Cerimônia de encerramento das Paralimpíadas Rio 2016

Foi emocionante assistir a cerimônia de encerramento da Paralimpíada Rio 2016…

O axé de Ivete, o rock de Andreas Kisser, o Manguebeat da Nação Zumbi: um show eclético e democrático como os Jogos Paralímpicos…

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Mistura de ritmos põe o Maracanã para dançar na cerimônia de encerramento

POR RIO 2016

Música. Muita música. A cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 colocou o público e os atletas para dançar, com uma mistura de ritmos que agitou o Maracanã na noite deste domingo (18).

Logo de cara o show mostrou que seria eclético e democrático como os Jogos. No grande palco armado no gramado, o coração da festa, se misturaram os tambores dos Batuqueiros do Silêncio, sob o comando de Gaby Amarantos; a guitarra baiana de Armandinho; o rock pesado de Andreas Kisser; a guitarra de Johnatha Bastos, que não tem os dois braços e toca com os pés. Tudo junto, numa mistura de incrível sonoridade.

Brasileiro Yohansson Nascimento foi um dos atletas que mais se divertiu na cerimônia de encerramento (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

A música erudita marcou presença na voz do tenor Saulo Laucas, com o hino nacional brasileiro. Após a entrada das bandeiras dos 160 países participantes dos Jogos, foi a vez de a Nação Zumbi e as cantoras Vanessa da Mata e Céu darem seu show. Nas arquibancadas, o público ajudava a iluminar o espetáculo com os celulares. Na grande plateia em frente ao palco, os atletas acompanhavam tudo de camarote.

O som parou para a entrega do prêmio Whang Youn Dai aos atletas que melhor representam o espírito Paralímpico: o nadador Ibrahim Al Hussein, nascido na Síria e membro da equipe de refugidos, e a corredora de cadeira de rodas americana Tatyana McFadden.

Depois, ao som de One Love, de Bob Marley, na voz do cantor Saulo, os voluntários dos Jogos também foram homenageados.

O Japão, que sediará em Tóquio os próximos Jogos, mudou o tom da festa por alguns minutos. Saíram os ritmos brasileiros, entrou a mistura de tecnologia e tradição que caracteriza o país asiático. Koichi Omae, dançarino que teve a perna esquerda amputada, mostrou que sabe usar a deficiência a seu favor. E Akira Hiyama, artista com deficiência visual, fez do palco uma iluminada pista de música eletrônica.

A caminho de Tóquio, os Jogos se despediram formalmente do Brasil com os discursos de Sir Philip Craven, presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), e Carlos Nuzman, presidente do Comitê Rio 2016. E com uma homenagem a Bahman Golbarnezhad, ciclista iraniano que morreu no sábado (17) após um acidente na prova do ciclismo de estrada.

Para fechar os Jogos, nada como deixar as formalidades de lado e cair na dança. Saulo, Gaby Amarantos e Calum Scott abriram o último ato. Mas não dá pra falar em música no Brasil sem Ivete Sangalo, que encerrou a festa em grande estilo.

*A imagem ilustrativa e as informações deste post retirei do site https://www.rio2016.com/paralimpiadas/noticias/mistura-de-ritmos-poe-o-maracana-para-dancar-na-cerimonia-de-encerramento através de pesquisa na internet.
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Comitê Paralímpico comemora participação brasileira na Rio 2016

Ah… coisa boas e positivas precisam ser divulgadas…

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Comitê Paralímpico comemora participação brasileira na Rio 2016

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, disse hoje (18) que, apesar de não ter atingido a meta de ficar entre os cinco primeiros colocados no quadro de medalhas, o Brasil teve um resultado muito positivo nos Jogos Rio 2016. “É a melhor participação brasileira em Jogos Paralímpicos. A gente sempre disse que era uma meta agressiva e ambiciosa. Mas era uma meta, não uma promessa”, disse.

Brasília - O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, durante cerimônia de recepção da tocha paralímpica, no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil)
Segundo Parsons, o aumento do espectro de modalidades com atletas no pódio foi justamente um dos maiores benefícios desse ciclo paralímpico (Valter Campanato/Arquivo Agência Brasil)

Entre os resultados positivos obtidos pela delegação brasileira estão o aumento do total de medalhas, que saltaram de 43 em Londres 2012 para 72 na Rio 2016. Além disso, houve crescimento no número de medalhistas, de 43 para 113. “A gente sai de 23% da delegação, para 39% da delegação brasileira com medalhas”, disse. Quinze desses atletas têm menos de 23 anos, o que mostra uma renovação no esporte paralímpico nacional. Houve a melhoria de 93 marcas pessoais de brasileiros.

