Dia do Supermercado

Dia do Supermercado

Quando chegar o dia 12 de novembro, oficialmente considerado o Dia do Supermercado, os empresários que atuam nesse segmento certamente terão o que comemorar, especialmente ao lembrar o que os supermercados representam para a economia brasileira. Só para ter ideia da força do segmento, basta citar que os supermercados respondem por 5,8% do PIB (Produto Interno Bruto).

Em 2003, o setor faturou R$ 87,2 bilhões, valor que representa um crescimento de 9,3% em relação a 2002, conforme números da Abras (Associação Brasileira de Supermercados).

 

Critérios para classificação de uma loja de supermercados COMPACTO – com área de vendas de 250 a 1.000 metros quadrados,
7 mil itens, de 2 a 7 check-outs, e com as sessões de mercearia, hortifrutis, açougue, frios e laticínios, e bazar.
CONVENCIONAL – de 1.001 a 2.500 metros quadrados de área de vendas, média de 12 mil itens, de 8 a 20 checkouts, e com as seções de mercearia, hortifrutis, açougue, frios e laticínios, peixaria, padaria e bazar. GRANDE – de 2.501 a 5 mil metros quadrados de área de vendas, médias de 20 mil itens, e de 21 a 30 check-outs, com as seções de mercearia, hortifrutis, açougue, frios e laticínios, peixaria, padaria, bazar e eletroeletrônicos.
Fonte: ABRAS

Segundo informações da Abras, o primeiro estabelecimento no Brasil a atuar no sistema de auto-serviço abriu as portas em 24 de agosto de 1953, em São Paulo.
De lá para cá, obviamente muita coisa mudou no segmento, especialmente no modelo dos estabelecimentos, que abrange lojas de pequeno porte (os minimercados) e de grande porte (os hipermercados). Em termos de números de estabelecimentos, o ano de 2003 terminou com 71.372 lojas, quantidade 3,6% maior do que o registrado em 2002, quando somou 68.907 lojas.

Assim como os números são grandiosos, a concorrência também é acirrada. Daí a necessidade de os empresários do setor recorrerem a estratégias como a automação cada vez mais atualizada dos estabelecimentos para gerar diferenciais e cativar o público. É dessa perspectiva de agregar ainda mais valor com a automação que explicaremos aqui este mercado mais do que especial. Super!

Dia do Supermercado

Assim ao fator apresentação corresponde, na área de decisão, o produto (características funcionais, o desenho industrial, embalagem, marca etc.); o preço (determinação e administração) e a pós-compra (assistência técnica e garantia); ao fator distribuição, vinculam o financiamento (crédito, prazo, controle dos pagamentos) e a distribuição física (utilização dos canais de distribuição, transporte e armazenamento) e ao fator comunicação, correspondem as propagandas (tipos, veículos, verbas) e as relações públicas (junto ao elemento adequado, da maneira e ocasião adequadas).

A função de vendas, varia de empresa para empresa, sendo que, nas organizações que mercadizam bens de consumo, compreendem principalmente os canais de distribuição, a venda e a promoção de vendas. Os agentes são responsáveis pelas diversas áreas do composto mercadológico principalmente nas estratégias de produtos novos, os níveis de preço e propaganda. Promover descontos, bonificações, levando em consideração os impactos fiscais decorrentes dessas remunerações. Dividir o espaço operacional de modo a tirar o máximo proveito das vias de distribuição e da própria força de vendas. Na área de proporção de vendas devem determinar os tipos mais adequados de material proporcional.

Esse material (cartazes, folhetos) será colocado pelos próprios vendedores ou criar uma força proporcional adequada. No varejo, além da apresentação, produto e preço, interferem claramente os esforços pessoais do vendedor. Esse tipo de comércio a princípio era praticado só em pequenos estabelecimentos (padaria, mercearias, armarinhos). O crescimento das cidades exigiu práticas cada vez mais avançadas de comercialização. Assim surgiram as grandes organizações de vendas a varejo, os supermercados, onde o consumidor encontra desde alimentos até artigos de luxo. Nas grandes metrópoles, aparecem estabelecimentos ainda maiores: os Centros Comerciais (Shopping Center), que num só edifício reúnem dezenas de lojas dos mais variados artigos, além de restaurantes, cinemas, bancos, etc.

