausa, e ocorre em homens e mulheres com o aumento da idade.

Pessoas que tem um risco aumentado de osteoporose:

  • de cor branca (Caucasianos) ou orientais (Asiáticos);
  • magros;
  • que possuem um membro da família com osteoporose;
  • que não ingerem cálcio ou vitamina D suficiente;
  • que não se exercitam;
  • que fumam ou bebem álcool com frequência;
  • que tomam medicamentos que causam perda óssea (glicocorticoide, como prednisona), por um longo período.

A princípio, a osteoporose normalmente não apresenta sintomas, mas pessoas com osteoporose quebram (fraturam) seus ossos mais facilmente. As fraturas mais comuns ocorrem no quadril, nas costas (coluna) ou ossos do punho. As fraturas da coluna podem não ser dolorosas, mas com o tempo elas podem torná-lo(a) mais baixo(a), ou seja, diminuir sua altura. Com o passar do tempo, as fraturas podem causar dor, incapacidade grave, ou perda de habilidade de locomoção.

Aclasta® fortalece seus ossos e, portanto, é menos provável que se quebrem.

Doença de Paget do osso:

É normal que o tecido ósseo antigo seja absorvido e seja substituído por um novo tecido ósseo. Este processo é chamado de remodelação. Na doença de Paget, o tecido ósseo é reabsorvido em excesso e o novo tecido é formado muito rapidamente e de maneira desordenada. O tecido ósseo produzido é mais fraco do que o material ósseo normal.

Se a doença de Paget não for tratada, os ossos podem tornar-se deformados, doloridos e podem quebrar. Aclasta® age normalizando o processo de remodelação e aumentando a resistência do osso. 

3. Quando não devo usar este medicamento?

Contraindicações e riscos de Aclasta

Aclasta é contraindicado para uso por:

  • pacientes com hipocalcemia (quando os níveis de cálcio em seu sangue estão muito baixos);
  • pacientes com problemas graves nos rins;
  • paciente grávida ou que planeja engravidar;
  • paciente amamentando;
  • pacientes alérgicos (hipersensível) ao ácido zoledrônico, outros bisfosfonatos ou a qualquer um dos componentes do Aclasta® listados nesta bula.

Aclasta não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

4. O que devo saber antes de usar este medicamento?

Precauções e advertências de Aclasta

Siga cuidadosamente todas as instruções do médico. Elas podem diferir das informações gerais contidas nesta bula.

Tome cuidado especial com Aclasta®

  • Se você está sendo tratado com Zometa®, que contém o mesmo princípio ativo do Aclasta®;
  • Se você tem ou teve algum problema nos rins;
  • Se você possui idade avançada;
  • Se você não tem água suficiente em seu corpo (desidratação), antes ou depois de tomar Aclasta®;
  • Se você apresenta deficiência de cálcio ou vitamina D;
  • Se você não for capaz de tomar suplementos de cálcio e vitamina D diariamente;
  • Se você teve uma ou mais glândulas paratireoides ou a tireoide cirurgicamente removida(s) do seu pescoço;
  • Se você teve partes do seu intestino removidas;
  • Se você teve ou tem dor, inchaço ou dormência na região da mandíbula ou perda de dentes;
  • Se você estiver sob tratamento odontológico ou será submetido a uma cirurgia odontológica, como por exemplo uma extração de dente, avise seu dentista que você está sendo tratado com Aclasta®.

Se algum destes se aplica a você, informe ao seu médico antes de usar Aclasta®.

Idosos (com 65 anos ou mais)

Aclasta® pode ser usado por pacientes idosos.

Crianças e adolescentes

Aclasta® não é recomendado para pessoas com menos de 18 anos de idade. O uso de Aclasta® em crianças e adolescentes não foi estudado.

Dirigir e operar máquinas

Não há efeitos conhecidos do Aclasta® na habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Interações medicamentosas de Aclasta

Tomando outros medicamentos com Aclasta®

Informe ao seu médico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento inclusive os que você comprou sem receita.

É muito importante seu médico saber se você está tomando algum medicamento que possa ser prejudicial para os seus rins, ou diuréticos (remédios que aumentam o volume da urina).

Ingestão de alimentos e bebidas com Aclasta®

Certifique-se de que você tomou uma quantidade suficiente de líquido (pelo menos um ou dois copos) antes e depois do tratamento com Aclasta® conforme orientação médica. Isto vai ajudar você a prevenir uma desidratação. Você pode comer normalmente no dia em que receber o tratamento com Aclasta®.

Uso de Aclasta na gravidez e amamentação

Consulte o seu médico, enfermeiro ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicação. Você não deve usar Aclasta® se estiver grávida ou planeja engravidar. Você não deve usar Aclasta® se estiver amamentando.

Informe seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Armazenamento, data de fabricação, prazo de validade e aspecto físico de Aclasta

Aclasta fechado deve ser armazenado à temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Depois de aberto o frasco, aclasta deve ser usado imediatamente para evitar contaminação microbiana. Se a solução não for usada imediatamente, o tempo de conservação em uso e as condições antes da utilização são da responsabilidade do usuário e normalmente não devem ser superiores a 24 horas à 2 a 8 ºC. Antes de reutilizá-la, a solução deve estar à temperatura ambiente.

Após aberto válido por 24 horas se mantido entre 2 a 8°C.

Aspecto: solução límpida e incolor.

Antes de usar, observe o aspecto de aclasta. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

6. Como devo usar este medicamento?

Posologia, dosagem e instruções de uso de Aclasta

Siga cuidadosamente as instruções dadas pelo seu médico, enfermeiro ou farmacêutico.

Osteoporose e prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa.

A dose usual de Aclasta® é de 5 mg que será administrada por meio de uma única aplicação por ano, na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos.

É importante tomar suplementos de cálcio e vitamina D , indicados pelo seu médico, já que a maioria das pessoas não obtém na dieta quantidade suficiente de cálcio e vitamina D.

Se você teve uma fratura de quadril recente depois de uma queda de uma posição em pé ou mais baixa, uma dose de 50.000 a 125.000 UI de vitamina D será administrada a você por via oral ou por via intramuscular, por seu médico ou enfermeiro antes da primeira infusão de Aclasta®. Por trauma de baixo impacto, é recomendado que o seu médico assegure concentrações séricas apropriadas de vitamina D antes da primeira aplicação de Aclasta®, caso uma dose de ataque de 50.000 a 125.000 UI de vitamina D por via oral ou intramuscular antes da primeira aplicação não esteja disponível.

Para osteoporose e prevenção de fraturas clínicas em pacientes com fratura recente de quadril, Aclasta® funciona por um ano, então você poderá precisar de outra dose após um ano.

Prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa

A dose usual é de 5 mg administrada por meio de uma única aplicação na veia realizada pelo seu médico ou enfermeiro.

A aplicação levará pelo menos 15 minutos. Após um ano, seu médico avaliará se você precisa de um retratamento baseado na sua resposta ao tratamento.

Se você não ingerir cálcio e vitamina D suficiente pela dieta, você deve tomar suplementos de cálcio e vitamina D (por exemplo, em comprimidos), conforme orientação do seu médico.

Doença de Paget do osso

A dose usual é de 5 mg que será administrada por meio de uma única aplicação na veia pelo seu médico ou enfermeiro.

A aplicação levará pelo menos 15 minutos. Uma vez que Aclasta® tem longa duração, você pode não precisar de outra dose de Aclasta® durante um ano ou mais. Seu médico lhe informará se você precisa ser tratado novamente.

Seu médico pode aconselhá-lo a tomar suplementos de cálcio e vitamina D (por exemplo, comprimidos) durante pelo menos os primeiros dez dias após a administração de Aclasta®. É importante que você siga este conselho cuidadosamente para reduzir o risco de hipocalcemia (cálcio no sangue muito baixo) no período após a aplicação (vide “Quais os males que aclasta pode causar”). Seu médico lhe informará com relação aos sintomas associados à hipocalcemia.

Tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides

A dose usual de Aclasta® é de 5 mg que será administrada por meio de uma única aplicação por ano na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos.

Se você não ingerir cálcio e vitamina D suficiente pela dieta, você deve tomar suplementos de cálcio e vitamina D (por exemplo, em comprimidos), conforme orientação do seu médico.

Tratamento de homens com osteoporose para aumentar a densidade mineral óssea

A dose usual de Aclasta® é de 5 mg que será administrado por meio de uma única aplicação por ano na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos.

Se você não ingerir cálcio e vitamina D suficiente pela dieta, você deve tomar suplementos de cálcio e vitamina D (por exemplo, em comprimidos), conforme orientação do seu médico.

Antes de parar a terapia com Aclasta®

Se você estiver pensando em interromper seu tratamento com Aclasta®, compareça à sua próxima consulta e discuta com seu médico. Seu médico irá aconselhá-lo e decidirá por quanto tempo você deve ser tratado com Aclasta®.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O que devo fazer quando esquecer de usar este medicamento?

Entre em contato com seu médico ou hospital o mais rápido possível para reagendar sua consulta médica.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. Quais os males que este medicamento pode me causar?

Reações adversas de Aclasta

Como todos os medicamentos, Aclasta® pode causar reações adversas. No entanto, nem todas as pessoas as apresentam.

Na maioria dos casos, nenhum tratamento específico é necessário.

As reações adversas relacionadas à primeira infusão são muito comuns (ocorrendo em mais de 40% dos pacientes), mas são menos frequentes nas aplicações subsequentes.

A maioria das reações adversas tais como febre e calafrios, dor nos músculos, ossos ou juntas e dor de cabeça ocorrem nos primeiros três dias após a aplicação de Aclasta®. Os sintomas são geralmente leves a moderados e desaparecem três dias após o início do tratamento. O paracetamol ou ibuprofeno (analgésicos leves) logo após a administração de Aclasta® podem reduzir estes sintomas. A probabilidade de ocorrerem essas reações adversas diminui quando você recebe doses adicionais de Aclasta®.

Algumas reações adversas podem ser graves:

  • Podem ocorrer reações de pele como vermelhidão, inchaço e/ou dor no local de aplicação;
  • Inchaço, vermelhidão, dor e coceira nos olhos ou sensibilidade do olho à luz;
  • Dor na boca, dentes e mandíbula, inchaço e feridas dentro da boca, dormência ou uma sensação de peso na mandíbula, ou afrouxamento de um dente. Estes podem ser sinais de lesão óssea na mandíbula (osteonecrose). Informe ao seu dentista imediatamente se você apresentar estes sintomas;
  • Batimentos cardíacos irregulares (fibrilação atrial) foram reportados em pacientes recebendo Aclasta® para o tratamento de osteoporose na pós-menopausa. Não está claro se Aclasta® causa este ritmo cardíaco irregular, porém você deve informar ao seu médico se eles ocorreram após ter recebido Aclasta®.
  • Disfunções renais (diminuição da produção de urina, por exemplo) podem ocorrer. Seu médico pode fazer um exame de sangue para verificar sua função renal antes de cada dose de Aclasta®. É importante para você tomar pelo menos 2 copos de líquido (como água), dentro de poucas horas antes de receber Aclasta®, conforme orientação médica.

Se você apresentar qualquer uma dessas reações adversas, informe ao seu médico imediatamente.

Tratamento e prevenção da osteoporose na pós-menopausa, tratamento para aumentar a densidade óssea em homens com osteoporose, doença de Paget do osso, prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril, tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides

Algumas reações adversas são muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam aclasta):

Febre.

Se você apresentar algum desses efeitos de forma grave, informe ao seu médico.

Algumas reações adversas são comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam aclasta):

Dor de cabeça, tontura, dor de estômago, vômito, diarreia, dor muscular, dor nas juntas, dor nos ossos, dor nas costas, dor nas mãos e/ou pés, sintomas de gripe (como febre, dor de garganta, cansaço, calafrios, dor muscular e nas juntas), calafrios, cansaço e desinteresse, fraqueza, dor, indisposição.

Adicionalmente nos pacientes com doença de Paget do osso: sintomas devido ao baixo nível de cálcio no sangue, como espasmos musculares, dormência ou sensação de formigamento, especialmente na área ao redor da boca, falta de ar.

Se você apresentar algum desses efeitos gravemente, informe ao seu médico.

Algumas reações adversas são incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam aclasta):

Gripe, infecção do trato respiratório superior, diminuição de glóbulos vermelhos, perda de apetite, insônia, diminuição da atenção e consciência, sensação de formigamento ou adormecimento, sonolência, tremor, perda temporária da consciência, conjuntivite (olho vermelho) infecção nos olhos, irritação e inflamação com dor e vermelhidão nos olhos, vertigem, aumento da pressão arterial, rubor, tosse, falta de ar, indisposição gástrica, dor abdominal, constipação, boca seca, azia, erupção cutânea, sudorese excessiva, prurido, vermelhidão na pele, dor no pescoço, rigidez muscular, ossos e/ou juntas, inchaço nas juntas, espasmos musculares, dor no ombro, dor nos músculos do peito e caixa torácica, inflamação das juntas, fraqueza muscular, alteração nos resultados de testes renais, frequência urinária anormal, inchaço das mãos, tornozelos ou pés, sede, reação de fase aguda (por exemplo, febre, aumento de batimento cardíaco, cansaço, diminuição de apetite), dor no peito não-cardíaca.

Se você apresentar algum desses efeitos gravemente, informe ao seu médico.

Outras reações adversas observadas

Reações alérgicas graves, incluindo tontura e dificuldade em respirar ou engolir, aperto no peito, urticária, prurido geral, inchaço, coceira; inchaço principalmente da face e garganta (também conhecido como angioedema); desidratação secundária aos sintomas pós-aplicação como febre, vômito e diarreia; diminuição drástica da pressão sanguínea; distúrbio no paladar, dor de dente, dor de estômago, sensação de batimento cardíaco forçado e/ou irregular, reações na pele no local da aplicação, olho vermelho.

Em pacientes que fazem tratamento para osteoporose em longo prazo pode ocorrer fratura do osso da coxa. Contate seu médico se sentir dor, fraqueza ou desconforto no quadril, coxa ou na virilha, pois isto pode ser uma indicação precoce de possível fratura do osso da coxa.

Se alguma destas reações afetar você de forma grave, informe ao seu médico. Se você notar reações adversas não mencionadas nesta bula, informe seu médico, farmacêutico ou enfermeiro.

Prevenção de osteoporose em mulheres na pós-menopausa com osteopenia

Se você tem osteopenia e está sendo tratada com Aclasta® para prevenir osteoporose na pós-menopausa, você poderá apresentar outras reações adversas ou poderá ter algumas reações adversas mais frequentemente em comparação com as acima mencionadas.

Reações adversas muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam aclasta)

Dor de cabeça, dor de estômago, dor muscular, dor, calafrios.

Reações adversas comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam aclasta):

Perda de apetite, tremor, alerta e conscientização reduzidos, conjuntivite (olho-de-rosa), dor nos olhos, inflamação nos olhos, dor abdominal, constipação, suores noturnos, dor nos músculos, ossos e/ou juntas, espasmos musculares, dor nos músculos do peito e caixa torácica, dor na mandíbula, no pescoço, inchaço nas mãos, tornozelos e pés, reações cutâneas no local da aplicação, dor no peito não-cardíaca.

Reações adversas incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam aclasta):

Ansiedade, diminuição da sensibilidade da pele, distúrbios do paladar, visão borrada, dor no flanco.

