A Casa das Coelhinhas

Assisti este filme ontem e não poderia deixar de postar informações deste filme aqui no blog…

O filme é bom, mas confesso que esperava mais… deram tanto alarde ao filme, mas eu só vi um filme de comédia normal, nada demais, consegui achar mais graça no filme “Sydney White”, que tem muitas semelhanças com esse, só que ao invés de sete garotas, em “Ela e os Caras” são sete garotos…

Além do mais, o final… é muito show!!!!

A Casa das Coelhinhas

SINOPSE

Shelly é uma coelhinha da Playboy expulsa da mansão de Hugh Hefner, o dono da revista, mas ela encontra abrigo na Zeta Alpha Zeta, uma fraternidade feminina bastante popular de uma universidade. Ali vivem sete garotas que, apesar de tremendamente provocantes, são totalmente ingênuas. E elas estão a ponto de também serem desalojadas. Shelly, que não quer mais parar no olho da rua, é a única que pode oferecer aquilo que as sete moças mais precisam.

LOCAIS DE FILMAGEM

  • Los Angeles, Califórnia, EUA
  • Royce Hall, UCLA, Westwood, Los Angeles, Califórnia, EUA
  • University of Southern California, Los Angeles, Califórnia, EUA

TRILHA SONORA

“Starlight”
Muse

“When Did Your Heart Go Missing?”
Rooney

“Timebomb”
Beck

“Top of the World”
All-American Rejects

PRESS BOOK

Informações de Produção

Na comédia sensual “A Casa das Coelhinhas”, a divertida atriz Anna Faris encanta no papel de Shelley Darlington, uma coelhinha da Playboy que ensina um grupo estranho de universitárias sobre o sexo oposto – somente para descobrir que o que os garotos realmente querem é o que há no interior.

Shelley vive uma vida totalmente despreocupada até ser mandada embora da Mansão Playboy. Sem nenhum lugar para ir, o destino a coloca na vida de um grupo de universitárias excluídas socialmente e que vão perder sua casa no campus se não conseguirem atrair novos membros. Para conseguir esse objetivo, Shelley precisa tirar da manga todos os seus truques e dar a elas um curso relâmpago sobre os segredos da maquiagem e dos garotos. Enquanto isso, Shelley aprender da forma mais difícil que ela precisa um pouco do que as meninas tem – um senso de individualidade. Quando a sensualidade encontra a inteligência, todas aprendem a parar de fingir e começam a ser elas mesmas.

SOBRE O FILME

“O que acontece com as pessoas que viveram no mundo surreal da Mansão Playboy, onde era só festa e diversão o tempo todo? E por que elas abandonam aquele mundo – elas ficam velhas demais ou simplesmente estão prontas para dar um novo rumo em suas vidas?”, pergunta Anna Faris, a estrela da comédia da Columbia Pictures “A Casa das Coelhinhas”, que conta a história de Shelley, uma coelhinha que está exatamente encarando essa crise.

As roteiristas Kirsten Smith e Karen McCullah Lutz - antes desse trabalho foram as roteiristas do filme de sucesso “Legalmente Loira” – estavam, antes de mais nada, curiosas com a possibilidade de trabalharem com Faris. “Nós havíamos acabado de assistir “Apenas
Amigos” e gostamos muito da atuação dela no filme”, diz McCullah Lutz. “Então ligamos para ela e marcamos de nos encontrarmos para tomar um café”.

“Nós meio que ficamos a espreita dela”, ri Smith. “E ela não sabia disso”.

Nesse encontro para um café, as roteiristas e a atriz discutiram idéias para o personagem Shelley – uma coelhinha da Playboy que muda de vida. “Shelley passou toda a sua vida adulta vivendo na Mansão, mas quando é mandada embora de lá, ela fica totalmente desorientada. Nós pegamos essa idéia e passamos alguns meses tentando descobrir onde ela iria parar, finalmente tivemos a idéia de que ela deveria entrar no mundo das irmandades – uma irmandade desajustada que precisava da ajuda dela desesperadamente”, diz McCullah Lutz.

