Miomas Uterinos: feridas emocionais

Há muitos dias não visitava meu perfil no Pinterest e hoje, do nada, me deu vontade de passar lá e ver umas atualizações… pesquisar temas corriqueiros…

Mas ao fazer uma pesquisa aleatória de pins com as palavras “miomas uterinos” me deparei com essa publicação que logo chamou minha atenção…

Miomas Uterinos - feridas emocionais de uma mulher desvalorizada

E ao ler o artigo na página original Divina Essence não pude deixar de postá-lo aqui no blog…

Miomas Uterinos - feridas emocionais de uma mulher desvalorizada imagem

Miomas Uterinos. Feridas emocionais de uma mulher desvalorizada.

17.06.2016 | Yolanda Castillo – Desperta tu Diosa

O Universo abençoa mulheres com o dom de dar a vida por meio de um dos órgãos mais sagrados: o útero, que desde o plano espiritual e energético recebe o nome de ‘Vida’. No útero possuímos um centro importante de captação da energia feminina que contém vida, é a vida, e cria vida, por isso seu nome não poderia ser mais apropriado. É um dos órgãos mais importantes para as mulheres em todos os níveis e, portanto, também é um dos mais delicados física, emocional, psicológico, enérgico e espiritualmente, porque nele se manifestam todas as nossas atitudes equilibradas e desequilibradas como mulher. Com o termo “mulher” me refiro a divisão da palavra em todos os papéis femininos de mamíferos: filha, mãe, amante, esposa, etc.

Sendo um órgão delicado, a maioria das mulheres realiza todos os cuidados médicos possíveis para garantir que tudo esteja funcionando normalmente, mas em muitos casos, em um desses exames médicos aparecem problemas ou sinais de alerta que o nosso corpo nos está enviando, como miomas uterinos. Surgindo uma gama de sentimentos negativos como medo, insegurança, incerteza e perguntas sem resposta; entre elas: Estou tomando todos os cuidados necessários? O que eu fiz de errado para um mioma me aparecer? O ponto é que estas não são as perguntas adequadas para entender o que aconteceu em nosso corpo para gerar um mioma. Na verdade, as mulheres cuidam do útero corretamente? Será que nós temos noção da importância que o útero tem na nossa vida? Por que nem todas as mulheres sofrem com esse tipo de anormalidades em seu útero?

Em muitos casos, as mulheres se esquecem de que o corpo humano é composto de energia que compõe o material que nos forma. Matéria que contém uma composição elevada de água, que por sua vez está relacionada com emoções. São essas emoções que nutrem e alimentam as células de todos os órgãos do nosso corpo positiva ou negativamente. Portanto, o útero necessita não só cuidados médicos, mas também emocionais e energéticos, uma vez que sentimentos negativos danificam a sua energia, estrutura celular e em ultima instância, degeneram a matéria, causando mudanças na sua massa: miomas.

A energia do útero deve ser equilibrada, pois contém um centro de energia importante que facilmente se desequilibra com nossas atitudes, medos, inseguranças e receios. Este centro está ligado à energia da deusa que cria e sustenta a vida em todos os níveis, a energia da feminilidade e da mãe. Essa energia se manifesta não só nas nossas capacidades como  mulheres mamíferas, mas também para criar projetos, sonhos ou metas de vida; na capacidade de fertilizar uma semente que com amor, dedicação e compromisso vai gerar seus frutos.

Mas o que acontece quando essa semente não tem o alimento adequado? Em muitos casos surgem os miomas. O alimento prejudicial para o útero são sentimentos que desvalorizam a energia feminina da criação, maternidade e fertilidade. Clinicamente, sabemos que miomas são formações nodulares que se desenvolvem na parede muscular do útero a partir de uma célula muscular única contendo em seu código genético uma tendência a crescer que se tornará em um mioma ou tumor benigno.