Se qualquer reação adversa tornar-se séria ou se você notar reações adversas não mencionadas nesta bula, informe seu médico, farmacêutico ou enfermeiro.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento

Superdosagem de Aclasta

Se for administrada acidentalmente uma grande quantidade de aclasta, o paciente deve ser observado e receber um tratamento de suporte adequado. Caso ocorra um evento de superdose que leve a uma hipocalcemia significante clinicamente, a reversão pode ser alcançada com suplementação oral de cálcio e/ou aplicação endovenosa de gluconato de cálcio.

*As imagens ilustrativas deste post retirei do meu arquivo pessoal.
*As informações sobre a pulsoterapia retirei do site http://www.espondilitebrasil.com.br/pulsoterapia-o-que-e-pulsoterapia/ através de pesquisa na internet.
*As informações sobre a aclata retirei do site http://www.minhavida.com.br/saude/bulas/788-aclasta-solucao através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 100 Filmes | Um filme preto e branco

Dando continuidade ao Desafio dos 100 Filmes…

Um filme preto e branco

The Great Dictator (O Grande Ditador) é um filme estadunidense de 1940, do gênero comédia dramática e sátira crítica, escrito, protagonizado e dirigido por Charles Chaplin.

Foi lançado em 15 de outubro de 1940 e satiriza o nazismo, o fascismo e seus maiores propagadores, Adolf Hitler e Benito Mussolini. Foi também o primeiro filme falado de Chaplin. Na ocasião de seu lançamento, os Estados Unidos ainda não tinham entrado na Segunda Guerra Mundial.

O filme recebeu cinco indicações ao Óscar em 1941 nas categorias de melhor filme, melhor ator para Charlie Chaplin, melhor roteiro original, melhor trilha sonora e melhor ator coadjuvante para Jack Oakie.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O trecho do filme de Charlie Chaplin “O Grande Ditador” retirei do site https://youtu.be/AUWcT75iKDE através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Osteoporose

Não só pq estou na casa dos trinta anos, mas principalmente por causa da cirurgia bariátrica que faço anualmente uma série de exames (clínicos, imagens e laboratoriais) e no ano passado não foi diferente…

Além de todos os exames para dosar as taxas hormonais por causa do atraso menstrual (amenorreia secundaria) que tive em 2017 fiz tbm densitometria óssea, mamografia,  ultrassom das mamas e ultrassom transvaginal…

Como nos exames anteriores já observava um índice de osteopenia refaço os exames anualmente, só que dessa vez o exame mostrou um índice de osteoporose, ou seja, aceleração da osteopenia devido a um desequilíbrio entre a atividade dos osteoblastos e a dos osteoclastos.

Então, com os resultados em mãos logo marquei a ida ao reumato para já iniciarmos um acompanhamento e se possível um tratamento… mas lógico que pesquisei várias informações na internet e o que achei de mais interessante copilei neste post…

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Osteoporose

O que é Osteoporose?

Osteoporose é uma doença metabólica, sistêmica, que acomete os ossos. A prevalência da osteoporose, acompanhada da morbidade e mortalidade de suas fraturas, aumenta a cada ano. Estima-se que com o envelhecimento populacional na América Latina, o ano de 2050, quando comparado a 1950, terá um crescimento de 400% no número de fraturas de quadril para homens e mulheres entre 50 e 60 anos, e próximo de 700% nas idades superiores a 65 anos. Estima-se que a proporção da osteoporose para homens e mulheres seja de seis mulheres para um homem a partir dos 50 anos e duas para um acima de 60 anos. Aproximadamente uma em cada três mulheres vai apresentar uma fratura óssea durante a vida.

Como qualquer outro tecido do nosso corpo, o osso é uma estrutura viva que precisa se manter saudável, e isso acontece mediante a remodelação do osso velho em osso novo. A osteoporose ocorre quando o corpo deixa de formar material ósseo novo suficiente, ou quando muito material dos ossos antigos é reabsorvido pelo corpo – em alguns casos, pode ocorrer as duas coisas. Se os ossos não estão se renovando como deveriam, ficam cada vez mais fracos e finos, sujeitos a fraturas.

Causas

Nós temos no corpo células responsáveis pela formação óssea e outras pela reabsorção óssea. O tecido ósseo vai envelhecendo com o passar do tempo, assim como todas as outras células do nosso corpo. O tecido ósseo velho é destruído pelas células chamadas osteoclastos e criados pelas células reconstrutoras, os osteoblastos. Esse processo de destruição das células é chamado de reabsorção óssea, que fica comprometido na osteoporose, pois o corpo passa a absorver mais osso do que produzir ou então não produzir o suficiente. Alguns problemas podem interferir na formação dos ossos:

Deficiência de cálcio

O cálcio é um mineral essencial à formação normal dos ossos. Durante a juventude, o corpo usa o mineral para produzir o esqueleto. Além disso, o osso é o nosso principal reservatório de cálcio, e é ele quem fornece esse nutriente para outras funções do corpo, como o funcionamento cardíaco. Quando o metabolismo do osso está em equilíbrio, ele retira e repõe o cálcio dos ossos sem comprometer essa estrutura. Esses nutrientes são obtidos por meio da alimentação, por isso, se a ingestão de cálcio não é suficiente, ou então o organismo não está conseguindo absorver esse cálcio ingerido, a produção de ossos e tecidos ósseos pode ser afetada, não havendo nutrientes suficientes para produzir o esqueleto e suprir toda a demanda de cálcio do resto do corpo. Dessa forma, a ingestão insuficiente ou a má absorção desses nutrientes pode ser uma das causas da osteoporose.

Envelhecimento e menopausa

Cerda de 80% dos pacientes com osteoporose a tem associada ao envelhecimento ou menopausa. No caso do envelhecimento, é necessário entender que os ossos crescem somente até os 20 anos, e sua densidade aumenta até os 35 anos, começando a perder-se progressivamente a partir disso. Isso quer dizer que até os 35 há um equilíbrio entre processos de reabsorção e criação dos ossos, e a partir dessa idade a perda óssea aumenta gradativamente, como parte do processo natural de envelhecimento. Caso o indivíduo não tenha criado um “estoque” de densidade óssea suficiente para suprir esse aumento gradativo da reabsorção, os ossos vão ficando mais frágeis e quebradiços, podendo levar à osteoporose.

Enquanto a mulher está em período fértil (menstruando) existe a produção acentuada do hormônio estrogênio. Quando abundante no corpo da mulher, o estrogênio retarda a reabsorção do osso, reduzindo a perda, além de ser responsável pela fixação do cálcio nos ossos, contribuindo para o fortalecimento do esqueleto. Em contrapartida, a mulher durante e após a menopausa tem uma produção muito reduzida de estrogênio, uma vez que ele não é mais necessário para o ciclo menstrual. O hipoestrogenismo irá contribuir para a perda de massa óssea mais acelerada, principalmente nos primeiros anos da pós-menopausa. Dessa forma, a menopausa pode ser um gatilho para a osteoporose.

Em homens, baixos níveis de testosterona (hipogonadismo) também podem favorecer a osteoporose, uma vez que este hormônio entra na formação do tecido ósseo.

Doenças ou medicamentos

Outras condições podem levar ao surgimento da osteoporose, sendo responsável por 20% dos casos totais da doença, sendo entretanto muito comuns em pessoas mais jovens e sem outros fatores de risco:

  • Síndrome de Cushing
  • Hiperparatireoidismo primário ou terciário
  • Hipertireoidismo
  • Acromegalia
  • Mieloma múltiplo
  • Doenças renais
  • Doenças inflamatórias intestinais
  • Doença celíaca
  • Pós-gastrectomia
  • Homocistinúria
  • Hemocromatose
  • Doenças reumáticas
  • Uso de medicamentos a base de glicocorticóides, hormônios tireoidianos, heparina, warfarina, antiepilépticos (fenobarbital, fenitoína, carbamazepina), lítio, metotrexato e ciclosporina.

