Inhotim

Estive recentemente no Inhotim – Instituto de Arte Contemporânea e Jardim Botânico e não poderia deixar de postar algumas informações sobre ele aqui no blog…

Achei o lugar incrível. Inhotim é um local que todos devem conhecer. Só posso dizer que a grandiosidade e a exuberância do Inhotim proporcionam uma experiência única, diferente de tudo que eu já vi…

E um último recado: quem ainda não conhece, venha. Quem já veio, vem de novo, pois a cada nova visita você vê novas possibilidades que antes passaram despercebidas. As percepções vão mudando. Isto é Inhotim, um lugar incrível!

Inhotim

O MUNDO MÁGICO DE INHOTIM

“Inhotim é o maior jardim botânico do Brasil e também o maior museu a céu aberto da América Latina. Fica em Brumadinho, a 60km de Belo Horizonte. É um tributo a arte contemporânea concebido pelo empresário e colecionador Bernardo Paz. Pelo jardim de quase 500 mil metros quadrados, criado sob a orientação de Burle Max, amigo de Bernardo, sucedem-se magníficas galerias construídas cada uma para um artista, mescladas com obras fantásticas expostas ao ar livre. O gigantismo da obra não tem, no entanto, qualquer resquício de ostentação. Ao contrário. O bom gosto impera na arquitetura de cada uma dessas construções que se integram harmoniosamente a paisagem, resultando em um conjunto tranquilo e altamente sofisticado. Eu recomendo a todos uma visita a Inhotim. Um projeto inacreditável que, no campo das artes plásticas, projeta o Brasil no exterior”.

Boni

HISTÓRICO

O Instituto Inhotim foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz em meados da década de 1980. Em 1984, o local recebeu a visita do renomado paisagista Roberto Burle Marx, que apresentou algumas sugestões e colaborações para os jardins. Desde então, o projeto paisagístico cresceu e passou por várias modificações.

A propriedade particular foi se transformando com o tempo. Começava a nascer um grande espaço cultural, com a construção das primeiras edificações destinadas a receber obras de arte contemporânea. Ganhava vida também o rico acervo botânico, consolidado a partir de 2005 com o resgate e a introdução de coleções botânicas de diferentes partes do Brasil e com foco nas espécies nativas.

Cronologia

2002 – Foi fundado o Instituto Cultural Inhotim, instituição sem fins lucrativos, destinada à conservação, exposição e produção de trabalhos contemporâneos de arte e que também desenvolve ações educativas e sociais.

2005 – O extenso acervo cultural e ambiental abria suas portas timidamente, com pré-agendamento de visitas somente da rede escolar da região de Brumadinho e de grupos específicos.

2006 – Com estrutura completa, a obra particular chega ao grande público, com o Instituto passando a receber visitas em dias regulares, sem a necessidade de agendamento prévio.

2007 – O compromisso com o desenvolvimento social da população de Brumadinho e seu entorno originou a criação da Diretoria de Inclusão e Cidadania, em julho deste ano.

2008 – O número de visitantes é crescente. Até este ano, mais de 110 mil pessoas de diversas partes do País e do mundo já haviam visitado Inhotim. Em abril, foi reconhecido como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Governo de Minas Gerais.

2009 – Em junho o governo federal também reconhece o Instituto Inhotim como uma OSCIP. Neste ano, mais de 160 mil pessoas visitaram o Inhotim. Em setembro/outubro, foi realizado Nove Novos Destinos, evento para lançar nove obras permanentes que só poderiam ser construídas em um lugar como o Inhotim.

2010 – Os jardins do Instituto Inhotim recebem, dia 5 de abril, o título de Jardim Botânico pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos (CNJB). O registro foi aprovado após a 4ª Reunião da Comissão, ocorrida no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, entre os dias 24 e 26 de março.

BRUMADINHO

Vista da Serra do Rola Moça, caminho para Inhotim. Foto: Brígida Campbell

A cidade de Brumadinho, com 35 mil habitantes, está localizada no Vale do Paraopeba e possui, além de belezas naturais, riquezas históricas e culturais.