A publicidade não pode ser mais encarada como luxo ou desperdício. Suas características são evidentes: ela gera fluxo de consumidores para qualquer estabelecimento comercial, mantém viva a empresa na cabeça das pessoas, estimula o consumo de maneira técnica e adequada e responde por melhor performance da organização, além de posicionar a loja de maneira diferenciada no mercado. Portanto, desde que se saiba anunciar (leia-se o quê, como, quando, onde e porquê), a propaganda é sempre uma ação bem vinda e que dá retorno.

No caso de empresas maiores e redes de supermercados das grandes cidades, profissionais especializados e agências de publicidade recebem muito bem, obrigado, para fazer a engenhosa tarefa de transmitir uma boa imagem e aumentar as vendas. E isso não é difícil de entender quando se imagina que essas empresas trabalham com uma área de abrangência geográfica muito grande, necessitando, portanto, de maior divulgação. Mas quando o assunto envolve os pequenos empresários, principalmente de cidades do interior, fazer propaganda por conta própria acaba, muitas vezes, sendo a única alternativa. O que não representa nenhum bicho-de-sete-cabeças, bastando que se tomem alguns cuidados.

Primeiramente é preciso entender que somente a propaganda não faz milagres. Preço, condições de pagamento e qualidade de atendimento – juntos -são os atributos mais valorizados pelo consumidor, de acordo com um estudo realizado pela Abras, em 98. Sendo assim, se um supermercado não oferece, essas características, dificilmente irá ganhar a preferência do consumidor. Em segundo lugar, deve-se saber escolher muito bem os meios que serão utilizados para se anunciar, ou seja, as mídias. E é aí que entram as chamadas mídias alternativas, que atingem de forma direta o consumidor, com recursos financeiros bem menores. Muitos desses meios, como faixas, panfletos e, principalmente, os carros de som, são velhos conhecidos dos comerciantes; outros, como o busdor (cartaz de ônibus), já chegam com sucesso às cidades de médio porte, como uma novidade que foi criada nas metrópoles para complementar as ações de mídia. A cada dia que passa, cresce mais a busca pelas formas alternativas de se atingir o consumidor de maneira direta.

O que se vê atualmente é a utilização diversificada de instrumentos de comunicação que, até bem pouco tempo, serviam apenas de complemento, tais como os brindes promocionais, a folhetagem, a propaganda externa, a mala direta, o telemarketing e, mais recentemente, a internet, entre vários outros, explica Admir Borges, professor e consultor especialista em Marketing. Para ele, além dos preços acessíveis, a utilização dessas mídias é extremamente eficaz, podendo também representar uma forma mais criativa de comunicação.

Fazer propaganda em protetores de árvores, em papeleiras colocadas nas calçadas, em placas de ruas e através de faixas, placas e cartazes não é nenhuma novidade. Mas mais do que nunca, essas mídias estão em alta, inclusive nas grandes cidades. São mídias baratas, que atingem a um público geral e não tão complexas como a TV ou os jornais que, além de canais de propaganda, são também veículos de informação e entretenimento, sendo, muitas vezes, meios segmentados, com públicos específicos.

De acordo com uma pesquisa realizada em São Paulo, pela agência J. Walter Thompson, em 97, publicidades como essas, que recebem o nome de mídia exterior, proporcionaram um maior índice de aproveitamento de mensagens comerciais na lembrança do público que a performance obtida por emissoras de rádio e televisão. Isso tudo com pouco investimento, rapidez de implantação e agilidade de manutenção. Numa pequena cidade isso significa muito, até porque normalmente a instalação deste tipo de propaganda só depende da autorização da prefeitura do município, o que não gera maiores gastos.

Uma faixa, por exemplo, que sai entre R$9 e R$15, com uma metragem padrão de 3 metros de tecido, pode ficar exposta por um período médio de 30 dias, alcançando um enorme número de pessoas e exigindo para isso apenas a obtenção de um Alvará. Claro que o sucesso de qualquer anúncio depende de que se sigam algumas regras, principalmente quando não há a supervisão de um profissional da área. São dicas simples, como o uso, no caso da faixa, de frases curtas e de palavras de fácil entendimento, bem como a utilização de letras grandes e pouco rebuscadas.