Fatores de risco

  • Mulheres e homens orientais correm mais risco de sofrer fraturas pela osteoporose, por um problema anatômico no fêmur
  • História familiar de osteoporose
  • História prévia de fratura por trauma mínimo
  • Tabagismo
  • Baixa atividade física
  • Baixa ingestão de cálcio
  • Baixa exposição solar
  • Alcoolismo
  • Imobilização
  • Ausência de períodos menstruais (amenorreia) por longo período
  • Baixo peso corporal.

Sintomas de Osteoporose

A osteoporose é uma doença silenciosa, que dificilmente dá qualquer tipo de sintoma e se expressa por fraturas com pouco ou nenhum trauma, mais frequentemente no punho, fêmur, colo de fêmur e coluna. Outros sintomas que podem surgir com o avanço da doença são:

  • Dor ou sensibilidade óssea
  • Diminuição de estatura com o passar do tempo
  • Dor na região lombar devido a fraturas dos ossos da coluna vertebral
  • Dor no pescoço devido a fraturas dos ossos da coluna vertebral
  • Postura encurvada ou cifótica.

Na consulta médica

Caso você tenha algum fator de risco para a osteoporose, principalmente a chegada da menopausa, é importante pensar na visita a um médico para avaliar a necessidade de fazer um exame de densitometria óssea. Como a doença não apresenta sintomas, o profissional fará perguntas sobre o seu quadro geral, como doenças associadas, hábitos alimentares, sedentarismo, tabagismo e outros pontos que ele achar relevante, como a idade em que a mulher entrou na menopausa, por exemplo. A partir dessa análise clínica, o médico poderá dizer se você está ou não em risco para osteoporose e poderá indicar a realização de alguns exames.

Exames

O principal exame para rastreamento e diagnóstico da osteoporose é a densitometria óssea, um exame que avalia a densidade dos ossos e músculos do corpo, podendo identificar quando os ossos estão muito finos ou então quando a perda ainda está se iniciando. Além desse, a radiografia também pode ser indicada para a investigação da osteoporose.

Todas as mulheres de 65 anos ou mais e homens com 70 anos ou mais devem fazer a densitometria óssea anualmente, independente dos fatores de risco. Mulheres na pós-menopausa com menos que 65 anos de idade e homens entre 50 e 60 anos com fatores de risco também devem fazer o exame anualmente. Além disso, qualquer com que sofreu fraturas e tem risco associado tem indicação para fazer a densitometria a fim de diagnosticar uma possível osteoporose.

Diagnóstico de Osteoporose

Em geral, a perda óssea ocorre gradualmente com o passar dos anos. Na maioria das vezes, a pessoa irá sofrer uma fratura antes de se dar conta da presença da osteoporose. Quando isso ocorre, a doença já se encontra em um estado avançado, e o dano é grave.

Por não apresentar sintomas em seu estado precoce, não é possível fazer um diagnóstico clínico da osteoporose. Dessa forma, o diagnóstico tanto precoce quanto após uma fratura é feito com a densitometria óssea e radiografias. Além desses, o médico pode pedir outros exames para fazer o diagnóstico de causas secundárias da osteoporose, como dosagem de creatinina e dosagem de testosterona e estrogênio.

Tratamento de Osteoporose

A osteoporose é de cura difícil, quase impossível. No entanto, pode-se fazer da primeira fratura a última, ou então evitar qualquer lesão. Se você tem uma perda óssea importante, o tratamento pode impedir o agravamento, mas não irá eliminar a doença. Os objetivos do tratamento da osteoporose são controlar a dor, retardar ou interromper a perda óssea e prevenir fraturas. A escolha do tratamento irá depender da causa da osteoporose – se por excesso de reabsorção óssea ou por criação de massa óssea deficiente – e de outras doenças associadas.

Medicamentos

Existem várias medicações indicadas para o tratamento da osteoporose, que individualizadas a cada caso. Quando diagnosticada, a osteoporose tem uma ou outra indicação de medicamento, a depender da gravidade ou das causas secundárias. Alguns medicamentos comuns usados do tratamento da osteoporose são:

  • Raloxifeno: conhecidos internacionalmente pela sigla SERM (selective estrogen receptor modulator), os moduladores seletivos de receptores estrogênios atuam estimulando ou inibindo a ação desses receptores. O raloxifeno é o SERM que possui efeito antirreabsortivoósseo, ou seja, ele inibe a reabsorção óssea. Ele promove o ganho de massa óssea na coluna lombar e colo do fêmur, bem como redução de fraturas vertebrais. O raloxifeno é recomendado para a prevenção e o tratamento da osteoporose da coluna vertebral. Não está recomendado para a redução de fraturas nãovertebrais e deve ser empregado somente em pessoas sem sintomas vasomotores.
  • Bisfosfonatos: os bisfosfonatos são compostos com ação antirreabsortiva dos ossos. Existem vários tipos de biofosfonatos com características específicas para o tratamento de diferentes aspectos da osteoporose. O alendronato, o risedronato e o ibandronato são alguns tipos que podem ser administrados por via oral. Há também o zoledronato, que é administrado por infusão endovenosa. Em estudo clínicos, o ibandronato se mostrou eficaz na redução de fraturas vertebrais, já o risedronato, o alendronato e zoledronato são efeitos na redução de fraturas vertebrais e não-vertebrais, incluindo as de quadril. Todos os biofosfonatos citados são recomendados tanto para prevenção quanto para o tratamento da osteoporose.
  • Ranelato de estrôncio: o ranelato de estrôncio apresenta efeitos sobre a formação e a reabsorção óssea. Ele estimula os osteoblastos e reduz a função osteoclástica, ou seja, aumenta a formação de massa óssea e reduz a reabsorção, principalmente na coluna lombar e no colo do fêmur. O ranelato de estrôncio é recomendado para prevenção e tratamento da osteoporose na pós-menopausa.
  • Teriparatida: a teriparatida é uma substância que se liga ao receptor do hormônio PTH da paratireoide. Ela atua estimulando a formação dos osteoblastos, que são células responsáveis pela formação dos ossos. O maior diferencial do tratamento com teriparatida é que ela promove o crescimento do osso em vez de inibir a reabsorção óssea, como as outras classes de medicamentos. Sua administração resulta em ganho de massa óssea na coluna lombar e no colo do fêmur, além de redução do risco de fraturas vertebrais e não-vertebrais. A teriparatida tem indicação para o tratamento da osteoporose em pacientes de alto risco para fraturas, sendo administrado por via subcutânea. É usado principalmente para pacientes que usam medicamentos a base de corticoides.
  • Desonumab: o desonumab é um mecanismo de ação diferente, chamado de anticorpo monoclonal. Para entender a ação desse medicamento, vamos pensar nos osteoclastos e osteoblastos, que são as células destruidoras e formadoras dos ossos. Essas células se comunicam entre si para saber quando é preciso fazer uma reabsorção ou uma formação. Quando a mulher entra na menopausa, essa comunicação pode ficar alterada, levando a uma maior destruição do que criação óssea. A medicação atua nesse mecanismo específico de comunicação entre as células, retornando o equilíbrio. O desonumab é ministrado por via subcutânea e faz parte de uma nova classe de medicamentos, os biológicos.
  • Calcitonina: a calcitonina é um hormônio constituído de 32 aminoácidos produzidos por um grupo de células da tireoide. Ela atua inibindo a ação do paratormônio (PTH), um hormônio. A calcitonina e o paratormônio, quando estão em quantidades adequadas, equilibram a concentração de cálcio no sangue – o primeiro diminui o cálcio no sangue e o segundo, aumenta. Como consequência, o paratormônio estimula a reabsorção de cálcio e fosfato dos ossos e a absorção de cálcio pelos rins e intestino, ao passo que a calcitonina inibe a reabsorção óssea e diminui a reabsorção de cálcio no rim. Quando esses hormônios não estão equilibrados e o paratormônio está em maior quantidade, a reabsorção óssea aumenta, podendo levar à osteoporose. A calcitonina para o tratamento da osteoporose é obtida do salmão por síntese laboratorial, sendo cerca de 20 a 40 vezes mais potente que a humana. Seu principal efeito é inibindo a absorção de cálcio nos rins. Pode ser administrada tanto por injeção intramuscular ou subcutânea quanto por aplicação nasal. A calcitonina de salmão é considerada uma medicação de segunda linha para osteoporose, podendo ser recomendada no tratamento da osteoporose pós-menopáusica e para a redução de fraturas vertebrais.