O município tem uma área de 634,4 km2 e está situado no final do Maciço do Espinhaço e início do Tabuleiro do Oeste. Começou a ser colonizado quando os “insubmissos” da Guerra dos Emboabas se dirigiram para lá, fugindo da repressão, a fim de garimpar ouro, livres dos elevados tributos da Coroa. Junto com a freguesia de Bonfim do Paraopeba, foram também criados pelo Regente Feijó, em 1832, os municípios de Matheus Leme e Piedade do Paraopeba. O distrito foi criado em 1923 e emancipou-se em 1938, desmembrando-se de Bonfim, integrando-se à Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A região possui atrações como a Fazenda dos Martins, que fica na localidade de Marinhos. A construção foi feita por escravos, com muros de “pedra seca”, paredes e forros pintados ao estilo da época (século XVIII).

Há também Piedade do Paraopeba, um dos povoados mais antigos de Minas Gerais, cuja Igreja Matriz Nossa Senhora da Piedade do Paraopeba  é datada de 1729. Outro ponto turístico é a Igreja de São José do Paraopeba, obra erguida em 18 de dezembro de 1751 a pedido do padre Antônio José de Moura.

Escravos alforriados formaram a comunidade quilombola de Sapé. A comunidade mantém suas tradições, com Congado e a Guarda de Moçambique.

ARTE CONTEMPORÂNEA


Inhotim é um complexo museológico com sede em um campus de 97 ha, pontuado por uma série de pavilhões que abrigam obras de arte e por esculturas ao ar livre. O surgimento do Inhotim no cenário das instituições culturais brasileiras tem, desde o início, a missão de criar um acervo artístico e de definir estratégias museológicas que possibilitem o acesso da comunidade aos bens culturais. Nesse sentido, trata-se de aproximar o público de um relevante conjunto de obras, produzidas por artistas de diferentes partes do mundo, refletindo de forma atual sobre as questões da contemporaneidade.

Hoje, Inhotim é a única instituição brasileira que exibe continuamente um acervo de excelência internacional de arte contemporânea.

Graças a uma série de contextos específicos, Inhotim oferece um novo modelo distante daquele dos museus urbanos. A experiência do Inhotim está em grande parte associada ao desenvolvimento de uma relação espacial entre arte e paisagem, que possibilita aos artistas criarem e exibirem suas obras em condições únicas. O espectador é convidado a percorrer jardins, paisagens de florestas e ambientes rurais, perdendo-se entre lagos, trilhas, montanhas e vales, estabelecendo uma vivência ativa do espaço.

Novos projetos são inaugurados periodicamente, incluindo obras criadas site-specific para o local e recortes monográficos e temáticos do acervo, fazendo do Inhotim um lugar em contínua transformação.

 JARDIM BOTÂNICO

Os jardins do Inhotim, onde estão instaladas obras de consagrados artistas da contemporaneidade, são reconhecidos pela sua beleza singular e pela disposição paisagística do seu acervo botânico. Mas os jardins do Inhotim não são somente um local de contemplação estética.

Nesse contexto de rara beleza, são realizados estudos florísticos, catalogação de novas espécies botânicas, conservação in situ e ex situ, ações de educação ambiental e uso paisagístico de espécies como forma de sensibilização popular pela preservação da biodiversidade.

Os principais objetivos do Jardim Botânico Inhotim são manter, propagar epropiciar estudos com o maior número possível de espécies botânicas, com ênfase em espécies ameaçadas, conservando recursos genéticos e dispondo tais espécies paisagisticamente, como forma de divulgar e sensibilizar sobre a importância da biodiversidade vegetal para a sobrevivência humana.

 INCLUSÃO E CIDADANIA

A área de Inclusão e Cidadania articula os eixos da experiência participativa e do exercício da diversidade cultural e social, por meio de programas desenvolvidos com a população dos municípios do entorno do Inhotim, os grupos sociais organizados, os segmentos empresariais, o setor público e com as instituições de cultura e tradição na região.