Quando Shelley encontra pela primeira vez as garotas, elas estão prestes a perder sua casa por falta de novos membros para a irmandade. “Shelley acredita que, se transformasr as Zetas em garotas supergostosas e atraentes, elas serão capazes de atrair garotos – e se elas podem conseguir garotos, podem conseguir novos membros e manter a casa”, explica Faris.

“Ela ensina as garotas a serem legais, bonitas e populares – essa é a realidade – mas para Shelley é mais sobre auto-confiança”, continua McCullah Lutz.

Mas as Zetas não são as únicas que passam por transformações. No início do filme, a maioria das pessoas – incluindo a própria Shelley – vêem a Coelhinha como ‘somente uma Coelhinha’.

De acordo com McCullah Lutz “Shelley se definia como uma Coelhinha e pensava que só era capaz de ser isso. Ela só se definia pelo valor que tinha como objeto para os homens apreciarem. Mas ela acaba percebendo que ela possui outros talentos e um objetivo maior na vida do que ser uma Coelhinha”, diz a escritora.

“Não é apenas uma mensagem para garotas, mas para todos que estão aprendendo a aceitar a si mesmos e a se amar por quem são realmente”, diz Faris. Quando vemos Shelley pela primeira vez ela pensa que ela é a garota mais gostosa do mundo, mas ela descobre que a sua aparência não é o que importa mas sim como você se vê”.

Depois que Smith e McCullah Lutz desenvolveram o tom da história e dos personagens, elas colocaram o pé na estrada para vender o filme junto com Faris. “É a melhor maneira de se vender um filme. Quando você está com a estrela do filme na mesma sala que você, o estúdio vê o filme ganhar vida. É muito melhor que ouvir eu e Kirsten tentando fazer os papéis”, diz McCullah Lutz.

O trio foi parar no escritório da produtora Heather Parry, que trabalha na Happy Madison Productions. Parry – uma fã de Anna e das roteiristas de “Legalmente Loira” – gostou da idéia e a levou para Adam Sandler e seu parceiro de produção Jack Giarraputo. Eles já havia trabalhado com Faris na comédia “Garota Veneno” e são grandes fãs da atriz, e levaram o filme para a Columbia Pictures.

Parry diz que, apesar de “A Casa das Coelhinhas” ser a primeira comédia da Happy Madison voltada para o público feminino, também tem o princípio básico da comédia como objetivo. “É divertido e tem coração”, diz Parry. “Toda garota passa por uma fase na vida em que tenta vários visuais diferentes e novas atitudes – e “A Casa das Coelhinhas” mostra essa época de uma forma muito divertida e encantadora”.

Para dirigir o filme, os produtores contrataram Fred Wolf. O produtor Allen Covert conta que a Happy Madison conhece Wolf há muitos anos, desde a época em que ele escrevia para Adam Sandler no ‘Saturday Night Live’. “Você pode não achar que Fred seja o tipo que dirige uma comédia como essa voltada para as mulheres, mas quando ele estava no ‘SNL’, ele passou da fase Sandler-Farley-Spade-Schneider para a de Molly Shannon-Cheri Oteri – de uma hora para a outra, aquele programa teve muitas mulheres no elenco. A força de Fred como diretor para esse filme foi sua experiência como roteirista e ter trabalhado com comediantes mulheres”.

“Pode ser bem difícil lá for a para as mulheres”, diz Wolf. “Elas são constantemente bombardeadas com mensagens – como se vestir, qual maquiagem usar, e também como se comportar e como pensar.

Eu cresci com três irmãos e vim de um mundo predominantemente masculino, mas agora, eu tenho duas filhas jovens e eu descobri como é importante para elas ignorar essas mensagens e se amarem pela pessoa que são por dentro. Eu espero que esse filme contribua um pouco para ajudá-las a entender como isso é importante”.