Terapias

  • Reposição de estrogênio: enquanto a mulher está em período fértil (menstruando) existe a produção acentuada do hormônio estrogênio. Quando abundante no corpo da mulher, o estrogênio retarda a reabsorção do osso, reduzindo a perda, além de ser responsável pela fixação do cálcio nos ossos, contribuindo para o fortalecimento do esqueleto. Em contrapartida, a mulher durante e após a menopausa tem uma produção muito reduzida de estrogênio, uma vez que ele não é mais necessário para o ciclo menstrual. O hipoestrogenismo irá contribuir para a perda de massa óssea mais acelerada, principalmente nos primeiros anos da pós-menopausa. Dessa forma, a menopausa pode ser um gatilho para a osteoporose. A terapia de reposição hormonal é eficaz na prevenção da osteoporose e de fraturas vertebrais e não vertebrais. No entanto, ainda não há evidência suficiente para recomendar o tratamento na redução do risco de fraturas no tratamento da osteoporose estabelecida. A tibolona, composto sintético derivado da testosterona e usado na reposição hormonal, atua sobre a remodelação do osso, promovendo ganho de densidade óssea. É administrada por via oral. O uso prolongado da terapia de reposição hormonal, por mais de cinco anos, com associação de estrogênios e progestagênios, produz um pequeno aumento do risco de câncer de mama de aproximadamente oito casos em cada 10.000 mulheres/ano. A terapia de reposição hormonal tem indicação no início do climatério para prevenção da perda de massa óssea em mulheres com fatores de risco associados, não estando indicada para o tratamento da doença estabelecida.
  • Suplementação de cálcio e vitamina D: o cálcio e o fósforo são os principais nutrientes para constituição do osso. Para ser fixado aos ossos, o cálcio necessita da ação do hormônio estrogênio, que tem sua produção diminuída durante e após a menopausa, fator que leva à progressiva perda de massa óssea nessa etapa da vida. Por isso, a ingestão adequada de cálcio e sua suplementação são indicados para o tratamento e prevenção da osteoporose. Já a vitamina D é um nutriente importante na manutenção da saúde óssea, uma vez que suas principais funções são a regulação da absorção intestinal de cálcio e a estimulação da reabsorção óssea. As fontes de vitamina D incluem luz solar, dieta e os suplementos. Estima-se que 90% dos adultos entre 51 e 70 anos de idade não recebem o suficiente vitamina D de forma natural, sendo recomendada a suplementação. Recomenda-se que a suplementação de cálcio seja feita em associação com 800-1000UI de vitamina D ao dia. Não se recomenda o tratamento exclusivo da osteoporose com vitamina D isolada ou em conjunto com cálcio, porém o uso complementar desses nutrientes é fundamental para uma formação óssea adequada.

Cirurgias

  • Vertebroplastia: a vertebroplastia é um procedimento minimamente invasivo para tratar fraturas na coluna vertebral, melhorando a dor e a capacidade funcional desses pacientes em cerca de 90 a 95%. Ele é feito injetando cimento acrílico (polimetilmetacrilato, ou PMMA) no interior da vértebra
  • Cifoplastia: a cifoplastia é um procedimento ambulatorial usado para tratar fraturas por compressão dolorosa na coluna vertebral. O procedimento também é chamado cifoplastia com balão. Ele é feito injetando cimento acrílico (polimetilmetacrilato, ou PMMA) no interior da vértebra. A diferença entre a cifoplastia e a vertebroplastia é que a primeira utiliza uma espécie de balão, que é injetado na coluna e se infla, posicionando as vértebras corretamente antes da colocada do cimento ósseo.

Medicamentos para Osteoporose

Os medicamentos mais usados para o tratamento de osteoporose são:

  • Aclasta
  • Angeliq
  • Calde

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo/Prognóstico

Além dos medicamentos e terapias disponíveis para o tratamento da osteoporose, outras mudanças de hábito devem ser feitas para evitar fraturas, dores e a progressão da doença:

Mantenha-se no peso ideal

Se a manutenção do peso é benéfica como um todo, para pessoas com osteoporose ela é a ainda mais importante. E não é só a obesidade que atrapalha a vida do paciente – aqueles que estão muito abaixo do peso também correm riscos. Os pacientes acima do peso têm dificuldade de realizar exercícios e tendência a desenvolver outros problemas, como hipertensão arterial e diabetes, além de geralmente manterem uma alimentação inadequada, sem o aporte nutricional que a osteoporose pede, ao passo que os de peso muito baixo têm, em geral, deficiência alimentar por pouca ou má ingestão de nutrientes. Inclusive, os mais magros são mais atingidos pela osteoporose, justamente porque a gordura periférica – em menor quantidade naqueles abaixo do peso – ajuda a manter o aporte de cálcio no metabolismo do estrogênio, deixando os ossos mais fortalecidos. Uma das explicações para isso seria o fato de que um paciente muito acima do peso se fraturaria mais facilmente ao se levantar pra caminhar, então a natureza dá a essas pessoas uma força extra para poder aguentar o seu próprio peso. No entanto, uma vez com osteoporose, o excesso de peso pode causar um esforço muito grande das articulações, favorecendo dores e quedas.

Pratique exercícios

A atividade física é fundamental para os pacientes com osteoporose. Além de aumentar o aporte e fixação de cálcio ao osso, o exercício ajuda no equilíbrio para evitar quedas. Praticar exercícios também ajuda a manter a densidade óssea à medida que envelhecemos, diminui a dor nas articulações e ainda por cima elimina os quilos que por ventura estiverem sobrando e forçando as articulações. Exercícios de fortalecimento e flexibilidade, bem como atividades aeróbicas, são as mais indicadas para os portadores de osteoporose. Os primeiros ajudam a manter a densidade óssea e fortalecer as articulações, já os exercícios de flexibilidade, como alongamento e ioga, além de beneficiar as articulações também ajudam a preservar a amplitude do movimento. Por fim, as atividades aeróbicas podem ajudar a construir ossos e manter as articulações saudáveis, bem como fortalecer os músculos, coração e pulmões. No entanto, que todos os pacientes devem ser avaliados para poder executar os exercícios corretos e na época adequada, especialmente os idosos.

Nutrientes em dia

A osteoporose está intimamente ligada à alimentação. Se você não está ingerindo os nutrientes na quantidade certa, o seu corpo está em risco. Os nutrientes mais importantes na luta da osteoporose são o cálcio e a vitamina D. O primeiro é essencial para a formação dos ossos, enquanto o segundo é quem permite que o cálcio seja absorvido e atue na formação da matriz óssea. Os dois andam sempre de mãos dadas: se você ingerir muito cálcio, mas não tiver vitamina D, de nada adianta, pois esse não será absorvido. O mesmo vale para quem ingere muita vitamina D, mas não tem a quantidade de cálcio suficiente para ser absorvida. A recomendação diária de cálcio para adultos varia entre 1.000mg e 1.200mg, enquanto a vitamina D tem sua dose de 800 a 1.200 UI por dia. Boas fontes de cálcio são leite e seus derivados, bem como vegetais verdes escuros e produtos fortificados. Quanto a vitamina D, a melhor forma de obtê-la é se expondo ao sol no mínimo 30 minutos por dia, lembrando que deve ser o sol da manhã ou o do final do dia.

