Dia Internacional do Combate às Drogas

 

Citação

26 de Junho – Dia Internacional do Combate às Drogas!

 
O Perigo das Drogas
 
 

Muitas substâncias químicas causam sensações de prazer, relaxamento, aliviam a dor, alteram a percepção da realidade e até mesmo funcionam com depressoras do Sistema Nervoso Central (SNC). Tais substâncias são conhecidas como drogas e, há milhares de anos são consumidas pelo homem. Quase sempre causam dependência física e psicológica, transformando o usuário ocasional em viciado. Quando isso acontece, muita coisa muda e, geralmente, é para pior, causando sérios danos à saúde do dependente. As drogas podem levar à morte pelo consumo excessivo e até mesmo debilitar progressivamente o organismo de quem as usa.

Confira o texto elaborado pela Coordenação Nacional de Saúde Mental do Ministério da Saúde. Saiba quais são as estratégias desenvolvidas pelo MS para reverter o atual quadro de atenção psiquiátrica de pessoas dependentes no Brasil

 

Drogas uma questão de Saúde Pública: A magnitude do problema do uso indevido de drogas, verificada nas últimas décadas, ganhou proporções tão graves que hoje é um desafio da saúde pública no país. Além disso, este contexto também é refletido nos demais segmentos da sociedade por sua relação comprovada com os agravos sociais, tais como: acidentes de trânsito e de trabalho, violência domiciliar e crescimento da criminalidade.

Ciente deste fato, o Ministério da Saúde vem definindo, ao longo do tempo, estratégias que visam ao fortalecimento da rede de assistência aos usuários de álcool e outras drogas, com ênfase na reabilitação e reinserção social dos mesmos. A assistência ao usuário de substâncias psicoativas no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS – é realizada por meio da rede psiquiátrica existente.

Cabe esclarecer que um importante número de internações destes usuários é efetuado com o intuito de desintoxicar pessoas dependentes das drogas. Para reverter esse quadro o Ministério da Saúde, desde 1990, está definindo como diretriz básica de suas ações, a reestruturação da atenção psiquiátrica no Brasil, na qual a atenção às dependências químicas está inserida.

Nesse sentido, tem como premissa fundamental a ampliação da rede ambulatorial e o fortalecimento de iniciativas municipais e estaduais que propiciem a criação de equipamentos intensivos e intermediários entre o tratamento ambulatorial e a internação hospitalar, com ênfase nas ações de reabilitação psicossocial dos pacientes.

Em decorrência desse processo, o número de hospitais psiquiátricos no país reduziu de 313, em 1991, para 260, em 2001, enquanto o número de leitos especializados caiu de 86 mil para 62 mil, no mesmo período. Paralelamente a este fator, dos 03 Centros de Atenção Psicossocial/CAPS e Núcleos de Atenção Psicossocial/NAPS existentes, passamos para 266 em 2001, destes, estimamos que 10% sejam específicos para dependentes químicos.

Com relação às ações e atividades de prevenção ao uso indevido de drogas propostas atualmente pelo Ministério da Saúde, há algumas diretrizes que vêm norteando essa atuação:

  • A capacitação de recursos humanos – por meio de cooperação técnica nacional e internacional;
  • Produção de material informativo e instrucional;
  • Realização de pesquisa de opinião sobre o consumo de drogas;
  • Campanhas publicitárias voltadas para o público em geral, bem como para populações específicas;
  • Implantação de novos serviços, como o Centro de Atenção Psicossocial, especializados em álcool e drogas (PAA 2001).

Cabe ressaltar ainda, o apoio dado ao Congresso Nacional pela emissão de pareceres técnicos sobre os Projetos de Leis que visam ao incremento da legislação sobre drogas vigente no país.

A atuação do Ministério da Saúde está voltada para ações de prevenção, assistência na área de drogas, visando a redução da crescente demanda e promover a mudança de percepção da população dentro de um contexto de promoção da saúde.

Efeitos e tipos de drogas

Existem maneiras menos prejudiciais de consumir droga?
Existem maneiras menos prejudiciais de consumir drogas. Podemos tomar como exemplo a cocaína. Na região dos Andes, mascar folhas de coca é um hábito de muitos anos, praticamente sem conseqüências danosas e sem que isso leva a dependência. Por sua vez o pó de cocaína (cloridrato de cocaína) usado de forma aspirada (cheirada) apresenta um grande potencial tóxico. Se esse mesmo pó for diluído e injetado nas veias, a toxidade aumenta ainda mais. Fumar crack (cristais de cocaína) chega a ser tão perigoso quanto a cocaína injetada. Isso se deve basicamente à grande quantidade da substância que atinge o organismo quando a droga é fumada ou injetada.