SOBRE OS PERSONAGENS

Para fazer o papel das patéticas membros da irmandade Zeta Alpha Zeta, os cineastas foram atrás de um grupo de jovens estrelas em ascensão. No centro do grupo está Natalie, a presidente da irmandade. Apesar de Natalie ser muito inteligente, ela também é mais que uma alienada nos estudos. Ela gosta de garotos e quer que os garotos gostem dela também, mas ela não tem a mínima idéia de como se aproximar do sexo oposto ou, se chegar perto o que dizer.

Emma Stone, que atuou em “Superbad – É Hoje”, assume o papel. Ela diz: “Natalie pode se sentir um pouco desconfortável, mas ela tem um coração de ouro – e, com certeza, ela consegue ver o coração de Shelley através do exterior de Coelhinha. Elas acabam se tornando grandes amigas por causa do que vêem uma na outra”.

Parry comenta: “Nós havíamos acabado de assistir a uma das primeiras exibições de “Superbad” e estávamos muito empolgados em chamar Emma para um teste. Ela primeiro leu o papel de uma das garotas da Phi Iota Mu, e depois leu o papel de Harmony. Só depois que ela saiu que pensamos: ‘Sabe de uma coisa? Ela seria uma ótima Natalie’. Ela já tinha deixado os estúdios da Sony, então fizemos ela voltar para lá. Ela estava nervosa – tinha estacionado em algum lugar proibido e o todo o tempo ficou preocupada que rebocassem seu carro. Funcionou bem para ela – ela ganhou o papel”.

“Foi divertido passar pela transformação, dos cinzas e azul marinhos que a Natalie usava no início do filme para as extensões de cabelo, maquiagem e roupas divertidas”, conta Stone. “Claro que as personagens também percebem que, apesar tudo aquilo se encaixar no que Shelley gosta, aquilo não era quem elas realmente eram”. A amiga de Natalie da irmandade, Mona, é simplesmente a última pessoa que se poderia pensar que faria aquela transformação. Ela tem vários piercings e adota uma atitude de estar estudando o comportamento feminino e encara o plano de Shelley mais como uma oportunidade de fazer um experimento sociológico do que se tornar popular.

Teve somente uma única pessoa que foi considerada para o papel pelos cineastas. Kat Dennings fez o papel durante uma das primeiras leituras de roteiro na época em que a única outra atriz no elenco do filme era Anna Faris. Ela foi tão bem na leitura que os produtores pararam de procurar.

Dennings entendeu a personagem de imediato. “Mona em problemas com garotos”, fala Dennings. “Eles fazem com ela se sinta muito desconfortável e ela faz com que eles se sintam muito desconfortáveis – na maior parte do tempo porque ela anda por aí com camisetas com os dizeres do tipo ‘legalizem a castração’ estampados nela”.

Fazendo sua estréia no cinema em “A Casa das Coelhinhas” temos Katharine McPhee. Sua personagem, Harmony, está muito grávida e é a amiga totalmente paz e amor da irmandade. Ela está sempre vendo a bondade nas pessoas e sempre se choca ao perceber como as pessoas podem ser cruéis às vezes.

Enquanto ela se prepara para o parto, Harmony é a típica beleza interior que floresce quando Shelley começa a dar suas aulas.

Por outro lado, McPhee vê sua personagem um pouco diferente. “Ela deveria ser um tipo hiponga, mas acho que ela só tem o espírito livre, o que definitivamente faz parte também da minha personalidade”, diz ela.

“Katharine McPhee é sem dúvida alguma uma excelente cantora”, fala a roteirista McCullah com entusiasmo, “mas também é uma ótima atriz”.

McPhee não conseguiu resistir à oportunidade de mostrar sua voz durante uma cena de karaokê no filme. “Eu sabia que na cena não poderia parecer que eu estava cantando”, ela brinca, “mas Harmony tem um espírito livre, está sempre disposta a experimentar tudo e é muito empolgada com a vida, acho que ela definitivamente interpretou a música da melhor forma possível”.

McPhee também ficou muito feliz pela chance de cantar para o filme – uma nova versão do sucesso pop dos anos 80 “I Know What Boys Like” que toca durante os créditos finais. “Eu me diverti muito gravando a canção”, ela conta, “mas, para falar a verdade, fazer o filme foi ainda melhor”.