Pare de fumar

O cigarro é atualmente considerado não só um fator de risco, como um agravante da osteoporose, e como tal deve ser abandonado. Isso acontece porque a fumaça tóxica do cigarro, quando chega à corrente sanguínea, interfere no funcionamento das células osteoblásticas – responsáveis por construir e reparar a matriz óssea. E nunca é tarde para largar o vício, pois ao parar de fumar, o risco de baixa densidade óssea e fraturas tende a se reduzir com o passar do tempo.

Evite o álcool

O consumo excessivo de bebida alcoólica diminui as reservas de cálcio e, como consequência, faz com que os ossos fiquem mais fracos. O consumo de álcool no dia a dia acarreta no aumento dos níveis do paratormônio, que é um hormônio responsável por equilibrar a quantidade de cálcio nos ossos. O álcool em excesso também interfere na absorção de cálcio e vitamina D pelo pâncreas, ambos nutrientes essenciais para os ossos.

Faça adaptações em casa

As mudanças para uma casa segura são muito importantes para evitar quedas no paciente com osteoporose. Evitar tapetes soltos, sapatos de salto deslizante e pisos derrapantes em áreas como banheiro e cozinhas é fundamental para quem tem a doença. A colocação de apoio com barras fixas nas paredes ajuda na movimentação dentro de casa. Prender ao solo móveis que podem escorregar é outro artifício eficiente. É importante também manter todos os objetos dentro do campo de visão, principalmente entre os mais idosos, pois eles apresentam uma redução do seu campo visual, e por isso objetos deixados em qualquer lugar são potencialmente perigosos. Outro ponto essencial é manter interruptores de luz ou abajures próximos da cama e portas, para que o paciente não precise andar no escuro em nenhum momento, correndo o risco de tropeçar e cair.

Faça a densitometria óssea regularmente

O exame de densitometria óssea é usado para medir a densidade de nossos ossos, ou a massa óssea. O controle com o exame geralmente é anual, mas a frequência pode mudar conforme orientação. A densitometria avalia o grau da osteoporose e acusa a probabilidade de fraturas.

De olho nas causas secundárias

Se a osteoporose estiver associada a uma outra condição, como o hiperparatireoidismo, doenças renais ou uso de medicamentos com corticoides, é importante tratar também esses problemas. Converse com seu médico e procure entender

Complicações possíveis

A principal complicação da osteoporose são as fraturas por compressão na coluna vertebral, no fêmur, nos quadris e nos punhos. Uma fratura nos quadris ou fêmur pode gerar invalidez ou perda da capacidade de andar. A coluna e o fêmur são as áreas que mais recebem um desgaste ósseo e mais correm risco, sendo a fratura proximal de fêmur a mais grave, resultando em mortalidade 15% maior no primeiro ano pós-fratura, se comparado com um grupo de idade similar que não sofreu o trauma, sendo que os pacientes com fratura prévia são duas a cinco vezes mais susceptíveis a incidências futuras do que indivíduos sem fraturas. Cerca de metade dos pacientes com fratura de fêmur não consegue mais andar, e um quarto necessita de cuidado domiciliar prolongado. Um paciente que não consegue mais andar e fica acamado corre um risco maior de sofrer infecções e fica mais suscetível a doenças por conta da invalidez.

Prevenção

  • Seguir uma dieta balanceada, com as quantidades adequadas de cálcio e vitamina D
  • Evitar o consumo de álcool em excesso
  • Não fumar
  • Praticar exercícios regularmente
  • Fazer a reposição hormonal quando indicado
  • Fazer a densitometria óssea anualmente a partir dos 50 anos.
 Perguntas frequentes

Quem não gosta de leite apresenta maior risco de ter osteoporose?

Não. Uma das dicas de prevenção da doença é preocupar-se com a ingestão mínima de cálcio necessário para manter os ossos saudáveis. São recomendados 1.200 mg por dia. Para quem não gosta de leite, é só recorrer a outros laticínios, como queijo.

Quem tem osteoporose não pode praticar atividade física?

Pelo contrário. Praticar exercícios físicos é essencial. Nesse caso, o ideal são exercícios como a caminhada e musculação.

Devo me preocupar com a osteoporose somente após a menopausa?

Não. Sua prevenção deve ser uma preocupação ao longo da vida. A redução do estrógeno que é o hormônio feminino acelera a reabsorção óssea, aumentando a osteoporose pós-menopausa. É importante ingerir vitamina D diariamente. Verduras e laticínios fortificados fornecem este tipo de vitamina.

A osteoporose é uma doença feminina?

Mulheres têm mais osteoporose que os homens, pois têm os ossos mais finos e mais leves e apresentam perda importante durante a menopausa. No entanto, homens com deficiência alimentar de cálcio e vitaminas estão sujeitos à doença. Inclusive, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) criou o Programa de Osteoporose Masculina (PROMA), desde março de 2004, com o objetivo de quantificar as vítimas da doença para tratá-las e estudar a sua incidência.

A osteoporose é hereditária?

Não significa dizer que, se o histórico familiar é favorável à osteoporose, todos vão desenvolver a doença. Mas é importante, sim, identificar se os pais são portadores de osteoporose. Em caso positivo, deve-se manter cuidado redobrado na prevenção da doença. Explicação: a vitamina D é mais eficiente na absorção do cálcio em algumas pessoas do que em outras e essa característica é hereditária. Descendentes de pessoas que têm menor capacidade de absorção do cálcio no organismo e que apresentaram osteoporose quando adultas têm maior probabilidade de apresentar a doença. Mas nada que bons hábitos alimentares e atividade física não possam mudar este quadro.

 Fontes e referências

  • Ministério da Saúde
  • Ricardo Nahas, médico do esporte e coordenador do Centro de Medicina do Exercício e do Esporte do Hospital 9 de Julho
  • Vera Szejnfeld, reumatologista e coordenadora do Departamento de Densitometria Óssea da Fundação IDI
  • Weldson Muniz, ortopedista do Hospital Santa Luzia, em Brasília
  • Roberto Santin, ortopedista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz
*A imagem ilustrativa deste post retirei do meu aquivo pessoal.
*As informações acima retirei do site http://www.minhavida.com.br/saude/temas/osteoporose através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 100 Filmes | Um filme com muito sangue

Dando continuidade ao Desafio dos 100 Filmes…

Um filme com muito sangue

Pathology (Autópsia de um Crime) é um filme de suspense de 2008 dirigido por Marc Schoelermann e escrito por Mark Neveldine e Brian Taylor, escritores de Crank.

Um jovem recém formado em medicina , se torna o mais novo membro em um renomado grupo de patologistas. Suspeitas sobre os seus novos colegas surgem quando estranhos fatos acontecem. Mas Ted (Milo Ventimiglia) está tão deslumbrado com suas novas atividades, que não percebe que está envolvido com um grupo que criou um perigoso “jogo” no qual o objetivo é cometer o crime perfeito, que nem mesmo um patologista possa desvendar. A brincadeira ultrapassa os limites e se torna um verdadeiro pesadelo para todos os envolvidos.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O trailer legendado do filme “Autopsia de um Crime” retirei do site https://youtu.be/cKqTTlS2fIE através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Nada é em vão. Se não é uma bênção, é lição!

Esse post será meio um desabafo… uma reflexão… mas a intenção principal é o alerta aos leitores do blog que por alguma ventura passar por algo assim em alguma viagem no decorrer da vida…

O lado positivo da viagem não deu certo

Após definirmos nossa intensão de passar o réveillon na praia passei a pesquisar as opções pela Bancorbrás e assim que as reservas do período foi aberto entrei em contato com eles para fazer a reserva para Cabo Frio (apesar da data pré-definida não ser a melhor para nós, entre 28/12/2017 a 02/01/2018, já que minha irmã só entrava de férias no dia 29/12/2017 não tínhamos outra opção pois eles não são flexíveis nesse ponto) como o hotel de nossa preferência já não tinha mais disponibilidade optei pelo hotel indicados por eles – Hotel La Plage, pois já tínhamos ouvido falar mt bem e apesar de estar localizado um pouco afastado centro de Cabo Frio ele é considerado hotel pé na praia (a praia do Peró fica na porta e os hospedes tem acesso livre)…

Optamos por ir de ônibus, apesar de todos os inconvenientes de uma viagem assim nesse período, já que os congestionamentos para a região dos lagos são antigos fomos ao terminal rodoviário para adquirimos as três passagens pela Única/Fácil que tem horários bem limitados para Cabo Frio e ainda faz baldeação em Petrópolis, mas nesse período coloca vários ônibus extras para fazer esse trecho…

Passagens compradas, passamos a organizar as malas e coisas necessárias para esses dias no litoral a espera do ano novo…

Chegou o dia da viagem e com ele o estresse… correria… preparativos a mil… uber agendado… despedidas feitas… partiu férias/réveillon!!!