Inhotim se insere na vida social, econômica e cultural da região e contribui para a melhoria da qualidade de vida da população que ali vive e trabalha. Assim, mostra a crença na capacidade da ação coletiva, que constrói possibilidades de exercício da cidadania.

Identificar, valorizar, incorporar e revitalizar o patrimônio material e imaterial de uma comunidade pressupõe retomar sua história, seu território, suas tradições e investir nos significados que expressam a capacidade de uma população para enfrentar as adversidades e escrever a própria trajetória.

EDUCATIVO

O Inhotim também é um espaço educativo para crianças e jovens

O Instituto Inhotim, em parceria com o poder público e a iniciativa privada, desenvolve programas destinados a estudantes e professores da rede de ensino visando à ampliação do acesso, à formação de público, ao uso da arte como leitura da contemporaneidade e à difusão de iniciativas e projetos avançados na área ambiental.

Os programas oferecem aos participantes a oportunidade de exercitar a aprendizagem fora do ambiente escolar, num local que favorece a prática da interdisciplinaridade, e propõe a execução de projetos que envolvam professores, agentes comunitários e estudantes. Entre janeiro de 2008 e setembro de 2009, foram contempladas 312 escolas, sendo atendidos mais de 31 mil alunos e três mil professores.

O QUE MAIS EU GOSTEI DE VER?

ARTISTAS

  • ADRIANA VAREJÃO

A Galeria Adriana Varejão, inaugurada em março de 2008, é um espaço concebido para receber as obras da artista, que participou da conceituação do projeto arquitetônico. A galeria foi especialmente planejada para receber as obras Celacanto provoca Maremoto(2004-2008), Linda do Rosário (2004), O Colecionador (2008), Panacea Phantastica (2003-2008) e Passarinhos – de Inhotim a Demini (2003-2008). O edifício, de autoria do arquiteto paulistano Rodrigo Cerviño Lopez, tem 477m² e cria um percurso que começa num caminho por entre um espelho d’água e, depois do primeiro pavimento, culmina numa grande praça elevada. Através desse terraço, uma ponte serve de acesso a uma área de expansão de Inhotim, a área do novo lago.

Carnívoras

O políptico toma como referência as pinturas de azulejo de figuras avulsas. Ao contrário dos grandes painéis, que na azulejaria tradicionalmente narram acontecimentos históricos, aqui cada azulejo representa uma figura isolada, em contraste com a narrativa épica de Celacanto provoca maremoto (2004-2008). Varejão escolheu representar as espécies Darlingtonia, Dionaea, Drosera, Heliamphora e Nepenthes, todas plantas carnívoras. Valendo-se de uma das modalidades mais consagradas da pintura in situ, a pintura de forro, a obra pode ser visualizada a partir do primeiro ou do segundo piso.

Celacanto Provoca Maremoto

A obra de Adriana Varejão promove uma articulação entre pintura, escultura e arquitetura, revisitando elementos e referências históricos e culturais. Especialmente criada para o espaço a partir de um painel original em apenas uma parede, a obra Celacanto provoca maremoto (2004-2008) vale-se do barroco e da azulejaria portuguesa como principais referências históricas, mas também da própria história colonial que une Portugal e Brasil: afinal de contas aqui estamos nos domínios do mar, o grande elemento de ligação entre velho e novo mundos no período das grandes navegações. Colocados nos painéis formando um grid, os azulejões fazem referência à maneira desordenada e casual com a qual são repostos os azulejos quebrados dos antigos painéis barrocos. Assim, o maremoto e as feições angelicais impressas nas pinturas formam esta calculada arquitetura do caos, com modulações cromáticas e compositivas, remetendo à cadência entre ritmo e melodia.