Para o papel de Joanne, uma garota tímida com colete ortopédico, os cineastas escolheram um membro da nova geração da lista classe A de Hollywood: Rumer Willis. “Joanne sempre se escondeu atrás de seu colete ortopédico”, conta Willis. “Apesar dela não precisar mais dele, o colete a protege de ter que mostrar ao mundo quem ela realmente é”.

“Falando em comédia física”, Covert conta empolgado. “Rumer saiu correndo no minuto que souber que faria esse papel. Ela pegou o colete ortopédico como acessório e o usou para descobrir a comédia nele e se tornar a personagem”.

“Aquele colete foi como uma bolsa para mim durante oito semanas – ele ia a todos os lugares onde eu ia”, conta Willis. “Em um determinado momento, nós estávamos ensaiando, eu estava deitada num cobertor e não conseguia levantar. Fred chegou e perguntou: ‘Isso é sério ou você está de brincadeira?’”, conta a atriz rindo. “Eu parecia uma tartaruga virada com o casco para baixo, balançando os braços em desespero até alguém me ajudar”.

Faris conta que, conforme as filmagens seguiam, cada uma das garotas naturalmente assumiram a personalidade das personagens que estavam fazendo no filme. “Eu me sentia como uma mãezona”, ela conta. “No início, eu estava um pouco preocupada que, talvez, no meio de tantas garotas, alguma não se entrosasse com outra, mas todas pareceram se dar muito bem umas com as outras e cada uma delas trouxe uma particularidade ao projeto”.

Heather Parry concorda. “Elas foram ótimas umas com as outras, o que pode ser um fato bem raro em Hollywood. Enquanto estávamos filmando, Emma Stone estava lançando seu
“Superbad – É Hoje” e as meninas foram na pré-estréia fazer uma surpresa para ela. Todas elas se tornaram amigas muito rápido e elas se apóiam muito. Era uma coisa maravilhosa de se ver”.

As sete amigas da Casa Zeta não são as únicas a receberem uma transformação. Enquanto a missão de Shelley é transformar as desleixadas moças em apuros em garotas glamourosas, as garotas ajudam Shelley em sua própria transformação quando ela conhece um rapaz diferente de todos os que ela já conheceu antes. Colin Hanks assume o papel de Oliver, o administrador de bom coração de uma clínica médica. “Shelley se encanta de imediato pelo charme e bondade de Oliver.

Eu imagino que ela nunca tenha conhecido ninguém como ele. Ele não é o tipo que freqüenta a Mansão Playboy”.

E Oliver nunca conheceu ninguém como Shelley. Hanks conta: “Eles saem juntos várias vezes e não se dão muito bem porque Shelley fica o tempo todo tentando impressionar Oliver. Primeiro ela faz o tipo garota difícil e isso não o impressiona muito. Depois ela tenta parecer o tipo superesperta rata de biblioteca e isso também não impressiona ele. Ele
somente se impressiona quando ela começa a ser apenas ela mesma. Ele percebe algo em Shelley que é encantador, adorável e especial. A forma como Oliver vê Shelley não é como a maioria a vê”.

Fazendo sua estréia no cinema em “A Casa das Coelhinhas” está Tyson Ritter, cantor líder da banda The All-American Rejects. Ritter faz o papel de Colby, o objeto da paixão platônica de Natalie. Ele descreve seu envolvimento no filme dessa forma: “Oito lindas mulheres por duas semanas. É o paraíso”!

Para completar as Zetas estão Dana Min Goodman no papel de Carrie Mae, Kimberly Makkouk no papel de Tonya e Kiely Williams como Lily. Também se juntaram ao elenco Beverly D’Angelo no papel da senhora Hagstrom, a ‘mãe’ da Casa Phi Iota Mu, a irmandade rival das Zetas, e Christopher McDonald no papel de Dean Simmons.

SOBRE A PRODUÇÃO

“A Casa das Coelhinhas” é um conto sobre duas casas – a pouco atraente e monótona Casa Zeta contra o sonho que se transforma em realidade da Mansão Playboy. Criar e juntar esses dois mundos depende imensamente das designers de produção e figurinistas Missy Stewart e Mona May.