As drogas naturais são menos prejudiciais do que as drogas químicas?
Substâncias obtidas a partir de plantas, como a cocaína podem ser tão ou até mesmo mais perigosas do que as drogas produzidas em laboratórios, como o LSD.

Existem drogas leves e drogas pesadas?
Muitos jovens questionam sobre a diferença entre drogas leves e pesadas. Do ponto vista da lei, a diferença está entre drogas legais e ilegais (ou lícitas e lícitas). Fumar maconha ou injetar cocaína, por exemplo. As duas atitudes infringem igualmente a lei. Na prática, porém, o uso de maconha não chega a ter as mesmas conseqüências perigosas à saúde como a cocaína. A morfina, por exemplo, é uma substância legalizada, cujos efeitos são muito semelhantes aos da cocaína, mas não causa necessariamente a mesma dependência. Na verdade, não deveríamos falar em drogas leves e pesadas, mas sim em uso leve e uso pesado de drogas. Já em relação ao álcool, existem dependentes que nunca conseguem beber moderadamente, ao mesmo tempo, existem usuários ocasionais que jamais se tornarão dependente de álcool. Para os primeiros, o álcool é droga extremamente perigosa (droga pesada), enquanto para últimos o álcool é um produto inofensivo (droga leve).

Todo usuário de drogas vai se tornar um dependente?
A maioria das pessoas que consomem bebidas alcoólicas não se torna alcoólatra (dependente de álcool). Isso também é valido para grande parte das outras drogas. De maneira geral, as pessoas que experimentam drogas o fazem por curiosidade e as utilizam apenas uma vez ou outra (uso experimental). Muitos passam a usá-las de vez em quando, de maneira esporádica (uso ocasional), sem maiores conseqüências na maioria dos casos. Apenas um grupo menor passa a usar as drogas de forma intensa, em geral quase todos os dias, com conseqüências danosas (dependencia). O grande problema é que não se dá para saber, entre as pessoas que começam a usar drogas, quais serão apenas usuários experimentais, quais serão ocasionais e quais se tornarão dependentes.
É importante lembrar, porém, que o uso – ainda que experimental – pode vir a produzir danos à saúde da pessoa.

O que são Perturbadores ou Alucinógenos sintéticos?
São substâncias fabricadas (sintetizadas) em laboratório, não sendo, portanto, de origem natural, e que são capazes de promover alucinações no ser humano. Vale a pena recordar um pouco o significado de alucinação: "é uma percepção sem objeto". Isto significa que, mesmo sem ter um estímulo (objeto) a pessoa pode sentir, ver, ouvir. Como exemplo, se uma pessoa ouve uma sirene tocando e há mesmo uma sirene perto, esta pessoa está normal; agora se ela ouve a sirene e não existe nenhuma tocando, então a pessoa está alucinando ou tendo uma alucinação auditiva. Da mesma maneira, sob a ação de uma droga alucinógena ela pode ver um animal na sala (por exemplo um elefante) sem que, logicamente, exista o elefante; ou seja, a pessoa está tendo uma alucinação visual.

 

 
Tipos de drogas

Álcool
Da diversão ao vício

 

O álcool é uma substância que causa dependência chamada popularmente de alcoolismo, razão pela qual é incluído em todas as relações de drogas. No mundo, "a doença causada pelo álcool" preocupa enormemente os sistemas de saúde, estimando-se o número de dependentes entre 10% e 15% da população mundial. No Estado de São Paulo, por exemplo, pelo menos 1 milhão de pessoas sofrem desse mal. Muitas pessoas têm uma idéia formada do que vem a ser alcoolismo, ficando claro que o ser humano que vive nas ruas, de bar em bar, afastado da família e que um dia passou a sofrer de cirrose (degeneração do fígado) é um dependente do álcool. No entanto, muitos outros dependentes descrevem o seu uso como "social". O que é então o alcoolismo? Quais os riscos e as conseqüências de beber exageradamente? Quem é alcoolista? Como é possível um dependente se recuperar?
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Anfetaminas
 

As anfetaminas são substâncias estimulantes da atividade do sistema nervoso central, isto é, fazem o cérebro trabalhar mais depressa, deixando as pessoas mais "acesas", "ligadas" com "menos sono", "elétricas", etc. Conhecida como "rebite", principalmente entre os motoristas que precisam dirigir durante várias horas seguidas sem descanso, a fim de cumprir prazos pré-determinados. Também é chamada como bolinha por estudantes que passam noites inteiras estudando, ou por pessoas que costumam fazer regimes de emagrecimento sem o acompanhamento médico.
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Cocaína – Pasta de Coca, Crack, Merla