Linda do Rosário

O Colecionador

Panacea Phantastica

Passarinhos – de Inhotim a Demini

  • CILDO MEIRELES

“Um dos fatores que chama atenção do observador: a quantidade de objetos presentes sem uma lógica própria como variados quadros, esculturas, móveis, roupas e tapetes. Uma máquina escrever, um laptop passando um vídeo – mostrando a mutação da casa desde sua primeira apresentação nos anos 80 – uma geladeira, um guarda-roupas cheio, mesa, elementos que estruturam um ambiente completo de um espaço familiar a todos, mas, particularmente, vermelho. Os conjuntos de objetos formam um ambiente que passa a sensação de conforto e estranheza por sua particular indefinição.” (Revista Bravo)

Desvio para o Vermelho é um dos trabalhos mais complexos e ambiciosos de Cildo Meirelles – concebido em 1967, montado em diferentes versões desde 1984 e exibido em Inhotim em caráter permanente desde 2006. Aberta a uma série de simbolismos e metáforas, desde a violência do sangue até conotações ideológicas, o que interessa ao artista nesta obra é oferecer uma seqüência de impactos sensoriais e psicológicos ao espectador: uma série de falsas lógicas que nos devolvem sempre a um mesmo ponto de partida.”

  • JARBAS LOPES

Jarbas Lopes, Troca-Troca, 2002, fuscas com aparelhagem de som, dimensões variáveis, foto: Eduardo Eckenfels


  • JORGE MACCHI

Swimming pool, 2008, lápis sobre papel, 29,5 x 42 cm
Cortesia do artista

Desde o início de sua carreira, Jorge Macchi tem produzido aquarelas que retratam objetos banais reimaginados em situações surrealistas, refletindo diferentes estados psicológicos. Até agora, estas obras só existiam de maneira bidimensional. Inhotim convidou o artista a criar uma de suas aquarelas pela primeira vez em forma tridimensional. Assim, Piscina (2009) é a realização escultórica de um desenho que o artista fez de uma caderneta de endereço com índice alfabético, aqui transformada numa obra site-specificque é também uma piscina em funcionamento.

  • MARILÁ DARDOT

Marilá Dardot – A Origem da Obra de Arte, 2002, 150 vasos de cerâmica em forma de letras, terra, 12 tipos de sementes, instrumentos de jardinagem e texto em vinil, Dimensões variáveis

A origem da obra de arte (2002) é uma instalação seminal na obra de Marilá Dardot. Apresentada originalmente em sua primeira exposição individual, no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte, a obra constitui um convite para a interação do espectador, instigado a compor palavras e sentenças e a distribuí-las pelo campo. Cada letra tem o feitio de um vaso de cerâmica (ou será o contrário?) e, à disposição do espectador, encontram-se utensílios de plantio, terra e sementes. Para abrigar a obra e servir de ponto de partida para a criação dos textos, foi construído um pequeno galpão, evocando uma estufa ou um ateliê de jardinagem. As 1.500 letras-vaso foram produzidas pela cerâmica que funciona em Inhotim, num processo que durou vários meses e contou com a participação de dezenas de mulheres das comunidades do entorno.

O título da obra faz referência a um clássico da Estética, a célebre conferência de mesmo nome do filósofo alemão Martin Heidegger (1889-1976), proferida em 1936, na qual o pensador aproxima o conceito de arte daqueles de “verdade” e de “ser”, sugerindo que comecemos a entender a arte pela obra de arte. A peça de Dardot é um marco inicial no interesse da artista pela linguagem escrita como matéria-prima e associa-se à sua pesquisa sobre as práticas de escrita e de leitura. O que está em jogo aqui é o conceito de obra enquanto possibilidade de realização. A imagem do “canteiro de obras” é emprestada para criar um campo de possibilidades de experimentação para o acontecimento e a construção da obra de arte. Plantar palavras, semear ideias, é o que nos propõe o trabalho. No contexto de Inhotim, onde natureza e arte dialogam de maneira privilegiada, esta proposição se torna, de certa maneira, mais perto da possibilidade.