“As personagens passam por tantas transições que existiam marcações bem claras”, diz a designer de produção Missy Stewart, que antes desse projeto fez os filmes “Legalmente Loira” e “Quebrando a Banca” entre muitos outros. “A primeira parte do roteiro mostra nossa personagem principal Shelley e a forma como cai em desgraça na Mansão Playboy e
sua tentativa de entrar no ‘mundo real’. Gosto de encarar isso como o período em que ela foi ‘expulsa do paraíso’. Então tentamos criar o paraíso em todas as formas nessa primeira parte”.

Os produtores tiraram a sorte grande quando a Alta Loma Entertainment, uma subsidiária da Playboy Enterprises, Inc. e os produtores de “The Girls Next Door” conseguiram a participação de Hugh Hefner nas filmagens e a abertura das portas da lendária Mansão Playboy para a produção.

“Nós colocamos tudo isso no roteiro mas não sabíamos de fato se a Playboy iria realmente nos deixar usar seu nome e a Mansão”, conta a roteirista McCullah Lutz. “Então não fomos lá para fazer nenhuma pesquisa”.

Então como elas conseguiram caracterizar as Coelhinhas? “Nós simplesmente adivinhamos que seria assim que as Coelhinhas deviam parecer. Não foi tão difícil assim. Você pode ver muitas delas andando por Los Angeles”.

Enquanto o estilo de vida da Mansão Playboy é conhecido em todo o mundo, muito poucos já cruzaram seus portões. Foi uma experiência incrível para o elenco e equipe. “Foi uma das experiências mais surreais que já tive em minha vida”, conta Faris.

O produtor Allen Covert também estava em pânico. “Hef foi incrível. Nós tínhamos que filmar em seu quarto. Eu sentei na cama dele. Então entrei em pânico – pensei: ‘será que ele vai saber que eu sentei na sua cama? Será que vão nos expulsar daqui porque sentei na cama dele?’” conta o produtor rindo.

Colocando a paranóia de lado, a equipe toda se divertiu muito na Mansão. “Nós estávamos tão agradecidos que Hef tenha nos deixado usar a Mansão para as filmagens”, McCullah Lutz sorri ao dizer. “Ele fazer o papel dele mesmo é apenas um bônus. Acho que essa é a primeira vez que ele faz o papel dele mesmo em um filme”.

Contrastando com a Mansão temos a Casa Zeta – a casa que a irmandade precisa desesperadamente manter. A estrutura em si segue a mesma linha das personagens que moram lá – começam sem estima e negligenciada mas com bons ossos.

“Nós tínhamos uma ótima tarefa: encontrar uma linda casa antiga que estivesse detonada”, conta Stewart. Eles encontraram sua casa, mas eles tiveram trabalho dobrado. “Ela estava tão detonada que nós tivemos reformá-la para que ela chegasse ao ponto de ser uma casa detonada habitável”, diz Stewart.

“As plantas estavam enormes, não havia gramado, não havia quintal. As janelas estavam caindo. Nós até tivemos que reconstruir parte da casa para poder filmar lá dentro. O interior estava tão manchado e bagunçado que tivemos que pintar tudo para depois envelhecer a tinta, depois removemos o carpete, consertamos o piso e depois o envelhecemos. Foi meio que um processo ao contrário. Mas a casa tinha uma estrutura tão boa que eu sabia que ela era a vencedora – ela passou por essa transformação de uma forma bem tranqüila”.

Depois de filmar em West Adams por duas semanas, a produção se mudou para outras locações por uma semana enquanto Stewart e sua equipe davam um jeito no lugar. Durante essa semana, a e equipe de Stewart colocou gramados, flores, novas janelas, fez a pintura, reformou os móveis e pendurou cortinas. ” Nos decoramos a casa com as cores das Zeta – rosas, verdes e laranjas. O lugar ficou bem vivo”, conta Stewart. “Foi bem divertido ver a casa passar por essa transformação. Eu sabia que Mona iria enlouquecer com o figurino quando as garotas passassem pela transformação delas, então eu quis dar a ela uma bela paleta de cores que não competisse com as roupas pela atenção. É colorida mas na dela”.

