Taxi

Acabo de assistir este filme e não poderia deixar de postar alguma informação aqui no blog…

A versão com Queen Latifah e Jimmy Falon é bem engraçada – quem assistiu à “A Casa Caiu” e ao programa “Saturday Night Live” sabe que esses dois tem o dom da comédia! Sem falar na espetacular Gisele Bundchen… a top brasileira, mesmo que não atue tão bem quanto os dois protagonistas, marca o filme com sua beleza única!

Taxi

SINOPSE

Mulher taxista descobre uma série de pistas que levam a uma gangue de assaltantes de banco. Para chegar a ele, contará com a ajuda de um policial. O detalhe é que o bando de criminosos é formado somente por mulheres.

CURIOSIDADES

– Inicialmente seria Kevin Bray o diretor de Táxi;

– Filme de estréia da modelo brasileira Gisele Bündchen;

– As cenas externas de Táxi foram gravadas nas cidades de Nova York e Los Angeles;

– Refilmagem de Táxi – Velocidade nas Ruas (1998).

CRÍTICA

Parece que Hollywood anda tendo crises de criatividade em se tratando de roteiros. Ou então está descobrindo a cinematografia de outros países. Isso por que vem acontecendo uma onda de refilmagens feitas por estúdios norte-americanos de produções estrangeiras: além dos filmes de terror japoneses que têm sido descobertos pelos americanos, também temos a refilmagem do filme argentino Nove Rainhas (agora, com o nome de 171). É nessa categoria que se encaixa a comédia de ação Táxi, remake de filme francês homônimo dirigido por Luc Besson em 1998.

Nesta versão, foi trocado o sexo de um dos protagonistas e, claro, a locação – agora, são as ruas congestionadas de Nova York que recebem as perseguições previstas no roteiro. E, para os brasileiros, um tempero a mais: a modelo gaúcha Gisele Bündchen é o terceiro nome nos créditos iniciais do filme, mostrando que sua presença no longa é mais do que destacada. Afinal, ela é a vilã perseguida pelas autoridades da cidade, mais precisamente pelo policial Washburn (Jimmy Fallon), um dos mais atrapalhados de sua corporação. Quando sua falta de habilidade no volante de um carro faz com que uma operação especial da polícia acabe em acidente, sua carteira de motorista é cancelada e ele é escalado para fazer patrulhas nas ruas da Big Apple. Um dia, quando ouve uma chamada no rádio-escuta sobre um assalto a banco, resolve tentar prender os bandidos para recuperar prestígio na corporação e, especialmente, junto à sua tenente Marta (Jennifer Esposito), que, para piorar, é sua ex-namorada.

Washburn entra no táxi de Belle (Queen Latifah), sem saber que ela é a pessoa ideal para servir de motorista nessa missão. Ela acaba de tirar sua licença para dirigir um táxi na caótica cidade depois de ser destaque em uma empresa de entregas rápidas graças à sua velocidade sobre uma bicicleta. O sonho de Belle é correr na Nascar, mas driblar os carros no trânsito de Nova York é o mais perto que ela chega da velocidade. A contragosto, ela ajuda o atrapalhado Washburn – que só lhe traz problemas – a perseguir uma gangue brasileira de belíssimas assaltantes de bancos, liderada por Vanessa (Gisele Bündchen).

Poucas coisas são boas em Táxi. Na verdade, o filme deve agradar mais aos jovenzinhos que adoram belas mulheres e perseguições. Quanto a isso, o filme se garante. No entanto, o humor é inexistente por conta do roteiro fraco e, também, da falta de química entre Fallon e Queen Latifah. O ator, famoso por fazer parte do programa de TV Saturday Night Live, faz sua estréia nas telonas sendo mais sem-graça ainda do que no programa – sim, isso é possível. Gisele, coitada, serve mais de enfeite do que para qualquer outra coisa neste filme. De biquíni ou bigode falso, sua presença na tela só é requerida para mostrar seus dotes físicos – o que já era previsto, já que seus talentos dramáticos não são mais fortes. Apesar de ela fazer o papel de uma brasileira, quando fala português, carrega no sotaque lusitano ao lado de sua companheira de gangue vivida pela modelo portuguesa Ana Cristina De Oliveira. Talvez o ponto alto da presença da supermodelo brasileira no longa (pelo menos para os rapazes) é quando ela revista Marta (Jennifer Esposito), que parece adorar a apalpação. Por falar em Jennifer, está aí uma das coisas mais irritantes em Táxi. Ela interpreta uma policial que está sempre à beira de um ataque de nervos graças às trapalhadas de Washburn. Ela dá socos na mesa, grita, bate o telefone na cara dos subordinados, joga o cabelo para um lado e para o outro enquanto faz bicos típicos de uma pessoa que está realmente irritada – pelo menos deve ser isso que ela pensa. Mas, na verdade, parece mais que ela está tendo ataques epiléticos. Chega uma hora que você realmente quer que ela cale a boca e pare de gritar tanto.

Sinceramente, Táxi é um daqueles filmes que eu não recomendaria para os mais chegados. No entanto, como eu sei que há pessoas que realmente gostam de perseguições e mulheres, sem se importar muito com o roteiro, posso dizer que o filme foi feito para elas. Mas, alerto: somente para essas pessoas.

TRAILER

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blospot https://maryalcantaras.files.wordpress.com/2011/09/taxi1.jpg através de pesquisa na internet.
*A sinopse do filme retirei do site http://www.epipoca.com.br/filmes_detalhes.php?idf=8110 através de pesquisa na internet.
*As curiosidades do filme retirei do site http://www.adorocinema.com/filmes/taxi/noticias-e-curiosidades/ através de pesquisa na internet.
*A crítica do filme retirei do site http://cinema.cineclick.uol.com.br/criticas/ficha/filme/taxi/id/940 através de pesquisa na internet.
*O trailer do filme retirei do site http://www.youtube.com/watch?v=G2drRvikqLM&feature=related através de pesquisa na internet.

Sobre maryalcantaras

Sou uma pessoa calma e bastante tímida. Não costumo sair muito e por isso vivo na internet. Sou bem eclética em questões referentes a preferências... adoro ler, ouvir música, dançar e tomar umas biritas de vez em quando... mas o que eu adoro mesmo é DORMIR e BEIJAR!!! Meu hobbie é DORMIR. Me interesso por coisas variadas, gosto tanto de coisas simples quanto de coisas rebuscadas. "O Amor conquista-se com Amor e não impondo regras." (A.D.) E talvez tenha de praticar um pouco mais a minha tolerância...
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