Para os cartazes (100 deles equivalem a 1 dia de anúncio em classificados de jornal) as regras técnicas são as mesmas. Outro tipo de mídia muito utilizada é o carro de som. Gilberto Ricceto, proprietário do Supermercado Apolo, de Uberlândia, investe 15% do total de sua verba de publicidade nessa forma de propaganda. O carro de som dá um retorno de 5% a 10% e seu custo é relativamente baixo, de R$8 a R$10 a hora de circulação. Nesse caso, deve-se ficar atento à escolha do prestador de serviços. A dica é que se contrate um carro com bom sistema de alto-falantes, que não produza ruídos excessivos. A música de fundo nunca deve ser cantada, evitando-se também tocar a fita em um volume muito alto. Para não criar antipatia nas pessoas, o carro jamais deve circular no início da manhã ou à noite, completa Ricceto.

É importante alertar que, independente de qual for o meio, a mensagem necessitará ser sempre persuasiva. Portanto, o anúncio deve apresentar somente ofertas imbatíveis. E se forem citados preços de produtos, eles devem ser comparados com os preço anteriores. Também é essencial especificar o tempo de duração da oferta e a forma de pagamento, bem como anunciar os descontos que envolvem marcas mais conhecidas. Se for o caso, deve-se usar e abusar das duas palavras mágicas mais convincentes que se pode empregar em um anúncio: novo e grátis.

Além das ofertas imbatíveis, o supermercadista pode criar novas oportunidades de propaganda. E nessa hora vale muito utilizar os conhecimentos de Marketing. Mas afinal, o que significa essa palavra tão adorada? Pode-se dizer que Marketing são as mais diversas formas de se conquistar o consumidor. Existe uma gama enorme de ações que podem estimular as pessoas a desejar comprar mais e, o que é melhor, fazer essas compras em um supermercado específico. Nesse leque entram as ações de ponto-de-venda e o merchandising, por exemplo.

Mas como estamos nos atendo apenas a um tipo de propaganda direcionada à vizinhança, vamos ficar só com mais algumas dicas. Uma das primeiras estratégias é procurar um calendário promocional. Além do Dia das Mães e das Crianças, entre outros em que normalmente o comércio aproveita para entrar em cena, é possível criar inusitadas promoções com dias não tão conhecidos, como o Dia da Comunidade, do Funcionário Público, do Cachorro e até mesmo o próprio Dia do Supermercado. Essa é a hora certa de estender pela cidade algumas faixas de parabenização.

Outra boa idéia é levantar junto à prefeitura do município as datas das campanhas de saúde e oferecer a ajuda do estabelecimento para a divulgação. É a oportunidade de prestar um serviço de utilidade pública, aproveitando para divulgar os serviços ou o nome da empresa. Mais uma alternativa de cair no gosto popular é colaborar na organização de atividades culturais e esportivas da cidade ou do bairro em que se encontra a loja. Campanhas em torno de temas como trânsito e educação são ótimas oportunidades do supermercadista trocar o apoio pelo direito de vincular o seu nome, através de faixas, cartazes, banners e panfletos, a um evento que, sob a ótica do cidadão, é muito positivo.

www.amis.org.br/59/supindep.htm

www.acasadomagodasletras.com/biblioteca/age/nov.htm


 

*As informações sobre ‘Supermercados’ retirei do site http://www.bematech.com.br/solucoes/super.asp através de pesquisa na internet.

*A imagem representativa do ‘supermercado’ retirei do site http://www.bematech.com.br/images/img_sol_princ6.gif através de pesquisa na internet.

*As informações sobre o ‘Dia do Supermercado’ retirei do site abaixo através de pesquisa na internet.

By http://www.quediaehoje.net/detalhe.asp

 

Sobre maryalcantaras

Sou uma pessoa calma e bastante tímida. Não costumo sair muito e por isso vivo na internet. Sou bem eclética em questões referentes a preferências... adoro ler, ouvir música, dançar e tomar umas biritas de vez em quando... mas o que eu adoro mesmo é DORMIR e BEIJAR!!! Meu hobbie é DORMIR. Me interesso por coisas variadas, gosto tanto de coisas simples quanto de coisas rebuscadas. "O Amor conquista-se com Amor e não impondo regras." (A.D.) E talvez tenha de praticar um pouco mais a minha tolerância...
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