A cocaína é uma substância natural, extraída das folhas de uma planta que ocorre exclusivamente na América do Sul: a Erythroxylon coca, conhecida como coca ou epadú, este último nome dado pelos índios brasileiros. A cocaína pode chegar ao consumidor sob a forma de um sal, o cloridrato de cocaína, o "pó", "farinha", "neve", "branquinha", solúvel em água e, portanto, serve para ser aspirado ("cafungado"); dissolvido em água, para uso endovenoso ("pelos canos"); ou sob a forma de uma base, o crack, pouco solúvel em água mas que se volatiliza quando aquecida e, portanto, é fumada em "cachimbo".
Também sob a forma base, a merla (mela, mel ou melado) preparada de forma diferente do crack e que também é fumada. Enquanto o crack ganhou popularidade em São Paulo, Brasília foi a cidade vítima da merla. De fato, pesquisa recente mostra que mais de 50% dos usuários de drogas da nossa Capital fazem uso de merla e apenas 2% de crack.
Há ainda a pasta de coca, um produto grosseiro, obtido das primeiras fases de separação de cocaína das folhas da planta quando estas são tratadas com álcali, solvente orgânico como querosene ou gasolina e ácido sulfúrico. Essa pasta contém muitas impurezas tóxicas e é fumada em cigarros chamados "basukos".
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Êxtase

O MDMA (MetilenoDioxoMetAnfetamina), conhecido popularmente como ÊXTASE foi sintetizado e patenteado por Merck em 1914, inicialmente como moderador de apetite. É uma droga de uso relativamente recente e esporádico no Brasil. Além de seu efeito alucinógeno, caracterizado por alterações na percepção do tempo, diminuição da sensação de medo, ataques de pânico, psicoses e alucinações visuais, provoca efeitos estimulantes como o aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial, boca seca, náusea, sudorose e euforia. Em resumo, o MDMA é a droga que, além de produzir alucinações, pode também produzir um estado de excitação, o que é duplamente perigoso. Dado que esse produto ainda é pouco usado em nosso meio (e seus efeitos psíquicos não diferem muito dos do LSD).

LSD

O LSD-25 (abreviação de dietilamina do ácido lisérgico) é, talvez, a mais potente droga alucinógena existente. É utilizado habitualmente por via oral, embora possa ser misturado ocasionalmente ao tabaco e ser fumado. Algumas microgramas (e micrograma é um milésimo de uma miligrama que, por sua vez, é um milésimo de um grama) já são suficientes para produzir alucinações no ser humano.
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Maconha

A maconha é o nome dado aqui no Brasil a uma planta chamada cientificamente de Cannabis sativa. Em outros países ela recebe diferentes nomes como os mencionados acima. Ela já era conhecida há pelo menos 5.000 anos, sendo utilizada até mesmo para fins medicinais. Talvez a primeira menção da maconha na nossa língua tenha sido um escrito de 1.548 onde está dito, no português daquela época: "e já ouvi a muitas mulheres que, quando hião ver algum homem, para estar choquareiras e graciosas a tomavão". Até o início do presente século, a maconha era considerada por vários países, inclusive o Brasil, como um medicamento útil para vários males. Mas também já era utilizada para fins não-medicinais por pessoas desejosas de sentir "coisas diferentes", ou mesmo utilizavam-na abusivamente. Como conseqüência desse abuso, e de um certo exagero sobre os seus efeitos maléficos, a planta foi proibida em praticamente todo o mundo ocidental nos últimos 50-60 anos. Porém, atualmente, graças a pesquisas recentes, a maconha (ou substâncias dela extraídas) é reconhecida como medicamento em pelo menos duas condições clínicas: reduz ou abole as náuseas e vômitos produzidos por medicamentos anticâncer e tem efeito benéfico em alguns casos de epilepsia (doença caracterizada por convulsões ou "ataques").
Entretanto, é bom lembrar que a maconha (ou as substâncias extraídas da planta) têm também efeitos indesejáveis que podem prejudicar uma pessoa.
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Ópio e Morfina