Dependendo da sua localização recebe nomes diferentes, mas neste caso sua conotação científica não é o que importa para nós, nem seus nomes diferentes, mas o que provoca o aparecimento de miomas? Por que a célula inicial tem uma tendência a crescer? Clinicamente, não se sabe exatamente qual a razão de aparecerem, apenas falam de idades, raças, questões genéticas, mas nada de concreto. Em vez disso, desde a medicina psicossomática e energética é muito simples de entender.

O desenvolvimento excessivo desta primeira célula muscular é causada por um padrão de pensamento negativo, prolongado por um longo período de tempo, em muitos casos, mesmo hereditário. Mas atenção, o mioma não é hereditário, mas o padrão de pensamento que faz com que ele apareça.

Existem dois principais sentimentos que geram o quadro de aparição deste tumor benigno: desvalorização como uma mulher e abuso, que se refletem em todas as suas facetas como mulher. Se a mulher tem vivido em um ambiente no qual sua mãe, avó, irmãs, tias ou mesmo amigas íntimas têm baixa auto-estima, ela ressoa com o que tem coexistido, se alimenta disso, portanto, tem uma chance elevada de herdar uma imagem emocional negativa semelhante à de mulheres em seu ambiente. Neste caso, um quadro com dois traços principais mais aguçados como são os sentimentos de desvalorização e abuso, uma vez que em muitos casos as mulheres não têm noção consciente do que sofrem, mas que é uma pequena semente negativa que se enraizou em seu ventre e que alimenta gradualmente um mioma, que também poderia dizer que é um grito desesperado por seu útero pedindo-lhe para curar a sua feminilidade, sua energia e capacidades femininas, bem como a casa de força que gera vida, o próprio útero.

Estima-se que entre 40 e 80% das mulheres em idade reprodutiva são portadoras de miomas, afetando principalmente entre 20 e 40% de mulheres com mais de 30 anos. Em contrapartida, são muito raros os casos de miomas antes da puberdade e após a menopausa (se há miomas nesta nova fase da mulher, são aqueles que já existiam, nunca aparecem novos). Por que, se eles são causados por um padrão de pensamento negativo surgem entre estas idades?

Durante a infância e início da adolescência, as meninas alimentam um enorme desejo de crescer, para serem mulheres adultas como suas mães a terem uma vida livre e formar a sua própria família. Por isso, elas observam e imitam as atitudes, tentam enganar o tempo e crescer mais rápido; nesta fase de suas vidas, na maioria dos casos não há pressão ou preocupação de agradar alguém, para “estar a altura” só crescer e se tornar uma mulher completa.

Mas o tempo passa e chega ao ponto em que é preciso um salto de consciência e, em muitos casos, surgem as pressões e inseguranças, algumas em um núcleo íntimo ou familiar, mas também social. Já que existe um inconsciente social coletivo feminino que “estipula” que as mulheres entre 20 e 35 anos, deveriam se casar, criar uma família e assumir o controle do matriarcado, o que acontece quando as prioridades das mulheres ou de seus próprios ciclos femininos ou cármicos não acompanham o protótipo que o mundo já tinha definido para isso?

Lentamente, ela começa a se sentir diferente, inferior e desvalorizada, porque o principal papel que a sociedade criou para ela como uma mulher “mãe, dona de casa, matriarca de uma família” não estão sendo atendidas. Aí começa a semente para um mioma, que não é senão a manifestação de um conjunto de sentimentos negativos que ferem seu centro feminino, o centro irá gerar a vida de um bebê, de modo a preparar um terreno para receber um mioma que inconscientemente ocupa o mesmo lugar de um bebê.

Este mioma é o refúgio de todos os seus sentimentos de desvalorização como uma mulher, é a sua nova casa. Ressentimento, medo, culpa, tristeza, abuso, etc., formam uma massa de imparidade na sua idade fértil que se instala em seu ventre, porque a mulher se sente incapaz de gerar ou dar a vida. Neste caso, não está relacionado apenas a origem de uma nova vida, mas de dar vida e criar o que você sempre quis. Das mãos da desvalorização vem a submissão e o abuso, uma vez que ela não consegue gerar qualquer coisa, deixa seu parceiro ou pessoas no seu ambiente familiar ou profissional abusarem psicológica e-emocionalmente dela, sendo a mulher submissa a sua própria desvalorização.