Aumentou também as modalidades que medalharam (de sete em Londres para 13 no Rio), quatro pela primeira vez: ciclismo, halterofilismo e vôlei, além da canoagem, que estreou nesta edição dos Jogos.

Segundo Parsons, o aumento do espectro de modalidades com atletas no pódio foi justamente um dos maiores benefícios desse ciclo paralímpico. “Os resultados mostram que a gente está no caminho certo. Aumentamos o espectro de modalidades. Aproveitamos esse ciclo com mais investimentos para ampliar o espectro de modalidades e diminuir a dependência de atletismo e natação”.

O presidente do comitê disse ainda que a ausência da delegação russa não beneficiou o Brasil, já que o país não herdou nenhuma medalha da Rússia. Situação diferente da que ocorreu com a Austrália e Alemanha, que ficaram à frente do Brasil no quadro de medalhas. “Mesmo tendo tirado um país da nossa frente, talvez tenha trazido dois ou três”, disse.

Parsons afirmou que, nesse ciclo, foram investidos, em média, R$ 70 milhões por ano, no esporte paralímpico. A expectativa é que no ciclo para Tóquio 2020, essa média cresça para R$ 180 milhões, principalmente por causa da mudança de percentuais da Lei Agnelo Piva.

O presidente do Comitê Paralímpico disse que também vai defender uma melhoria do sistema de classificação (ou seja, a categorização dos atletas em relação às deficiências). “Precisamos ser o mais eficiente e transparente possível”.

Parsons também considerou negativa a estratégia de alguns países, como a China e a Ucrânia, de esconder alguns talentos no ciclo que antecedeu a Paralimpíada. Muitos desses atletas, que eram nomes desconhecidos antes dos Jogos, ganharam medalhas na natação. “A gente foi surpreendido com atletas vindo do nada e ganhando”.

Edição: Aécio Amado
*A imagem ilustrativa deste post retirei do site http://agenciabrasil.ebc.com.br/rio-2016/noticia/2016-09/comite-paralimpico-comemora-participacao-brasileira-na-rio-2016 através de pesquisa na internet.
*As informações e imagens deste post retirei do site http://agenciabrasil.ebc.com.br/rio-2016/noticia/2016-09/comite-paralimpico-comemora-participacao-brasileira-na-rio-2016 através de pesquisa na internet.
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Sobre a Morte do Ator Domingos Montagner

Nessas últimas horas foram uma avalanche de notícias, postagens e textos sobre o desaparecimento e posteriormente o falecimento de Domingos Montagner por afogamento no Rio São Francisco…

Eu mesma compartilhei alguns imagens do ator e tbm minha reflexão sobre o acontecido no Facebook…

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A morte do ator Domingos tem feito muitas pessoas, que nem acompanhavam a novela (como eu) e também os telespectadores que a acompanhavam, imaginarem uma relação de sua morte com as crenças abordadas pela novela entorno da pajelança e feitiçaria.

Mas, confesso a vocês que uma carta enviada pelos índios, da tribo Tafkea, que participaram da novela Velho Chico com o Domingos Montagner, escreveram um texto muito bonito sobre o acontecido… um olhar diferente…

“Por que estão querendo trazer a alma dele de volta? Ele nasceu de novo hoje. Ele se tornou um novo protetor do rio São Francisco, que estava tão esquecido. Porque esse rio não pode morrer. A novela contou todos os mistérios do rio e esse é mais um deles. Mas ele se tornou um ser de luz, pois a água não tira a vida, ela dá a vida. Fiquem felizes pela alma dele, pois quando ele entrou no rio se despediu do corpo e alma, nasceu em um mundo melhor. Algum dia os brancos irão entender isso. Então, temos que fazer um ritual para que os brancos entendam e sejam fortes, pois ele está bem. Ele agora é um protetor do rio São Francisco”.

Mas recebi no WhatsApp um texto com uma reflexão que vale a pena dar uma paradinha e ler o texto… por isso não pude deixar de postá-lo aqui no blog…

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SOBRE A MORTE DO ATOR DOMINGOS MONTAGNER

Num instante você é rico, bonito, charmoso, bem-sucedido, admirado, protagonista de uma novela. Então, você dá um salto em um rio enquanto comemora a vida e não volta mais à superfície. Você vai embora dessa vida em uma viagem rumo ao desconhecido e não leva nada do que você tem ou de quem você é.