Muitas substâncias com grande atividade farmacológica podem ser extraídas de uma planta chamada Papaver somniferum, conhecida popularmente com o nome de papoula do oriente. Ao se fazer cortes na cápsula da papoula, quando ainda verde, obtém-se um suco leitoso, o ópio (a palavra ópio em grego quer dizer suco).
Quando seco, este suco passa a se chamar pó de ópio. Nele existem várias substâncias com grande atividade. A mais conhecida é a morfina, palavra que vem do deus da mitologia grega Morfeu, o deus dos sonhos.
Pelo próprio segundo nome da planta somniferum, de sono, e do nome morfina, de sonho, já dá para se ter uma idéia da ação do ópio e da morfina no homem: são depressores do sistema nervoso central, isto é, fazem nosso cérebro funcionar mais devagar. Mas o ópio ainda contém mais substâncias, sendo que a codeína é também bastante conhecida. Ainda, é possível obter-se outra substância, a heroína, ao se fazer pequena modificação química na fórmula da morfina. A heroína é então uma substância semi-sintética (ou semi-natural).
Estas substâncias todas são chamadas de drogas opiáceas ou simplesmente opiáceos, ou seja, oriundas do ópio; podem ser opiáceos naturais quando não sofrem nenhuma modificação (morfina, codeína) ou opiáceos semi-sintéticos quando são resultantes de modificações parciais das substâncias naturais (como é o caso da heroína).
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Solventes ou Inalantes

A palavra solvente significa substância capaz de dissolver coisas e inalante é toda substância que pode ser inalada, isto é, introduzida no organismo por meio da aspiração pelo nariz ou boca. Via de regra, todo solvente é uma substância altamente volátil, isto é, evapora-se muito facilmente, daí a facilidade para a inalação. Outra característica dos solventes ou inalantes é que muitos deles (não todos) são inflamáveis, isto é, podem pegar fogo.
Um número enorme de produtos comerciais, como esmaltes, colas, tintas, thinners, propelentes, gasolina, removedores, vernizes, etc, contém estes solventes. Eles podem ser aspirados tanto involuntariamente (por exemplo, trabalhadores da indústria de sapatos ou oficinas de pintura o dia inteiro expostos ao ar contaminado por estas substâncias) ou voluntariamente (por exemplo, a criança de rua que cheira cola de sapateiro; o menino que cheira em casa acetona ou esmalte, ou o estudante que cheira o corretivo Carbex, etc).
Um produto muito conhecido no Brasil é o "cheirinho", "loló" ou ainda o "cheirinho da loló". Um preparado clandestino (fabricado não por um estabelecimento legal, mas sim por pessoal do submundo), à base de clorofórmio mais éter e utilizado só para fins de abuso. Mas já se sabe que quando estes "fabricantes" não encontram uma daquelas duas substâncias eles misturam qualquer outra coisa em substituição. Assim, em relação ao cheirinho da loló não se sabe bem a sua composição, o que complica quando se tem casos de intoxicação aguda por esta mistura.
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Tranquilizantes

Existem medicamentos que têm a propriedade de atuar quase que exclusivamente sobre a ansiedade e tensão. Estas drogas foram chamadas de tranqüilizantes, por tranqüilizar a pessoa estressada, tensa e ansiosa. Atualmente, prefere-se designar tais medicamentos pelo nome de ansiolíticos, ou seja, que "destróem" (lise) a ansiedade. De fato, este é o principal efeito terapêutico destes medicamentos: diminuir ou abolir a ansiedade das pessoas, sem afetar em demasia as funções psíquicas e motoras.
Há tempos atrás, o principal agente ansiolítico era uma droga chamada meprobamato que praticamente desapareceu das farmácias com a descoberta de um importante grupo de substâncias: os benzodiazepínicos. De fato estes medicamentos estão entre os mais utilizados no mundo todo, inclusive no Brasil. Para se ter idéia, atualmente há mais de 100 remédios em nosso país à base destes benzodiazepínicos. Estes têm nomes químicos que terminam geralmente pelo sufixo pam. Sendo assim, é relativamente fácil a pessoa, quando toma um remédio para acalmar-se, saber o que de fato está tomando: tendo na fórmula uma palavra terminando em pam, é um benzodiazepínico. Exemplos: diazepam, bromazepam, clobazam, clorazepam, estazolam, flurazepam, flunitrazepam, lorazepam, nitrazepam, etc. A única exceção é a substância chamada clordizepóxido que também é um benzodiazepínico.

 


* A citação acima fi retirada do space abaixo através de pesquisa na internet.

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Sobre maryalcantaras

Sou uma pessoa calma e bastante tímida. Não costumo sair muito e por isso vivo na internet. Sou bem eclética em questões referentes a preferências... adoro ler, ouvir música, dançar e tomar umas biritas de vez em quando... mas o que eu adoro mesmo é DORMIR e BEIJAR!!! Meu hobbie é DORMIR. Me interesso por coisas variadas, gosto tanto de coisas simples quanto de coisas rebuscadas. "O Amor conquista-se com Amor e não impondo regras." (A.D.) E talvez tenha de praticar um pouco mais a minha tolerância...
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