“Sou uma colorista”, diz a figurinista Mona May, que anteriormente já fez o figurino para os filmes “As Patricinhas de Beverly Hills” e “Encantada”.

“Eu trabalho com cores e isso é muito importante para o que eu faço. Estou trabalhando bem em sintonia com a designer de produção Missy para ter certeza que tudo se encaixará da forma certa”.

“O que acontece em um filme como esse quando se tem tantas garotas é que você precisa se preocupar com o quem vai vestir o que”, continua May. “Que cor elas estão usando? Elas ficarão juntas usando as roupas que vestem agora? Você só tem tantas cores para escolher.

Então, se elas estão vestindo rosa, amarelo e azul, você quer ter certeza que ninguém mais está usando essas cores e que os padrões não briguem entre si”.

May partiu para a definição de cada personagem e a transição de cada uma delas. “O guarda-roupa meio que ampara essa transformação. Com Fred trabalhamos muito juntos para ter certeza que a personagem permaneça verdadeira durante todo o filme apesar de passarem de um visual para outro durante a transformação. A garota punk continua sendo punk. A garota hippie vai continuar sendo hippie”.

Com oito personagens principais a quantidade de roupas, sapatos e acessórios era de virar a cabeça, foram precisos dois trailers para o guarda-roupa. “Foi bem divertido trabalhar com tantas garotas”, fala May, “Acho que cada uma das Zetas tem umas 30 trocas de roupa. Anna tem uma 50 trocas.

Somando são mais ou menos 300 trocas de roupa com que tive que lidar durante o projeto. Uma loucura maravilhosa. Fred não chegou perto de nosso trailer”, conta a figurinista com uma piscadela.

A criação final para a personagem Shelley quase fez com que Faris ficasse irreconhecível. Parry conta que, para fazer a personagem, Faris estava completamente comprometida como atriz. “Ela era totalmente disciplinada”, ela fala. “Ela estava em perfeita forma e uma
inspiração para a criação do visual da personagem. Ela estava disposta a fazer qualquer coisa para dar vida a Shelley”.

De fato, Faris passava mais de três horas todos os dias entre os trailers de maquiagem e guarda-roupa para se transformar em sua personagem. Faris conta: “Tem todo o tipo de cabelos aqui que não são meus. Enchimentos que não são meus e toneladas de acessórios para o figurino. Eu tenho cabelo falso, seios falsos e bronzeado falso, mas o coração de Shelley é verdadeiro”. E então temos a questão de todos aqueles sapatos muito loucos. “Shelley gosta de usar saltos altos”, continua a atriz, “alguns dos sapatos tinham uns 17 ou 20 centímetros de altura. Para falar a verdade, houve uma cena em que era eu calçar os sapatos que quase ia parar nos ares – aquilo estava me enervando. Eu sentia que não conseguia interpretar a Shelley como deveria”.

Para muitas das outras garotas entrarem em suas personagens era: “sutiãs, enchimentos e mais sutiãs”, brinca May. “Eu nunca estive em um filme onde tinha tanto sutiã como esse”.

“Mona May fez um trabalho incrível”, fala Rumer Willis. “Eu não teria percebido até estarmos todas no set de filmagem ou ver algumas fotos onde estivéssemos juntas, do quanto foi feito e diariamente.

Nós usávamos cores diferentes, mas a paleta de cores que fazia quando estávamos todas juntas – é incrível de se ver como o conjunto de cores funciona bem”.

Quando Shelley completa a transformação nas garotas da Casa Zeta, elas decidem fazer sua estréia social na festa asteca. “Quando conversei com o Fred, ele me falou que queria fazer um vulcão de gelatina. Eu comecei a rir porque sabia que isso seria impossível”, conta Stewart rindo. “Mas eu tive essa idéia de que poderíamos fazer um vulcão razoavelmente verdadeiro de espuma, uma piscina de mistura para Daikiri onde as garotas pudessem cair, um pouco de névoa e então fazer uma enorme caldeira de gelatina. Com isso começamos a fazer testes com gelatina semanas antes de filmarmos. Fred acrescentou um escorregador.