Certa vez Chico Anísio disse que não tinha medo de morrer, mas tinha dó. Essa ideia, para mim, é incrível! Afinal, ter medo de morrer é estranho, já que todos nós teremos que passar por essa experiência. O que temos não é realmente medo da morte, mas sim uma dó de deixar tudo o que fizemos, as relações estabelecidas, o patrimônio conquistado, a identidade que arquitetamos e na qual acreditamos tão piamente.

A morte desse ator da Globo é uma grande oportunidade para que nós lembremos, vez após vez, que todos os dias nós podemos não voltar à superfície e continuar nossos projetos, nossas relações, nossas brigas infantis, nossas difamações ao trabalho alheio ou nossos comentários maldosos sobre as convicções políticas dessa ou daquela pessoa. Todos os dias nós podemos ser obrigados pelas circunstâncias a deixar tudo o que temos sem levar nenhuma trouxa de roupa, sem nenhum dinheiro, sem nenhum amigo a nos fazer companhia. Nós, que temos medo de ir sozinhos ao cinema numa quarta-feira, teremos que partir rumo ao fim de nós mesmos sem alguém que nos apoie. Nós morreremos sós.

Esse é um bom momento para refletirmos sobre frases como “você sabe com quem está falando?”, “você sabe quem é meu pai?”, “você sabe quem é minha família?”. A morte é muito democrática e mostra, mesmo que no último instante, que todos somos iguais e que todos temos o mesmo destino em comum. Nada do que temos, nada do que acreditamos que somos, nada do que experimentamos ou o status que possuímos. Nada disso pode comprar a nossa tentativa de não morrer. É por isso que todos nós devemos ter cuidado e humildade, mesmo que isso seja tão difícil. Afinal, nenhum de nós sabe se o próximo instante será o nosso último mergulho.

*O print sobre a morte do ator Domingos Montagner retirei do meu perfil pessoal no Facebook.
A carta dos índios da Tafkea retirei do perfil da Ana Paula Fernandes no Facebook.
*A imagem ilustrativa deste post retirei do Instagram https://www.instagram.com/p/BKjKgO2jumV/?tagged=domingosmontagner através de pesquisa na internet.
*A mensagem “Sobre a Morte do Ator Domingos Montagner” recebi por WhatsApp.
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Desafio 52 Semana |Semana 37: O que, de melhor, o mundo virtual te trouxe/traz?

Aí…

Quando li o o tema do  Desafio 52 Semanas só me vinha uma coisa à mente…

Mas aí pensei bem e cheguei a conclusão de que não poderia postar só 1 coisa que o mundo virtual trouxe/traz de melhor pra mim… não seria justo, nem comigo, nem com a internet…

Daí, matutei, refleti e cheguei na lista abaixo!

Uma forma de agradecimento a “querida” rede mundial de computadores! ❤

Desafio 52 semanas

O que, de melhor, o mundo virtual me trouxe/traz

Amigos/Proximidade com pessoas que moram longe. Sério, quanta gente desse mundão eu conheci graças a Internet! Tenho feito amigos desde o tempo da internet discada, quando não dava pra ficar online o tempo todo. Hoje já não tem mais isso de internet discada, mas fico feliz pela internet deixar eu continuar amiga dos amigos e fazer mais amigos. Sem falar da “proximidade” que a internet oferece… fico pensando se eu dependesse só do telefone ou de cartas para falar com meus amigos ou qualquer parente que não more aqui em Minas… acho que eu estaria ferrada.

Blog. Ah… não posso deixar de citar meu blog! Porque aqui eu posso escrever tudo o que quiser, a hora que quiser, do jeito que quiser, sempre que quiser… e escrever é bom demais! Uma verdadeira terapia pra mim. Acho que eu continuarei escrevendo nesse blog mesmo se for pra ninguém ler, amo isso aqui. Amo, amo, amo!

Conhecimento/Conhecer novas realidades. Posso aprender coisas novas e/ou reforçar os conhecimentos que tenho. Assim conheço novas realidades que na vida real nunca teria a oportunidade. Esta troca de experiências é fascinante.