  • OLAFUR ELIASSON

Olafur Eliasson, By Means of a Sudden Intuitive Realization, Iglu de fibra de vidro, água, iluminação estroboscópica, bomba d’água e plástico, 300 x Ø 510 cm. Foto: Pedro Motta

Olafur Eliasson, Viewing Machine, 2001, Aço inoxidável e metal, 190 x 530 cm, foto: Pedro Motta

Esta obra de Olafur Eliasson baseia-se nos princípios de funcionamento do caleidoscópio, gerando um efeito obtido pelo reflexo da luz em seis espelhos que formam um tubo hexagonal. Na etimologia da palavra caleidoscópio, estão as palavras gregas kalos (belo), eidos (forma) e scopos (observador) – “observador de belas formas”, algo que o artista reinterpreta no título da obra: “máquina de ver”. O visitante é convidado a manusear esta máquina, apontando-a para um ponto de seu interesse, dentro ou fora do espaço da galeria. Por meio da sobreposição de reflexos, uma miríade de formas é revelada. Eliasson é hoje um dos artistas com maior visibilidade internacional. Suas instalações em grande escala promovem uma recriação artificial de fenômenos naturais, reexaminando nossa percepção sobre a luz, o tempo, a gravidade, o movimento e o som, com uso recorrente de elementos como vapor, água, fogo, vento ou o sol. Em Viewing machine (2001-2008), assim como em outros trabalhos do artista, a experiência e o processo de percepção do visitante são o foco de Eliasson, mais do que as leis da física. A escultura funciona como uma ferramenta que modifica nossa visão de mundo, e o prazer lúdico que ela proporciona é, em última instância, o prazer de sentir e perceber a nós mesmos.

  • VALESKA SOARES

Valeska Soares – Folly, vídeo transferido para dvd, 5’, madeira, vidro, ar-condicionado, trilha sonora Look of love, 250 x ø 1110 cm, 2005

Em 2002, Valeska Soares produziu sua primeira videoinstalação no antigo Cassino da Pampulha, projeto de Oscar Niemeyer, em Belo Horizonte. O vídeo mostra dançarinos que se movem pela pista de dança desta obra prima da arquitetura moderna e, por meio de sobreposições, encontram-se e separam-se num passe de mágica. Em Inhotim, a artista criou um pavilhão de forma octogonal, inspirado nos tradicionais gazebos de jardim, à beira de um lago isolado. Este pavilhão recebe Folly (2005-2009), cujas imagens fantasmagóricas são refletidas infinitamente nas paredes de espelho de seu interior.

  • YAYOI KUSAMA 

Narcissus garden, 1966, vista da instalação na Bienal de Veneza, 1966
Copyright Yayoi Kusama, Yayoi Kusama Studio, Tóquio

Nessa nova versão da escultura-chave de Yayoi Kusama, de 1966, 500 esferas brilhantes de aço inoxidável flutuam nos espelhos d’água da cobertura do recém-inaugurado Centro Educativo Burle Marx, em Inhotim. Esta obra matricial da arte feminista é uma escultura em grande formato que, no entanto, se desmaterializa, movendo-se organicamente em reação ao vento e refletindo a natureza ao seu redor.

*A imagem ilustrativa deste post retirei do site http://www.inhotim.org.br/img/logo.png  através de pesquisa na internet.
*As informações e imagens sobre o Inhotim retirei do site http://www.inhotim.org.br/ através de pesquisa na internet.

Sobre maryalcantaras

Sou uma pessoa calma e bastante tímida. Não costumo sair muito e por isso vivo na internet. Sou bem eclética em questões referentes a preferências... adoro ler, ouvir música, dançar e tomar umas biritas de vez em quando... mas o que eu adoro mesmo é DORMIR e BEIJAR!!! Meu hobbie é DORMIR. Me interesso por coisas variadas, gosto tanto de coisas simples quanto de coisas rebuscadas. "O Amor conquista-se com Amor e não impondo regras." (A.D.) E talvez tenha de praticar um pouco mais a minha tolerância...
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