Acabou ficando tão tribal que parecia uma caverna asteca – tinham tambores, música, tochas e fumaça. Funcionou perfeitamente bem”.

McCullah Lutz ficou impressionada. “No dia que filmamos a festa asteca, estávamos diante de um vulcão que era 800 vezes maior do que o que havíamos imaginado quando fizemos o roteiro. Nós imaginávamos uma pequena estrutura de papel machê com um pouco de gelatina saindo pelos lados – eles nos deram uma estrutura épica. Foi muito divertido ver isso tomar vida. Na verdade, espero que nós possamos começar uma nova tendência. Quero ir a uma festa qualquer em uma universidade e ver que eles têm um vulcão onde sacrificam virgens”. Fala a roteirista rindo.

“Eu gosto de pensar que a festa asteca é o auge do segundo ato para elas, porque elas já foram o mais longe que poderiam naquela direção”, fala Stewart. Não muito depois da festa, as Zetas percebem que elas se transformaram na garota perfeita do ponto de vista de Shelley, mas não no delas.

“Existe uma outra transformação pela qual elas precisam passar”, diz May. “Fred queria ter certeza que nós iríamos realmente encontrar a essência das garotas em sua última chance. O que acontece é que elas realmente se encontram. Então perguntamos para nós mesmas: quem elas são agora? Qual é o significado do filme e o que o figurino pode fazer para apoiar isso?”

Shelley também se transforma. “Você está realmente começando com essa personagem com cara de desenho animado”, fala a figurinista sobre Shelley. ” Nós fizemos as roupas especialmente para isso, em cores de chiclete, bijuterias de plástico, cabelo armado e tudo muito rosa, azul claro e com objetos brilhantes apontando para os seios. Conforme ela vai passando por sua transformação, nós tiramos o brilho de cima dela e começamos a cobri-la um pouco mais.

FRASES EM INGLÊS

(from trailer)
Shelley: They’re kicking me out?
Marvin: Maybe it’s because of your age.
Shelley: But I’m 27.

Marvin: But that’s 59 in Bunny Years.

(from trailer)
Oliver: You given any thought to who you might be voting for?
Shelley: I definitely won’t listen to what Simon says, he is just so mean. I usually always agree with Paula and Randy.

Shelley: Oh, you meant the president.

Shelley: Pooter, you’re looking quite dapper this morning.

Shelley: I gotta meet this freakin’ bird!

Shelley: Manhole. I like that word. Manhole.

Shelley: My allergic reaction made me feel beautiful.

CRÍTICA

Anna Faris estrela como ex-coelhinha expulsa da Mansão da Playboy

Marcelo Forlani

A Mansão da Playboy faz parte do imaginário coletivo masculino. Um lugar mágico com lindas mulheres seminuas e acessíveis andando de um lado para o outro, brincando nas piscinas, servindo drinks, se socializando em intermináveis festas. Se não é assim de verdade, melhor não saber. O importante é que essa imagem de paraíso (masculino) na Terra é rapidamente imortalizada nos cinemas no início de A Casa das Coelhinhas (The House Bunny, 2008), estrelado e produzido por Anna Faris, a Cindy da série de comédias Todo Mundo em Pânico (Scary Movie).

No novo filme ela interpreta Shelley, uma coelhinha da Playboy que ao atingir seus 27 anos (equivalente a 59 anos para os coelhos) é expulsa da Mansão. Como sua vida até então se restringia a ser gostosa, sorrir, ser gostosa e… ser gostosa, ela sai de lá sem rumo. Acaba na frente da irmandade Phi Iota Mu, das patricinhas populares e ricas. É prontamente dispensada e, literalmente, cai na frente da Zeta Alpha Zeta, lar das desajustadas, nerds e ignoradas. Devido à falta de procura de novas meninas para morar por lá, a casa está prestes a ser fechada. Somando um mais um, Shelley começa seu trabalho de transformar as meninas em ícones de cobiça e a casa em sinônimo de boas festas e diversão.