Jogo. Sou viciada em games, gosto muito de jogar. Jogar online então?! É uma beleza. Desde a época do DOS, tenho esse vício… já joguei muito Prince of Persia, Super Mario Bros e The Sims; no falecido Orkut, meu vício se resumia a Colheita Feliz e Mini Fazenda; já no Facebook jogo bastante Bubble Witch/Bubble Witch 2 Saga, Buraco by Gazeus, Candy Crush, Cookie Jam, Diamond Dash, Diamond Digger, Juice Jam, Lost Bubble, Monster Busters, Panda Pop, Papa Pear Saga, Pearl’s Peril, Perguntados, Pet Rescue, Sugar Smash: Book of Life, Tesouro Pirata, Toy Blast,  Wonderland Epic; sem me esquecer da febre nacional/mundial Pokémon Go… amo muito tudo isso!

Namorado. Pois é! Minha vida de blogueira começou com aqueles diários toscos falando sobre o dia a dia e nessa veio o Encontro de Blogueiros de Juiz de Fora e região em 2015. E desde então estou me relacionando com um blogueiro também… mês que vem completamos nosso primeiro ano de namoro…

Este é um post do Desafio 52 semanas! Para entender o que é o desafio clique aqui e para ver todos os posts já publicados clique aqui.
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Paredes

Já tem um tempinho que não posto nenhuma música que esteja na minha playlist aqui no blog, mas recentemente vi uma publicação no grupo (secreto) da Gina Indelicada no Facebook com uma lista das músicas de cada signo e parei para ouvir a música do meu signo (peixes)…

Tá… não sou muito ligada em signo… leio esporadicamente as previsões pro meu signo… sigo perfil do signo de peixes nas redes sociais… e quando me identifico muito com a postagem até compartilho no meu perfil, mas nada que paralise minha vida, pois naquele dia a previsão não é favorável…

Mas aí, assisti o vídeo da Rádio Litoral FM onde os astrólogos que dão consultoria a rádio prepararam um mapa mostrando a música que representa cada signo… não pude deixar de assistir o trecho da música do signo de Peixes e fui pesquisar na internet a música por completo e me identifiquei muito com a música do Jorge e Mateus, por isso não poderia deixar de postá-la aqui no blog…

paredes

Paredes

Jorge e Mateus

Despertador tocou, cadê o meu amor
Pra me dar o primeiro beijo do dia?
Na hora do café, cadê minha mulher
Que os meus desejos de cór sabia?

Eu tentei trabalhar, tá difícil concentrar
Fim de tarde é pior ao se por o sol
Ela me esperava com o sorriso estampado na cara
Hoje o dia tá passando, a saudade apertando
E eu sozinho nessa casa

Ah, se essas paredes não falassem
Ah, se o travesseiro não contasse
Todas as noites de amor
Que eu vivi com você

Ah, se essa cama não lembrasse
Ah, se esse espelho mostrasse, você aqui
Pra eu conseguir dormir

Ah, se essas paredes não falassem
Ah, se o travesseiro não contasse
Todas as noites de amor
Que eu vivi com você

Ah, se essa cama não lembrasse
Ah, se esse espelho mostrasse, você aqui
Pra eu conseguir dormir

*A imagem ilustrativa deste post retirei do Tumblr https://www.tumblr.com/search/paredes%20jorge através de pesquisa na internet.
*A letra da música “Paredes” de Jorge e Mateus retirei do site https://www.vagalume.com.br/jorge-e-mateus/paredes.html através de pesquisa na internet.
*O vídeo oficial “Paredes – [Como Sempre Feito Nunca] – Jorge e Mateus” retirei do site https://www.youtube.com/watch?v=_Ydy_H8t3n8 através de pesquisa na internet.
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Desafio 52 Semanas | Semana 36: Morro de preguiça de…

Adivinheeeeeem quem deixou o post prontíssimo nos rascunhos do blog e esqueceu de agendar?

Euzinha!!

Felizmente o blog é meu e a gente pode fazer de conta que isso nunca aconteceu.

Mas então vamos lá…

Desafio 52 Semanas propõe falar de preguiça e quem me conhece sabe que sou a preguiça em pessoa e escolher os top 5 foi dureza… mas me esforcei e tá aí as coisas que eu morro de preguiça…

Desafio 52 semanas

Morro de preguiça de…

Acordar cedo. Definitivamente, sou uma pessoa noturna, então acordar cedo me dá uma preguiça danada!