Saímos de Juiz de Fora quase meia noite, após um pequeno atraso na rodoviária, pois a bagagem de uma das passageiras sumiu antes de ser guardada no compartimento de bagagem… demos sorte e não “pegamos” congestionamento… e a parada do ônibus foi no Graal Oásis que parecia não estar preparado para receber todas aquelas pessoas (nem papel higiênico tinha no banheiro)…

Chegamos a Cabo Frio ainda de madrugada e como o motorista que nos buscaria na rodoviária e nos levaria ao hotel não apareceu nem atendeu/respondeu mensagem fomos de táxi, que para nossa surpresa, mesmo na bandeira 2 ficou mais barato que o combinado com o motorista “particular”…

A recepção do hotel estava fechada, mas assim que o recepcionista deu conta de que havíamos chegado ele nos atendeu ainda com cara de sono…

Após o check-in fomos encaminhadas ao quarto que ficava no terceiro andar, sendo que minha mãe é idosa e o hotel não tem elevador, só escadas…

Solicitamos a troca de quarto, mas o mesmo só poderia ser feito pela gerente na manhã seguinte…

Após o desjejum (que deixa muito a desejar já que não tem mts opções de frutas e/ou pães, nem iogurte, o suco de laranja horrível) partimos em busca da gerente para solicitar a troca de quarto e ela não havia chegado e após mts explicações desnecessárias fomos realocadas em um quarto na área próxima a piscina…

O “novo” quarto (número 20) ficava próximo a área onde estavam localizadas as redes de balanço e para nossa surpresa tinha um degrau entre o lavabo e o banheiro não facilitando a acessibilidade, mas optamos por ficarmos lá msm já que o hotel estava lotado e provavelmente não teríamos outras opções…

No primeiro dia, após darmos uma voltinha na praia, optamos por andar também pelo entorno do bairro e passamos no Praia Shopping, onde almoçamos… nossa escolha foi o Restaurante e Pizzaria do Chico… eu escolhi um prato infantil com peixe a milanesa e minha mãe e irmã escolheram o prato executivo, tbm com peixe…

O bar da piscina do hotel é “sublocado” ao Quiosque 12 – Tia Ângela que fica em frente… então optamos por abrir uma conta no bar do hotel e fazer nossas refeições na beira da piscina já que o próprio hotel não oferece esse serviço… o atendimento foi mt bom e os valores das porções acessíveis… o garçom que nos atendia ofereceu um combo para a festa de passagem do ano, que seria no quiosque com open bar & open food além de música ao vivo (banda + DJ) e logo reservamos, pois estando afastadas da cidade não teríamos mts opções no Peró…

Andávamos na praia de manhã, normalmente após o desjejum… e até chuva nos brindou com sua cia…

Fomos tbm a Praia das Conchas, que é menor e de geografia mais privilegiada mas também encanta pelo claridade da água e suas areias branquinhas… vale a visita!

Outra boa opção para as noites no Peró é saborear um pastel de camarão (muito bem recheado e frito na hora) que fica numa barraquinha na Praça do Moinho próximo a Drogaria Moinho, além da feirinha de artesanato no centro da praça…

O almoço e no restante do dia ficávamos entre o espreguiçadeiras/quarto/redes e a piscina…

No último dia optamos por almoçar no Buba’s Restaurante que é próximo ao hotel e que tem opção de prato executivo que serve até 2 pessoas à um bom preço além de ambiente familiar, sem falar no tempero bem caseiro que foi o que mais gostamos…

Mas com certeza, o que mais nos desagradou na estadia no Hotel La Plage foi o atendimento prestado pelos funcionários do hotel, pois como eu citei acima entre o lavabo e o banheiro havia um degrau e minha mãe sofreu um queda, bateu a cabeça e as costas, o que ocasionou mt desconforto, além de dor e em momento algum os funcionários do hotel se disponibilizaram em nos auxiliar e no dia do check-out, msm o quarto tendo ficado vazio até a hora que saímos de lá no fim da tarde do dia 02/01/2018 tivemos que desocupá-lo as 10h e ficarmos sentadas no bar da piscina desconfortavelmente, já que nosso ônibus de volta a JF só sairia da rodoviária de Cabo Frio as 17:30… sendo que nossas malas ficaram guardadas em um quarto vazio até nos sairmos, mas minha mãe não pode ficar lá e nem foi feita oferta de se pagar meia diária pelo uso do espaço já que ela não estava se sentindo bem…

O retorno a JF tbm foi um caos, pois a rodoviária estava lotada… a empresa que faria o trecho Cabo Frio x Juiz de Fora colocou ônibus extra de 15 em 15 minutos mas somente 1 funcionário para acomodar as bagagens o que ocasionou atraso de 1h na viagem, sem falar no congestionamento que pegamos na estrada e a péssima direção do motorista que na serra de Petrópolis correu demais e chegamos a pensar que sofreríamos um acidente com tamanha velocidade com que ele fazia as curvas, o que acentuou ainda mais as dores da minha mãe…

Chegamos em Juiz de Fora por volta das 2h da madrugada após uma parada rápida no Ipirangão – RodoRede em Três Rios…

Somente no dia 03/01 é que o ortopedista a atendeu e após um raio-x, que nada mostrou o médico achou prudente solicitar uma tomografia que mostrou traços de fraturas posteriores no 8º, 9º, 10º e 11º arcos costais à direita….

O tratamento é conservador (medicação oral para dor e repouso) e como o desconforto é grande (e o ortopedista não aconselhou viajarmos de avião) foi necessário cancelar nossa viagem de férias para Florianópolis, mas isso eu conto em um outro post…

Então, o que se tira disso tudo é uma lição:

Mas não posso deixar de compartilhar com vocês o link do post que me inspirou a escrever esse desabafo… pesquisando aleatoriamente na internet achei “O lado positivo de uma viagem que não deu certo“, vale a pena ler…

E você, já passou por algo assim? Conta aí nos comentários sua experiência e deixe uma dica…

*As imagens ilustrativas deste post retirei dos sites https://www.frasesparaoface.com/wp-content/uploads/2016/02/nada-e-em-vao e https://78.media.tumblr.com/0aa9ed9a3673d22f053918fc6b804ab4/tumblr_olocmejjbu1u5ag7po1_1280 através de pesquisa na internet.
*As fotos postadas são do meu arquivo pessoal.
*O meme “partiu praia” retirei do site https://2.bp.blogspot.com/-Cy34tCSa8LU/VrDwuhOtf5I/AAAAAAAA14o/WdXtRhXaK6c/s1600/DURISTA-500×375 através de pesquisa na internet.
*As informações “O lado positivo de uma viagem que não deu certo” retirei do site https://www.queroviajarmais.com/lado-positivo-viagem-nao-deu-certo/através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 100 Filmes | Um filme de enredo simples

Dando continuidade ao Desafio dos 100 Filmes…

Um filme de enredo simples

Um Amor para Recordar é um filme americano de drama e romance, que foi lançado em 2002 e baseado no livro homônimo (1999) de Nicholas Sparks.