Toda mulher tem o instinto de criação durante os anos férteis, por isso, quando uma mulher entra em uma fase de menopausa também muda o seu ciclo de energia, é hora de continuar a colher os frutos de tudo o que semeou durante toda a sua vida. O mioma é a semente e não o fruto, portanto, dificilmente aparecem nesta nova etapa de suas vidas.

A maioria das mulheres não conhecem o seu próprio corpo, muito menos um órgão tão sensível como o útero, que contém toda a sua essência. Através do centro de energia do útero, a mulher co-cria, gera a vida ou destrói sua própria vida com a desvalorização de suas habilidades e qualidades como mulher.

Também é importante acrescentar que muitas mulheres não iniciam sua vida sexual como elas gostariam. Perdem a virgindade por uma sensação de submissão ao medo de perder seu parceiro, ao qual acreditam amar incondicionalmente. Mas elas esquecem que o amor é livre e incondicional, portanto, não deveria ser condicionado pelo medo de ser rejeitada ou julgada por tentar seguir o ritmo imposto pela sua feminilidade e ritmos biológicos, e não por um quadro de sentimentos negativos. Portanto, as mulheres muitas vezes se aventuram a fazer sexo quando não se sentem preparadas, criando um trauma e padrão energético de comprometimento e submissão, o que aumenta um terreno uterino fértil para gerar miomas.

Em muitos casos, os miomas são assintomáticos, especialmente nos casos em que a mulher não quer sentir, nem o prazer, nem feridas emocionais que causaram o mioma. Nestes casos, geralmente aumentam o seu tamanho (como os seus sentimentos negativos), mas não há sinais de que o mioma é residente no seu ventre. Mas em outros casos, os miomas causam um quadro de sintomas perceptíveis, tais como períodos menstruais dolorosos e prolongados, sangramento entre os períodos, a necessidade de urinar com frequência, dores pélvicas, sensação de pressão na parte inferior do abdome ou dor durante a relação sexual são alguns dos sintomas mais comuns que ocorrem em mulheres com os traumas mais intensos e presentes em suas vidas diárias, as mulheres muito sensíveis e sensitivas, a que o seu corpo dá sinais da dor que causam as feridas emocionais e indicam que o mioma é sinônimo da necessidade de curar a sua feminilidade.

Estas situações são muito comuns hoje em dia, já que as mulheres ainda vivem em uma grande pressão da sociedade e do homem, que na maioria dos casos espera uma mulher para ser uma “supermulher” encarregada de ser uma esposa, amante, mãe, filha, dona de casa e muitas outras conotações, dependendo da cultura e da educação. Inconscientemente, muitas delas estão presas em um padrão de desvalorização, submissão e perda de sua identidade feminina verdadeira. Identidade que nutre e equilibra o centro energético do seu útero.

O útero e todas as suas qualidades femininas da criação, deve ser cuidado como um órgão de vital importância para todas as mulheres do planeta.

Fonte: http://lunaconsciente.com | Tradução: Charumati Prem

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site http://goo.gl/sHwQcm através de pesquisa na internet.
*O artigo “Miomas Uterinos. Feridas emocionais de uma mulher desvalorizada.” retirei do site http://www.portaldivina.com/single-post/2016/06/17/Miomas-Uterinos-Feridas-emocionais-de-uma-mulher-desvalorizada através de pesquisa na internet.

Sobre maryalcantaras

Sou uma pessoa calma e bastante tímida. Não costumo sair muito e por isso vivo na internet. Sou bem eclética em questões referentes a preferências... adoro ler, ouvir música, dançar e tomar umas biritas de vez em quando... mas o que eu adoro mesmo é DORMIR e BEIJAR!!! Meu hobbie é DORMIR. Me interesso por coisas variadas, gosto tanto de coisas simples quanto de coisas rebuscadas. "O Amor conquista-se com Amor e não impondo regras." (A.D.) E talvez tenha de praticar um pouco mais a minha tolerância...
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