Arrumar a cama. Vou ser sincera, arrumar a casa em geral, mas a cama é aquilo que precisa ser arrumado todo dia e por mais que seja “só dar uma esticadinha aqui e ali” eu tenho muita preguiça. Meu maior questionamento dessa “atividade” é, já que irei me deitar novamente, tão brevemente eu possa, pra que arrumar a cama?

Fazer exercícios. Eu tento, sério. Sei que preciso melhorar meu condicionamento físico, mas quando sei que vou fazer exercícios minha cama parece mais atrativa, as outras tarefas parecem mais importantes e minha mente procura desesperadamente uma desculpa para não ter que encarar esse esforço.

Gente chata. Daquelas que enrolam e enrolam, que persiste num mesmo assunto por dias e dias. Aff, que preguiça!

Sair quando não estou com vontade ou para lugares que não curto. Tenho preguiça de sair nessas ocasiões porque sair exige uma mínima produção que seja. Aí, rola aquela preguiça de se arrumar e se dedicar para ir a um lugar que você sabe que não vai curtir – seja pelo ambiente, pela música ou pelo seu ânimo mesmo. Ainda bem que, nesse caso, a gente pode se render à preguiça mesmo e ficar em casa. Essa preguiça acontece muito nos que eu chamo de “programa de índio familiar”…

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Cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

Foi emocionante assistir a cerimônia de abertura da Paralimpíada Rio 2016, mesmo que pela tv a cabo…

Acho importante destacar esse evento aqui no blog, ainda mais após ver a repercussão da cerimônia de abertura dos jogos paraolímpicos nas redes sociais e na imprensa internacional e saber que a imprensa nacional não deu o devido destaque ao evento como foi na abertura das Olimpíadas Rio 2016

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Show de cores, tecnologia e brasilidade: abertura dos Jogos Paralímpicos promove espetáculo criativo no Maracanã

POR ANDRÉ NADDEO

Com o lema “Todo mundo tem um coração”, cerimônia encanta o público com espetáculo inovador movido a show de luzes da arquibancada

Megarrampa com mortal de um cadeirante; a musa Paralímpica dançando com uma máquina; um quebra-cabeças formando um coração pulsante. A cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, na noite desta quarta-feira (7), no Maracanã, foi a síntese do grupo formado pelos diretores criativos Marcelo Rubens Paiva, Fred Gelli e Vik Muniz: um verdadeiro espetáculo de cores, luzes e sons, mas sobretudo de muito criatividade e sensibilidade.

Pelo telão, o público que lotou o Maracanã fez a contagem regressiva para, “britanicamente” às 18h15, a cerimônia começar com Sir. Philip Craven, presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC) cinco vezes atleta Paralímpico no basquetebol em cadeira de rodas. No vídeo, do Reino Unido ao Brasil, Craven viaja até o Maracanã. Foi a deixa para um início de arrepiar.

Cerimônia começou com um salto radical na megarrampa (Foto: OIS/COI/Al Tielemans)

As luzes se voltaram para a megarrampa, que levantou o público quando paratleta radical Aaaron Whelez acelerou sua cadeira de rodas para um mortal incrível. Início mais triunfante, impossível. Na sequência, a roda de samba com Pretinho da Serrinha, Diogo Nogueira e Monarco, entre outros, mostrou que “aqui é Brasil”. E a praia carioca representada pelo frescobol, altinha, vendedores de mate e surfistas trouxe um tom colorido que contrastou na medida certa com as luzes dos celulares das arquibancadas.

Clima de praia tomou conta da cerimônia de abertura (Foto: OIS/COI/Al Tielemans)

Juntos no palco, os dançarinos formaram um lindo mosaico do Brasil. Era a deixa para o maestro João Carlos Martins sentar-se ao seu piano de calda e executar uma primorosa versão do hino nacional brasileiro, mais melódica e sentimental. O público respeitou com silêncio antes da derradeira nota, que causou uma onda ensurdecedora de aplausos no Maracanã.

Tapete devidamente estendido, pois, para os verdadeiros heróis: os atletas Paralímpicos. Com direito ao mascote Vinícius fazendo as vezes de Gisele Bündchen, com o mesmo vestido usado pela modelo na cerimônia de abertura Olímpica. Ao lado, o fiel escudeiro Tom, mascote Paralímpico que agora assume o protagonismo nos Jogos. A cerimônia já estava “lacrada”, só que havia ainda muita emoção em jogo.