Em plenos anos 90, Landon Carter (Shane West) é punido por ter feito uma brincadeira de mal gosto em sua escola. Como punição ele é encarregado de participar de uma peça teatral, que está sendo montada na escola. É quando ele conhece Jamie Sullivan (Mandy Moore), uma jovem estudante de uma escola pobre. Com o tempo Landon acaba se apaixonando por Jamie que, por razões pessoais, faz de tudo para escapar de seu assédio.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O trailer legendado do filme “A Walk To Remember – Um Amor para Recordar” retirei do site https://www.youtube.com/watch?v=hRwqzUAlJVA através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Desafio dos 100 Filmes | Um filme cujo personagem principal é um animal

E o Desafio dos 100 filmes continua…

Um filme cujo personagem principal é um animal

Marley & Eu é um filme estadunidense de comédia dramática dirigido por David Frankel e adaptado pela Twentieth Century Fox. Baseado em fatos reais, conta com roteiro de Scott Frank e Don Roos e é baseado no livro de memórias homônimo escrito por John Grogan. Lançado nos Estados Unidos e Canadá no dia 25 de dezembro de 2008, Marley & Eu estabeleceu um recorde de Natal nas bilheterias, arrecadando 14,75 milhões de dólares.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O vídeo “Marley & Eu” retirei do site https://www.youtube.com/watch?v=SAr9MshmX8w através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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As 10 melhores séries de 2017 para você assistir

Assim que vi esse título no feed de notícias do MSN não pude deixar de clicar e ver quais foram as 10 melhores séries de 2017….

Confesso que só assisti uma delas (por inteiro) mas fiquei curiosa para assistir as demais além de terminar de assistir a que comecei no meio do ano…

Então vamos a lista!

As Melhores séries de 2017

O ano de 2017 teve grandes estreias, lançamentos de novas temporadas e títulos adorados transmitidos ao longo do ano, vimos produções que conquistaram o público. Entre elas, algumas que destacaram o valor da diversidade e do protagonismo feminino nas telinhas. E esse tipo de abordagem não fez sucesso apenas com os espectadores, mas também resultou em estimados prêmios para tais shows.

Confira algumas das melhores séries de 2017… até agora!

1. 13 Reasons Why

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A história da vida – e da morte – de Hannah Baker (Katherine Langford) deu o que falar! “13 Reasons Why” aborda temas complexos como o suicídio e até mesmo Selena Gomez, uma das produtoras da série, chegou a comentar publicamente a repercussão do assunto. A segunda temporada da trama já começou a ser gravada e contará com novos personagens.

2. Anne With an E

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Apesar de ter sido lançada sem fazer barulho, a série é impecável, uma verdadeira pérola escondida no catálogo da Netflix! Sem grandes efeitos especiais, “Anne With an E” traz lições que são sempre necessárias ao amadurecimento de qualquer pessoa. Com a segunda temporada já confirmada, os próximos episódios devem estrear em 2018 no serviço de streaming.

3. Big Little Lies

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Os seis capítulos da minissérie da HBO foram suficientes para deixar a gente querendo muito, muito mais! Em um primeiro momento, você até pode achar que “Big Little Lies“ vai contar a história de cinco mulheres ricas e fúteis – e só. Mas a produção vai muito além ao explorar com profundidade as personagens e abordar temas importantes, como violência doméstica, estupro e bullying. Felizmente, a série caminha para uma possível segunda temporada.

4. Dear White People

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“Dear White People”chegou a receber ameaças de boicote antes mesmo de sua estreia. Muitas pessoas pensaram a série poderia ~detonar pessoas brancas~, mas é claro que isso não acontece. Em vez disso, “Cara Gente Branca” coloca os negros em foco, como poucas vezes aconteceu. Por isso, ela pode ser considerada uma série como poucas e chegou a receber a avaliação máxima de um dos sites mais respeitados no assunto, o Rotten Tomatoes! E tem mais: em 2018, a nova temporada chegará à Netflix.

5. Feud: Bette and Joan

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Em oito episódios, “Feud: Bette and Joan” narra o lendário conflito que rolou entre Bette Davis e Joan Crawford. Contando com o contexto machista de Hollywood, a rivalidade entre elas atingiu o ápice nos bastidores de “O que Terá Acontecido a Baby Jane?”, em 1962.

6. Game of Thrones

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A sétima temporada de “Game of Thrones” foi demais! Teve casamento, nascimento, romance, assassinato… e até a participação de Ed Sheeran! A oitava e última fase da trama deve começar a ser filmada em outubro, mas ainda não há previsão para a sua estreia. Por enquanto, o que se sabe é que a season finale contará com apenas seis episódios. Haja coração!

7. The Crown

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Para quem gosta de histórias baseadas em fatos reais, “The Crown” é um prato cheio! A série retrata o início do reinado da Rainha Elizabeth II e narra os dramas da personagem, na política e em sua vida pessoal. Apesar de ter sido lançada no fim de 2016, a série foi muito vista e comentada durante esse ano. A segunda temporada chegará à Netflix em 8 de dezembro.

8. The Handmaid’s Tale

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O livro “O Conto da Aia“, escrito por Margaret Atwood em 1985, virou série e tem sido um dos maiores sucessos do ano. Indicada em várias categorias do Emmy Awards, a mais importante premiação da TV norte-americana, a produção ganhou um dos mais estimados títulos da noite, o de Melhor Série Dramática. Você já imaginou uma realidade em que as mulheres vivem suas vidas normalmente e, de uma hora para a outra, têm seus direitos revogados? É o que acontece em “The Handmaid’s Tale“, que finalmente será exibida no Brasil.

9. This Is Us

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Com elenco estrelado, “This Is Us” traz assuntos rotineiros, mas que precisam ser discutidos com seriedade, como a gordofobia. A produção relata, em tom de crônica, como é a vida de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia.

10. Young Sheldon

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“Young Sheldon” brilhou tanto na estreia que a CBS encomendou uma temporada completa da série! Como os episódios do pequeno Sheldon Cooper estão começando a ser exibidos agora, a produção é uma promessa entre as séries que ainda devem se destacar até o fim do ano. No Brasil, a pré-estreia vai acontecer no dia 8 de outubro, na Warner Channel.

*As imagens e informações deste post retirei do site https://www.msn.com/pt-br/tv/noticias/as-10-melhores-s%C3%A9ries-de-2017-at%C3%A9-o-momento-para-voc%C3%AA-assistir/ar-AAsV1kq?ocid=ob-tw-ptbr-579 através de pesquisa na internet.
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Desafio dos 100 Filmes | Um filme cult

E o Desafio dos 100 Filmes continua…

Um filme cult

Priscila, A Rainha do Deserto é um filme australiano de 1994, dos gêneros comédia dramática e musical, dirigido por Stephan Elliott.

Duas drag queens, Anthony/Mitzi e Adam/Felicia, e uma transexual, Bernadette/Ralph, são contratados para fazer um show de Drag Queen em um resort em Alice Springs, uma cidade turística no remoto deserto australiano. Eles viajam a bordo de seu ônibus, Priscilla. No caminho, descobrem que a mulher que os contratou é a esposa de Anthony. O ônibus quebra, e é consertado por Bob, que passa a viajar com eles.

A trilha sonora apresenta as canções I Love the Nightlife , I Will Survive , I’ve Never Been to Me, Go West , A Fine Romance , Finally , Mamma Mia , My Baby Loves Lovin’ , I Don’t Care if the Sun Don’t Shine , Shake Your Groove Thing e Save the Best for Last.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot https://1.bp.blogspot.com/-jCqtt2UpwlY/U9Jdm3ATeaI/AAAAAAAABrs/CEZbMAvUDMs/s400/Capa.png através de pesquisa na internet.
*O trailer “Priscila, A Rainha do Deserto” retirei do site https://www.youtube.com/watch?v=-Fb5VB1R6io através de pesquisa na internet.
*Este é um post do Desafio dos 100 Filmes! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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