As douradas madeixas da personagem principal tentando se encaixar em um ambiente que não é o seu remetem à comédia Legalmente Loira (Legally Blonde). E não é à toa. As roteiristas Karen McCullah Lutz e Kirsten Smith são as mesmas que fizeram o script que ajudou a transformar Reese Whiterspoon em uma das queridinhas de Hollywood no início dessa década. Já as disputas entre as duas irmandades e o submundo que era a Zeta no início do filme lembram muito A Vingança dos Nerds (Revenge of the Nerds), mas totalmente voltada ao público feminino. Aos meninos sobram apenas as cenas iniciais na Mansão, que não vão muito além de um desfile da Victoria’s Secret, e as minúsculas roupas vestidas por Anna Faris.

Como comédia, A Casa das Coelhinhas também funciona pouco. Há algumas poucas cenas realmente engraçadas e muito pastelão. É incrível como até mesmo em um filme que ela mesma criou e ajudou a produzir Anna Faris tenha de ficar caindo, virando e batendo cabeça. O estereótipo da loira burra não apenas a persegue, mas também é perseguido por ela e sua personagem.

Pelo menos ela sabe bem como fazer tudo isso. Diferente de Colin Hanks, por exemplo, que continua tentando um lugar em Hollywood, mas se depender do que demonstrou até agora deveria mesmo é se virar com a mesada do pai, Tom. E por falar em filhos de famosos, Rumer Willis (filha de Demi Moore e Bruce Willis) também está por lá, entre as Zetas, ao lado de Emma Stone, Kat Dennings, Katharine McPhee, Kimberly Makkouk, Dana Goodman e Kiely Williams. Para mim, é difícil acreditar que aquelas meninas que chegaram até aquela fase de suas vidas daquele jeito aceitem uma “imersão rosa” com ênfase em “biscatismo” numa boa, mas ei, eu sou apenas um cara ingênuo que acha que a Mansão Playboy é um pedaço do paraíso na Terra.

TRAILER

*A imagem ilustrativa deste post retirei do blogspot http://4.bp.blogspot.com/_C-VvQQcQ4Ak/Snn5GzMxMII/AAAAAAAAAOE/pJyAOIR3-Lc/s400/1.jpg através de pesquisa na internet.
*A sinopse do filme retirei do site http://www.epipoca.com.br/filmes_detalhes.php?idf=19325 através de pesquisa na internet.
*Os locais de filmagem retirei do site http://www.epipoca.com.br/filmes_filmagem.php?idf=19325 através de pesquisa na internet.
*A trilha sonora do filme retirei do site http://www.epipoca.com.br/filmes_trilha.php?idf=19325 através de pesquisa na internet.
*O press book retirei do site http://www.epipoca.com.br/filmes_pressbook.php?idf=19325 através de pesquisa na internet.
*As frases em inglês retirei do site http://www.epipoca.com.br/filmes_frases.php?idf=19325 através de pesquisa na internet.
*A crítica do filme retirei do site http://omelete.uol.com.br/cinema/critica-a-casa-das-coelhinhas/ através de pesquisa na internet.
*O trailer original legendado do filme retirei do site http://www.youtube.com/watch?v=3z73VZgiLWs através de pesquisa na internet.
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Sobre luablejf

Sou uma pessoa calma e bastante tímida. Não costumo sair muito e por isso vivo na internet. Sou bem eclética em questões referentes a preferências... adoro ler, ouvir música, dançar e tomar umas biritas de vez em quando... mas o que eu adoro mesmo é DORMIR e BEIJAR!!! Meu hobbie é DORMIR. Me interesso por coisas variadas, gosto tanto de coisas simples quanto de coisas rebuscadas. "O Amor conquista-se com Amor e não impondo regras." (A.D.) E talvez tenha de praticar um pouco mais a minha tolerância...
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