Vinicius e o vestido ‘emprestado’ por Gisele Bündchen (Foto: OIS/COI/Simon Bruty)

Cada uma das 164 delegações entravam em cena com o nome do país escrito numa peça de quebra-cabeças, com fotos de atletas Paralímpicos – obra original montada ao vivo pelo artista plástico brasileiro Vik Muniz, uma das surpresas guardadas a sete chaves da apresentação. Tudo isso enquanto uma linda “ola” dos espectadores causava uma incrível onda colorida nas arquibancadas, conforme se mudavam as luzes de projeção respeitando as cores de cada país anunciado.

Aos poucos, as imagens das credenciais de todos os atletas formam no palco um grande coração, com a derradeira peça do Brasil, o último país a entrar em cena ao som de “O Homem Falou”, de Gonzaguinha, música sobre união e diversidade. Claro, tudo aos gritos de “Brasil, Brasil” e muitos aplausos. Ao fim, com o próprio Vik Muniz carregando a última peça, estava formado o coração pulsante no centro do gramado. Estava mais do que claro, então, o lema da abertura Paralímpica: “Todo mundo tem um coração”. Com as batidas na projeção de luzes sendo seguidas por aplausos e mais aplausos.

Festa no Maracanã: a delegação do Brasil entra em cena (Foto: OIS/COI/Al Tielemans)

“Construir um mundo mais acessível, fraterno, onde todos possam caminhar lado a lado sem obstáculos. É uma missão difícil que nos faz mais fortes. Quando todos duvidam, nós, brasileiros, crescemos”, discursou na sequência o presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Nuzman.

Guias luminosos formaram na sequência um caleidoscópio humano auxiliado pelas milhares de luzes dos aparelhos celulares das arquibancadas – daquelas cenas que ficam para sempre na memória. Pela primeira vez ainda, os pictogramas Paralímpicos foram usados numa cerimônia de abertura num efeito brilhante e tridimensional. Pareciam se movimentar como paratletas em ação.

Luzes nas arquibancadas: o público foi parte do espetáculo no Maracanã (Foto: OIS/COI/Bob Martin)

O que dizer então de Amy Purdy, a paratleta do snowboard, numa apresentação em ritmo de samba com uma… máquina? Seres humanos e tecnologia na perfeita simbiose que mudou a vida de tantas pessoas com deficiência, representadas aqui na dança entre bailarina e Kuka, o robô em formato de braço industrial que a reverencia. Este era um dos segredos também guardados e que fizeram, claro, todo o sentido.

Amy Purdy e Kuka: parceria impecável na dança (Foto: Getty Images/Buda Mendes)

Era a hora do desfecho de um grande espetáculo: entra em cena a chama Paralímpica, nas mãos dos maiores nomes brasileiros no para desporto. Primeiramente, de Antônio Delfino para Márcia Malsar, primeiro grande personagem do movimento Paralímpico no Brasil. Com muita dificuldade para caminhar e sob chuva, ela tropeçou e caiu. Dos momentos mais emocionantes da cerimônia, com o público a aplaudindo em pé até entregar, sem desistir, a tocha nas mãos de Ádria Rocha dos Santos.

Clodoaldo, o ‘Tubarão’, encara a chuva e acende a pira Paralímpica (Foto: OIS/COI/Bob Martin)

Coube a Clodoaldo Silva, o ‘Tubarão’ da natação, com 13 medalhas no currículo, a missão e a honra de ver à sua frente o tablado se transformar numa rampa que o conduziu até a pira Paralímpica. A chuva forte era um obstáculo fácil de superar para quem já muito encarou nessa vida. Era o momento do deleite, da pira cinética impulsionada pelo vento levar ao mundo a mensagem: estão abertos oficialmente os Jogos Paralímpicos Rio-2016.

A pira e a escultura: os Jogos Paralímpicos começaram (Foto: OIS/COI/Simon Bruty)

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site https://smsprio2016-a.akamaihd.net/_news/O/x/Ox8JlIjw.jpg através de pesquisa na internet.
*As informações e imagens acima retirei do site https://www.rio2016.com/paralimpiadas/noticias/show-de-cores-tecnologia-e-brasilidade-abertura-dos-jogos-paralimpicos-promove-espetaculo-criativo-no-maracana através de pesquisa na internet.
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